domingo, 10 de novembro de 2019

A.VISEU - 0 VILAFRANQUENSE - 2 - FUTEBOL

Ac.Viseu 0-2 Vilafranquense

Derrota caseira, num jogo em que nada nos correu bem!!

O mister Rui Borges fez estrear Yang no onze inicial, face ao castigo aplicado a Tiago Almeida.
O jogo não iniciou bem, pois à passagem dos 15min. a turma de Vila Franca de Xira já vencia, após cabeceamento certeiro de Ulisses. O Académico pouco depois poderia ter empatado, mas por mera infelicidade, a bola não entrara. Até ao intervalo, pouco mais acrescentar no que respeita a ocasiões flagrantes de golo.

Para o segundo período, o mister RB fez entrar João Mário e Bruninho e os academistas foram mais ofensivos. Logo abrir, JM7 ficou a centímetros de faturar. Contudo, balde de água fria, no lance do 0-2, com Steven a ser infeliz, fazendo auto-golo. Depois deste lance, não foi fácil a equipa encontrar equilíbrio para chegar ao último terço e finalizar com sucesso.

Uma derrota que não estava, certamente, no plano de todos nós academistas, mas teremos de reagir, todos juntos, e será já no dia 23, em jogo a contar para a 4a eliminatória da prova-rainha. 

Força equipa!! 

Força Académico, sempre convosco!! ⚫️⚪️🤚


In Magia do Futebol

sábado, 9 de novembro de 2019

ST.CLARA - 1 BENFICA - 2 - AFLIÇÃO

Encarnados estiveram 40 minutos a perder.
Santa Clara 1-2 Benfica: Depois da tempestade veio a bonança. Vinícius e Pizzi aplicam reviravolta nos Açores
Carlos Vinicius celebra o golo marcado
O Benfica venceu esta tarde o Santa Clara, por 2-1, nos Açores, em jogo a contar para a 11º jornada do campeonato nacional. Os encarnados estiveram a perder durante 40 minutos, graças a um golo de Carlos Júnior, mas Vinícius e Pizzi conseguiram chegar à vantagem e dar a vitória aos encarnados.










O Benfica instalou-se no meio campo do Santa Clara deste o primeiro minuto de jogo. Mas, a primeira oportunidade de golo chegou por parte da equipa da casa. Na sequência de um corte de Florentino, que desarmou Rashid, Artur Soares Dias marcou falta e livre para os insulares. Rashid cobrou a bola parada e atirou diretamente à baliza encarnada, obrigando Vlachodimos a voar para a bola e afastar para canto.
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O Benfica apresentou-se com mais bola e a dominar o jogo, mas o Santa Clara mostrava mais facilidade em criar perigo, enquanto fechava espaços aos encarnados.


Aos 16 minutos, o Benfica esteve muito perto de inaugurar o marcador por Seferovic. O suiço atirou ao poste, mas o lance acabaria por ser invalidado por fora-de-jogo.
E, como quem não marca, sofre... o Santa Clara acabou mesmo por fazer o primeiro nos Açores. Um cruzamento milimétrico de Rafael Ramos levou a um desvio certeiro de cabeça de Carlos Júnior, que inaugurou o marcador e surpreendeu os encarnados.
Os encarnados acusaram o golo sofrido e, aos 30 minutos de jogo, ainda não tinham somado qualquer remate enquadrado, enquanto o Santa Clara já levava dois (um deles certeiro).
Dez minutos depois, o Santa Clara esteve muito perto de aproveitar a 'dormência' do Benfica e fazer o segundo golo. Zaidu cruzou, Zé Manuel apareceu à boca da baliza, mas o desvio saiu para fora.
A equipa de João Henriques chegou ao intervalo a vencer com justiça, por ter sido o conjunto mais eficaz na primeira parte. Depois de uma entrada fulgorante do Benfica, os homens de Bruno Lage 'perderam o norte' e passaram o resto do tempo sem conseguir construir.
A segunda parte arrancou com o Santa Clara a fazer os benfiquistas tremer. Na sequência de um cruzamento de Zaidu, Zé Manuel apareceu a rematar cruzado, mas atirou à malha lateral. A jogada começou numa perda de bola de Rúben Dias. Mas, os açorianos não ficaram por aqui. No mesmo minuto, aos 50, um remate de Rashid obrigou Odysseas a uma defesa apertada.
Pouco depois foi a vez de Rúben Dias tentar a sua sorte. Mais um canto para a equipa de Bruno Lage e, depois de alguma confusão na área, a bola sobrou para Rúben Dias, mas o guarda-redes dos insulares fez uma grande defesa por instinto. Estava feita a ameaça e logo depois chegou o golo. Depois de um cruzamento rasteiro de Pizzi para o segundo poste, Vinícius apareceu e encostou para o empate. Artur Soares Dias conferenciou com o VAR e acabou por confirmar o tento.
Aos 60 minutos, o jogo levava já um ritmo muito acelerado. O Benfica tentava a todo o custo chegar ao segundo golo, enquanto o Santa Clara começava a acusar algumas dificuldades e até algum cansaço.
Dez minutos depois, o Benfica voltou a assustar. Pizzi foi chamado a bater um livre, a defesa da casa afastou num primeiro momento, mas a bola sobrou para um remate acrobático de Gabriel, embora o brasileiro tenha atirado para fora. Aos 78 minutos, o esforço compensou e Pizzi consumou a reviravolta dos encarnados. Depois de um bom trabalho de Seferovic no centro do terreno, o suiço abriu para Pizzi na esquerda que, na cara de Marco, atirou para o 2-1.
Com esta vitória, o Benfica manteve a liderança isolada, agora com 30 pontos. FC Porto segue em segundo com 27 pontos e o Famalicão em terceiro, com 23, ambos com um jogo a menos.

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

LYON - 3 BENFICA -1 ~FALHOU

'Águias' voltaram às derrotas na Champions e ficam com as contas mais difíceis no que diz respeito ao apuramento para os oitavos de final.
Lyon 3-1 Benfica: Procura-se novo projeto europeu
Olympique Lyon's Houssem Aouar (R) and Benfica Lisbon's Tomas Tavares (L) in action during the UEFA Champions League group G soccer match between Olympique Lyon and Benfica Lisbon at the Groupama Stadium in Lyon, France, 05 November 2019. EPA/GUILLAUME HORCAJUELO
Depois de mais uma derrota para a Liga dos Campeões, a terceira em quatro jogos nesta temporada, o Benfica voltou a provar que não tem andamento para uma competição desta envergadura e é por isso que já há quem olhe para a Liga Europa como um mal menor. O que não deveria acontecer a um clube que tantas vezes apregoa a sua ambição europeia.
Com duas jornadas ainda por disputar, os 'encarnados' saem de Lyon no último lugar do grupo, sendo que já não dependem apenas de si para chegar aos 'oitavos'.











André Almeida e Pizzi, dois dos jogadores mais experientes da equipa, sentaram-se no banco para dar lugar a Tomás Tavares e Gedson. O Benfica começava a partida com cinco jogadores da formação, o que significa pouca experiência para aguentar um ritmo incomparavelmente mais alto do que aquele que existe na I Liga. E a verdade é que a equipa nem teve tempo para se ambientar ao jogo porque logo aos quatro minutos o Lyon fazia o primeiro da noite, na sequência de um pontapé de canto curto, com Joachim Anderson a aparecer entre os defesas encarnados e a bater Vlachodimos. Um arranque a fazer lembrar o jogo de há duas semanas, na Luz, mas com os papéis invertidos.
O golo, por si só, já era um duro golpe para a equipa de Bruno Lage, mas pouco tempo depois Ferro chocou com Vlachodimos e acabou por deixar o relvado de maca, com colar cervical, tendo sido rendido por Jardel.
No meio de tudo isto, o Benfica jogava sem intensidade, limitando-se a lançar bolas para o ataque. O primeiro sinal ofensivo dos encarnados surgiu ao minuto 24, com Chiquinho a rematar fraco ao lado da baliza de Anthony Lopes. Por sua vez, o Lyon apostava nas transições rápidas, sobretudo pelo flanco onde estava Tomás Tavares, que raramente conseguiu dar conta de Houssem Aouar. Foi assim que os franceses construíram a jogada do 2-0, aos 33 minutos: Aouar fugiu em velocidade ao jovem lateral direito, cruzando depois para Depay, que só teve de encostar.
O Benfica só conseguiu aparecer no jogo já perto do intervalo, com Chiquinho a rematar à figura de Anthony Lopes, e Gedson, logo a seguir, a falhar o desvio ao segundo poste, após cabeceamento de Gabriel num canto. Mas era preciso mais.
Ao intervalo, Bruno Lage lançou Seferovic para o lugar de Gedson, um dos piores em campo, desviando Chiquinho para a direita. Já Rudi Garcia estava tão confortável que decidiu tirar de campo a sua estrela maior, Memphis Depay, numa altura em que o Lyon encolhia, à espera de um erro para sentenciar a partida no contra-ataque.
As águias passaram a praticar um futebol mais direto e, com isso, a aproximar-se mais da baliza adversária. Chiquinho, na marcação de um livre, deu o primeiro sinal e Seferovic, com uma bomba, obrigou Anthony Lopes a uma defesa apertada. Mas só com a entrada (tardia) de Pizzi, aos 73', o Benfica conseguiu finalmente marcar. Quatro minutos depois, o médio, que tinha assinado o golo da vitória na Luz, colocou a bola nas costas da defesa gaulesa onde Seferovic apareceu a finalizar. O golo seria inicialmente anulado por fora de jogo, mas o VAR repôs a legalidade da desmarcação do avançado suíço, validando o lance.
O Benfica voltava a acreditar no empate, mas a realidade é bem mais cruel e acabou por ser o Lyon a matar o jogo, aos 90', num remate colocado de Bertrand Traoré, também ele vindo do banco, com a defesa 'encarnada' a revelar muita apatia.
Não foi um adeus à Champions, até porque a qualificação é matematicamente possível, mas para isso acontecer torna-se obrigatório vencer os dois jogos que restam - Leipzig fora e Zenit em casa - e esperar que a matemática dos outros lhe seja favorável. É esse o projeto europeu do Benfica.