sábado, 13 de janeiro de 2018

SP. BRAGA - 1 BENFICA - 3 FORTES

O Benfica venceu o SC Braga por 3-1 em jogo a contar para a 18ª jornada e igualou o Sporting à condição no segundo lugar. Salvio abriu o marcador na 'Pedreira' aos 11' minutos e Jonas dilatou a vantagem dos 'encarnados' aos 64' minutos. Paulinho ainda relançou a partida, mas Jiménez 'matou' o jogo em cima do apito final.
Separados por apenas três pontos, e fora das restantes competições internas, SC Braga e Benfica apresentaram-se no Estádio Municipal de Braga com algumas alterações nos onzes titulares. Abel Ferreira não pôde contar com André Horta e apresentou uma equipa sem a habitual dupla de centrais. Já do lado do Benfica, Rui Vitória manteve praticamente o mesmo onze que venceu o Moreirense na jornada anterior, mas com a novidade Fejsa no meio-campo com Pizzi e Krovinovic.
A jogar em casa, o SC Braga procurou desde cedo pressionar o adversário com muita agressividade e logo aos cinco minutos desperdiçou uma grande oportunidade de golo por intermédio de Fábio Martins que não conseguiu chegar a tempo a um cruzamento ao segundo poste de Paulinho. Aos 7' minutos, Danilo tentou o remate de longa distância, mas Bruno Varela controlou o lance com uma defesa a dois tempos.
O Benfica reagiu de imediato e aos 8' minutos Salvio atirou à baliza de Matheus com algum perigo, mas o guarda-redes do SC Braga defendeu o remate do argentino. Aos 11' minutos, Cervi pega na bola e numa diagonal a rasgar a defesa bracarense assistiu Salvio, que na 'cara do golo' não teve dificuldades em bater Matheus para o 1-0
O SC Braga acusou o golo sofrido e o Benfica acabou por assumir o comando da partida.  Xadas e Fábio Martins não conseguiam ter a bola nos pés, e a equipa de Rui Vitória conseguia jogar com espaço e em antecipação. Aos 34' minutos, Krovinovic conseguiu arranjar espaço para rematar, mas a bola acabou por sair ao lado. A formação comandada por Abel Ferreira reagiu de imediato e aos 35' minutos Ricardo Horta colocou a defesa 'encarnada' em sentido, mas falhou o cruzamento de Esgaio.
O Benfica acabou por regressar aos balneários em vantagem depois de uma primeira parte em que o SC Braga começou bem, mas acabou por ressentir-se do golo madrugador.
A segunda parte recomeçou sem alterações nas equipas, e com uma forte pressão do Benfica ao portador da bola do SC Braga. Logo aos 46' minutos, Jonas ganhou um pontapé de canto e na sequência do lance Jardel atirou ao poste.
Aos 49 minutos, uma saída do Benfica em contra-ataque, ia dando em golo,mas Grimaldo rematou para as mãos de Matheus.
Aos poucos o SC Braga foi conseguindo equilibrar o domínio a meio-campo e obrigou o Benfica a recuar as suas linhas. A pressão dos bracarenses ia dando dividendos quando aos 63 minutos um remate cruzado de Ricardo Horta obrigou Bruno Varela a uma defesa para fora.
Contra a corrente do jogo, o Benfica acabou por dilatar a vantagem com um golo de Jonas aos 64' minutos de cabeça após um cruzamento de André Almeida.
A perder por 2-0, o SC Braga não baixou os braços e foi para a luta por outro resultado. Aos 74' minutos, Paulinho aproveitou uma hesitação de Bruno Varela para fazer o 2-1 e relançar a partida após um cruzamento largo de Ricardo Horta.
Em vantagem pela margem mínina, o Benfica sentiu muitas dificuldades para segurar a pressão bracarense. A equipa de Abel Ferreira esteve perto de conseguir a igualdade logo após o golo de Paulinho, mas Varela negou o golo a Ricardo Horta.
Aos 87' minutos, Jiménez teve nos pés o 3-1, mas o remate do mexicano acabou por sair para fora. No entanto, o avançado mexicano acabaria mesmo por ser protagonista do jogo com um grande golo aos 91' minutos a fixar o 3-1 final.
Com este resultado, o Benfica igualou o Sporting à condição com 43 pontos no segundo lugar e afastou o SC Braga do terceiro lugar.

A.COIMBRA - 1 A.VISEU - 1 INJUSTO

ACADÉMICA-ACADÉMICO VISEU, 1-1: MARINHO GARANTE PONTO 'EM' CIMA DOS 90

Briosa andou a correr atrás do prejuízo desde os 13 minutos
Académica-Académico Viseu, 1-1: Marinho garante ponto 'em' cima dos 90
Foto: Paulo Calado
A Académica e o Académico de Viseu empataram hoje 1-1, em jogo de abertura da 20.ª jornada da II Liga de futebol, disputado em Coimbra, continuando igualados no segundo lugar da classificação.

A equipa viseense marcou cedo, aos 13 minutos, por Avto, e o golo da igualdade da 'briosa' surgiu já no minuto 90, por Marinho.

As duas formações somam 34 pontos, menos três que o líder FC Porto B, que se desloca no domingo ao reduto do Gil Vicente, e mais três do que o Leixões que recebe o Real Massamá também no domingo.

A Académica entrou melhor no jogo e nos primeiros dez minutos dominou por completo, remetendo o adversário para o seu meio-campo.

Na primeira vez que se aproximou da grande área dos 'estudantes' o Académico inaugurou o marcador, por Avto, aos 13 minutos, numa fífia do jovem defesa central Tiago Duque, que falhou a interceção da bola e permitiu ao médio visitante fazer um chapéu ao guarda-redes Ricardo Ribeiro.

A Académica continuou por cima do jogo, sempre mais perigosa, mas aos 26 minutos, um novo erro da defesa quase ia dando o segundo golo dos viseenses.

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O lateral Mike errou o passe no setor mais recuado e permitiu que a bola chegasse a Rui Miguel, que picou por cima do guarda-redes, valendo o corte do mesmo jogador dos 'estudantes' em cima da linha de golo.

No segundo tempo, a "briosa" procurou atacar, mas nem sempre com critério, enquanto o Académico de Viseu apostava em 'venenosos' contra-ataques.

Num deles, aos 53 minutos, o avançado Nsor surgiu isolado, mas o guarda-redes Ricardo Ribeiro conseguiu afastar para canto com as pernas.

Aos 81 minutos, Sandro Lima e Barry tiveram nos pés o segundo golo do Académico de Viseu, mas ambos não conseguiram desviar a bola para a baliza, depois do guarda-redes Ricardo Ribeiro ter falhado a interceção do cruzamento de Avto.

Em cima do minuto 90, Marinho empatou o jogo num remate dentro de área, depois de Djoussé ter 'ajeitado' a bola de cabeça, no seguimento de um cruzamento da direita de Luisinho. 

Jogo no Estádio Cidade de Coimbra
Assistência: 6.009 espectadores

Árbitro:
 Nuno Almeida (Algarve)

Académica-Académico Viseu, 1-1


Ao intervalo: 0-1.

Marcadores: 0-1, Avto, 13 minutos; 1-1, Marinho, 90'.

Académica: Ricardo Ribeiro, Mike, João Real, Tiago Duque (Guima, 66), Nélson Pedroso, Zé Tiago (Marinho, 60), Dias, Chiquinho, Luisinho, Harramiz (Tozé Marreco, 71) e Djoussé.
Treinador: Ricardo Soares.

Académico Viseu: Peçanha, Tomé, Fábio Santos, Bura, Kiko, Capela, Fernando Ferreira, João Mário (Sandro Lima, 78), Avto, Rui Miguel (Tarcísio, 70) e Nsor (Barry, 61).
Treinador: Francisco Chaló. 

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Capela (28), Fernando Ferreira (33), Dias (38), Rui Miguel (63), Tomé (87).

domingo, 7 de janeiro de 2018

MOREIRENSE - BENFICA - 2 -JUSTA

Uma vitória indiscutível em mais um jogo que ficou marcado pela ineficácia na finalização, caso contrário os números do marcador poderiam ter sido bastante mais dilatados.


Face à ausência forçada do Fejsa, a única alteração no onze que tem sido mais habitual foi a entrada do Samaris para o lugar do sérvio. Os minutos iniciais do jogo até faziam antever maiores dificuldades, e o Moreirense até teve uma boa ocasião de golo, na qual o Varela foi obrigado a uma boa defesa. Mas depois disso só deu mesmo Benfica, e começaram a acumular-se as ocasiões desperdiçadas - estranhamente, até pelo Jonas, que hoje revelou um desacerto com a baliza que não é nada normal nele. Mas felizmente não foi preciso desesperar muito, porque a vantagem chegou aos vinte e três minutos com um golo do Pizzi. Nasceu de um cruzamento do Jonas, da esquerda para a direita, e o Pizzi rematou de primeira para o golo. Obtida a vantagem, o próximo passo era dilatá-la para evitarmos surpresas, e isso já se revelou mais complicado. Não pela ausência de ocasiões para o fazer, mas sim pela dificuldade em concretizá-las. O Benfica caminhou até ao intervalo com o controlo absoluto da partida e não permitindo ao Moreirense qualquer tipo de ameaças, mas sabemos que neste tipo de jogos basta uma pequena distração ou uma obra do acaso para deitar tudo a perder e acabarmos com um resultado mentiroso e injusto (infelizmente não é necessário irmos mais longe do que a última quarta-feira para termos um exemplo concreto disso). Era por isso esse o único motivo para o meu nervosismo ao intervalo.


Do intervalo já não regressou o Samaris, pelos vistos devido a problemas físicos, e veio o Keaton Parks no lugar dele. A segunda parte começou na mesma toada da primeira, com o Benfica a dominar completamente e a insistir em não chegar ao golo da tranquilidade. A nossa equipa pressionava logo a saída de bola do Moreirense, e o adversário, ao insistir em tentar sair a jogar, acabava por perder diversas bolas logo nessa fase, que resultavam em ocasiões claríssimas de golo para nós. Quase sempre com o Jonas em evidência, o guarda-redes do Moreirense ou a falta de acerto na finalização continuavam a manter o resultado teimosamente num magro golo de diferença. O Jonas ainda marcou, mas o golo acabou por ser anulado por fora-de-jogo (que se existiu, foi milimétrico). E depois, a provar que num instante um jogo que está a correr de feição pode virar, o Moreirense teve uma grande ocasião para empatar. Tudo começou em mais uma recuperação de bola adiantada do Benfica, que nos deixou em superioridade numérica contra a defesa do Moreirense. Mas o passe do André Almeida foi feito para os pés de um adversário, e do contra-ataque resultou um cabeceamento já no interior da nossa área que só não acabou em golo porque o Varela fez uma enorme defesa. O lance motivou o nosso adversário, que nos minutos seguintes se revelou mais perigoso na forma como conseguia chegar com velocidade à nossa área sempre que recuperava a bola, e durante este período cheguei a temer que o golo do empate pudesse acontecer. O Benfica respondeu com a troca do Salvio pelo João Carvalho, que deu resultados imediatos. O Moreirense insistia em tentar sair a jogar e depois de mais uma recuperação de bola o João Carvalho passou a bola para o Jonas que, dentro da área, tirou um adversário da frente com classe e colocou a bola no fundo da baliza, enviando-a para o lado contrário daquele que o guarda-redes esperava. Foi aos setenta e oito minutos de jogo, e significou um ponto final na incerteza - o Benfica limitou-se a gerir bem o jogo até final.


Apesar de todo o desperdício, o maior destaque acaba por ir para o Jonas, que fez a assistência para o primeiro golo e marcou o segundo. Gostaria de mencionar também o Varela, que apesar de não ter tido muito trabalho revelou segurança e foi decisivo nas poucas ocasiões em que foi chamado a intervir. É aquilo que se espera de um guarda-redes de equipa grande. Continuo extremamente agradado com o Krovinovic, que é um médio completo. Consegue assumir funções de 6, de 8, ou de 10 sem qualquer problema e neste momento começa a ganhar ao Pizzi em termos de preponderância no nosso meio campo.

Era muito importante não deixarmos que a exibição da passada quarta-feira fosse apenas uma coisa esporádica, e isso passava pela conquista dos três pontos hoje, aliados a uma exibição consistente. Julgo que o objectivo foi conseguido. Agora é continuarmos neste caminho.

ST. CLARA - 0 A.VISEU - 0 - ZERO

SANTA CLARA 0 - 0 ACADÉMICO DE VISEU | ESTÁDIO DE S. MIGUEL | AÇORES

FICHA DO JOGO – Santa Clara 0 – 0 Académico de Viseu

2º Liga –19ª Jornada
Data – 6 de Janeiro de 2018
Estádio – Estádio de S Miguel ( Açores )
Arbitro – João Pinheiro ( A.F. Braga )
Auxiliares – Bruno Rodrigues e Nuno Eiras
4º árbitro – Nelson Cunha
Ao intervalo – 0 - 0
Resultado final – 0 – 0

GOLOS
Sem Registo

SANTA CLARA 0
Serginho;
Toni, João Pedro, Vitor Alves, João Reis;
Minhoca, Diogo Santos, Rubén Saldanha;
Osama Rashid , Thiago Santana e Fernando.

SUBSTITUIÇÕES
Minhoca por Alfredo Stephens (58´);
Rubén Saldanha por Dennis Pineda (68´);
Thiago Santana por Paulo Clemente (91´).

NÃO UTILIZADOS
Marco Pereira, Marcelo Oliveira, Igor Rocha e Pedro Pacheco.

TREINADOR
Carlos Pinto

ACADÉMICO DE VISEU 0
Peçanha;
Tomé, Bruno Miguel, João Pica e Kiko;
Tarcísio, Capela (cap.) e Fernando Ferreira;
João Mário, N´Sor e Avto.

SUBSTITUIÇÕES
N´Sor por Sandro Lima (63´);
João Pica por Fábio Santos (73´);
João Mário por Erivaldo (84´);

NÃO UTILIZADOS
Jonas, Joel, Rui Miguel e Luís Barry.

TREINADOR

Francisco Chaló