quarta-feira, 15 de outubro de 2014
PRESSE
SÉRVIA-ALBÂNIA
15-10-2014 20:50
10 momentos de tensão política no desporto
Adeptos albaneses em Tirana depois do cancelamento do Sérvia-Albânia.
Por Gaspar Castro sapodesporto@sapo.pt
A "batalha campal" de Belgrado foi a última prova de que, contra o desejo de muitos, política e desporto continuam a ser indissociáveis. O episódio do drone munido de uma bandeira representativa de uma "Grande Albânia", que reivindica territórios kosovares, sérvios, montenegrinos, macedónios e até gregos, levou a um motim em pleno relvado e trouxe à memória outros momentos em que a política se intrometeu no desporto.
Durante os Jogos Olímpicos de 1956, em Melbourne, uma partida de pólo aquático entre a União Soviética e a Hungria acabou conhecida como o jogo do "Sangue na Água". Tinham-se passado meras semanas desde os eventos da Revolução Húngara, que levaram à morte de mais de 2,500 soldados húngaros e cerca de 700 soviéticos, e todo o jogo estava envolto em tensão política. Os ânimos acenderam-se na água e um jogador húngaro abandonou a piscina a sangrar copiosamente da cara. Não fosse a intervenção da polícia e teria havido um motim em pleno jogo. Os eventos inspiraram até um documentário, "Freedom's Fury".
Tommie Smith e John Carlos, dois atletas negros norte-americanos, protagonizaram um momento de protesto contra o racismo durante os Jogos Olímpicos do México, em 1968. Smith e Carlos tinham acabado de conquistar o primeiro e terceiro lugares, respetivamente, na final dos 200 metros, e tiveram a "ousadia" de erguer os braços durante o hino dos Estados Unidos da América em apoio ao movimento do "Black Power" (poder negro). Na altura, o gesto foi duramente criticado pelo Comité Olímpico Norte-Americano mas defendido pela comunidade negra.
Um ano depois, uma série de manifestações contra o "apartheid" marcou a visita da equipa de râguebi da África do Sul a Londres. Num dos episódios mais conhecidos, o autocarro da formação sul-africana, composta inteiramente por jogadores brancos, foi sequestrado por um manifestante. Um dos jogadores conseguiu agarrar o condutor pelo pescoço e o veículo embateu numa série de carros estacionados. Em outros jogos da digressão em Inglaterra houve invasões de campo e jogos disputados em recintos rodeados por arame farpado.
O "massacre de Munique", durante os Jogos Olímpicos de 1972, é talvez o mais mediático de todos os eventos do género no mundo do desporto. O atentado da organização palestiniana Setembro Negro resultou na morte de onze membros da comitiva israelitas (cinco atletas e seis membros do corpo técnico). Um oficial da polícia alemã e cinco membros da Setembro Negro também morreram nos eventos, que deram origem a um filme realizado por Steven Spielberg em 2005.
Em 1980, 62 países boicotaram os Jogos Olímpicos de Moscovo, incitados pelo presidente norte-americano Jimmy Carter. Na origem do protesto estava a entrada das forças soviéticas no Afeganistão, em 1979, que originou uma guerra que durou nove anos. Apenas 80 países participaram nos Jogos de 1980. Quatro anos depois, 14 países do bloco soviético recusaram-se a participar nos Jogos de Los Angeles.
Em 2004, Carlos Delgado, jogador porto-riquenho de basebol, recusou-se a levantar-se durante o "God Bless America", uma canção patriótica norte-americana. O conhecido pacifista fê-lo em protesto contra a utilização da ilha de Vieques, em Porto Rico, como zona de teste de bombardeamentos por parte do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Delgado opunha-se ainda às intervenções norte-americanas no Afeganistão e no Iraque.
Ao longo de toda a sua carreira como futebolista, Paolo di Canio ficou conhecido pelo apoio demonstrado a ideologias fascistas. O antigo jogador italiano, que passou por Juventus, Milan e Lazio, fez por diversas ocasiões a saudação fascista associada ao regime de Mussolini durante partidas, em particular em jogos contra o Livorno, clube conotado com a política de esquerda. Na sua auto-biografia, di Canio descreveu Benito Mussolini como um "indivíduo de princípios" que era "mal compreendido". A afiliação política do antigo avançado continua a ser contestada até hoje.
A 3 de março de 2009, homens armados dispararam sobre um autocarro da equipa de críquete do Sri Lanka, que se deslocava para o Estádio Kadhafi em Lahore, Paquistão. Seis membros da equipa ficaram feridos, enquanto seis oficiais da polícia paquistanesa e dois civis perderam a vida. A culpa do atentado recaiu sobre militantes do Lashkar-e-Jhangvi, grupo que até se envolve frequentemente em atentados contra muçulmanos xiitas.
Menos violento foi o protesto dos Phoenix Suns, em 2010, contra a lei de imigração do estado norte-americano do Arizona. O ato legislativo que foi apresentado pelo Senado do Arizona como "Safe Neighborhood Act" ("Ato para um Bairro Seguro") gerou controvérsia e os Phoenix Suns tiveram uma palavra a dizer. A equipa norte-americana envergou camisolas com as palavras "Los Suns" como forma de homenagear os seus adeptos das comunidades latinas.
Já no atual ano, o Campeonato do Mundo de futebol, realizado no Brasil, motivou inúmeros protestos da população brasileira contra a realização do evento. As manifestações contra a realização da prova foram particularmente frequentes nos meses que a precederam e resultaram em dezenas de feridos nas principais cidades brasileiras, em confrontos entre a população e a polícia. Romário, antigo jogador e atual senador do estado do Rio de Janeiro, apelidou o evento de "maior roubo da história" e alegou que os gastos públicos terão atingido os 36 mil milhões de euros.
terça-feira, 7 de outubro de 2014
BENFICA - 4 AROUCA - 0 - LÓGICA
Enxurrada
Demorámos setenta e cinco minutos até conseguirmos furar a organização do Arouca (a dificuldade potenciada ainda por uma primeira parte jogada a um nível muito pouco aceitável da nossa parte), mas depois de conseguirmos marcar o primeiro golo tudo se tornou mais fácil, e a enxurrada de golos que se seguiu permitiu-nos acabar com uma goleada que nem espelha bem as dificuldades por que passámos neste jogo.
A nota de maior destaque no onze foi a ausência do Enzo. Jogou então o Derley de início, ficando o meio campo composto pelo Talisca e o Samaris. Na defesa, a já anunciada ausência do Jardel resultou na titularidade do Lisandro. A primeira parte foi muito complicada. Muito mérito do Arouca, que não veio estacionar o autocarro à frente da baliza, não fez antijogo, e soube manter-se muito bem organizado, ocupando bem os espaços todos, exercendo uma pressão muito forte sobre o portador da bola, e depois conseguindo sair rapidamente para o ataque sempre que a recuperava. O nosso meio campo revelou naturais dificuldades perante a superioridade numérica do adversário nessa zona, até porque o Talisca não está propriamente talhado para grande trabalho defensivo e o Samaris não podia estar em todo o lado ao mesmo tempo. Para complicar ainda mais as coisas, o Gaitán não estava nos seus dias, e sabemos bem que a sua criatividade é fundamental para inventar espaços e ultrapassar a organização defensiva dos adversários. As dificuldades do Benfica ficam bem expressas no facto de só bem depois dos vinte minutos termos conseguido fazer o primeiro remate do jogo (um remate disparatado do Gaitán) e ainda foi necessário esperar mais para vermos uma oportunidade de golo, num remate do Derley. O Arouca, pelo contrário, foi a equipa mais perigosa em campo durante a primeira parte, e bem podemos agradecer ao Artur o facto de não termos ido para o intervalo em desvantagem. Foram pelo menos três as defesas de grau de dificuldade elevado que lhe contei, e que ajudaram a manter o adversário em branco. Só nos minutos finais da primeira parte é que o Benfica finalmente conseguiu ameaçar um pouco mais e quase sempre através do Talisca, que rematava à baliza assim que tinha oportunidade. Mesmo sobre o final, o Lima lesionou-se e de ao Jonas a oportunidade de se estrear com a nossa camisola.
A segunda parte confirmou que o Gaitán de facto não deveria estar nas melhores condições, já que cedeu o seu lugar ao Ola John. Entrámos um pouco melhor para o segundo tempo e embora as dificuldades continuassem, pelo menos já se via a equipa acercar-se com mais perigo da baliza adversária, tendo mesmo enviado uma bola ao poste nos primeiros minutos, seguida de uma grande defesa à recarga do Jonas. A nossa equipa foi no entanto revelando um crescente nervosismo à medida que os minutos iam passando sem que o golo surgisse - para mim um nervosismo exagerado para o tempo que ainda havia para jogar. Quando nos aproximámos do meio da segunda parte o Arouca, tal como tinha acontecido com o Moreirense no último jogo em casa, começou a pagar a factura do grande desgaste físico que a pressão quase constante que tentaram exercer causou, e o espaço para jogar no meio campo começou a aumentar. Outro factor que na minha opinião acabou por ser decisivo foi a saída do Bruno Amaro. Durante todo o jogo ele ocupou a zona em frente à sua defesa e tinha como missão travar o Talisca de qualquer forma. Quando as pernas começaram a faltar, o recurso às faltas começou a ser cada vez mais frequente, até que o lagartão Hugo Miguel foi mesmo forçado a amarelá-lo para aí à sexta falta cometida. O Pedro Emanuel acabou por ser forçado a substituí-lo, porque se tornou evidente que acabaria por ser expulso - quando foi substituído já deveria mesmo estar na rua, mas o árbitro conseguiu não lhe dar o segundo amarelo depois de um flagrante e intencional corte com a mão. Coincidência ou não, minutos depois da sua saída (a quinze minutos do final) o Talisca arrancou pelo meio, tabelou com o Derley, e de pé direito fuzilou a baliza. A partir daí foi a derrocada do Arouca, que sofreu mais três golos em menos de um quarto de hora. Primeiro foi o Salvio que entrou pela direita e ofereceu ao Derley um mais que merecido golo, e depois foi o Ola John a fazer o mesmo por duas vezes pela esquerda, oferecendo o terceiro ao Salvio e o quarto ao estreante Jonas.
Os melhores jogadores do Benfica foram para mim o Talisca e o Derley. Não faço distinção entre ambos, porque foram igualmente importantes nesta vitória. O Talisca marcou o importante primeiro golo, que desatou o nó complicado em que o jogo se estava a tornar, mas mesmo durante a má primeira parte foi o mais rematador da equipa. O Derley merece a distinção pelo empenho que teve em todo o jogo. Fez a tabela com o Talisca no primeiro golo e marcou o segundo, mas acima de tudo gostei da atitude dele. Não é nenhum portento técnico, mas deu tudo o que tinha, lutou por cada bola que lhe chegou, e com ele o Benfica teve alguma capacidade para segurar a bola na frente. Muito importante também o Artur na primeira parte, em que foi o principal responsável por manter o resultado em branco. Gostei de ver o Samaris hoje, sobretudo quando se libertou da posição mais defensiva e avançou no terreno, já que parece sentir-se mais à vontade em zonas mais adiantadas. O Ola John, tal como contra o Moreirense, voltou a entrar bem e a ser decisivo. E para terminar, se calhar até é um bocado embirração minha com o Jardel, mas gostava mesmo que o Lisandro tivesse oportunidade para jogar mais alguns jogos a titular - mesmo tendo hoje cometido um erro na primeira parte.
O resultado pode ser algo injusto para o Arouca, que pelo que fez na Luz talvez não merecesse uma derrota tão pesada. Mas acabou por pagar a factura do enorme esforço que despendeu a tentar travar o jogo do Benfica, que teve o mérito de insistir até final sem sequer abrandar depois de alcançada a vantagem. Temos o ataque mais concretizador do campeonato, o Talisca, com quem os nossos adversários tanto gozaram na pré-época, é o melhor marcador e continua a resolver jogos, e mantemos os quatro pontos de vantagem sobre o nosso adversário. No final, é isso o que interessa.
LEIXÕES - 1 A.VISEU - 1 - AZIADO
Leixões SC 1-0 Ac. Viseu FC
Estádio do Mar, 5 de outubro de 2014
10ª Jornada da Liga 2
Árbitro: Jorge Sousa (Porto)
Leixões: Chastre; Gonçalo Graça, Orlando, Pedro Pinto e João Pedro; Tiago Lenho, Moedas (Novais, 66) e Cadinha; Mendes (Chiquinho, 83), Valente e Alemão (Preciado, int). Treinador: Horácio Gonçalves.
Ac. Viseu: Ivo Gonçalves; Tomé, Pedro Santos, Eridson e Dalbert (Filipe Nascimento, 90+2); Alphonse, Alex Porto e João Coimbra (Renan, 80); Luisinho, Tiago Almeida (Sandro Lima, 61) e Tiago Borges. Treinador: Alex Costa.
Golo: Valente 90 (1-0)
“Um golo de Valente, mesmo ao cair do pano, permitiu ao Leixões somar três ponto na receção ao Ac. Viseu.
A primeira parte foi dominada pelos forasteiros, que pecaram na finalização, muito por culpa da boa exibição do guarda-redes Chastre. A equipa do “mar” só acordou nos 10 minutos finais, onde teve duas boas ocasiões de golo. Os segundos 45 minutos foram equilibrados, mas o Leixões acabou por merecer o golo do triunfo.”
In Record.
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
LEVERKUSEN - 3 BENFICA - 1 - FRACA
Fraca
Exibição muito fraca esta noite na Alemanha e derrota mais do que justa perante um Leverkusen que foi melhor em todos os aspectos do jogo. Já disse diversas vezes qual é a importância que eu dou à Champions, mas independentemente disso não posso ficar indiferente a um desempenho muito abaixo de qualquer mínimo aceitável, que foi aquilo a que assistimos esta noite.
Foi visível desde o apito inicial que seria muito difícil conseguirmos o que quer que fosse deste jogo. Os alemães submeteram-nos a uma pressão intensíssima e nós fomos praticamente incapazes de sair do nosso meio campo, e nem sequer de armar uma jogada com dois ou três passes seguidos. O Leverkusen foi superior em tudo, colectivamente e individualmente. Foi como se nós estivessemos a jogar de bicicleta e eles de BMW. Qualquer bola dividida entre um dos nossos e um alemão acabava quase invariavelmente da mesma forma: com o nosso jogador no chão e a bola nos pés do adversário. No meio campo fomos completamente atropelados, e os alemães insistiram sobretudo pelo lado esquerdo da nossa defesa, que foi incapaz de dar conta do recado. A pressão alemã foi impiedosa até que chegou finalmente a um merecido golo, aos vinte e cinco minutos de jogo - nesta altura o Benfica tinha feito zero remates no jogo o que, convenhamos, até tinha toda a lógica porque provavelmente ainda não tínhamos passado do meio campo. O golo resultou da recarga a um remate largado pelo Júlio César, que já antes tinha largado a bola. Poucos minutos depois chegou o segundo golo, numa jogada que já tinha sido repetida várias vezes: entrada pelo lado esquerdo, centro atrasado e remate de um adversário vindo de trás sem o devido acompanhamento pelos médios.
Só depois do segundo golo é que o Benfica conseguiu finalmente respirar um pouco, mas claramente mais como consequência de algum abrandamento por parte dos alemães do que por subida de rendimento da nossa parte. A segunda parte foi jogada mais nesse ritmo, em que pelo menos não éramos pressionados logo à saída da nossa área e ainda conseguíamos trocar a bola mais ou menos à vontade na nossa defesa, mas a partir do meio campo a história era diferente: parecia que só se viam camisolas vermelhas do Leverkusen por toda a parte, e quase nenhum espaço para jogarmos, sendo a bola perdida muito rapidamente. A meia hora do final, praticamente na primeira vez que o Gaitán conseguiu ter uma bola controlada perto da área adversária, deixou três adversários para trás e entregou ao Salvio na direita, que evitou um adversário e de pé esquerdo fez um golo que, com toda a honestidade, nada tínhamos feito por merecer. Mas nem deu sequer para começar a alimentar qualquer esperança de entrarmos na discussão do resultado, porque a bola foi ao meio campo e na jogada seguinte, numa raríssima ocasião em que um árbitro de baliza se lembrou que está lá para fazer algo mais do que ser um mero espantalho, assinalou um penálti no mínimo manhoso do Jardel sobre o Kiessling, e o resultado voltou outra vez para os dois golos de diferença. E o jogo terminou efectivamente aí, porque durante o tempo que restou jogou-se a um ritmo muito reduzido. O Leverkusen estava satisfeito e não parecia disposto a esforçar-se muito mais, mantendo o jogo sempre perfeitamente sob controlo, e nós não mostrámos qualquer capacidade para alterar o rumo dos acontecimentos.
Seria fácil estar a desancar alguns dos suspeitos do costume depois de um jogo destes, mas francamente, o nosso jogo desta noite foi tão mau sob todos os aspectos que seria injusto fazê-lo. Foi tudo demasiado mau.
Não vou entrar pelo discurso do 'há que levantar a cabeça' porque para mim nunca a baixamos. Mas no domingo já terei posto este jogo para trás das costas e lá estarei a apoiar os nossos contra o Arouca. O campeonato é a nossa principal prioridade e eu concordo completamente com essa estratégia. Mas esta noite estivemos muito mal, e se eu não estou à espera que o Benfica aposte as fichas todas na Champions, pelo menos espero que consigamos deixar uma imagem minimamente condigna ao nome do Benfica. E não foi isso o que aconteceu hoje.
A.VISEU-3 MARITIMO B - 0 -EXEMPLAR
Ac. Viseu-Marítimo B, 3-0: São já seis jogos sem perder
PUPILOS DE ALEX COSTA EM GRANDE
Treinador Alex Costa continua a dar-se bem em Viseu.
O Ac. Viseu venceu esta quarta-feira em casa o Marítimo B, por 3-0, em jogo da nona jornada da 2.ª Liga, e somou o sexto jogo consecutivo sem perder na prova.
Ainda os poucos espectadores presentes nas bancadas do Fontelo se acomodavam nas cadeiras e já Tiago Borges marcava um grande golo. Aos três minutos, o avançado viseense rematou, fortíssimo, à entrada da área, sem hipóteses de defesa para José Sá.
Os comandados de Alex Costa sacudiam assim alguma pressão sobre a equipa, depois do inesperado afastamento da Taça de Portugal, no domingo passado, frente ao Famalicão. A perder, o Marítimo B começou a procurar a baliza academista, com Filipe Oliveira a comandar as ações ofensivas da equipa, conseguindo criar algumas situações perigosas para a baliza de Ivo Gonçalves, mas o resultado não se alterou, com o Académico a desperdiçar, também, boas oportunidades para dilatar a vantagem.
Na segunda parte, logo aos 52 minutos, Alex Porto serviu Tiago Borges, que, em plena área, desperdiçou o que seria o segundo do Académico. Kukula, aos 65 minutos, enviou a bola à barra da baliza de Ivo Gonçalves, naquela que foi a melhor oportunidade dos madeirenses em todo o jogo. E foi numa altura em que o Marítimo B era mais perigoso que Tiago Almeida, aos 69 minutos, fez o segundo para os viseenses. O mesmo jogador viria a bisar aos 81 e fechou o resultado no 3-0 final para o Ac. Viseu.
Jogo do Estádio Municipal do Fontelo, em Viseu.
Ac. Viseu - Marítimo B, 3-0.
Ao intervalo: 1-0.
Marcadores: 1-0, Tiago Borges, 3 minutos. 2-0, Tiago Almeida, 69'. 3-0, Tiago Almeida, 81'.
Equipas:
Ac. Viseu: Ivo, Tiago Costa, Pedro Santos, Eridson, Dalbert, João Coimbra (Renan, 73'), Alex Porto, Alphonse, Tiago Almeida (Sandro Lima, 82'), Luisinho e Tiago Borges.
Suplentes: Ricardo Ribeiro, Sandro Lima, Clodoaldo, Renan, Tomé, Paulo Roberto, Clayton.
Treinador: Alex Costa.
Marítimo B: José Sá, Luís Olim, Bernardo Lopes, Carlos Daniel (Amaro Neto, 62'), Kaj, Tiago (Panin, 73'), Pana, Filipe Oliveira, Kukula, Kevyn (Ibrahim, 73'), Xavier.
Suplentes: Rui Vieira, Ibrahim, Cristiano, Amaro Neto, Jake, Marco Barbeiro, Panin.
Treinador: João Carvalho.
Árbitro: João Pinheiro (Braga).
Ação disciplinar: Cartão amarelo para Pedro Santos (14'), Kaj (44'), Tiago Costa (53'), Panin (78'), Ibrahim (90'+1).
domingo, 28 de setembro de 2014
A.VISEU - 1 FAMALIÇÃO - 2 - TRISTEZA
Ac. Viseu FC 1-2 FC Famalicão
Estádio do Fontelo, 28 de setembro de 2014
2ª Eliminatória da Taça de Portugal
Árbitro:
Ac. Viseu: Ricardo Ribeiro; Tomé (c), Eridson, Vinícius e Dalbert; Renan, Alex Porto, Ricardo Ferreira (João Coimbra) e Tiago Almeida (Tiago Borges); Paulo Roberto e Sandro Lima (Luisinho). Treinador: Alex Costa.
Famalicão: Murta; Joel Monteiro, Luiz Alberto, Vilaça e João Pedro; Ibraima (Éder Diego), Vítor Lima e Mércio; Feliz, Diogo Torres (Diogo Medeiros) e João Paulo (Correia).Treinador: Daniel Ramos
Golos: Sandro Lima (1-0), Mércio (1-1), Diogo Medeiros (1-2)
O Académico tinha hoje uma excelente oportunidade, de passar á próxima eliminatória, da prova rainha, do futebol português, a Taça de Portugal, que dá prestigio, e pode ser benéfica em termos financeiros.
Uma duvida que fica, ainda antes do inicio do jogo, olhando para o onze academista: o treinador Academista queria passar esta eliminatória?
Pareceu-nos que não, desprezou os adeptos, e arriscou demais, quando deixou, Luisinho, Tiago Borges, Coimbra e Alphonse no banco.
Não teve, ao não quis ter a noção, que seria demais deixar 4 titulares de fora, quando tem ao seu dispor, apenas 3 substituições.
Quanto ao jogo, muito pouco a dizer, mal disputado, desgarrado, onde apenas e só a equipa de branco, a de Famalicão, demonstrou que queria ganhar o jogo .
O Académico até chegou ao intervalo a ganhar, quando num cruzamento para a área, Paulo Roberto amortece de peito para Sandro Lima, que remata á saida do guarda redes e faz o primeiro golo da partida.
Minutos depois é Paulo Roberto, que isolado na área, não teve arte nem engenho para desfeitear Murta, que fez uma grande defesa. Podia ter sido o lance capital do jogo, mas quem não marca acaba por sofrer.
No inicio da 2ª parte só deu Famalicão, o meio campo academista, não existia, e permitia que os jogadores chegassem á área adversária com bastante facilidade.
O treinador academista demorou 10m a perceber, aquilo que todos no Fontelo, já tinham adivinhado, o golo famalicense.
Nesta altura em desespero lança Luisinho e Coimbra, para os lugares de Ricardo Ferreira, e Sandro Lima, mas já era tarde, muito tarde, no futebol é raro acontecerem milagres!
Com o segundo golo famalicense, o descrédito caiu sobre os jogadores academistas, Luisinho e João Coimbra, não surtiram os efeitos pretendidos, porque a pressão era muita, e nada saia bem.
O meio campo academista continuava miserável, com Renan, a ter uma estreia muito aquém do esperado, uma vez que vem de uma longa paragem e ainda sem ritmo para jogos desta natureza.
Houve taça, vitória justa do Famalicão, que deu uma verdadeira lição de entreajuda aos profissionais academistas.
Esta derrota, só teve um responsável, aquele que não estudou bem a lição, e menosprezou, a ambição dos adeptos do seu clube.
Não é demais pedir aos profissionais do nosso clube, que na próxima oportunidade, honrem o "manto sagrado" que hoje, envergonharam.
O Académico tinha hoje uma excelente oportunidade, de passar á próxima eliminatória, da prova rainha, do futebol português, a Taça de Portugal, que dá prestigio, e pode ser benéfica em termos financeiros.
Uma duvida que fica, ainda antes do inicio do jogo, olhando para o onze academista: o treinador Academista queria passar esta eliminatória?
Pareceu-nos que não, desprezou os adeptos, e arriscou demais, quando deixou, Luisinho, Tiago Borges, Coimbra e Alphonse no banco.
Não teve, ao não quis ter a noção, que seria demais deixar 4 titulares de fora, quando tem ao seu dispor, apenas 3 substituições.
Quanto ao jogo, muito pouco a dizer, mal disputado, desgarrado, onde apenas e só a equipa de branco, a de Famalicão, demonstrou que queria ganhar o jogo .
O Académico até chegou ao intervalo a ganhar, quando num cruzamento para a área, Paulo Roberto amortece de peito para Sandro Lima, que remata á saida do guarda redes e faz o primeiro golo da partida.
Minutos depois é Paulo Roberto, que isolado na área, não teve arte nem engenho para desfeitear Murta, que fez uma grande defesa. Podia ter sido o lance capital do jogo, mas quem não marca acaba por sofrer.
No inicio da 2ª parte só deu Famalicão, o meio campo academista, não existia, e permitia que os jogadores chegassem á área adversária com bastante facilidade.
O treinador academista demorou 10m a perceber, aquilo que todos no Fontelo, já tinham adivinhado, o golo famalicense.
Nesta altura em desespero lança Luisinho e Coimbra, para os lugares de Ricardo Ferreira, e Sandro Lima, mas já era tarde, muito tarde, no futebol é raro acontecerem milagres!
Com o segundo golo famalicense, o descrédito caiu sobre os jogadores academistas, Luisinho e João Coimbra, não surtiram os efeitos pretendidos, porque a pressão era muita, e nada saia bem.
O meio campo academista continuava miserável, com Renan, a ter uma estreia muito aquém do esperado, uma vez que vem de uma longa paragem e ainda sem ritmo para jogos desta natureza.
Houve taça, vitória justa do Famalicão, que deu uma verdadeira lição de entreajuda aos profissionais academistas.
Esta derrota, só teve um responsável, aquele que não estudou bem a lição, e menosprezou, a ambição dos adeptos do seu clube.
Não é demais pedir aos profissionais do nosso clube, que na próxima oportunidade, honrem o "manto sagrado" que hoje, envergonharam.
ESTORIL - 2 BENFICA - 3 - SOFRIMENTO
Masoquismo
Depois de uma entrada de rompante que parecia indicar um jogo tranquilo e deixou no ara até cheiro a possível goleada, de uma forma quase masoquista o Benfica desperdiçou uma vantagem de dois golos e foi obrigado a sofrer para trazer os três pontos da sua visita ao Estoril.
Com o Artur na baliza sendo a única alteração ao onze que tem sido habitual, o Benfica entrou de rompante no jogo e aos oito minutos já vencia por dois golos. O primeiro surgiu logo aos três minutos, numa iniciativa individua do Talisca, que percorreu metade do campo com a bola nos pés, deixando pelo caminho quem lhe apareceu à frente até rematar para o fundo da baliza. O segundo golo foi fruto da pressão alta que o Benfica exerceu, que resultou numa recuperação de bola do Gaitán para uma assistência que deixou ao Talisca apenas o trabalho de empurrar para a baliza deserta. E o Benfica não parou por aí, continuando a mandar no jogo como queria e a criar ocasiões em barda para marcar o terceiro golo - só perto da meia hora é que o Estoril finalmente conseguiu fazer o primeiro remate no jogo. Mas nos minutos finais da primeira parte o Benfica adormeceu e abrandou em demasia, o que permitiu ao Estoril criar algumas ocasiões e finalmente marcar mesmo o golo que lhes permitia reentrar na discussão do resultado. Depois de um primeiro remate ao poste, o Maxi acabou por desviar a recarga para dentro da própria baliza. A resposta do Benfica até foi quase imediata, com o Jardel a cabecear para enviar a bola ao poste pela segunda vez no jogo (a primeira tinha sido do Lima), mas foi com um sentimento de frustração que se foi para intervalo com uma vantagem mínima no marcador. A produção do Benfica merecia uma vantagem mais dilatada e o jogo praticamente resolvido, mas em vez disso adivinhavam-se dificuldades para a segunda parte.
O Benfica até nem reentrou muito mal, e criou algumas jogadas de perigo pelos flancos que foram muito mal finalizadas por demasiada indecisão na altura do passe. Mas infelizmente nem foi preciso esperar muito para que o Estoril empatasse o jogo, porque fizeram-no praticamente na primeira jogada de perigo que construíram - diga-se que foi uma boa jogada do ataque do Estoril, que permitiu ao Kléber uma finalização muito fácil à boca da baliza. A partir daqui o Benfica voltava a ter que correr atrás do resultado. A presença na frente foi reforçada com a troca do Talisca pelo Derley (nessa altura o Talisca já parecia ter quebrado fisicamente) e o Benfica voltou a ter total controlo do jogo - diga-se que o Estoril, depois do golo marcado logo aos nove minutos da segunda parte, nada mais conseguiu fazer em termos atacantes. A pressão do Benfica foi-se intensificando e as oportunidades aparecendo, mas a tarefa do Estoril ficou ainda mais complicada depois de ficar reduzido a dez por segundo amarelo ao Cabrera, após uma entrada dura sobre o Enzo. O expulsão aconteceu a vinte e cinco minutos do final, e o Benfica voltou à vantagem no marcador apenas cinco minutos depois, num lance em que o maior mérito é do Derley por não ter desistido da jogada. Depois da felicidade que teve ao ganhar o ressalto numa bola dividida com o guarda-redes, ainda conseguiu tocá-la já quase sobre a linha de fundo para que o Lima aparecesse a centímetros da baliza a fazer o golo. O Estoril já não parecia ter capacidade para reagir e o Benfica até poderia ter forçado um pouco mais na procura do golo da tranquilidade, mas faltou alguma inspiração na frente. Ao contrário da semana passada, desta vez o Ola John entrou desastrado no jogo, e o Lima continua a falhar em situações onde normalmente não perdoaria.
Os melhores do Benfica foram, para mim, o Gaitán, que foi o maior criador de lances de ataque da equipa, e o Enzo, que sobretudo na altura em que foi necessário vir para a frente à procura do terceiro golo pegou nas rédeas do jogo e fez mover toda a equipa. Foi também ele quem arrancou o segundo amarelo e consequente expulsão do jogador do Estoril. O Talisca marcou um golo muito bom e teve uma entrada no jogo bastante positiva, mas foi perdendo fulgor muito cedo, não sei se consequência da entrada que sofreu e que o obrigou a ser assistido.
Podia ter sido um resultado bem mais dilatado, mas acabámos por ser obrigados a sofrer muito mais do que eu cheguei a esperar quando vi aquela entrada no jogo. Ficam os importantes três pontos no bolso, e o alargamento da vantagem sobre o adversário na disputa do título para quatro pontos. Com maior ou menor brilhantismo, este continua a ser um dos melhores inícios de campeonato do Benfica nos últimos anos.
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
TAÇA DA LIGA - A.VISEU - 3 BELENENSES - 1 -BRILHANTE
Ac. Viseu FC 3 - 1 CF Belenenses
Estádio do Fontelo, 24 de setembro de 2014
1ª mão da Segunda Fase da Taça da Liga
Árbitro: Artur Soares Dias (Porto)
Ac. Viseu: Ricardo Ribeiro; Tiago Costa, Pedro Santos (c), Eridson e Dalbert; Alphonse, Alex Porto e João Coimbra; Luisinho, Tiago Almeida (Ricardo Ferreira), Tiago Borges (Paulo Roberto) e Luisinho. Treinador: Alex Costa.
Belenenses: Ventura; Nélson (André Teixeira), Palmeira, João Meira e Daniel Martins; Pelé e Bruno China (c); Abel Camará, Tiago Silva (Fábio Sturgeon) e Fredy; Mailó (Deyverson). Treinador: Lito Vidigal.
Golos: Luisinho gp (1-0), João Coimbra (2-0), Freddy gp (2-1), Tiago Almeida (3-1)
O Académico de Viseu teve um arranque de jogo de elevado nível e a primeira parte foi, quase, de sentido único, tirando dois ataques belenenses mas em que o perigo foi relativo.
O Académico com uma ala direita diabólica, excelentes as combinações entre Tiago Costa e Luisinho e entre este e Tiago Borges, colocou a cabeça em água à defesa lisbonense. Daniel Martins, o defesa esquerdo, terá por certo dificuldades em esquecer este jogo. Ainda antes do golo inicial do Académico, apontado de grande penalidade por Luisinho, já o mágico academista tinha desperdiçado uma boa chance para facturar. A juntar a isto sublinhe-se a grande dinâmica imposta pelo meio campo academista onde João Coimbra - que jogo! - esteve em grande destaque.
Na segunda parte o Belenenses entrou decidido a mudar o jogo, com os seus jogadores mais rápidos sobre a bola e com Freddy, sobretudo ele a levar alguns calafrios à baliza academista.
Mas o Académico chegaria ao segundo golo. Num verdadeiro hino ao contra ataque- vejam o resumo e digam-me se tenho ou não razão - João Coimbra, de cabeça, marcaria ao segundo poste, respondendo de maneira perfeita a um cruzamento de Tiago Borges da direita, isto depois de mais um bom trabalho de Luisinho.
No entanto o "pesadelo de Oliveira de Azeméis" chegou a pairar no Fontelo quando Freddy, de penalty, reduziu para os azuis de Belém. Só que o Belenenses nem tempo teve de saborear o golo, já que no imediato Tiago Almeida - formado no clube da Cruz de Cristo - desviou para a baliza de Ventura uma bola cabeçada ao poste por Eridson. Estava feito o resultado final.
Até ao fim o Académico geriu bem o resultado - desta vez ninguém tem nada a apontar ao treinador. Destaque ainda para uma grande defesa de Ricardo Ribeiro a evitar o 3-2.
Bom resultado, bom jogo, mas a eliminatória está a apenas no intervalo. E domingo há jogo com o Famalicão e convém não "entrar de salto alto"!
O Académico de Viseu teve um arranque de jogo de elevado nível e a primeira parte foi, quase, de sentido único, tirando dois ataques belenenses mas em que o perigo foi relativo.
O Académico com uma ala direita diabólica, excelentes as combinações entre Tiago Costa e Luisinho e entre este e Tiago Borges, colocou a cabeça em água à defesa lisbonense. Daniel Martins, o defesa esquerdo, terá por certo dificuldades em esquecer este jogo. Ainda antes do golo inicial do Académico, apontado de grande penalidade por Luisinho, já o mágico academista tinha desperdiçado uma boa chance para facturar. A juntar a isto sublinhe-se a grande dinâmica imposta pelo meio campo academista onde João Coimbra - que jogo! - esteve em grande destaque.
Na segunda parte o Belenenses entrou decidido a mudar o jogo, com os seus jogadores mais rápidos sobre a bola e com Freddy, sobretudo ele a levar alguns calafrios à baliza academista.
Mas o Académico chegaria ao segundo golo. Num verdadeiro hino ao contra ataque- vejam o resumo e digam-me se tenho ou não razão - João Coimbra, de cabeça, marcaria ao segundo poste, respondendo de maneira perfeita a um cruzamento de Tiago Borges da direita, isto depois de mais um bom trabalho de Luisinho.
No entanto o "pesadelo de Oliveira de Azeméis" chegou a pairar no Fontelo quando Freddy, de penalty, reduziu para os azuis de Belém. Só que o Belenenses nem tempo teve de saborear o golo, já que no imediato Tiago Almeida - formado no clube da Cruz de Cristo - desviou para a baliza de Ventura uma bola cabeçada ao poste por Eridson. Estava feito o resultado final.
Até ao fim o Académico geriu bem o resultado - desta vez ninguém tem nada a apontar ao treinador. Destaque ainda para uma grande defesa de Ricardo Ribeiro a evitar o 3-2.
Bom resultado, bom jogo, mas a eliminatória está a apenas no intervalo. E domingo há jogo com o Famalicão e convém não "entrar de salto alto"!
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
OLIVEIRENSE - 3 A. VISEU - 3 - DESESPERO
OLIVEIRENSE 3 - 3 ACADÉMICO DE VISEU | FUTEBOL TERMINA AO MINUTO 90.
Ficha do jogo – Oliveirense 3 – 3 Académico de Viseu
2ª Liga – 8ª Jornada
Data – 21 de Setembro de 2014
Estádio – Carlos Osório ( Oliveira de Azeméis )
Arbitro – Marco Ferreira ( A.F. Madeira )
Auxiliares – Nelson Moniz e Bruno Trindade
Ao intervalo – 0 - 2
Resultado final – 3 - 3
Golos: Luisinho ( 10´), Sérgio ( 31´ PB) Tiago Almeida ( 54´) ( Académico de Viseu )
Carlitos ( 65´), Sérgio ( 71´ ) Pedro Moreira ( 79´) ( Oliveirense )
Oliveirense 3
João Pinho, Carela ( Pedro Moreira, 57' ), Angelo, Sérgio, Bruno Simão, Godinho ( Renan, 57' ), Zé Pedro, Carlitos, Rui Lima, Ivan Santos ( Mário Mendonça, 66' ) e Rafa.
Suplentes: Hélder Godinho, Oliveira, Bru, Pedro Moreira, Renan, Mário Mendonça e Luís.
Treinador: Artur Silva Marques.
Ac. Viseu 3
Ivo Gonçalves, Tomé Mendes, Eridson, Pedro Santos (cap) e Dalbert Henrique, Alphonse, Alex Porto, Luisinho ( Marcel, 74´), Tiago Almeida, João Coimbra ( João Ricardo, 78´) e Tiago Borges ( Sandro Lima, 63´).
Suplentes Ricardo Ribeiro, João Carneiro, Clodoaldo, João Ricardo, Ricardo Ferreira, Marcel e Sandro Lima.
Treinador: Alex Costa.
2ª Liga – 8ª Jornada
Data – 21 de Setembro de 2014
Estádio – Carlos Osório ( Oliveira de Azeméis )
Arbitro – Marco Ferreira ( A.F. Madeira )
Auxiliares – Nelson Moniz e Bruno Trindade
Ao intervalo – 0 - 2
Resultado final – 3 - 3
Golos: Luisinho ( 10´), Sérgio ( 31´ PB) Tiago Almeida ( 54´) ( Académico de Viseu )
Carlitos ( 65´), Sérgio ( 71´ ) Pedro Moreira ( 79´) ( Oliveirense )
Oliveirense 3
João Pinho, Carela ( Pedro Moreira, 57' ), Angelo, Sérgio, Bruno Simão, Godinho ( Renan, 57' ), Zé Pedro, Carlitos, Rui Lima, Ivan Santos ( Mário Mendonça, 66' ) e Rafa.
Suplentes: Hélder Godinho, Oliveira, Bru, Pedro Moreira, Renan, Mário Mendonça e Luís.
Treinador: Artur Silva Marques.
Ac. Viseu 3
Ivo Gonçalves, Tomé Mendes, Eridson, Pedro Santos (cap) e Dalbert Henrique, Alphonse, Alex Porto, Luisinho ( Marcel, 74´), Tiago Almeida, João Coimbra ( João Ricardo, 78´) e Tiago Borges ( Sandro Lima, 63´).
Suplentes Ricardo Ribeiro, João Carneiro, Clodoaldo, João Ricardo, Ricardo Ferreira, Marcel e Sandro Lima.
Treinador: Alex Costa.
Como é que foi possivel isto ter acontecido?
Esta terá sido sem duvida a frase mais dita esta tarde por adeptos e simpatizantes destas duas equipas, o que aconteceu, mau grado o Académico ter-se posto a geito para isto foi unicamente futebol, é por isso que este desporto desperta tanto interesse, não venho culpabilizar ninguem nem tão pouco defender mas tenho a certeza se o Mister Alex não tivesse mexido na equipa agora estaríamos a dizer que ele devia ter feito substituições, aconteceu paciência, deixou-me deveras irritado a mim e a muitos Academistas mas a culpa essa foi sem margem de duvida da Oliveirense que acreditou que podia mudar algo naquela tarde, um exemplo a seguir por muito boa gente e por nós Académico tambem, lembro que desde do dia 17-02-2013 (ainda estavamos na 2ª Divisão B Zona Centro e nesse dia ganhamos ao Pampilhosa por 3-1 depois de termos estado a perder por 0-1) que não viramos um resultado negativo e só na ultima jornada com o Braga conseguimos alguma coisa depois tambem de um 0-1, por isso peço á equipa que lembre este jogo como forma de evitar estes erros e que tenha esta atitude deste adversário.
É inglório a maneira como perdemos 4 pontos em 5 dias, havemos de ir busca-los a outro lado qualquer, sim disse qualquer porque depois daquilo que tenho visto temos equipa para ganhar a qualquer adversário deste campeonato, só precisamos de ter dois ingredientes q.b., jogar á bola e ter sorte, já vi esta equipa a jogar por 3 ocasiões (Portimonense em casa, Benfica B e Atlético fora) e fico com a sensação que de facto este Sandro Lima é muito limitado, Tiago Almeida e Tiago Borges estão muitos furos acima deste jogador, assim como Dalbert, nos jogos aqui em Lisboa o flanco dele era um autentico auto-estrada para os adversários, o resto da equipa aqueles que mais sobressaem são o Alphonse, joga e faz jogar alem disso é um optimo recuperador de bolas, Tomé está a atravessar um bom momento e claro o mágico Luisinho, quanto á baliza Ivo Gonçalves apesar de não ser daqueles gr espectaculares é muito seguro dá confiança por este facto é que me deixa ainda mais intrigado daquilo que aconteceu hoje!
No meio disto tudo faltam 40 pontos para o objectivo da epoca, 10 vitórias e mais uns tantos empates e ficaremos a salvo de qualquer calafrio, pelos meus palpites (valem o que valem) teríamos agora 11 pontos portanto mais um ponto daquilo que temos, mas se continuarmos com este andamento vamos acabar com 58 pontos, na epoca passada por esta altura tinhamos 5 pontos só descia um mas este ano temos o dobro podiamos ter mais quem não gostava mas havemos de ter mais domingos e quartas para sorrir!
Esta terá sido sem duvida a frase mais dita esta tarde por adeptos e simpatizantes destas duas equipas, o que aconteceu, mau grado o Académico ter-se posto a geito para isto foi unicamente futebol, é por isso que este desporto desperta tanto interesse, não venho culpabilizar ninguem nem tão pouco defender mas tenho a certeza se o Mister Alex não tivesse mexido na equipa agora estaríamos a dizer que ele devia ter feito substituições, aconteceu paciência, deixou-me deveras irritado a mim e a muitos Academistas mas a culpa essa foi sem margem de duvida da Oliveirense que acreditou que podia mudar algo naquela tarde, um exemplo a seguir por muito boa gente e por nós Académico tambem, lembro que desde do dia 17-02-2013 (ainda estavamos na 2ª Divisão B Zona Centro e nesse dia ganhamos ao Pampilhosa por 3-1 depois de termos estado a perder por 0-1) que não viramos um resultado negativo e só na ultima jornada com o Braga conseguimos alguma coisa depois tambem de um 0-1, por isso peço á equipa que lembre este jogo como forma de evitar estes erros e que tenha esta atitude deste adversário.
É inglório a maneira como perdemos 4 pontos em 5 dias, havemos de ir busca-los a outro lado qualquer, sim disse qualquer porque depois daquilo que tenho visto temos equipa para ganhar a qualquer adversário deste campeonato, só precisamos de ter dois ingredientes q.b., jogar á bola e ter sorte, já vi esta equipa a jogar por 3 ocasiões (Portimonense em casa, Benfica B e Atlético fora) e fico com a sensação que de facto este Sandro Lima é muito limitado, Tiago Almeida e Tiago Borges estão muitos furos acima deste jogador, assim como Dalbert, nos jogos aqui em Lisboa o flanco dele era um autentico auto-estrada para os adversários, o resto da equipa aqueles que mais sobressaem são o Alphonse, joga e faz jogar alem disso é um optimo recuperador de bolas, Tomé está a atravessar um bom momento e claro o mágico Luisinho, quanto á baliza Ivo Gonçalves apesar de não ser daqueles gr espectaculares é muito seguro dá confiança por este facto é que me deixa ainda mais intrigado daquilo que aconteceu hoje!
No meio disto tudo faltam 40 pontos para o objectivo da epoca, 10 vitórias e mais uns tantos empates e ficaremos a salvo de qualquer calafrio, pelos meus palpites (valem o que valem) teríamos agora 11 pontos portanto mais um ponto daquilo que temos, mas se continuarmos com este andamento vamos acabar com 58 pontos, na epoca passada por esta altura tinhamos 5 pontos só descia um mas este ano temos o dobro podiamos ter mais quem não gostava mas havemos de ter mais domingos e quartas para sorrir!
domingo, 21 de setembro de 2014
BENFICA - 3 MOREIRENSE - 1 - SUSTO
Reação lateral em vantagem numérica
Um mau início de jogo, à semelhança do que tinha acontecido com o Zenit, colocou o Benfica em apuros frente a um Moreirense muito bem estruturado. A equipa de Miguel Leal foi mesmo para o intervalo em vantagem, graças a um golo de João Pedro, mas no segundo tempo não resistiu à expulsão de Marcelo Oliveira.
Em superioridade numérica o Benfica embalou para a vitória, numa reação guiada pelos laterais (Eliseu esteve no mau e no bom). A tarde começou atribulada para o campeão nacional, mas no final até o regresso de Lima aos golos se festejou.
Metade do jogo desperdiçada
Os efeitos do jogo com o Zenit fizeram sentir-se, com o Benfica a repetir a má entrada em campo, acabando por ver-se em desvantagem ao minuto 16. O estreante Júlio César ainda nem tinha feito nenhuma defesa quando viu João Pedro fugir à marcação de Eliseu (mais um erro neste início de época) e mergulhar para o golo de cabeça.
Até no apito inicial o Benfica entregou logo a bola ao adversário, que aproveitou para fazer o primeiro remate do jogo - algo raro com equipas desta dimensão, no palco de um «grande) -, com Alex a cabecear ao lado.
Perante um adversário muito bem organizado defensivamente, como o próprio Jorge Jesus tinha avisado. O Benfica fez uma primeira parte fraca. Sobretudo nos minutos iniciais, mas não só. E a prova disso é que chegou ao intervalo com apenas uma oportunidade clara de golo. Um lance em que Lima, bem lançado por Talisca, exibiu falta de confiança, hesitando demasiado no remate, até permitir a mancha de Marafona.
Salvio ainda acertou no poste, à beira do intervalo, mas foi uma tentativa desesperada de cruzamento, em cima da linha de fundo, após passe excessivamente longo de Maxi.
Foi tão fraca a primeira parte do Benfica que Jesus decidiu mexer na equipa logo aos 35 minutos, com Derley a entrar para o lugar de Samaris.
Sentido único em vantagem numérica
Na segunda parte, aí sim, o Benfica conseguiu dar sentido único ao jogo, mas só a partir do momento em que a equipa visitante ficou em inferioridade numérica por expulsão de Marcelo Oliveira (segundo cartão amarelo justo, diga-se, por falta sobre Talisca à entrada da área).
O público da Luz esteve perto de festejar o empate ao minuto 65, num lance de grande confusão na área, com Jardel a rematar para defesa de Marafona e Luisão, de forma acrobática, a atirar por cima da barra.
Dois minutos depois surgiu então o golo do empate, com Eliseu a redimir-se do falhanço no golo do Moreirense e a restabelecer a igualdade com um fantástico pontapé de fora da área.
Oito minutos depois foi o outro lateral, Maxi Pereira, a consumar a reviravolta no marcador. Gaitán cruzou da esquerda, Marafona conseguiu apenas um toque ligeiro na bola e o uruguaio estava no lado contrário da área para finalizar.
Já com a vitória na mão o Benfica ainda festejou o regresso de Lima aos golos, na conversão de uma grande penalidade que ele próprio conquistou (83m).
Em superioridade numérica o Benfica embalou para a vitória, numa reação guiada pelos laterais (Eliseu esteve no mau e no bom). A tarde começou atribulada para o campeão nacional, mas no final até o regresso de Lima aos golos se festejou.
Metade do jogo desperdiçada
Os efeitos do jogo com o Zenit fizeram sentir-se, com o Benfica a repetir a má entrada em campo, acabando por ver-se em desvantagem ao minuto 16. O estreante Júlio César ainda nem tinha feito nenhuma defesa quando viu João Pedro fugir à marcação de Eliseu (mais um erro neste início de época) e mergulhar para o golo de cabeça.
Até no apito inicial o Benfica entregou logo a bola ao adversário, que aproveitou para fazer o primeiro remate do jogo - algo raro com equipas desta dimensão, no palco de um «grande) -, com Alex a cabecear ao lado.
Perante um adversário muito bem organizado defensivamente, como o próprio Jorge Jesus tinha avisado. O Benfica fez uma primeira parte fraca. Sobretudo nos minutos iniciais, mas não só. E a prova disso é que chegou ao intervalo com apenas uma oportunidade clara de golo. Um lance em que Lima, bem lançado por Talisca, exibiu falta de confiança, hesitando demasiado no remate, até permitir a mancha de Marafona.
Salvio ainda acertou no poste, à beira do intervalo, mas foi uma tentativa desesperada de cruzamento, em cima da linha de fundo, após passe excessivamente longo de Maxi.
Foi tão fraca a primeira parte do Benfica que Jesus decidiu mexer na equipa logo aos 35 minutos, com Derley a entrar para o lugar de Samaris.
Sentido único em vantagem numérica
Na segunda parte, aí sim, o Benfica conseguiu dar sentido único ao jogo, mas só a partir do momento em que a equipa visitante ficou em inferioridade numérica por expulsão de Marcelo Oliveira (segundo cartão amarelo justo, diga-se, por falta sobre Talisca à entrada da área).
O público da Luz esteve perto de festejar o empate ao minuto 65, num lance de grande confusão na área, com Jardel a rematar para defesa de Marafona e Luisão, de forma acrobática, a atirar por cima da barra.
Dois minutos depois surgiu então o golo do empate, com Eliseu a redimir-se do falhanço no golo do Moreirense e a restabelecer a igualdade com um fantástico pontapé de fora da área.
Oito minutos depois foi o outro lateral, Maxi Pereira, a consumar a reviravolta no marcador. Gaitán cruzou da esquerda, Marafona conseguiu apenas um toque ligeiro na bola e o uruguaio estava no lado contrário da área para finalizar.
Já com a vitória na mão o Benfica ainda festejou o regresso de Lima aos golos, na conversão de uma grande penalidade que ele próprio conquistou (83m).
A.VISEU - 1 BRAGA B . 1 - MAU JOGO
Ac. Viseu FC 1-1 SC Braga B
Estádio do Fontelo, 17 de setembro de 2014
7ª Jornada da Liga 2
Árbitro: Rui Oliveira (Porto)
Ac. Viseu: Ivo Gonçalves; Tomé, João Ricardo, Eridson e Dalbert; Alphonse, Alex Porto (Clayton, 58) e João Coimbra (Tiago Costa, 82); Luisinho, Tiago Borges (Paulo Roberto, 82) e Sandro Lima. Treinador: Alex Porto.
Sp. Braga B: José Costa, Oto´o, Hugo Basto e Núrio; Rekos, Chidi e Nuno Valente (Nikiema, 90+1); Fábio Martins, Erivaldo (Joca, 84) e Agdon (Rambé, 62). Treinador: Fernando Pereira.
Expulsão: Paulo Roberto 90+1
Golos: Agdon 14 (0-1), Gonçalo 44 pb (1-1)
Académico de Viseu e Sporting de Braga B empataram 1-1, num encontro da sétima jornada da Segunda Liga de futebol, disputado no Fontelo, em Viseu, em que os golos apareceram na primeira parte. O jogo começou animado, com Erivaldo a levar perigo à baliza viseense, logo aos dois minutos. Respondeu o Académico e, na jogada seguinte, Sandro Lima cabeceou junto ao poste. Melhor nos minutos iniciais, o Sporting de Braga B criava perigo sempre que conseguia colocar bolas em profundidade, a aproveitar a velocidade dos seus extremos. E, foi assim que chegou ao golo. Aos 14 minutos, Erivaldo conseguiu fugir à defesa viseense e servir Agdon, que se limitou a empurrar para o fundo da baliza.
O Académico tentou responder ao golo dos "arsenalistas", mas os forasteiros, em contra ataque, com Erivaldo sempre muito veloz, continuaram a levar o perigo à defesa viseense. Nos minutos finais da primeira parte, os comandados de Alex Costa dominavam e o empate esteve perto, primeiro por Sandro Lima e depois por Tiago Borges, por duas vezes, com José Costa a responder bem na baliza do Braga B. Os viseenses acabaram por chegar à igualdade aos 44 minutos, com um cruzamento/remate de Dalbert a enganar o guarda-redes José Costa. No segundo tempo, manteve-se a tendência, com um Académico de Viseu mais pressionante e sempre mais perto do golo, mas com o Sporting de Braga B sempre muito perigoso no contra ataque.
Os dois técnicos mexeram nas respetivas equipas, ao colocarem gente mais fresca na frente, mas o resultado não se alterou. Para os viseenses foi o quarto jogo consecutivo sem perder, enquanto Sporting de Braga B voltou aos pontos, depois de duas derrotas caseiras.
PRESSE
A Copa está aí! Veja fotos históricas e curiosas do mundo do futebol
A Copa do Mundo no Brasil já está chegando. Pensando nisso, fizemos uma compilação com todas algumas das fotos curiosas e históricas do esporte.
Beckenbauer, Pelé e outros jogadores no chuveiro, em 1977
.
Subscrever:
Mensagens (Atom)










