segunda-feira, 16 de novembro de 2009

PRESSE, VIDEO




Milhares no Adeus a Enke

"More than 45,000 fans, friends and team mates have paid their last respects to Germany's national goalkeeper Robert Enke, who killed himself on Tuesday." - in BBC Sport

As cerimónias fúnebres tiveram lugar no Estádio do Hannover, com a urna do ex-jogador encarnado a ser deposta no centro do relvado, por entre um mar de flores. Fora do estádio, milhares de adeptos, vestidos de negro, quiseram também mostrar a sua dor pela morte de Enke, que foi mais tarde sepultado num cemitério junto a sua casa, na cidade de Empede, na campa ao lado da sua filha Lara, que morreu em 2006, com apenas 2 anos. O Benfica fez-se representar pelo guardião Moreira e pelo seu vice, Rui Gomes da Silva.

TÍTULOS


A Suiça é campeã mundial de sub-17

“Switzerland's Under 17 squad has beaten Nigeria 1-0 in the final of the World Cup in the Nigerian capital Abuja. (…) The Swiss started tensely however. Their opponents, spurred on by a packed stadium of 64,000 fans, turned on the pressure right from the whistle and the first quarter of an hour saw some frantic defending by the Swiss” - in Swissinfo


Em plena capital da Nigéria e perante cerca de 64 mil espectadores presentes no Abuja National Stadium, a Suíça conquistou o título de Campeão Mundial de Sub-17 ao derrotar a selecção da casa por 1-0 e mais uma vez com Haris Seferovic a brilhar ...

A.VISEU - O HINO

HINO DO ACADÉMICO DE VISEU

A Tuna Académica Infantuna Cidade de Viseu está a construir o hino do Académico de Viseu. Eis a proposta da letra. A sua gravação, integrada na música, também original, será oportunamente editada. Dê-nos a sua opinião.

Letra do Hino do Académico de Viseu
Coragem Académico
Honra a nobreza da gente
Deixa no campo a marca
De Viseu, povo valente

Tens em nós o escudo
Que te protege e te quer bem
Académico dá-nos vida
E alegrias também

Com a força de Viriato
E bravura sem temer
Faça chuva faça sol
Dá tudo para vencer

REFRÂO
Académico, Académico
Rasga o nosso coração
Com o V de Vitória
E Viseu, campeão, campeão

AROUCA -1 A. VISEU - 0 - CONTINUEM A ACREDITAR

Reforços não evitam derrota em Arouca
Numa tarde chuvosa, e com o relvado do Municipal de Arouca a mostrar algumas fragilidades, entrou melhor o Académico de Viseu, causando perigo logo aos 2 minutos de jogo, na sequência da marcação de um pontapé de canto mas respondeu bem o Arouca, obrigando Rui Santos a um corte providencial.
Aos 4 minutos, a bola entra na baliza de Augusto, mas o auxiliar do árbitro Hélder Pardal assinalou fora-de-jogo.
À passagem do quarto de hora, uma jogada de ataque do Académico, com alguma atrapalhação na área do Arouca, que causou calafrios nas bancadas.
Aos 21 minutos, o Arouca podia ter-se colocado em vantagem, numa jogada que começou no meio-campo, mas em que nem Bruninho nem Hélder Silva conseguiram acertar com a baliza.
A primeira parte terminou com o Arouca a pressionar mais e a criar várias jogadas de perigo na área dos visitantes, mas sem que a bola batesse nas malhas da baliza.
A 2 minutos do intervalo reclamou-se penálti por alegada mão de um defesa viseense, evitando o golo.
Nos primeiros minutos da segunda parte o Académico de Viseu podia ter marcado, de livre, mas Pedro Soares fez uma grande defesa.
Nos minutos seguintes os academistas voltaram a tentar a sua sorte, mas sem eficácia.
A partir dos 50 minutos, o jogo ganhou mais ritmo, com as duas equipas a fazerem de tudo para chegar ao golo.
Perto do minuto 70, o Arouca fez 3 remates seguidos à baliza adversária, numa jogada confusa, mas o resultado manteve-se inalterado.
Aos 76 minutos Hélder Pardal assinala grande penalidade castigando o Académico de Viseu por falta de Ruben na área.
Bruninho, na conversão, marca o golo do Arouca.
Jorge Leitão ainda fez um remate à baliza, depois de ter subido todo o campo adversário com a bola nos pés, mas Augusto negou de novo o golo, acabando o Arouca por vencer pela margem mínima em casa.

sábado, 14 de novembro de 2009

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BENFICA






E vão seis triunfos não-oficiais para o Benfica. A era de Jorge Jesus continuou vitoriosa também nos Açores, onde os encarnados regressaram sete anos depois para defrontar o Santa Clara, no troféu Pauleta. Na homenagem ao antigo ponta-de-lança houve muito desperdício dos açorianos, mas um belo golo de Keirrison embelezou uma partida de pouco ritmo, disputada num relvado pobre como algumas exibições.
O Benfica garantiu o triunfo nas grandes penalidades, depois do 1-1 no final dos 90 minutos, juntando este aos troféus do Guadiana, de Amesterdão, de Guimarães, da Eusébio Cup e da CNE Cup, esta última em Toronto, frente ao Celtic e já com a temporada a decorrer. O retorno ao continente foi feito com a bagagem mais pesada, com a taça nas malas, depois de Moreira ter defendido a «brincadeira» de Danilo Silva, nos penalties e de o jovem Jean ter confirmado o triunfo.
Keirrison num pontapé nunca antes visto
Para Jorge Jesus a deslocação aos Açores serviu para testes. Com muitas ausências, quer por compromissos com selecções, quer por opções, quer por lesões, o Benfica apresentou caras novas: Danilo foi o júnior que substituiu Javi Garcia, Roderick e Sidnei estiveram no eixo da defesa, com o segundo a ocupar o lado direito, posto de Luisão que foi operado e vai pode falhar compromissos importantes dos lisboetas, derby com o Sporting incluído. Mas foi Urreta que deu velocidade ao ataque, no qual Nuno Gomes jogava atrás de Weldon e Keirrison.
Com uma equipa tão pouco usual, não foi de estranhar as poucas rotinas apresentadas. Ainda assim, e mesmo com um relvado em más condições, o Benfica falhou passes e tomou algumas más decisões. Por isso, as grandes oportunidades até pertenceram ao Santa Clara. Só que Rincón era um todo ele um desperdício e o 0-0 mantinha-se.
Assim esteve até ao minuto 36, altura em que Keirrison reencontrou-se com os golos, num excelente pontapé à entrada da área, uma jogada nunca antes vista do brasileiro em campos nacionais. Terá, no entanto, reencontrado a confiança que fez dele um goleador temível no Brasil? O tempo o dirá. Uma coisa é certa. Com o 1-0, as decisões encarnadas foram melhores e o jogo serenou para os lisboetas. Até à segunda parte.
Empate e ineficácia
O descanso fez bem ao Santa Clara. E mal ao Benfica. Sobretudo, à defesa lisboeta. Se no primeiro tempo a velocidade do ataque açoriano tinha causado problemas, no segundo a rapidez teve consequências maiores. Sidnei e Roderick não se entendiam com as fugas dos avançados do Santa Clara e, numa delas, Tatu empatou, na cara de Moreira.
Jorge Ribeiro já estava no lugar de Danilo, Luís Filipe continuava permissivo, Urreta mantinha a quinta metida, mas andava em gincanas no relvado que a lado nenhum levavam. Com as trocas a sucederem-se, beneficiou o Santa Clara que teve ocasiões para chegar á vitória, mas, mais uma vez, a ineficácia veio ao de cima e o jogo seguia empatado até final. Vieram as grandes penalidades, Moreira não caiu na vez de Danilo Silva, que exagerou uma paradinha, e defendeu o penalty. O jovem Jean tinha entrado bem no Benfica e coube-lhe fazer o check-in do sexto troféu de Jorge Jesus.
FICHA DE JOGO
ESTÁDIO de São Miguel, em Ponta Delgada ÁRBITRO: Bruno Esteves, de Setúbal
SANTA CLARA: Matt Jones; Vítor Alves (Danilo Silva, 53), João Dias, Danilo Rocha e Stopira; Valter, Oliveira (Lico, 75) e Fofana (Feliciano, 53); Leandro Tatu (Netto, 63), Rincón (Renan, 63) e Nuno Santos (Tó Miguel, 75). SUPLENTES NÃO UTILIZADOS: João Botelho, Gonçalo e Nuno Sociedade
BENFICA: Moreira; Luís Filipe, Roderick Miranda, Sidnei e Shaffer; Danilo (Jorge Ribeiro, 46); Felipe Menezes, Nuno Gomes (Balboa, 57) e Urreta (Ruben Pinto, 75); Keirrison (Jean, 85) e Weldon. SUPLENTES NÃO UTILIZADOS: Douglas e Tiago Ribeiro
AO INTERVALO: 0-1 MARCADORES: 1-0, por Keirrison, 36m ; 1-1, por Tatu, 52m DISCIPLINA: Cartão amarelo a Tó Miguel (78m)

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

A.VISEU

Carlos Ferreira adjunto no Ac. Viseu

Depois dos maus resultados verificados no Nelas, Carlos Ferreira, o treinador principal, decidiu trocar o comando do Nelas pela tarefa de treinador adjunto no Académico.
Para além de Marco Almeida, Hugo Seco, avançado (não defesa como tinhamos referenciado) de 21 anos, e Marcelo Henrique, defesa esquerdo de 32 anos, também assinaram pelo Académico. Hugo Seco foi formado na Académica, foi emprestado ao Anadia na época de 2007/2008 e em 2008/2009 jogou no Nelas, Antonio Borges compara Hugo Seco a Rui Santos dizendo que "é um jogador capaz de jogar tanto na extrema esquerda como na direita". Marcelo Henrique, brasileiro, natural de São Paulo, estava a jogar no Oriental de Lisboa mas acordou a rescisão com o emblema lisboeta para assinar pelo Académico de Viseu. Tanto Hugo Seco como Marco Almeida já trabalharam com a dupla António Borges/Carlos Ferreira no Sport Lisboa e Nelas. Ambos os jogadores já treinaram ontem à noite e devem marcar presença no jogo treino de hoje, frente ao Oliveira de Frades, às 19:00.
Sejam bem-vindos e boa sorte a ambos!


Nome: Marcelo Henrique Dias Silva
Data de Nascimento: 12-09-1977 (32 anos)
Nacionalidade: Brasil
Naturalidade: São Paulo
Altura: 181 cm
Peso: 76 kg
Posição: Defesa Esquerdo

Nome: Hugo André Rodrigues Seco
Data de Nascimento: 17-06-1988 (21 anos)
Nacionalidade: Portugal
Posição: Extremo
Historial:

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terça-feira, 10 de novembro de 2009

Robert Enke morreu nesta terça-feira, aos 32 anos,


Robert Enke morreu nesta terça-feira, aos 32 anos, vítima de acidente com comboio numa passagem de nível em Hannover, mas em circunstâncias ainda por confirmar.
O guarda-redes do Hannover, antigo jogador do Benfica entre 1999 e 2002, recuperou recentemente de uma infecção, que o afastou dos relvados até à passada semana.
«A polícia telefonou-me e disse-me que Robert Enke estava morto. Recebi a notícia da sua morte às 19.35 horas», disse o presidente do Hannover, Martin Kind.
Também as autoridades confirmam a morte do internacional alemão. «Houve um trágico acidente na passagem de nível de Neustadt am Rübenberge [no distrito de Hannover]», disse Stefan Wittke, director de comunicação da polícia de Hannover.
A polícia de Hannover emitiu, entretanto, um comunicado ao início da noite: «A vitíma é aparentemente o guarda-redes internacional alemão Robert Enke, do Hannover. As primeiras indicações apontam para suicídio.»
Jorg Neblung, amigo e empresário de Enke, não tem dúvidas quanto ao sucedido. «Posso confirmar que foi suicídio. O Robert despediu-se da vida pouco antes das seis da tarde. Será realizada uma conferência de imprensa em Hannover, na quarta-feira, com mais informações», disse o agente que colocou o guarda-redes no Benfica.
Em 2006 Enke perdeu a filha Lara, de dois anos, devido a problemas cardíacos. Uma morte que provocou grandes danos emocionais no guardião. Em 2008, adoptou Leila, então com dois meses.





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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

BENFICA - 1 NAVAL - 0 - MUITA FÉ E GARRA

O Benfica demorou 89 minutos para encontrar o caminho do golo frente à Naval, mas conseguiu uma vitória que o coloca a par do Sp. Braga na liderança do campeonato.Recorde aqui as incidências da partida. No dia em que se celebra o 20.º aniversário da queda do Muro de Berlim um outro se ergueu no Estádio da Luz.Montado por Augusto Inácio, treinador da Naval, este muro, no entanto, durou apenas 89 minutos, altura em que Javi García materializou um jogo de intenso domínio do Benfica, com uma cabeçada vitoriosa para o fundo da baliza de Peiser.O guarda-redes titular dos navalistas, fez meia-dúzia de grandes defesas e negou o golo que parecia certo outras tantas, adiando até ao limite a justa vitória das águias.A avalanche ofensiva do Benfica durou praticamente do primeiro minuto até final e várias foram as vezes em que os mais de 41 mil espectadores presentes gritaram golo. Todas menos uma – a dos 89 minutos – foram falso alarme.Nuno Gomes, já na segunda parte, levou os adeptos ao desespero, quando desperdiçou uma recarga de baliza aberta aos 46 minutos, depois de um remate de Javi Garcia que Peiser defendeu para a frente.Sem arriscar um mílimetro para tentar o ataque, a Naval foi defendendo com a linha média colada à defensiva. Jorge Jesus bem tentou mudar a equipa com substituições, mas a bola não entrava. Um remate de Dí Maria ainda a levou a embater no poste, mas parecia escrito que o Benfica não havia de marcar.Parecia, apenas, pois o esforço dos encarnados acabou por ser recompensado na tal cabeçada de Javi García, já aos 89 minutos. Esse golo teve dois efeitos imediatos. Levar a Luz à loucura e acordar a Naval, que no minuto seguinte viu Michel Simplício rematar, em pontapé de bicicleta, muito perto do poste da baliza de Quim.O Benfica apanhou o Sp. Braga na liderança e aumentou em três pontos a vantagem sobre FC Porto, que continua na terceira posição, agora a cinco pontos.
Estádio da Luz
Árbitro: Lucilio Baptista
BENFICA - Quim; Maxi Pereira (Keirrison, 77), Luisão, David Luiz e Fábio Coentrão; Ruben Amorim, Javi Garcia, Aimar e Dí Maria; Nuno Gomes (Weldon, 58) e Saviola
Suplentes: Júlio César, Shaffer, Keirrison, Weldon, Luís Filipe, Filipe Menezes, Sidnei
Treinador: Jorge Jesus
NAVAL - Peiser; Gomis, Diego Ângelo e Daniel Cruz; Baradji, Carlitos, Alex Hauw, Godemeche e Camora; Marinho e Kerrouche (Michel Simplício, 67)
Suplentes: Jorge Baptista, Nkake, Michel, Davide, Bolívia, João Real, Zé Mário
Treinador: Augusto Inácio
Cartão amarelo a Maxi Pereira (37); a Gómis (10), Godemeche (28), Baradji (55)
Golo: Javi García (89)