quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

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LEIXÕES - 0 A. VISEU - 0 - NULO

Leixões SC 0 x 0 Ac.Viseu FC

O Académico de Viseu conquistou um ponto importante em Matosinhos, no terreno do Leixões. 0-0 foi o resultado final.


Jogo no Estádio do Mar, em Matosinhos

Leixões-Académico de Viseu, 0-0

- Leixões: Jorge Batista, Oto'o, Zé Pedro, Materazzi, João Pedro, Anderson, Ruben Saldanha (Rui Cardoso, 89), Cadinha, Rui Coentrão (Fabio Zola, 64), Anderson Grafite (Pedras, 70) e Mailo

Suplentes: Chastre, Nuno Silva, Novais, Pedras, Fábio Zola, Pedro Tavares e Rui Cardoso

Treinador: Pedro Correia

- Académico de Viseu: Ricardo Janota, Tiago Rosa, Tiago Gonçalves, Cláudio, Marco Lança, Ibraima, João Martins, Bruno Loureiro, Luisinho (Lourenço, 84), José Rui (Leonel, 79) e Cafu (Ouattara, 71)

Suplentes: Hélder Godinho, Leonel, Diogo Alves, Ouattara, Tomé, Lourenço e João Alves

Treinador: Filipe Moreira

Árbitro: Carlos Xistra (Castelo Branco)

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Zé Pedro (32), Anderson (36), Anderson Grafite (40), Ibraima (50), Bruno Loureiro (55), João Pedro (60), Tiago Rosa (60) e João Martins (90+2)

Assistência: cerca de 650 espetadores.


Hoje foi dia de mais um teste importante para o Académico, ainda por cima depois da tantas notícias nos últimos dias que poderiam (poderao) trazer alguma instabilidade. 
Mas em campo nada se notou, a equipa jogou unida e solidária, muito bem a nível defensivo. Ofensivamente, nao "meteu" muito medo ao Leixões, tirando uma defesa de Jorge Baptista.
Bem, mas começando pelo início, o Académico entrou sem medo, e equilibrar logo as operações no meio campo e tirando espaços ao Leixões.
É certo que este Leixões tem muitos jogadores sem experiencia de II liga e vários seniores de 1º ano. Tem um dos orçamentos mais baixos, a par do Académico.
Mas a classificação diz bem da competitividade da equipa.
Voltando ao terreno, o primeiro lance de perigo até surgiu aos 10 minutos por Luisinho, que após centro da esquerda apareceu na área sozinho com o Guarde Redes e quase penteava a bola para golo. Faltaram 5 centímetros de altura ao nosso nº 7.
O Académico apresentava uma defesa muito combativa e sempre a tirar as bolas aos leixonenses. A lançar o ataque, Zé Rui e Luisinho nas alas deram velocidade mas faltava o´último passe para criar ocasiões.
E por isso nos primeiros 30 minutos, o Académico beneficiou de vários cantos.
A primeira parte desenrolou-se num ritmo morno e sem mais notas de destaque.

A 2ª parte foi mais "viva". 
O Leixões criou bastante perigo nas bolas paradas. Primeiro num livre direto fora da área, sobre o lado direito, em que Cadinha envia a bola teleguiada rasteira para o poste mais distante e quando ja se gritava golo, surge a grande defesa do nosso GR Janota. 
Na sequência do canto, surge um cabeceamento de um jogador da casa um pouco por cima. Ficou o aviso.
Luisinho na direita começou a furar várias vezes e a ir à linha, mas depois na área faltava acompanhamento.
No entanto, pouco depois surge a grande ocasião do Académico. Envolvimento no meio campo do Académico, e surge Cafú de trás, faz uma arrancada muito forte, leva a bola, entra na área e remata, sendo a bola tirada praticamente em cima da linha. Foi a grande oportunidade e com um pouco de azar nao ficou 0-1.
Cafú fez um pique tão veloz que se ressentiu e teve que sair para a entrada de Ouattara, aos 25 min da 2ª parte.
Entretanto, surge mais perigo para a baliza de Jorge Baptista, com um livre de João Martins, Ouattara toca na meia lua para a zona de penalty e Cláudio quase que toca para golo. Mas o Guarda redes antecipou-se.
O fim aproximava-se a o Leixões parecia algo cansado, mas o Académico tambem começou a pensar no ponto.
E por isso, até ao fim houve apenas mais duas oportunidades para a equipa "do mar". Num livre igual ao anteriormente referido, desta vez Cadinha atira pelo ar para o outro lado mas RIcardo Janota defende bem.

E praticamente a acabar, o numero 8 do Leixões surge na entrada da área, sobre o lado direito, remata com força e o Guarda Redes academista defende com os punhos para a frente. 
Sem dúvida uma exibição segura (mais uma) de Janota, que parece estar em grande forma.
E pronto, após 5 minutos de descontos sem nada de relevante, acabou o jogo.
Palavra para os adeptos do Académico, entre uns 10/12 da claque e outros tantos "à civil" que no final tiveram e bem o agradecimento da equipa. 
Esperam-se agora as cenas dos próximos capítulos sobre a questão do treinador...
Próximo jogo é no Fontelo é contra o 1º classificado, o Portimonense.
Nos próximos 4 jogos temos 3 em casa, há que aproveitar esse fator para consolidar a distância para os últimos e tentar diminuir a diferença para o meio da tabela, que começa a ficar longe.
http://2.bp.blogspot.com/-

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

ANDERLECTH - 2 BENFICA - 3 - SABOROSA

Complicada

Vitória escusadamente complicada na Bélgica, que nos garante a Liga Europa e mantém em aberto o possível apuramento para os oitavos de final da Champions. Mais uma vez fiquei com a convicção de que o maior adversário do Benfica foi ele próprio, porque me parece que poderíamos ter evitado tanta complicação para ganhar este jogo.


Novas mexidas no onze, a principal delas no meio campo, para onde entrou o Fejsa. Na defesa as laterais foram entregues ao Maxi e ao André Almeida. Em teoria o Benfica deveria jogar em 4-3-3, mas na prático o que vimos acontecer por diversas vezes foi o Markovic a vir para o meio, enquanto que o Enzo ocupava a direita, deixando a equipa mais próxima de um 4-4-2 tradicional. A entrada do Benfica no jogo foi positiva, já que assumimos maior iniciativa e controlámos a posse de bola, enquanto que o Anderlecht se fechava perto da sua área para depois tentar explorar algum contra-ataque. Não criámos muitas ocasiões de golo, mas era o Benfica quem parecia estar claramente por cima. Só que, como tem vindo a acontecer frequentemente, praticamente da primeira vez que o Anderlecht deu sinal de si no ataque, chegou ao golo. Primeiro o Artur defendeu para canto um remate perigoso, e na insistência do canto um dos centrais adversários aproveitou da melhor maneira uma bola embrulhada entre ele e o Luisão para fazer o golo. O golo belga aconteceu aos dezoito minutos, e o Benfica acusou o golpe, pois durante os minutos que se seguiram passámos por algumas dificuldades, com o Anderlecht, empolgado pelo público, a ganhar algum ascendente no jogo. Mas quinze minutos depois chegámos ao empate, num cabeceamento do Matic após livre do Enzo, e a equipa voltou a serenar.


A segunda parte começou bem para o Benfica, pois com apenas sete minutos decorridos conseguimos colocar-nos em vantagem, numa jogada de contra-ataque construída pelo Gaitán e pelo Enzo. Com um toque fantástico o Gaitán tirou um adversário da jogada já dentro da área, e depois o remate para o poste mais distante (que iria para fora) tabelou num adversário e acabou em golo. Este golo foi um golpe muito forte para o Anderlecht, e fiquei com pena e até mesmo irritado que não o tenhamos aproveitado, por falta de jeito ou de vontade. O Anderlecht foi verdadeiramente ao tapete, e adiantou-se quase sem nexo no terreno, deixando-nos verdadeiras auto-estradas para explorar, mas faltou-nos o killer instinct para acabarmos de vez com a questão. em vez disso optámos por tentar congelar o jogo e gerir a vantagem, o que nos deixava obviamente ao alcance de um qualquer lance fortuito. Esta nossa opção ficou ainda mais evidente quando a primeira substituição feita retirou do campo o Gaitán, que estava a ser claramente um dos melhores em campo. Pagámos pela falta de ambição, e o Anderlecht chegou mesmo ao empate a treze minutos do final. Parecia que tínhamos mais uma vez deixado escapar uma vitória na Champions que estava completamente ao nosso alcance, e já perto do final retirámos ainda do jogo outro dos jogadores de maior rendimento - Enzo, para dar o lugar ao Rodrigo. Mas acabou por ser mesmo o Rodrigo a tirar partido do muito espaço que o Anderlecht deixava na retaguarda para, num contra-ataque em que foi lançado pelo Sulejmani, marcar aos noventa minutos e decidir o jogo a nosso favor.


Sem qualquer surpresa os jogadores em maior destaque foram o trio do costume: Gaitán, Enzo e Matic. São os jogadores em melhor forma neste momento, e aqueles que dão pormenores de classe à nossa equipa. Afastar o Enzo no centro do campo, como me pareceu que se tentou fazer durante o período inicial do jogo, prejudica bastante a equipa. O seu posicionamento nessa zona já deixou de ser uma adaptação: aquela é a posição natural dele, e é um desperdício vê-lo encostado à linha. O Matic parece sentir alguma atrapalhação quando tem alguém a jogar ao lado dele, ou até um pouco mais recuado, como aconteceu hoje com o Fejsa, mas fez um jogo sempre em crescendo, e voltou a marcar um golo. Quanto ao Gaitán, por vezes parecia ser o único com vontade de pegar na bola, ir para cima dos adversários e jogar com os olhos postos na baliza. Sem surpresa também os destaques negativos. O Lima continua a sua senda desinspiradíssima, deixando-nos com ainda mais saudades do Cardozo sempre que joga. Mas ainda pior do que ele foi o Markovic. Foi uma nulidade absoluta neste jogo, e não consegui perceber como é que aguentou tanto tempo em campo. Acho que se somássemos o número de passes errados e perdas de bola dele e do Lima durante este jogo, chegaríamos a um valor assustador.

O resultado desejado e exigido foi conseguido. Arrancado a ferros e com muito mais dificuldade que seria necessária, mas conseguido. Já não dependemos apenas de nós próprios para seguir na Champions, mas pelo menos a continuidade nas competições europeias está assegurada. Agora só quero é ganhar ao Rio Ave.

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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

A.VISEU - 1 PENAFIEL - 0 - IMPORTANTE



Ficha do jogo – Académico de Viseu 1 – 0 Penafiel

Liga 2 Cabovisão - 17ª Jornada
Data – 27 de novembro de 2013
Estádio – Estádio Municipal do Fontelo em Viseu
Arbitro – Ricardo Moreira (Vila Real)
Auxiliares – Nuno Fraguito e Sérgio Jesus
Ao intervalo – 0-0
Resultado final - 1-0

Golos: Bruno Loureiro (52´) Académico de Viseu

Ac. Viseu 1
Ricardo Janota, Tiago Rosa, Tiago Gonçalves (cap.), Paulo Monteiro e Marco Lança, Ibraima, João Martins Luisinho (Leonel, 86’), Bruno Loureiro Zé Rui (Lourenço, 90´) e Cafú (Ouattara, 81´)

Treinador: Filipe Moreira

Penafiel 0
Coelho, Dani, Fábio Ervões, Pedro Ribeiro e Pedro Santos (Elisio, 7´), Ferreira, André Fontes, Ivan (Guedes, 45´), Aldaír (Paulo Roberto, 74´), Gabi e Rafael.

Treinador: Miguel Leal. 

Académico vence com a assinatura de Bruno Loureiro (com vídeo)



Ac.Viseu FC 1 x 0 FC Penafiel



Esta tarde no Fontelo venceu a única equipa que fez por merecer os 3 pontos, o Académico de Viseu.

Foi a nossa equipa aquela que melhor entrou em jogo, mostrando querer de facto vencer o jogo. Do outro lado estava o Penafiel, que me desculpem os seus adeptos, mas que não mostrou o porquê de ser o terceiro classificado da Liga 2 Cabovisão. O Penafiel, na primeira parte, foi uma equipa demasiado fechada, sempre atrás da linha da bola, e esperando que um contra ataque pudesse funcionar. Nunca funcionou.

Por sua vez o Académico, com as peças bem distribuídas pelo terreno, foi dono e senhor do jogo, tentando sempre desenrolar a teia defensiva dos penafidelenses. Mas não foi fácil. Ao minuto 13, após um canto marcado por João Martins, Cafú esteve quase a marcar. A jogada foi toda idêntica ao primeiro golo academista com o Atlético mas desta vez o ponta de lança academista atirou por cima. Zé Rui, aos 43 minutos, também esteve perto de marcar mas o seu remate passou rente ao poste esquerdo de Coelho. O Penafiel teve apenas um remate, por Ivan Santos, mas muito ao lado.

Ao intervalo zero a zero. Disse a um dos nossos leitores, que estava perto de mim na bancada, que “assinaria” se me dissessem que empataríamos. Ele disse que não, que empatar era curto. Não foi por falta de ambição que disse o que disse, mas sim porque estava perfeitamente convicto que aquele Penafiel tinha que jogar mais, que iriam jogar mais na segunda parte.

Ao intervalo Miguel Leal mexeu na equipa e os primeiros 5 minutos foram seus. Empurraram o Académico para o seu meio campo e parecia de facto que teríamos um novo Penafiel na segunda parte.

Foi sol de pouca dura. Aos 51 minutos Zé Rui e Luisinho combinam bem com o 7 academista a ajeitar a bola para Bruno Loureiro que não perdoou. Golo do Académico o primeiro de BL 23 na presente época!

A partir daí o Penafiel acabou. Teve mais bola, é certo, mas nunca foi capaz de ligar uma jogada com princípio, meio e fim. Usou, e abusou, do futebol direto e aí toda a defesa academista se sentiu como peixe na água.

A partir de certa altura pedia-se na bancada que FM refrescasse a equipa. O treinador academista na minha opinião esteve bem. Não fazia sentido mudar nada quando a equipa se mostrava completamente segura de si. Mexeu já depois do minuto 80, mas pedir a Ouattara que faça o mesmo que Cafú não me pareceu correto. Emendou isso com a entrada de Leonel a de Lourenço e a equipa nunca pareceu em dificuldades para segurar o resultado.

O Penafiel em termos atacantes foi uma nulidade e foi sempre o Académico a estar mais perto do 2-0. João Martins e Luisinho combinaram bem, mas o cruzamento do extremo academista não saiu da forma correta para Cafú. Leonel, frente a Coelho, também falhou o segundo golo academista (boa defesa).

Ainda bem que o meu colega de bancada não deixou que eu assinasse o empate. Boa vitória do Académico que pede um bom resultado no terreno do Leixões para que as nuvens negras não voltem de novo ao Fontelo!

IMAGEM

An Amusing Collection of Perfectly Timed Sports Photos

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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

CD Trofense 1-0 Ac. Viseu FC -ÚLTIMOS

CD Trofense 1-0 Ac. Viseu FC



Estádio do Clube Desportivo Trofense, 24 de novembro de 2013
16ª Jornada da Liga 2 Cabovisão
Árbitro: Hugo Miguel (Lisboa)

Trofense: Conrado, Tiago Mesquita, Márcio, Dennis, Rateira, Tiago, Hélder Sousa (Maicon Assis, 71), Jorge Inocêncio (Luiz Alberto, 84), Mateus Fonseca (Neves, 80), Preciado e Padilla. Treinador: Porfírio Amorim.

Ac. Viseu: Ricardo Janota; Tiago Rosa, Paulo Monteiro, Tiago Gonçalves e Marco Lança; Ibraima, João Martins (Bruno Loureiro, 75) e Leonel (Ouattara, 68); Zé Rui (Diogo Alves, 61), Luisinho e Cafú. Treinador: Filipe Moreira.

Expulsões: Conrado (Trofense) e Paulo Monteiro (Ac. Viseu) após o apito final


Golo: Mateus Fonseca 30 (1-0)

Mais uma jornada passada e o Académico continua a fazer maus resultados nas suas deslocações.
De facto nao se sofre muitos golos, raramente sofremos mais do que um. Mas marcar é que está complicado.
A tarde estava boa para praticar futebol na Trofa. Talvez uns 500 espetadores e uma claque com muita animação e cor.
Mas entrando no terreno que é o que interessa, o Académico começou bem, sem medo, a querer assumir o jogo.
Aos 8 minutos Cafu ia isolar-se mas é derrubado. Amarelo para o defesa, porque o lance era perigoso. Pena que o livre nao tenha levado perigo.
O Académico apostava bem no lado direito com as subidas de Tiago Rosa, o apoio de João Martins e a velocidade de Luisinho.
Do lado contrário, Zé Rui quase não tocou na bola na 1ª parte, ou quando tocou não lhe deu seguimento infelizmente.
A 1ª vez que Trofense chega à baliza foi num contra ataque após canto do Académico , que é apanhado em contrapé com 3 contra 2. Mas Ricardo Janota defende muito bem para canto.
Entretanto começou-se a ouvir a claque academista que embora com cerca de 12 elementos esteve sempre muito ativa durante praticamente todo o jogo.
Aos 25 minutos há um novo bom remate do avançado do Trofense,  Padilla, para  mais uma boa intervenção Ricardo Janota.
O Académico ia ganhando alguns cantos, o meio campo notava-se que tinha mais qualidade que os trofenses, mas o perigo à frente não chegava
E eis que surge o golo do Trofense. Engraçado que começou tudo com trocas de bola pausadas entre defesas e médios da equipa da casa, o que pôs os adeptos a assobiar e a mandar as suas bocas.. mas o certo é que alguém fez um passe longo, para a ponta esquerda, há um cruzamento e aparece ao 2º poste Mateus a cabecear, com a bola a anichar-se mesmo na base inferior do poste , entrando ainda após uma palmada de Janota.
O Académico acelerou então mais o jogo e a troca de bola, com boa quota parte de João Martins e Luisinho, chega às alas mas faltava rematar mais. Uma exceção foi exatamente o 24 academista a rematar fora da área, um pouco ao lado.
A melhor ocasião dos academistas surgiu depois disso. Cafú recebe a bola de costas, finta muito bem o defesa, entra na área sobre o lado esquerdo , semi isolado , e remata para boa defesa de Conrado.
A 1ª parte acabou e esperava-se uma boa reacção dos viseenses na 2ª.

No reatamento, João Martins tem uma abertura fantástica para o centro do terreno, uma grande desmarcação do Luisinho,que entra na área mas descaído para a direita e não conseguiu rematar.
Os cantos sucediam-se, perdi a conta a tantos cantos, mas que na prática pouco perigo criaram.
As substituições começam a acontecer, Zé Rui sai (tarde desinspirada) para a entrada de Diogo Alves.
Num dos cantos a seguir, a bola passou a meio metro da linha de golo mas ninguém a empurrou para dentro.
Entrou ainda Ouattara e Bruno Loureiro para tentar chegar pelo menos ao empate.
O Trofense começa a acusar cansaço físico e a quase que a cada minuto algum Trofense caía no relvado queixoso/lesionado.
Leonel tira um coelho da cartola, remata tipo trivela fora da área e a bola bate num defesa e passa a poucos centímetros e é cedido mais um canto.
Ou seja, continuávamos a tentar atacar, a flanquear bem a bola mas depois algo faltava para o desfecho final.
Após a entrada de Bruno Loureiro, mais um lance de perigo exatamente com Bruno a rematar cheio de intenção para o poste mais distante, mas a bola é desviada pelo Guarda Redes Conrado a caminho da baliza.
O jogo ia-se aproximando do fim , o Académico jogava com cada vez mais pressão mas tambem ansiedade.
O Trofense a espaços assustava no contra ataque mas a defesa , principalmente Tiago Gonçalves , estiveram bem sem dúvida.
O jogo teve 7 minutos de desconto, mas nem assim conseguimos marcar. E após o apito final, bastante confusão entre jogadores,  com Paulo Monteiro e Conrado a serem expulsos.
O Académico tem agora que refletir sobre o que pode fazer para combater este ciclo terrível para acabar a 1ª volta com testes duros. O próximo é já na 4ª Feira contra o Penafiel em casa.
Força equipa, estamos convosco!
Hoje perdeu na Trofa. Neste momento faz parte do grupo dos últimos classificados com 13 pontos tantos como o seu adversário de hoje e como o Feirense (13 pontos). Quarta-feira são necessários os 3 pontos e o adversário é difícil... o Penafiel.


domingo, 24 de novembro de 2013

BENFICA - 1 BRAGA - 0 - SOFRIDA

Sofrida

Vitória feliz e sofrida, num jogo difícil e após uma exibição sofrível do Benfica. Mas apesar da qualidade ter andado bastante arredada do nosso jogo, pelo menos a equipa nunca baixou os braços e manteve uma boa atitude, acabando por ser recompensada no final.


Algumas ausências na nossa equipa esta noite, a começar logo pelo banco, onde o Jorge Jesus não se pôde sentar por estar a cumprir suspensão. Alterações na defesa, onde o Siqueira regressou, empurrando assim o Sílvio para a direita e o André Almeida para fora do onze. Havia também a curiosidade sobre quem seria o escolhido para ocupar o lugar do Rúben Amorim, acabando a escolha por recair no Djuricic. Finalmente, no ataque, destaque óbvio para a presença do Lima, com o Cardozo a ficar fora dos convocados. Relativamente aos últimos jogos, pareceu-me que o Rúben e o Cardozo fizeram muita falta. O Cardozo pelos golos, obviamente, e o Rúben porque vinha sendo o principal municiador do ataque, com diversos passes de rotura para criar situações de perigo. O Braga não foi uma equipa nada fácil: apresentou-se sempre muito bem organizado, com as linhas fechadas em frente à sua área, dando muito pouco espaço para que o Benfica procurasse os caminhos para a baliza. O Benfica também ajudou a complicar: jogámos a uma velocidade que em nada ajudaria a desequilibrar a estrutura do Braga, e insistimos demasiado pelo centro, porque o Markovic passou o tempo todo a fugir para o centro, deixando-nos sem um verdadeiro ala direito - O Sílvio foi quem tentou assumir essa função, mas esteve perfeitamente desastrado na altura de centrar. Com dificuldades em construir jogadas de ataque, e quase sempre pouca gente na zona de finalização - o Djuricic passou ao lado do jogo, e o Lima teve mais uma exibição a dar sequência à desilusão que tem sido esta época - foram raríssimas as ocasiões de golo que criámos. Acho que contei apenas uma após um canto, em que o Matic, quase à vontade no meio da área, rematou para onde estava virado (para fora). A melhor ocasião pertenceu mesmo ao Braga, num remate do Éder que o Artur ainda conseguiu desviar para a barra. Resumidamente: muita posse de bola do Benfica sem grande produção ofensiva para mostrar.


O Braga pareceu entrar melhor na segunda parte, e durante os primeiros minutos chegaram-se até a ouvir alguns assobios à nossa equipa - a única ocasião em que isso aconteceu durante toda a partida, pois de resto o apoio do público foi constante. Foi nesta altura que, pela segunda vez no jogo, vimos a bola embater na barra da nossa baliza, depois de um remate de fora da área do Rafa que não daria qualquer possibilidade de defesa ao Artur. Só depois o Benfica pareceu despertar um pouco, mas voltámos ao cenário da primeira parte, com o Braga muito bem organizado na defesa mas agora a parecer capaz de sair melhor para o contra-ataque, e o Benfica a mostrar pouca inspiração e capacidade para baralhar a organização adversária. Criámos uma boa ocasião, que o Markovic rematou disparatadamente por alto após centro rasteiro do Djuricic, e já com o Ivan Cavaleiro no lugar do primeiro criámos outra, numa tabela entre ele e o Siqueira, para uma grande defesa do Eduardo. Pouco tempo depois disso, quando já faltavam pouco mais de quinze minutos para os noventa, chegámos ao golo. Face à desinspiração colectiva, não foi por isso surpresa que tivesse surgido numa insistência individual: o Matic pressionou e recuperou a bola na zona defensiva do Braga, e depois entrou na área pela esquerda e rematou cruzado e rasteiro para o poste mais distante. Obtido o importante golo, o Benfica procurou diminuir o ritmo do jogo, mas sem grande sucesso, pois não fomos capazes de fazer uma gestão da posse de bola eficaz. Também fomos desastrados no aproveitamento dos espaços que o Braga passou a dar atrás na sua tentativa de chegar ao empate. Mas por outro lado o Braga também não conseguiu responder ao nosso golo, e pese um maior balanceamento ofensivo, nunca conseguiu colocar a nossa baliza em perigo.


O destaque do Benfica vai para o Matic por ter marcado o golo que decidiu o jogo, especialmente sendo numa jogada de sua exclusiva iniciativa. Gostei também do Enzo, apesar de por vezes ter demorado demasiado a soltar a bola. O Djuricic passou praticamente ao lado do jogo - não me parece que ele encaixe na nossa táctica, e parece passar grande parte do jogo algo perdido em campo. O Markovic fez um jogo péssimo: não se assumiu como extremo, ajudando a afunilar o nosso jogo, perdeu inúmeras bolas de forma quase infantil, e exibiu uma atitude competitiva que deixou muito a desejar, voltando as costas à bola por diversas vezes ou recuperando a passo de cada vez que a perdia. O Lima continua na sua senda desinspirada, e não sei se terá conseguido fazer alguma contribuição positiva durante todo o jogo.

É mais um daqueles jogos em que se tem que dizer que o mais importante foi que ganhámos. E melhor ainda, esta vitória permitiu-nos recuperar dois pontos para o primeiro lugar. O resto, se jogámos bem, se jogámos mal, são pormenores. Prefiro que aconteça como hoje, em que a exibição foi sofrível e ganhámos, do que o que aconteceu em Atenas, onde demos espectáculo e perdemos.

domingo, 17 de novembro de 2013

A.VISEU - 3 ATLÉTICO - 0 - IMPORTANTE

Ac. Viseu 3 - 0 Atletico CP

O Académico de Viseu venceu hoje no Fontelo, o Atlético, por esclarecedores 3-0 e subiu à 19ª posição ultrapassando de uma assentada o seu adversário de hoje bem como o Feirense que empatou em Chaves (1-1).

Poderemos dizer que houve dois jogos hoje no Fontelo. O jogo antes da entrada de Luisinho e o jogo depois da entrada de Luisinho. Antes do "ai Jesus de Viseu" entrar o Académico, a jogar numa espécie de 4x4x2, foi uma equipa sem chama, sem habilidade e a levar ao desespero os adeptos academistas que esperavam ver uma equipa a lutar pelos 3 pontos desde o apito inicial e, pelo contrário, acabaram por ver um Atlético mais mandão, embora sem grandes oportunidades de golo.

Mal Luisinho entrou - saiu Bruno Loureiro que já tinha visto um cartão amarelo - o Académico teve logo uma boa jogada pelo lado direito, o lado do 7 academista, lance esse que teve o condão de acordar a equipa e, porque não dizê-lo, teve também o condão de acordar os adeptos academistas que começaram a perceber que mais valia gastar energias a apoiar a equipa do que a apupar Filipe Moreira. Após um canto do lado direito - lá está! - marcado por João Martins, Cafú, o aniversariante, de cabeça marcou o primeiro golo academista. Ao intervalo 1-0.

A segunda parte prometia bom futebol e logo nos primeiros minutos Paulo Monteiro, também ele de cabeça, a após cruzamento remate de Luisinho encostou de cabeça e fez o 2-0.

A partir daí o Atlético veio para a frente, causou bastante perigo na área academista e deu um colorido especial à vitória do Académico pois foi um digno vencido. Falhou, no entanto, na pontaria e só por uma vez fez brilhar a grande altura o guardião academista Ricardo Janota.

O Académico, no contra ataque, podia também ter marcado mais dois ou três golos. Leão, o guarda redes do Atlético, com duas defesas de grande nível evitou que Cafú e Luisinho marcasse, este último quando o resultado já estava em três a zero. Destaque também para aquela que foi, no meu entender, a melhor jogado do desafio com Luisinho e Tiago Rosa a combinarem bem, com o defesa direito a cruzar atrasado para Leonel atirar à barra. Destaque óbvio também para o bonito golo de Zé, num grande momento de inspiração.

Agora segue-se o jogo na Trofa. Que bom que seria que os 3 pontos viessem para Viseu!



PRESSE

Descansa em paz Alex!

A tragédia voltou a bater à porta do futebol português esta tarde. É com enorme pesar que soube da notícia que Carlos Alexandre Caseiro Marques, mais conhecido por Alex Marques, jogador do Tourizense, morreu este domingo no decorrer do jogo com o Carapinheirense, encontro referente à 9.ª jornada da Série E do Campeonato Nacional de Seniores.

O jovem futebolista, de apenas 20 anos, sentiu uma forte indisposição, aos 7 minutos de jogo, acabando por sucumbir no relvado, apesar da ajuda dos bombeiros que se encontravam no local.
Alex era natural de Esposende e formou-se no F.C. Porto, onde foi treinado por Pedro Emanuel. Na formação passou ainda pelo Rio Ave e como sénior jogou no Esposende. No início desta época transferiu-se para o Tourizense.

Que descanse em paz e que a família deste jovem encontre conforto e paz nas pessoas que lhe são mais próximas.