quinta-feira, 7 de novembro de 2013
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
BEIRA-MAR - 1 A-VISEU - 0 . FRAQUISSIMO
O Académico de Viseu voltou a apresentar-se no municipal de Aveiro sem uma referência ofensiva e realizou uma exibição muito pobre e apática perante os vários adeptos que se deslocaram de Viseu para apoiar a equipa.
O Académico até entrou melhor na partida, tendo a abrir uma excelente oportunidade de golo em que Ouattara não conseguiu desviar para golo um excelente cruzamento de Zé Rui. Pouco depois, mais uma investida Academista com Tomé a conseguir entrar na área adversária levando perigo à baliza do Beira-Mar.
No entanto, cedo se perdeu o fulgor inicial e à passagem dos 15 minutos, numa jogada em que o meio campo e defesa do Académico demonstraram alguma apatia, Rafael Batatinha desviou para golo uma recarga vinda do poste da baliza defendida por Janota.
Antes de uma incursão de Luisinho pela direita em que conseguiu entrar na àrea do Beira-Mar e cruzar para a pequena àrea onde um defesa aveirense cortou in extremis o que podia ter sido o empate para o Académico já Janota tinha defendido um penalty, bem assinalado, a favor do Beira-Mar.
Depois deste lance, o Beira-Mar abdicou por completo do seu jogo ofensivo, limitando-se a defender, sem grandes dificuldades, as ténues ofensivas dos comandados de Filipe Moreira que, mais uma vez, se apresentaram sem uma referência ofensiva e com cautelas excessivas.
Até ao intervalo, mais nada digno de registo, a não ser uma manifesta incapacidade de levar perigo à baliza do Beira-Mar.
O intervalo não trouxe as alterações que se esperavam e o Académico manteve a mesma toada monótona e frustrante para quem assitia à partida e não sentia a equipa com capacidade para dar a volta ao marcador.
A entrada de Diogo Alves trouxe finalmente uma referência para o ataque do Académico e embora sem ter qualquer oportunidade para marcar, conseguiu segurar algumas bolas de costas para a baliza e combinar com os colegas da frente.
Porém o jogo arrastou-se penosamente até final, com a equipa a não conseguir apresentar argumentos para levar perigo à baliza do Beira-Mar, uma equipa sem grandes armas, mas que pouco trabalho teve para suster a equipa do Académico.
Ficou um enorme amargo de boca e uma enorme preocupação entre quem se deslocou numa Quarta-Feira a horário proibitivo para ver uma equipa apática, sem garra, sem soluções.
Aguardam-se melhores tempos!
OLYMPIAKOS-1 BENFICA-0
Roberto
Aquilo que mais me irrita no resultado desta noite é mesmo o facto de termos perdido contra uma equipa que é claramente inferior à nossa. E foi possível verificar isso mesmo durante o jogo: eu vi o melhor Benfica da época, que foi imensamente superior ao adversário do primeiro ao último minuto, mas esbarrou de frente com um gigantesco Roberto, que resolveu exibir as qualidades que nos levaram a contratá-lo há três anos.
A maior novidade para mim foi que, num jogo teoricamente de dificuldade mais elevada, o nosso treinador optou por não entregar logo a abrir a superioridade numérica no centro do terreno. Três médios de início, com a titularidade do Rúben Amorim junto dos habituais Matic e Enzo. Na esquerda da defesa surgiu o Sílvio, e no ataque foi o Markovic a ocupar o lugar que nos últimos jogos tinha sido do Ivan Cavaleiro. Não houve inferno nenhum em Atenas - o Benfica entrou a todo o gás, a jogar de forma completamente descontraída e a empurrar o adversário para junto da sua área. Os primeiros dez minutos foram o modelo perfeito daquilo que viria a ser o jogo inteiro: ataque constante do Benfica, com o Olympiacos praticamente a não passar do meio campo, e duas enormes oportunidades de golo, ambas negadas de forma sublime pelo Roberto. Primeiro num remate rasteiro de primeira do Cardozo, e depois na cara do isolado Markovic. Não marcar duas oportunidades claras como estas num jogo da Champions já seria uma situação suficientemente lamentável, mas aquilo foi apenas uma amostra do que estava para vir. Pior ainda, praticamente da primeira vez que o Olympiacos subiu à nossa área (acabaram por fazer dois remates à nossa baliza durante todo o jogo), marcou. Nós defendemos os cantos à zona, mas quando a bola é enviada para uma 'zona de ninguém' há sempre o risco de acontecer o que aconteceu, que foi um dos centrais adversários aparecer livre de marcação, vindo do limite da área, para cabecear para o golo. Já disse antes que tenho alguma embirração com o Artur, por isso eu próprio darei o devido desconto à opinião com que fiquei do lance, mas a verdade é que acho que o Artur poderia ter feito melhor do que defender a bola para dentro da baliza. Ao contrário do que já vimos esta época, a nossa equipa não reagiu mal ao golo sofrido, e continuou a jogar exactamente da mesma forma, dominando o jogo e o adversário e tentando chegar ao golo de todas as formas. Foi já perto do intervalo que voltámos a ter uma grande oportunidade, e desta vez (talvez a única durante todo o jogo) não foi o Artur o responsável por não a concretizarmos. Foi mesmo desconcentração ou displicência do Matic, que se apanhou sozinho em frente à baliza após um canto, e provavelmente pensou que estaria em fora-de-jogo, tendo por isso tentado um toque displicente com o calcanhar.
A segunda parte começou exactamente na mesma toada da primeira. Com mais uma defesa do Roberto, desta vez a remate do Markovic. Foi apenas o mote para uma exibição ainda mais memorável do nosso antigo guarda-redes. É que a superioridade do Benfica foi ainda maior durante o segundo tempo. Foi um ataque constante à baliza grega, com tentativas de vários dos nossos jogadores, mas sempre com um denominador comum: Roberto intransponível. A verdade é que à parte a concretização (com a devida parte de 'culpa' do Roberto), pouco ou nada tenho a apontar à nossa equipa ou aos nossos jogadores. Eu gostei sinceramente daquilo que vi hoje. Jogámos com uma velocidade e uma vontade como há algum tempo não via, tivemos criatividade e variedade de argumentos para construir diversas ocasiões de golo, mas no final o resultado foi-nos, de forma extremamente injusta, desfavorável. O velho chavão de que ganha quem marca voltou a aplicar-se, e vitórias morais de pouco nos servem. A verdade é que na segunda parte foram pelo menos meia dúzia de oportunidades claras de golo, todas elas negadas de forma brilhante pelo Roberto. Se tivermos má vontade ou estivermos particularmente irritados podemos sempre cascar na equipa e nos jogadores por as terem falhado, mas eu sinceramente prefiro dar o mérito a quem o mereceu, que foi o Roberto.
Nem vou fazer destaques individuais. Gostei de toda a equipa em geral, achei que os 'estreantes' titulares Rúben e Sílvio fizeram boas exibições, e senti-me mais tranquilo com a presença de um terceiro médio em campo. O resultado foi péssimo, mas em termos exibicionais não tenho dúvidas de que este foi o melhor jogo que a nossa equipa fez esta época, e merecia muito melhor sorte. Espero que seja isto que retenham do jogo de hoje, e que o resultado negativo não tenha efeitos negativos. Em relação ao jogo da Taça que se segue, gostaria muito que a estrutura táctica que apresentámos neste jogo se mantivesse.
terça-feira, 5 de novembro de 2013
domingo, 3 de novembro de 2013
A.VISEU - 0 PORTO B - 1 - FOI INJUSTO....
Ac. Viseu FC 0-1 FC Porto B
Manhã de chuva morrinha...a acabar com um balde de água fria.
Estádio do Fontelo, 2 de novembro de 2013
13ª Jornada da Liga 2 Cabovisão
Árbitro: Cosme Machado (Braga)
Ac. Viseu: Ricardo Janota; Tomé, Tiago Gonçalves, Paulo Monteiro e Tiago Rosa; João Martins, Bruno Loureiro e Leonel (Capela, 71); Luisinho (Diogo Alves, 87), Zé Rui e Cafú (Ouattara, 69). Treinador: Filipe Moreira.
FC Porto B: Kadú, Zé António, Tiago Ferreira, Mikel, Pedro Moreira, Victor Garcia, Tó Zé (Caballero, 84), Leandro (Ivo, 70), Kayambe (Vion, int), Kléber e Quiñones. Treinador:Luís Castro.
De regresso ao Fontelo após 2 jornadas sem perder e sem sofrer golos, o Academico recebeu o Porto B que este ano está a fazer uma boa temporada com uma equipa para "subir de divisão".
Se compararmos os preços e orçamento dos dois clubes vemos a diferença. Mas a verdade é que nao é so isso que faz a diferença.
Na primeira parte o jogo foi mais mexido e dinâmico do que na segunda, algo mais incaracterístico e com menos jogadas ligadas.
O Academico entrou bem e com o tridente ofensivo rápido e incisivo sobre a defesa do Fc Porto. Bem apoiados pelo Joao Martins, Luisinho, Cafu e Zé Rui iam criando perigo.
Os remates de perigo iam-se dividindo ente as duas equipas.
Mas as do Academico foram mais flagrantes e estiveram muito perto de abrir o ativo.
Luisinho centrou depois de boa jogada rápida pela direita e Cafu remata por cima, apesar de perto da linha de golo.
Do lado esquerdo Tiago Rosa combinava com Zé Rui mas nota-se que falta o pé esquerdo ao tiago e os centros nem sempre saiam bem. No entanto numa dessas jogadas, Ze Rui centra e quase dava golo, mas Cafu chegou atrasado por um milésimo de segundo.
Do lado do Porto Tozé rematou cruzado perto do segundo poste de Janota e Kleber após um canto antecipa-se e cabeceia um pouco lado.
Numa das melhor jogadas de jogo academista, Zé Rui centra e Aparece sem marcação Luisinho que de forma acrobática remata mais enrolado e a bola desvia-se de kadu mas também da baliza passando pouco ao lado. Foi o frissom nas bancadas, era um grande golo.
Das bancadas sentia-se apoio e confiança na equipa na saída para o intervalo. A segunda parte prometia.
Na segunda parte a partida recomeçou meia morna, com muitas perdas de bola de ambos os clubes e nao parecia haver entusiasmo, garra ou mesmo força física para querer chegar à vitoria.Vion entrou e o ataque do Porto ganhou algum ascendente .
A verdade tambem é que o Academico defendia bem e num bloco coeso. Num dos cantos , os centrais Zé Antônio e Tiago Ferreira nao chegaram ao cruzamento por pouco, mesmo na pequena área onde era só encostar.
O meio campo do Academico parecia estar sem soluções e sem espaço para decidir , pelo que rapidamente perdia a bola. Numa das raras jogadas de perigo na 2a parte, Zé Rui flecte do meio para a meia esquerda e aplica um forte remate mas ao lado da baliza.
O FC Porto ganhou alguns livres à entrada da área e criaram quase sempre algum perigo.
Na melhor ocasião do Academico na segunda parte, num seguimento de um canto ganho por Luisinho, a bola aparece a pingar na pequena área, Zé Rui cabeceia e a bola parece dirigir-se para golo mas Kadu agarra a bola.
Kleber começou a dar mais trabalho na frente de ataque com a ajuda de Vion e Tozé.
Entretanto Joao martins , que fez um bom jogo , rematou de fora da área mas saiu pouco ao lado da baliza positiva.
Sensivelmente a meio da Segunda Parte , Filipe Moreira decide tirar Cafu e Leonel , para entrarem Ouattara e Capela. A ideia talvez tenha sido refrescar o ataque e dar mais um jogador de vigor físico para o meio campo. O certo é que depois dessas trocas o ataque academista perdeu uma referencia e perdeu criação de perigo.
Luisinho e Bruno Loureiro tentavam criar algumas jogadas pelo lado direito mas fisicamente já nao se conseguia ultrapassar o lado esquerdo portista, principalmente Quiñones. Ele e Vitor Garcia são laterais com qualidade. Mas também o arbitro deixou passar uma falta sobre o nosso Luisinho e transformar o que pareceu um canto num pontapé de baliza em favor do Porto.
Nos ultimos 5 minutos Luis Castro decide pôr em jogo o avançado Caballero, enquanto Filipe Moreira chama Marco Lança para também substituir alguém. Entre uma substituição e a outra Kleber recebe a bola, amortece no peito para Caballero e este sem deixar cair a bola ao chão dispara para o canto superior esquerdo de Janota.
Por falar em Janota, na segunda parte terá feito apenas uma defesa mas futebol é assim e as individualidades do Porto B acabaram por decidir.
Filipe Moreira já nao fez entrar o Março Lança mas sim Diogo Alves mas em 5 minutos pouco fez.
Em resumo uma primeira parte equilibrada e com ocasioes mais perigosas por parte do Academico. Na segunda a equipa pareceu ir recuando , perdendo o meio campo e nao conseguindo chegar com profundidade ao ataque.
O golo foi um balde de agua fria , talvez injusto, mas também é verdade que o empate parecia satisfazer e nesse caso arriscamos a perder.
No entanto parece visível maior entrosamento e maior sentido de equipa com algumas boas jogadas. Os últimos lugares começam a pesar e os próximos 3 jogos são importantes para perceber a força da equipa.
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
ACADEMICA - 0 BENFICA - 3 -AUTORITARIO
O Benfica venceu em Coimbra por 3-0 na abertura da 9ª jornada da Liga Zon Sagres. Jogo bem conseguido pelos lisboetas com bastante autoridade e com algumas luzes tácticas do que foi o SLB da última temporada. Também pela primeira vez nesta temporada fiquei satisfeito com a condição física dos jogadores em toda a partida.
Jorge Jesus nem teve dúvidas nas suas prioridades e lançou a equipa mais forte à sua disposição: Artur, Maxi, Luisão, Garay, Cortez, Ivan Cavaleiro, Matic, Enzo, Gaitán, Cardozo, Lima.
Foi uma 1ª parte animada, sempre com o Benfica por cima, entrando forte e com vontade de resolver rápido o jogo. A Académica, que defendeu bem toda a partida, conseguiu responder ofensivamente a meio da etapa inicial com algum perigo.
Mas aos 34' apareceu o pé esquerdo canhão de Cardozo a ajudar o SLB! Impressionante a forma do paraguaio, sendo que a jogada do 0-1 nasce de uma nova evolução do jogo do Tacuara. Já não é o 1º jogo esta temporada que noto um novo envolvimento do avançado na construção ofensiva, parecendo um pivot do futsal e dando novas soluções a um ataque encarnado que tem estado algo coxo nas laterais. Resumindo: tabela com Lima e remate cruzado de pé esquerdo para o fundo das redes.
Ainda ninguém tinha se tinha sentado dos primeiros festejos do jogo e já os lisboetas faziam o 0-2. Grande jogada de Gaitán, que recuperou a bola na raça e tabelou com Lima para cruzar para a área, onde na confusão com Cardozo o defesa Marcelo se enganou na baliza.
Mais uma vez a Académica, que provou ser uma boa equipa, respondeu e teve perto de reduzir a desvantagem por duas vezes antes do intervalo.
2ª parte lenta e fraca com a Briosa a entrar em cima do Benfica e a assustar nos primeiros 15 minutos. Não marcou e como que desistiu sendo que o Benfica já estava com a cabeça na Grécia e na Liga dos Campeões e nunca forçou o andamento.
Nota final para um belo golo construído por R. Amorim e finalizado com mestria por Lazar Markovic.
Homem do Jogo: Enzo Pérez, o argentino tem jogos em que parece que cada disputa de bola vale um golo. Hoje foi um deles e apareceu sempre na luta e na raça, ganhando muitas batalhas a meio campo! Estive muito indeciso neste prémio pois Cardozo anda a jogar maravilhas.
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
terça-feira, 29 de outubro de 2013
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
SPORTING - 0 A.VISEU - 0 - BOM
Sporting CP "B" 0-0 Ac.Viseu FC
Estádio de Alvalade, 28 de outubro de 2013
12ª Jornada da Liga 2 Cabovisão
Árbitro: Rui Rodrigues (Lisboa)
Sporting B: Luís Ribeiro, Esgaio, Eric Dier, Nuno Reis e Mauro Riquichio; Rinaudo, Kikas (Betinho, 78) e Hugo Sousa (Jefferson, 61); Chaby (João Mário, 71), Iuri Medeiros e Slimani. Treinador: Abel Ferreira.
Ac. Viseu: Ricardo Janota; Tomé, Tiago Gonçalves, Paulo Monteiro e Tiago Rosa; Bruno Loureiro, João Martins e Leonel (Marco Lança, 80); Luisinho (Capela, 61), Ouattara e Zé Rui (Lourenço, 89). Treinador: Filipe Moreira.
O Sporting B empatou sem golos, em Alvalade, frente ao Académico de Viseu, em jogo da 12.ª jornada da 2.ª Liga, um resultado lógico para o futebol lento, denunciado e sem soluções ofensivas dos leões.
Na primeira parte, o Sporting teve mais iniciativa e posse de bola, mas não é possível provocar desequilíbrios perante um adversário bem posicionado na sua organização defensiva sem emprestar mudanças de velocidade às ações ofensivas, pelo menos na última fase de construção de jogo.
Os lances de perigo relativo criados pelo ataque "leonino" na primeira parte deveram-se a rasgos de talento de Iuri Medeiros, mas faltou sempre profundidade ao futebol de ataque do Sporting, faltou chegar com mais unidades no apoio ao desamparado Slimani.
Na segunda parte, o treinador Abel Ferreira só arriscou aos 78 minutos, com a entrada de Betinho para fazer dupla de ataque com Slimani, quando foi evidente deste cedo que faltava peso e chegada à área para criar problemas à defesa do Académico de Viseu.
O Sporting só pressionou verdadeiramente no último quarto de hora da segunda parte, depois da entrada de Jefferson, que deu mais profundidade pelo flanco esquerdo e começou a meter bolas na área, e de Betinho para o eixo do ataque, mas foi tarde de mais e o Académico de Viseu acabou por justificar o nulo pela forma solidária e organizada como se defendeu.
O técnico dos "leões" deu oportunidade a Rinaudo e a Slimani de ganharem minutos nas pernas, mas o argentino justificou porque William Carvalho é titularíssimo na equipa A, enquanto o argelino, que pode queixar-se de ter tido muito pouco jogo, revelou limitações técnicas demasiado evidentes.
domingo, 27 de outubro de 2013
BENFICA - 2 NACIONAL . 0 - BOM JOGO
Sinais do tempo que Jesus pede
Não foi brilhante, mas foi eficaz e deu alguns sinais. O Benfica voltou a vencer na Luz, celebrou com um triunfo sobre outro Nacional os dez anos do estádio e ganhou confiança. No dia em que tinham o terceiro lugar em risco e viam os rivais debaterem-se no Porto, os encarnados mostraram que ainda há uma grande diferença na qualidade entre o pódio da Liga e o resto. Ainda não foi este domingo que o Benfica voltou a encantar, é verdade, mas teve um desempenho minimamente sólido atrás e eficaz na frente. Ou não estivesse Óscar Cardozo em campo, a maior fonte de rendimento.
A primeira parte do Benfica não foi estranha para os parâmetros da temporada. Tanto fez uma jogada bem delineada, como a seguir entrou num esquecimento daquilo que é capaz de fazer. O problema esteve e está, portanto, na sequência, na intensidade que coloca e deixa de colocar como quem liga e desliga um interruptor.
Nos minutos iniciais, o Benfica conquistou meia dúzia de cantos. Indicativo de qual era a baliza para a qual se jogava. Tinha problemas na fase de construção, é certo. Enzo estava pouco esclarecido, a troca de bola devia ser feita com maior fluidez, faltava encontrar espaços. Por isso, não se viu ninguém de camisola encarnada a chegar à linha de fundo. Gaitán costumava fazê-lo, sabe fazê-lo, mas não o fez. Optou quase sempre pelo cruzamento ou ir para o espaço interior.
Ivan Cavaleiro ainda dava os primeiros passos no flanco. Daí, era necessário apoio dos laterais. Maxi surgiu um par de vezes na direita, mas definiu quase sempre mal. Siqueir subiu uma vez e marcou golo. Numa tabela com Cardozo que foi milimétrico na assistência. Aos 15 minutos, 1-0. Oportunidade para retirar a desconfiança do público.
O Nacional também estava em campo. E, é bom não esquecer, chegou ao jogo a lutar pelo terceiro lugar. Algum mérito tinha de ter. E teve. Aproveitou o descanso do Benfica com o golo e começou a rondar a baliza de Artur. Um livre de Claudemir quase enganava Artur e ninguém ficava sossegado na cadeira entre os adeptos do clube da Luz.
Entre o golo e nova aparição do Benfica passaram 20 minutos. É muito tempo. Mas é nesse tempo que Jesus tem de se concentrar. Para além do Nacional, que razões levaram a equipa a, subitamente, deixar de chegar à área adversária? Cansaço? Não pareceu. A saída da pressão contrária foi difícile muitas vezes Cardozo foi solicitado para jogo direto. O resto do Benfica estava longe, porém. Ainda assim, a melhor ocasião do primeiro tempo, extra golo, era do paraguaio, que adiou o festejo.
Todos os problemas que podiam vir na segunda parte, Cardozo resolveu. A passe de Gaitán. Ainda se olhava para o relvado quando o argentino apanhou a bola, fugiu para o meio e serviu o Tacuara. Bola no pé esquerdo do paraguaio e o Nacional ficou para trás. Percebeu-se ali, porque apesa rde não encantar, a equipa dava mostras de segurança defensiva, ainda que Djaniny quisesse provocar estragos.
Noutras épocas, com 2-0 aos 48 minutos, o Benfica de Jesus cavalgaria para a baliza contrária. Mas os tempos são outros. Assim como tempo pede o treinador para que a equipa suba de produção. Para já, não sofreu golos. Um bom sinal. Depois, ganhou alguém que por fim consegue acelerar na transição ofensiva. Ainda que lhe tenha faltado definição, Ivan Cavaleiro exibiu-se em bom plano.
Depois, porque os encarnados têm conseguido encontrar Cardozo pelo menos uma vez por partida na liga. E isso, é meio caminho andado para a vitória. Falta, como se disse, sequência, repetição, porque o segundo tempo, apesar de calmo, voltou a ter menos ocasiões de golo do que o esperado para um candidato ao título.
A primeira parte do Benfica não foi estranha para os parâmetros da temporada. Tanto fez uma jogada bem delineada, como a seguir entrou num esquecimento daquilo que é capaz de fazer. O problema esteve e está, portanto, na sequência, na intensidade que coloca e deixa de colocar como quem liga e desliga um interruptor.
Nos minutos iniciais, o Benfica conquistou meia dúzia de cantos. Indicativo de qual era a baliza para a qual se jogava. Tinha problemas na fase de construção, é certo. Enzo estava pouco esclarecido, a troca de bola devia ser feita com maior fluidez, faltava encontrar espaços. Por isso, não se viu ninguém de camisola encarnada a chegar à linha de fundo. Gaitán costumava fazê-lo, sabe fazê-lo, mas não o fez. Optou quase sempre pelo cruzamento ou ir para o espaço interior.
Ivan Cavaleiro ainda dava os primeiros passos no flanco. Daí, era necessário apoio dos laterais. Maxi surgiu um par de vezes na direita, mas definiu quase sempre mal. Siqueir subiu uma vez e marcou golo. Numa tabela com Cardozo que foi milimétrico na assistência. Aos 15 minutos, 1-0. Oportunidade para retirar a desconfiança do público.
O Nacional também estava em campo. E, é bom não esquecer, chegou ao jogo a lutar pelo terceiro lugar. Algum mérito tinha de ter. E teve. Aproveitou o descanso do Benfica com o golo e começou a rondar a baliza de Artur. Um livre de Claudemir quase enganava Artur e ninguém ficava sossegado na cadeira entre os adeptos do clube da Luz.
Entre o golo e nova aparição do Benfica passaram 20 minutos. É muito tempo. Mas é nesse tempo que Jesus tem de se concentrar. Para além do Nacional, que razões levaram a equipa a, subitamente, deixar de chegar à área adversária? Cansaço? Não pareceu. A saída da pressão contrária foi difícile muitas vezes Cardozo foi solicitado para jogo direto. O resto do Benfica estava longe, porém. Ainda assim, a melhor ocasião do primeiro tempo, extra golo, era do paraguaio, que adiou o festejo.
Todos os problemas que podiam vir na segunda parte, Cardozo resolveu. A passe de Gaitán. Ainda se olhava para o relvado quando o argentino apanhou a bola, fugiu para o meio e serviu o Tacuara. Bola no pé esquerdo do paraguaio e o Nacional ficou para trás. Percebeu-se ali, porque apesa rde não encantar, a equipa dava mostras de segurança defensiva, ainda que Djaniny quisesse provocar estragos.
Noutras épocas, com 2-0 aos 48 minutos, o Benfica de Jesus cavalgaria para a baliza contrária. Mas os tempos são outros. Assim como tempo pede o treinador para que a equipa suba de produção. Para já, não sofreu golos. Um bom sinal. Depois, ganhou alguém que por fim consegue acelerar na transição ofensiva. Ainda que lhe tenha faltado definição, Ivan Cavaleiro exibiu-se em bom plano.
Depois, porque os encarnados têm conseguido encontrar Cardozo pelo menos uma vez por partida na liga. E isso, é meio caminho andado para a vitória. Falta, como se disse, sequência, repetição, porque o segundo tempo, apesar de calmo, voltou a ter menos ocasiões de golo do que o esperado para um candidato ao título.
sábado, 26 de outubro de 2013
BENFICA
10 anos de Nova Catedral
Já faz 10 anos! Já faz 10 anos que se inaugurou o Estádio da Luz! Já faz 10 anos que entrei pela primeira vez no novo ninho da águia! Lembro-me como se fosse hoje de subir as escadas de acesso ao 3º anel e da primeira imagem do Estádio: com sorriso gigante na cara pensei "É Grande!"
Deixo um resumo bem feito da página oficial do glorioso:
«O dia 25 de Outubro de 2003 vai, para sempre, ficar marcado na vida dos benfiquistas. Deu-se a inauguração do novo Estádio da Luz, da Nova Catedral, do Estádio do Sport Lisboa e Benfica como é o seu nome oficial.
Mas antes deste dia houve uma maratona com muitos obstáculos, agruras e noites mal dormidas de uma Direcção, na altura, encabeçada por Manuel Vilarinho. A decisão de construção do novo Estádio da Luz foi aprovada na Assembleia Geral de 28 de Setembro de 2001 e esteve relacionada com a realização do Campeonato Europeu de Futebol (Euro 2004) em Portugal.
Da sua decisão ao dia da inauguração decorreu o tempo recorde de dois anos. O Estádio do Benfica foi o último a arrancar e o segundo a acabar. Do antigo Estádio foram trazidos alguns materiais, nomeadamente milhares de ferros, toneladas de betão e vidros antigos que foram adaptados ao novo Estádio, proporcionando assim uma poupança de recursos e de ambiente.
No dia 25 de Outubro de 2003 deu-se a inauguração e o convidado foi a equipa do Nacional de Montevideo. O Benfica venceu por 2-1 e Nuno Gomes foi o autor do primeiro tento. Estavam presentes 64 386 espectadores. Referir que antes do início deste jogo deu-se o voo da Águia. Foi a primeira vez que sucedeu e hoje é um marco indissociável do Estádio. Algo por que todos os adeptos aguardam.
O Estádio foi erguido de acordo com os princípios e as técnicas mais inovadoras para a construção de estádios modernos, indo ao encontro das mais exigentes normas de segurança e recomendações da FIFA e da UEFA. Desta forma, foi escolhido para ser o palco da Final da Liga dos Campeões em 2014.
Dizer, ainda, que o Estádio tem capacidade para 65.647 pessoas. O primeiro anel tem capacidade para 21.800 lugares, entre os quais se encontram espaços para pessoas com mobilidade reduzida (PMR). O segundo anel, ou anel VIP, tem capacidade para 7.300 pessoas e é aqui que se situa a Tribuna Presidencial e os melhores lugares cativos. O terceiro anel é reservado aos camarotes, constituído por 156 espaços para sócios e empresas, que totalizam 2.500 lugares. O quarto anel é o que contabiliza mais lugares, num total de 33.600 lugares.
Dez eventos mais importantes:
29-02-2004 – Comemorações do Centenário: perante 32.171 adeptos, assistiu-se a um grande espectáculo pirotécnico de luz e som.
04-07-2004 – Realização da Final do Euro 2004, entre Portugal e a Grécia (0-1). Durante a competição o Estádio da Luz recebeu cinco jogos.
25-07-2004 – Jogo do Centenário: Benfica – Real Madrid (2-2).
19-12-2004 – Maior Concentração de Pais Natal do Mundo – O número oficial de participantes comunicados ao Guinness World Records foi de 12.352 Pais Natal, batendo claramente o anterior recorde, que era de 2 685 Pais Natal que se reuniram em 2002 numa parada nas ruas da Suécia. A marca foi entretanto batida no Reino Unido, em 2007, numa concentração que reuniu 13.000 participantes.
07-07-2007 – Cerimónia de Declaração Oficial das Novas 7 Maravilhas do Mundo. Aproveitando a realização deste evento mundial, resolveu eleger-se, também, as 7 Maravilhas Portuguesas, num evento que antecedeu a cerimónia internacional.
11-05-2008 – Jogo de despedida de Rui Costa. O Maestro despediu-se com uma vitória sobre o Vitória de Setúbal por 3-0 e perante o olhar emocionado de cerca de 55 mil pessoas.
15-08-2008 – Realização da primeira edição da Eusébio Cup (Benfica – Inter Milão), que conta já com seis edições.
25-01-2010 – “Jogo contra a pobreza” – O Estádio da Luz recebeu a 7.ª edição do Jogo contra a Pobreza, entre os amigos de Ronaldo e Zidane e os All-Stars do Benfica. O jogo foi organizado pela Fundação Benfica e pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Cada entrada valia 10€ que revertia para as vítimas da catástrofe no Haiti. O Estádio da Luz registou uma assistência de 51.312 espectadores que ajudaram a angariar mais de meio milhão de euros. Eusébio deu o pontapé de saída no dia do seu aniversário. O resultado foi o menos importante mas, ainda assim, a partida acabou empatada a três golos.
23-06-2012 – Casamento no Estádio da Luz: A cerimónia foi realizada em pleno relvado do Estádio da Luz, com direito a um voo exclusivo da águia e ao Hino do Sport Lisboa e Benfica. No final do dia houve ainda tempo para um cocktail e fogo-de-artifício.
18-07-2012 – Realização do jogo SL Benfica - Luís Figo & Resto do Mundo – “Um Gesto Contra a Fome”. Uma iniciativa da Fundação Benfica em conjunto com a Fundação Luís Figo e o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados. O Benfica venceu por 5-1, numa partida em que o resultado final foi o que menos importou. Eusébio deu o pontapé de saída em mais uma iniciativa social do Sport Lisboa e Benfica.
Dez goleadas do SL Benfica:
31-08-2009 – Benfica – Vitória de Setúbal, 8-1 (3.ª Jornada Campeonato Nacional)
02-01-2013 – Benfica – Aves, 6-0 (Oitavos de final Taça de Portugal)
11-11-2007 – Benfica – Boavista, 6-1 (10.ª Jornada Campeonato Nacional)
26-10-2009 – Benfica – Nacional, 6-1 (8.ª Jornada Campeonato Nacional)
06-01-2007 – Benfica – Oliveira Bairro, 5-0 (4.ª Eliminatória Taça de Portugal)
26-09-2009 – Benfica – Leixões, 5-0 (6.ª Jornada Campeonato Nacional)
22-10-2009 – Benfica – Everton, 5-0 (Fase de Grupos Liga Europa)
24-04-2010 – Benfica – Olhanense, 5-0 (28.ª Jornada Campeonato Nacional)
12-01-2011 – Benfica – Olhanense, 5-0 (Oitavos-de-Final Taça de Portugal)
16-12-2011 – Benfica – Rio Ave, 5-1 (13.ª Jornada Campeonato Nacional)
Dez melhores marcadores:
1.º Cardozo 103
2.º Nuno Gomes 42
3.º Simão Sabrosa 32
4.º Luisão 23
5.º Saviola 22
6.º Rodrigo 17
7.º Aimar 16
8.º Sokota 15
9.º Lima 15
10.º Geovanni 14
Fonte: slbenfica.pt
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
A.VISEU - 3 OLIVEIRENSE . 0 - JUSTO
Ac.Viseu FC 3-0 UD Oliveirense
Estádio do Fontelo, 23 de outubro de 2013
11ª Jornada da Liga 2 Cabovisão
Árbitro: Pedro Ferreira (Braga)
Ac. Viseu: Ricardo Janota; Tomé (Marco Lança, 86), Tiago Gonçalves, Paulo Monteiro e Tiago Rosa; João Martins, Bruno Loureiro (Ibraima, 84) e Leonel; Luisinho (Capela, 75), Ouattara e Cafú. Treinador: Filipe Moreira.
Oliveirense: João Pinho; Steven (Valdinho, 52), Sérgio, Banjai e Paulinho; Godinho (Laurindo, 46), Alphonse e Rui Lima; Carela, Ely (Mamadu, 32) e Guima. Treinador: Henrique Nunes.
Expulsão: João Pinho 31
Golos: Paulo Monteiro 33 gp (1-0), Leonel 55 (2-0), Cafú 70 (3-0)
Comecemos pelo minuto que mudou por completo o jogo. O minuto 31: o Académico ganha a bola no meio campo Ouattara desmarca Cafú que em velocidade isola-se, ultrapassa João Pinho e quando se aprestava para empurrar para a baliza deserta é derrubado pelo número da equipa de Oliveira de Azeméis. Penalty e expulsão – sem qualquer tipo de dúvida – e na marcação da grande penalidade Paulo Monteiro – que classe! – atirou a contar. Golo do Académico!
Até a esse momento – ao minuto 31 – destaque para duas grandes oportunidades para o Académico, primeiro com Ouattara a não ser rápido na hora de atirar à baliza, permitindo o corte, e ainda um falhanço inacreditável de Cafú que não conseguiu desviar para a baliza, com a cabeça, após um excelente passe de Ouattara. Pelo meio uma boa oportunidade para Ely com Ricardo Janota – a grande surpresa no onze – a fazer uma excelente mancha e a não permitir o golo Oliveirense.
Na segunda parte quase só deu Académico. Logo no primeiro minuto Ouattara e Cafú atrapalham-se, mutuamente, e não conseguem corresponder a um excelente passe de Tomé. Ao minuto 55 o segundo golo academista numa irrepreensível cobrança de um livre direto Leonel desfeiteou o gigante Mamadu. Golo do Académico e loucura no Fontelo.
No minuto seguinte Henrique Nunes tirou Godinho e colocou Laurindo, tirando músculo mas dando criatividade ao meio campo oliveirense. Quase resultava já que ao minuto 60 Guima fez brilhar Ricardo Janota. Acabou aí o jogo, já que a partir desse momento o Académico dominou, fez o 3-0 e só não marcou mais porque lhes faltou alguma calma e discernimento.
Primeiro foi Leonel que abriu em Luisinho obrigando Mamadu a defesa vistosa. Pouco depois em Ouattara a fazer excelente jogada mas a preferir rematar – compreende-se – quando seria melhor o passe. E ao minuto 70 o terceiro golo academista, grande jogada de João Martins a isolar Cafú que não perdoa.
Daí até ao fim houve oportunidade para rodar um pouco jogadores pouco utilizados com destaque para a entrada de Ibraima.
Em suma, boa vitória do Académico. Uma alegria que já merecíamos!
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