quinta-feira, 5 de julho de 2012
A.VISEU
Apresentação do reforço: Pedro Ribeiro
Nome: Pedro Miguel Marques RibeiroData de nascimento: 24/05/1988
Naturalidade: Figueira da Doz
Posição: Avançado
Foto retirada daqui
Este ponta de lança de forte compleição física, 187 cm e 79 kg, foi formado na Académica de Coimbra e vem do Sporting da Covilhã.
É ex internacional sub 19, esteve presente no Europeu de 2007 ao lado de jogadores como Ventura, Daniel Carriço, Tiago Pinto, Castro, Orlando Sá entre outros.
Em 07/08, quando subiu a sénior, começou a época na Académica mas foi no Tourizense que completou a época embora tenha jogado pouco (6 jogos como suplente utilizado).
Em 08/09, também no Tourizense, teve a época mais profícua até hoje em termo de golos, já que apontou 9 golos em 27 jogos sendo o segundo melhor marcador da equipa.
Em 09/10 deu o “salto” para a Liga de Honra ao serviço do Sporting da Covilhã onde marcou dois golos em 5 jogos.
A época de 10/11 fê-la ao serviço do Pampilhosa onde marcou 2 golos em 8 jogos.
Na época passada de novo na Honra e no Sporting da Covilhã não fez qualquer golo em 18 jogos (11 como suplente utilizado)
Chega agora ao melhor clube do mundo. Bem-vindo!
quarta-feira, 4 de julho de 2012
terça-feira, 3 de julho de 2012
BENFICA - 2012 - 2013
Águias regressam ao trabalho
Os jogadores do Benfica regressam, esta manhã, ao centro de estágios do Seixal, para prepararem a época 2012/2013. Paulo Lopes, um dos reforços da equipa para a nova temporada, foi o primeiro a chegar ao local.
Para além do guarda-redes, que chegou às 8.33 horas, no local estão já Yannick Djaló, Gaitán e Matic. Presentes estão também o treinador Jorge Jesus e o presidente Luís Filipe Vieira.
Entretanto, pelas 9.12 horas, foi a vez de Ola John, reforço que custou cerca de nove milhões de euros às águias, pisar o centro de estágios encarnado. Luisinho e Hugo Vieira também já estão no Seixal.
Para esta segunda-feira apenas está prevista a realização de exames médicos e, no período da tarde, a apresentação dos novos equipamentos do clube, que vai decorrer num hotel em Lisboa.
PRESSE
Torcedor europeu é realmente diferente do brasileiro
domingo, 1 de julho de 2012
FINAL - ESPANHA - 4 ITÁLIA - 0
Espanha faz história com três grandes títulos consecutivos

À medida que o tempo foi passando, o jogo passou a ser de um só sentido. A Itália, de início, até nem foi tão inferior em relação a Espanha ao atacar e bem mas cedo mostrou nervosismo a defender e foi aí que começou a perder o jogo.
Aos 14 minutos, David Silva começou a construir a goleada espanhola. Xavi deu para Iniesta que lançou Fábregas para ganhar a linha de fundo e cruzar para a cabeça do "baixinho" David Silva.
A Itália reagiu e bem mas sem conseguir materializar. Quem não marca acaba por sofrer e ainda antes do intervalo, Jordi Alba apontou o segundo da noite. Velocidade e profundidade foi a receita. Jordi Alba deu para Xavi, ainda antes do meio campo, com o médio a cavalgar 30 metros para depois fazer o passe de morte na devolução ao lateral esquerdo que atirou a contar.
Os transalpinos mexeram, Di Natale veio dar frescura ao ataque mas os planos sairam furados a Cesare Prandelli. Aos 56 minutos meteu Thiago Motta em campo mas o médio lesionou-se passados cinco minutos e a Itália passou a jogar com 10. a tarefa já não era fácil e aqui tornou-se impossível. Só deu Espanha até final e um resultado justo acabou por se transformar em goleada que Itália, e particularmente Buffon, não merecia.
Fernando Torres entrou aos 75 e aos 83 marcava. Perda de bola de De Rossi para Xavi que lançou "El Niño" que se desmarcou de forma rápida e fogiu a Abate e Bonucci para marcar o terceiro da noite.
Juan Mata fez o mesmo. Os jogadores do Chelsea entraram e marcaram. Grande passe em profundidade para Fernando Torres que fez o passe atrasado para o companheiro de equipa no Chelsea que só teve que encostar.
A Espanha sagrou-se hoje bicampeã europeia de futebol, ao golear a Itália por 4-0, na final do Europeu de futebol de 2012, disputada em Kiev, na Ucrânia, com arbitragem do português Pedro Proença. David Silva (14 minutos), Jordi Alba (41) e os suplentes Fernando Torres (84) e Juan Mata (88) apontaram os tentos da formação espanhola, que se tornou a primeira a revalidar o título e também a conquistar três grandes competições consecutivas (Euro2008, Mundial2010 e Euro2012). Os espanhóis, que também arrebataram o título em 1964 e conseguiram o resultado mais expressivo numa final, igualaram a Alemanha (vencedora em 1972, 1980 e 1996) na liderança do "ranking" de títulos europeus, com três.
Aos 14 minutos, David Silva começou a construir a goleada espanhola. Xavi deu para Iniesta que lançou Fábregas para ganhar a linha de fundo e cruzar para a cabeça do "baixinho" David Silva.
A Itália reagiu e bem mas sem conseguir materializar. Quem não marca acaba por sofrer e ainda antes do intervalo, Jordi Alba apontou o segundo da noite. Velocidade e profundidade foi a receita. Jordi Alba deu para Xavi, ainda antes do meio campo, com o médio a cavalgar 30 metros para depois fazer o passe de morte na devolução ao lateral esquerdo que atirou a contar.
Os transalpinos mexeram, Di Natale veio dar frescura ao ataque mas os planos sairam furados a Cesare Prandelli. Aos 56 minutos meteu Thiago Motta em campo mas o médio lesionou-se passados cinco minutos e a Itália passou a jogar com 10. a tarefa já não era fácil e aqui tornou-se impossível. Só deu Espanha até final e um resultado justo acabou por se transformar em goleada que Itália, e particularmente Buffon, não merecia.
Fernando Torres entrou aos 75 e aos 83 marcava. Perda de bola de De Rossi para Xavi que lançou "El Niño" que se desmarcou de forma rápida e fogiu a Abate e Bonucci para marcar o terceiro da noite.
Juan Mata fez o mesmo. Os jogadores do Chelsea entraram e marcaram. Grande passe em profundidade para Fernando Torres que fez o passe atrasado para o companheiro de equipa no Chelsea que só teve que encostar.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
ESPANHA- 0 PORTUGAL - 0 (4-2) - LOTARIA
Injustiça.
Escreveríamos a palavra da cabeça aos pés da crónica. Injustiça. A maldição das grandes penalidades inquinou o sonho do título português. Foi corrosiva, maliciosa, esmagou a bola de João Moutinho nas mãos de Casillas e a bomba de Bruno Alves no ferro. É duro, ainda mais duro, o adeus indesejado por duas partes. O Euro2012 merecia mais Portugal, Portugal merecia mais Euro2012. Injustiça. Lágrimas de comoção, o sal de Portugal a escorrer pela face deste torneio maravilhoso. Chorar, chorar pela consolidação total, pelo sorriso triturado num detalhe, pela infelicidade agora invasora e ingrata. Como cresceu este Portugal, como foi capaz de bloquear o tiki e anular o taka. Ver o pequeno Moutinho ser Golias, ver um Pepe versão King-Kong a espantar-espanhóis, ver um Portugal mais convincente do que nunca e... perder. Duro.
Tudo o que podia ser feito, foi feito. Repressão caótica às forças de todo o mal, campeãs da Europa, conquistadoras do Mundial. E a Seleção Nacional irredutível, até ao fim. Todo o rumor de perigo, toda a intenção inquisidora facilmente desmontável por um bloco sólido, granítico, competente nas várias questões levantadas por um jogo exigente, árduo, robusto. Não nos enganemos. Portugal nunca esperou pelas más notícia e jamais se conformou com o pré-aviso de catástrofe. Não. Quis ser igual aos melhores e foi. Os olhos da fortíssima armada espanhola encontraram os da temível nau portuguesa, a circum-navegação enredou-se no mapa do jogo e o conflito revelou-se indefinível. Podia ter acabado aos 89 minutos num eclodir perfeito. Contra-ataque desenhado com finura, Cristiano Ronaldo a fugir pela esquerda, a ter a baliza de Casillas pronta a entregar-se e a rematar por alto. Que pena Portugal!
A procura absurda, pela frequência desmedida, de confundir Portugal com a troca de bola teve um resultado oposto. Confundiu, isso sim, a Espanha, que só aos 68 minutos fez o primeiro remate enquadrado com a baliza de Rui Patrício. Os portugueses: um a um Até essa altura, aliás até ao final dos 90 minutos, é justo dizer que a Seleção Nacional foi superior. A narrativa teve uma louca precipitação de acontecimentos, um rol de tropelias interessantíssimo, mas tudo seria trasladado para o prolongamento e, depois, para as grandes penalidades. Nessa fase extra, sim. O mostruário de virtudes espanholas vincou a qualidade, o domínio e empurrou Portugal para trás. Rui Patrício ainda fez um pequeno milagre, o nulo prevaleceu e enganou o desejo lusitano um pouco mais. Até ao assomar insuportável da injustiça, a tal palavra que julgávamos perdida no segundo parágrafo. Mas mesmo no adeus esta Seleção Nacional teve encanto.
segunda-feira, 25 de junho de 2012
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