segunda-feira, 5 de abril de 2010

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NAVAL - 2 BENFICA - 4 - TANTO SOFRIMENTO



A Naval esteve a vencer por 2-0 mas o Benfica reagiu e saiu da Figueira da Foz com uma vitória por 4-2, no jogo que encerrou a 25.ª jornada da Liga. Fábio Júnior e Bolívia marcaram para os navalistas, os “encarnados” responderam por intermédio de Weldon (2), Di Maria e Cardozo.
Primeira parte alucinante, com a Naval a surpreender o Benfica e a marcar logo aos dois minutos por intermédio de Fábio Júnior, dilatando a vantagem dez minutos depois por Bolívia.
Os “encarnados” responderam e em dois minutos chegaram à igualdade. Weldon “bisou” de cabeça, primeiro numa jogada de insistência, depois na sequência de um pontapé de canto.
A ambicionada vantagem chegou pelos pés de Di María que respondeu da melhor forma a um grande passe de David Luiz.
A águia voltou a voar no segundo tempo, com Cardozo a aproveitar uma defesa incompleta de Peiser após remate de Rúben Amorim e a dilatar a vantagem do Benfica.
A Naval tentou esboçar uma reacção mas Simplício viu Quim responder à altura em duas ocasiões. Fábio Júnior também não conseguiu emendar com sucesso após uma defesa incompleta do guardião “encarnado”.
As melhores ocasiões pertenceram, no entanto, ao Benfica, com Carlos Martins a atirar à barra na sequência de um livre directo.
O Benfica segue na liderança da Liga com seis pontos de vantagem sobre o Sporting de Braga e 11 sobre o FC Porto. A Naval mantém o 10.º lugar.


Ficha de jogo:
Estádio Municipal José Bento Pessoa, na Figueira da Foz
Árbitro: Elmano Santos (AF Madeira)


NAVAL: Peiser; Gómis, Diego e Daniel Cruz (Michel Simplício, 64m); Lazaroni, Carlitos, Godeméche (Marinho, 60m), Alex Hauw e Camora; Bolívia (Davide, 75m) e Fábio Júnior.
Suplentes: Jorge Batista, João Real, Giuliano e Kerrouche.
Treinador: Augusto Inácio.
BENFICA: Quim; Maxi Pereira, Luisão, David Luiz e Fábio Coentrão (Sidnei, 78m); Javi Garcia, Rúben Amorim, Di María e Aimar (Ramires, 71m); Weldon (Carlos Martins, 56m) e Cardozo.
Suplentes: Júlio César, Nuno Gomes, Éder Luís e Alan Kardec.
Treinador: Jorge Jesus.
Golos: 1-0, por Fábio Júnior (2m); 2-0, por Bolívia (12m); 2-1, por Weldon (16m); 2-2, por Weldon (18m); 2-3, por Di Maria (38m); 2-4, por Cardozo (55m).

domingo, 4 de abril de 2010

SERTANENSE - 0 A.VISEU - 0 - TUDO ZERO

Sertanense 0-0 Ac. Viseu
Começou muito mal o mês de Abril que é, e continuará a ser, de decisões mil. De início o Académico apresentou sobre o terreno aquele que é o seu melhor onze, um onze que não conseguia juntar há mais de dois meses. Rui marcos na baliza, Marco Almeida, os “Tiagos” no centro da defesa, Marcelo Henrique, Calico, Álvaro, Tomé, Fernando Ferreira, Guima (com o joelho ligado) e… Rui Santos! Um segredo bem guardado e que terá surpreendido muita boa gente, o certo é que volvidos dois meses ainda não há decisões sobre o caso e como tal a “suspensão preventiva” esfumou-se, por enquanto.

No mal tratado relvado (demasiado irregular para uma II Divisão) do Campo de Jogos Dr. Marques Santos foi o Académico de Viseu a primeira equipa a rematar á baliza contrária decorria o minuto 6 e o autor do disparo (torto) foi Fernando Ferreira. Estava dado o sinal de aviso o Académico iria ser durante os 90 minutos a melhor equipa sobre o terreno se bem que no minuto seguinte a equipa passasse por um momento de alguma tenso quando uma falha de comunicação entre Tiago Gonçalves e Rui Marcos só não deu golo porque o passe do central saiu com pouca força, aos 21 minutos da primeira parte saiu a única grande oportunidade de todo o encontro para o sertanense quando um elemento da casa surge iolado depois de uma bola bombeada para a área de Rui Marcos, valeu que o atleta Sertanense acertou mal na bola e esta parou nas mão do seguríssimo Rui Marcos. No minuto seguinte Rui Santos decidiu abrir o livro combina bem om elementos do meio campo academista indo da esquerda para a direita sempre em tabelinhas sucessivas cruzando para a entrada de Tomé que á meia volta não consegue acertar na baliza e com isso gorou-se uma boa oportunidade. Com a bola pelo chão o Académico fazia sempre a diferença e num desses carrosséis Fernando Ferreira escapa-se pela direita e quando se apresta para passar por Moretto – já tinha picado a bola – o guarda-redes brasileiro do Sertanense toca-lhe no pé de apoio, eu de muito longe não consigo ajuizar a preceito mas o fiscal de linha no enfiamento da jogada não tem dúvidas, grande penalidade para o Académico. Para a conversão Marcelo Henrique. Mais uma vez o 32 com uma grande penalidade e sobre grande pressão. Pressão que não o afectou em Março. Marcelo Henrique atira para a esquerda do seu compatriota e este defende. Ao meu lado alguém percebendo que pela minha reacção eu era adepto do Académico disse-me “aquele rapaz já defendeu 3 penaltys num jogo”. Ao minuto 39 Tomé foi agarrado na área na área Sertanense e deixou-se cair para mim havia grande penalidade o árbitro assim não entendeu, correu na direcção do academista, colocou a mão no bolso mas depois arrependeu-se, e ainda bem porque 4 minutos antes Tomé havia visto um amarelo injusto. Nos últimos 5 minutos duas oportunidade para o Académico: minuto 42 Marcelo Henrique na transformação de um livre directo obriga Moretto à defesa da tarde; minuto seguinte e na conversão de um pontapé de canto – marcado por Marcelo Henrique – Calico desvia ao primeiro poste e ao segundo Fernando Ferreira não faz o golo quando bastava “encostar”… de cabeça. Ao intervalo o 0-0 já era injusto.

A segunda parte iniciou-se verdadeiramente ao minuto 53 altura em que Fernando Ferreira com toda a classe do mundo coloca Tomé na cara do guarda-redes mas o 7 academista acossado por um contrário e atrapalhando-se num tufo do relvado perdeu espaço e tempo de remate e quando o fez a bola saiu tão enrolada que terminaria nas mão de Moretto. Aos 60 minutos – após Fernando Ferreira ter ganho uma falta (é mesmo esse o termo) – Rui Santos aprestou-se para marcar um livre directo, dois meses depois outro livre directo, mas a bola saiu por cima. Minuto 64 um rápido contra ataque academista Rui Marcos desmarca Rui Santos, o 10 academista troca a bola de forma exemplar com Guima e este amortece para o remate de Fernando Ferreira que tenta colocar o remate mas este morre nas mãos de Moretto. O Académico abusou demasiadas vezes das solicitações por alto para Guima quando era pelo chão que criava sempre mais perigo. Aos 66 minutos saiu Álvaro e entrou Éverson. Aqui terminou o jogo, ou quase. Todos sabemos pelo que passou Álvaro e ninguém melhor que António Borges sabe o que Álvaro pode dar, mas a verdade é que a partir do momento em que Álvaro saiu o Académico perdeu o meio campo e a bola sobrevoava invariavelmente o centro do campo sempre á procura de Guima, o jogo ficou completamente partido e valeu aqui que o Sertanense não teve nem arte nem engenho para se aproveitar do facto. Mesmo sobre o fim do tempo regulamentar, grande penalidade para o Académico. Pontapé de canto da direita, Calico salta com um adversário e este com as mãos bem esticadas faz grande penalidade. Nas caras dos jogadores academistas não se vê alegria, via-se preocupação, Marcelo Henrique já falhara uma grande penalidade, Rui Santos já sairá do terreno – entrou Zé Bastos – e foi Éverson que se encarregou da marcação. Olhei para o brasileiro e vi falta de confiança o meu vizinho de lado dizia-me novamente aquele rapaz já defendeu 3 penaltys num jogo”. Confesso-vos que nem eu conseguia transmitir confiança para dento das 4 linhas. Éverson atirou para a direita de Moretto e ele defendeu. Terminou como começou. Zero a zero.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

BENFICA - 2 - LIVERPOLL - 1 - SOFRIDO MAS JUSTO



Cardozo bisa na vitória do Benfica



O Benfica derrotou, esta quinta-feira, o Liverpool, por 2-1. A equipa «encarnada» chegou ao intervalo a perder, mas na segunda parte Cardozo, de grande penalidade, apontou os dois golos que originaram a reviravolta no marcador.

O Liverpool entrou bem na partida e logo aos nove minutos chegou ao golo. Gerrard apontou o livre e Agger, de calcanhar, bateu o guarda-redes Júlio César. O Benfica reagiu e Cardozo, por duas vezes, e Ramires falharam as oportunidades.

Aos 30 minutos lance decisivo do jogo, após uma falta de Luisão sobre Fernando Torres, o árbitro acabou por expulsar Babel, que colocou a mão na cara do defesa brasileiro. Ainda assim, o Benfica não conseguiu capitalizar na vantagem numérica durante a primeira parte.

Na segunda parte, o Benfica procurava chegar ao golo e aos 59 minutos o árbitro assinalou uma grande penalidade por falta sobre Aimar, após um lance em que Cardozo rematou ao poste. O avançado paraguaio foi chamado para apontar o castigo máximo e não falhou a ocasião.
Aos 78 minutos, Agger tocou a bola com a mão na área e o árbitro assinalou nova grande penalidade. Cardozo foi chamado novamente para apontar o lance e não falhou.
Após este resultado, o Benfica está em vantagem para o jogo da segunda-mão, que será em Anfield Road.
Ficha de jogo:
Estádio da Luz
Árbitro: Jonas Erikson (Suécia)


Equipas:

BENFICA – Júlio César; Maxi (Nuno Gomes, 59m), Luisão, David Luiz e Fábio Coentrão; Javi Garcia; Ramires, Carlos Martins (Ruben Amorim, 71m) e Di María; Aimar (Airton, 81m) e Cardozo.

LIVERPOOL – Reina; Johnson, Agger, Carragher e Insúa; Lucas e Mascherano; Kuyt, Gerrard (Benayoun, 91m) e Babel; Fernando Torres (Ngog, 81m).

Marcadores: 0-1, Agger (9m); 1-1, Cardozo (59m g.p.); 2-1, Cardozo (79m g.p.)
Acção disciplinar: Cartão amarelo Luisão (Benfica), David Luiz (Benfica), Insúa (Liverpool), Reina (Liverpool), Agger (Liverpool); Cartão vermelho Babel (Liverpool)

EU ESTIVE LÁ

LAGEOSA NO PINHEIRÃO

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quarta-feira, 31 de março de 2010

PRESSE

Talvez muita gente não saiba, mas a Nike e a CBF lançaram mês passaado o conjunto de camisas, calções, agasalhos, etc, chamado de "Black Pack", que será usado na Copa 2010 sempre que os jogadores estiverem fora de campo. A série de peças surpreende justamente pelo o que o nome diz: é tudo preto! Mantendo apenas o escudo, as estrelas e outros detalhes em amarelo, a ideia é lembrar que esta cor (o amarelinho) é que dá medo nas outras seleções e com o sugestivo slogan de "Para os adversários do Brasil o futuro é negro!", as roupas já estão no site da marca. E aí, quem não conhecia, o que achou?! "Enegrecidamente legaus"!

EU ESTIVE LÁ


FUTEBOL CLUBE DE MAFRA NO PINHEIRÃO

domingo, 28 de março de 2010

A.VISEU - 2 MAFRA - 2 - INGLÓRIO

Ac.Viseu FC 2 x 2 CD Mafra

O Académico de Viseu empatou, esta tarde, a duas bolas frente ao Mafra. O resultado poderia ter sido outro, mas a sorte não esteve com os academistas, que diga-se, tudo fizeram para levar de vencida esta equilibrada formação do Mafra. O técnico António Borges fez alinhar: Rui Marcos, Ruben (Hugo Seco), Tiago, Jonas e Marcelo; Calico, F. Ferreira, M. Almeida; Tomé (P. Gomes), Èverson (Álvaro) e Zé Bastos.
Destaques para a ausência do imprescindível Guima, por lesão, e o regresso do nº8, Álvaro.
O jogo começou praticamente com o primeiro golo forasteiro. À passagem do minuto 5, uma jogada vistosa do nº9, Catchana, abriu o activo para o Mafra. Imediatamente a seguir os viseenses conseguem empatar. Grande penalidade apontada com categoria por Marcelo, na sequência duma falta alcançada por Éverson. O jogador academista ganha posição dentro de área da equipa do Mafra, e é carregado por um adversário. Estava feita a igualdade. Depois disso, só deu Académico até ao intervalo, com duas ocasiões flagrantes. Primeiro, F. Ferreira num canto directo faz a bola embater no poste, não aparecendo depois ninguém para a recarga. Depois, foi a vez de Éverson falhar uma oportunidade de ouro, cabeceando sem oposição, mas a bola não entrou por muito muito pouco.
A segunda metade continuou com um Académico mandão, continuando a carregar. M. Almeida desperdiçou nova oportunidade, ao cabecear à figura de M.Santos. O 2º golo academista chegou já com Hugo Seco em campo, que entrara para o lugar de Rúben. Cruzamento de F. Ferreira, e Hugo Seco oportuno fazia o 2-1 para os viseenses. O técnico academista pretendia segurar o desafio, e faz entrar P. Gomes para o lugar do mágico Tomé. Contudo, o balde de água fria chegaria a 15 min dos 90. O rapidíssimo Zhang ganha pelo lado esquerdo a M. Almeida, faz cruzamento/remate que apanha o nº10, Bonifácio, estabelecendo o resultado final, 2-2. Até final, o Mafra não descurou do ataque, e as substituições operadas pelo técnico Filipe Moreira, traduziam isso mesmo. Contudo, já nos descontos, e com o saudoso regresso de Álvaro, o Académico teve a vitória mesmo muito perto. A bola é lançada por um academista para o rápido Hugo Seco, esteve ganha a bola ao guardião do Mafra, que entretanto saíra da baliza, e é carregado pelo mesmo. O árbitro resolve interromper o jogo para dar ordem de expulsão ao guardião (após segundo amarelo), esquecendo-se que Hugo Seco ia para a baliza, apenas com um defesa como opositor. O jogador academista não se conformou e chutou a bola para o ar, o que lhe valeu, imaginem, vermelho directo. Incrível. Num último minuto de jogo, um livre frontal de Marcelo fez a bola embater no ferro da baliza, e depois Jonas na recarga não conseguiu fazer o golo, que pena. Muito azar neste lance para o Académico.
Um resultado, que sabe a pouco, tanto mais pela excelente qualidade que esta equipa do Mafra demonstrou ter. E que jeito dariam mais dois pontos. Os academistas estão ainda no “ingrato” 12º posto, com 29 pontos. Mas o lema é continuar a lutar, a batalha vai, certamente, continuar a ser jogo a jogo. No próximo sábado a deslocação é complicada, até à Sertã, e pontos precisam-se. Força Académico!

sábado, 27 de março de 2010

BENFICA -1 BRAGA - 0 - JUSTISSIMO

Benfica bate Sp. Braga (1-0) e tem seis pontos de avanço na liderança
Um golo de Luisão durante o período de compensação da primeira parte valeu a vitória ao Benfica (1-0) diante do Sp. Braga, num dos mais importantes testes das águias na corrida para o título.

Com a vitória desta noite as águias passam a dispor de seis pontos de vantagem sobre o mais directo perseguidor, precisamente o Sp. Braga.
Num jogo de grande tensão, a equipa encarnada fez o que lhe competia durante a primeira parte e mesmo sem correr grandes riscos, foi quem mais procurou o golo. Afinal, para os bracarenses o empate não seria mau resultado, uma vez que poderia apostar no erro do adversário que tem ainda de receber o Sporting e deslocar-se ao estádio do Dragão.
O golo precioso para a águia chegou em cima do intervalo: na sequência de um canto, já em período de compensação, Luisão facturou. O capitão de equipa aproveitou uma bola solta na pequena área e rematou para o fundo da baliza.
A perder, o Sp. Braga reagiu rapidamente. Domingos Paciência esgotou as subsituições cedo na segunda-parte (Mossoró lesionou-se e teve de deixar o relvado) e a verdade é que desde então o jogo ficou mais partido.
O Sp. Braga começou a aproximar-se da baliza do Benfica e viu mesmo Moisés cabecear aos 68 muito perto do poste da baliza de Quim.
Em jogo estava – e continua a estar – a conquista do título, razão pela qual nenhuma das equipas podia dar-se ao luxo de abrandar. Para o Benfica seria importante um segundo golo (perdeu 0-2 em Braga, algo que pode ser importante em caso de igualdade pontual) e para os bracarenses o empate valeria ouro.
Não houve golos, mas houve emoção. O Benfica está bem lançado na corrida para o título, mas vai ter de provar ter fôlego em jogos muito importantes. Ao Sp. Braga resta ganhar os seus jogos até final e esperar por dois deslizes das águias.


BENFICA - Quim; Maxi Pereira, Luisão, David Luiz, Fábio Coentrão; Javi Garcia; Ramires, Carlos Martins, Di Maria; Saviola e Cardozo


Suplentes: Júlio César, Sidnei, Ruben Amorim, Aimar, César Peixoto, Nuno Gomes e Alan Kardec


SP. BRAGA – Eduardo; Filipe Oliveira, Moisés, Rodriguez, Evaldo; Andrés Madrid, Hugo Viana; Alan, Mossoró, Paulo César; Renteria


Suplentes: Kieszek, Miguel Garcia, Luís Aguiar, Meyong, Paulão, Rafael Bastos e Matheus
Golo: Luisão (45+2)
 


IMAGEM

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Os mais inusitados momentos esportivos, registrados em fotos
Fica difícil perceber as nuances de qualquer esporte apenas assistindo-o. Por isso, aqueles fotógrafos que ficam posicionados estrategicamente com suas poderosas câmeras conseguem fazer imagens impressionantes. Veja as fotos a seguir e seus momentos mais inusitados.

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