Arcebispada do Arcebispo de Cantuária para o Futebolartte
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
A FRASE
A.VISEU

Marco Almeida no Académico de Viseu
A Area Academista apresenta a todos os visitantes a nova contratação do Académico de Viseu: Marco Almeida. Trata-se de um jogador que estava actualmente no desemprego e que foi formado no FC Porto, tendo tido uma passagem, enquanto juvenil, pelo Ac. Viseu. Já foi internacional sub-21 tendo realizado 37 jogos na selecção e feito 4 golos. O seu último clube foi o Fátima na época de 2008/09. Seja bem-vindo ao Académico, Marco.
A Area Academista apresenta a todos os visitantes a nova contratação do Académico de Viseu: Marco Almeida. Trata-se de um jogador que estava actualmente no desemprego e que foi formado no FC Porto, tendo tido uma passagem, enquanto juvenil, pelo Ac. Viseu. Já foi internacional sub-21 tendo realizado 37 jogos na selecção e feito 4 golos. O seu último clube foi o Fátima na época de 2008/09. Seja bem-vindo ao Académico, Marco.
Nome: Marco António Mendes de Almeida
Data de Nascimento: 15-04-1979 (30 anos)
Nacionalidade: Portugal
Data de Nascimento: 15-04-1979 (30 anos)
Nacionalidade: Portugal
Naturalidade: Coimbra
Altura: 175 cm
Peso: 70 kg
Posição: Extremo Direito
Historial:
2008/2009 - IIB - Fátima - 1 jogo
2007/2008 - IIB - Portosantense - 28 jogos / 9 golos
2006/2007 - IIB - Portosantense - 14 jogos / 3 golos
2006/2007 - I China - South China
2005/2006 - IIB - Nelas - 20 jogos / 2 golos
2004/2005 - IIH - Portimonense - 7 jogos
2004/2005 - IIH - Ovarense - 1 jogo
2003/2004 - IIH - U. Madeira - 12 jogos / 2 golos
2002/2003 - IIH - Penafiel - 12 jogos / 3 golos
2002/2003 - I - Boavista
2001/2002 - IIH - Penafiel - 33 jogos / 8 golos
2000/2001 - IIH - Leça - 32 jogos / 8 golos
1999/2000 - IIB - FC Porto B
1998/1999 - IIH - Leça - 15 jogos / 1 golo
1997/1998 - JUN - FC Porto
1996/1997 - JUN - FC Porto
1995/1996 - JUN - FC Porto
1994/1995 - JUV - Ac. Viseu
1993/1994 - JUV - Ac. Viseu
1992/1993 - INI - Vale Açores
Altura: 175 cm
Peso: 70 kg
Posição: Extremo Direito
Historial:
2008/2009 - IIB - Fátima - 1 jogo
2007/2008 - IIB - Portosantense - 28 jogos / 9 golos
2006/2007 - IIB - Portosantense - 14 jogos / 3 golos
2006/2007 - I China - South China
2005/2006 - IIB - Nelas - 20 jogos / 2 golos
2004/2005 - IIH - Portimonense - 7 jogos
2004/2005 - IIH - Ovarense - 1 jogo
2003/2004 - IIH - U. Madeira - 12 jogos / 2 golos
2002/2003 - IIH - Penafiel - 12 jogos / 3 golos
2002/2003 - I - Boavista
2001/2002 - IIH - Penafiel - 33 jogos / 8 golos
2000/2001 - IIH - Leça - 32 jogos / 8 golos
1999/2000 - IIB - FC Porto B
1998/1999 - IIH - Leça - 15 jogos / 1 golo
1997/1998 - JUN - FC Porto
1996/1997 - JUN - FC Porto
1995/1996 - JUN - FC Porto
1994/1995 - JUV - Ac. Viseu
1993/1994 - JUV - Ac. Viseu
1992/1993 - INI - Vale Açores
A.VISEU- 1 PRAIENSE - 0 - JUSTISSIMO

Um Académico com novidades no 'onze', agressivo, criativo, dinâmico e consistente q.b. na primeira parte, derrotou um Praiense que vinha com estratégia de segurar o empate até poder e decidir a partida no erro do adversário.Com Paulo Gomes lesionado, António Borges colocou Álvaro a titular à frente dos centrais e o médio cumpriu com uma boa exibição. Calico estreou-se a titular no lado esquerdo da defesa, o mais problemático deste Académico 2009/2010 e, surpreendentemente ou não, revelou-se uma boa aposta, certamente para continuar nas próximas partidas.
Um 'central' de ouro
No que concerne ao encontro de ontem, o Académico entrou bem melhor no jogo, detendo a posse de bola e criando verdadeiras oportunidades de golo só não concretizadas porque a defesa açoriana aliviava ou porque se notaram ainda algumas deficiências no seu processo ofensivo.Aos 5' a primeira ocasião de perigo. Ruben, numa boa incursão pela direita (deviam ter sido mais constantes) cruzou largo para Tomé, ao segundo poste, cabecear ao lado. Aos 9 minutos, um contra-ataque rápido terminaria com Rui Santos, bem servido por Guima, a rematar forte às malhas laterais dando a ilusão do golo.Um minuto depois a pressão academista mantinha-se e o Praiense tremia na defesa com Rui Santos a cruzar para Fernando Ferreira atirar de primeira mas muito por cima.Novamente os academistas no ataque e por cima do jogo mas outra vez Tomé a rematar ao lado, desta vez com intervenção de um opositor.Os açorianos apenas responderam com maior perigo de livre directo mas Rudy não evitou defesa segura de Augusto.Ao minuto 39, um livre de Rui Santos encontrou na cabeça de Guima um desvio crucial mas o guarda-redes André, com uma sapatada, evitou o que seria um bonito golo.No entanto, os viseenses só tiveram de esperar mais seis minutos para festejar o 'tento' do Académico. Novamente Rui Santos, de livre, a colocar no 'coração' da grande área onde, após alguns desvios, o 'central' Jonas, quase 'colado' ao relvado, desvia com eficácia para o fundo das redes da baliza do Praiense. Um golo importante com dedicatória especial de Jonas e de toda a equipa ao treinador António Borges, numa prova de empatia especial.
Ao intervalo o resultado era mais do que adequado e fazia antever um Praiense diferente na segunda metade. Assim foi. José Carlos Santos colocou Aires em campo e a equipa, globalmente, libertou-se mais e abriu o jogo, dispondo a partir daí de mais ocasiões junto à baliza de Augusto. Por momentos, também, o Académico fraquejou e denunciou o muito trabalho que António Borges ainda tem pela frente já que a consistência que tão bem os jogadores academistas revelaram nos primeiros 45 minutos quase desaparecia no segundo tempo.Aos 57', desmarcação de Hugo nas costas da defesa para rematar à figura de Augusto e aos 71' magnífica jogada dos açorianos culminada com um remate fraco de Tiago para o guarda-redes academista defender sem problemas.O susto maior ainda apareceu aos 87 minutos mas Boubacar demorou a rematar e viu depois a defesa do Académico evitar males maiores.
Já em tempo de compensação, e com o guarda-redes André a fazer de ponta-de-lança, o Académico teve a única situação de perigo da segunda parte com o recém-entrado Renato a ganhar a bola a dois açorianos após um canto e a correr para a baliza deserta. O jovem cabo-verdiano só não marcou porque Toni, depois de tanto tentar, lá terá rasteirado o academista ainda a bons 30 metros da baliza. Cartão vermelho inevitável.Inevitável também a vitória do Académico de Viseu que se ajusta. A gestão que tentou fazer na segunda metade, ainda que por momentos 'forçada', acabou por dar três pontos preciosos e a primeira vitória do novo treinador que, pelo que se viu, já angariou a simpatia dos jogadores.Arbitragem positiva e sem comprometer o rumo da partida por parte de João Roque, de Portalegre.
Braguinha 'dispensado'Marco Almeida é reforço
Já houve alterações no plantel do Académico de Viseu. Braguinha, reforço de meio de época já foi dispensado e Marco Almeida, extremo direito de 30 anos, é reforço do grupo de António Borges. O técnico conhece-o bem dos tempos do Nelas, onde Marco também jogou. Na sua carreira conta ainda com passagens pelo FC Porto, Penafiel ou Boavista.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
PRESSE
Até ver, o melhor título
"Sporting dispara 6% em bolsa com saída de Paulo Bento" - no Diário Económico, às 11.40.
EVERTON - 0 BENFICA -2 - BOA RESPOSTA

Benfica vence (2-0) Everton e isola-se na liderança do grupo
O Benfica venceu o Everton por 2-0, em jogo da 4.ª jornada da Liga Europa disputado em Goodison Park, Liverpool. Saviola e Cardozo apontaram os golos dos encarnados que se isolam na liderança do Grupo I.Recorde aqui os principais lances da partida.
O Benfica venceu o Everton por 2-0, em jogo da 4.ª jornada da Liga Europa disputado em Goodison Park, Liverpool. Saviola e Cardozo apontaram os golos dos encarnados que se isolam na liderança do Grupo I.Recorde aqui os principais lances da partida.
Primeira parte bem disputada, a um ritmo elevado, com ambas as equipas viradas para o ataque mas a caber ao Everton a iniciativa do jogo, querendo limpar a imagem deixada após a goleada (5-0) sofrida na Luz, há duas semanas.
Com cinco minutos de jogo, os guarda-redes já haviam sido colocados à prova. Primeiro, Júlio César segurou remate traiçoeiro de Fellaini, na resposta, Howard aplicou-se para desviar disparo de Saviola. Sempre balanceado no ataque, o Everton pressionou bastante o Benfica mas a melhor oportunidade de golo – cabeceamento de Cahill (32m) - «morreu» nas mãos de Júlio César.A ocasião mais flagrante de golo pertenceu, no entanto, ao Benfica, com Cardozo (40m) a cabecear ao poste após cruzamento de Fábio Coentrão. Na recarga, Saviola obrigou Howard a grande intervenção.
Na segunda parte, já com Maxi Pereira em campo após a saída de Ramires (lesionado), o ritmo manteve-se elevado, passando para o Benfica a iniciativa do jogo.Depois dos remates de Rúben Amorim (47 e 54m) e Fábio Coentrão (53m) ao lado, Di María (55m) fez o mais difícil quando apareceu isolado na área do Everton – após grande passe de Cardozo – e atirou por cima. Pouco depois, novo remate do argentino, desta feita para defesa difícil de Howard.
O golo surgiu com naturalidade, aos 63 minutos, novamente com Di Maria na jogada, o argentino deixou para o compatriota Saviola, que entrou na área, passou por um adversário e, depois de ganhar um ressalto, atirou rasteiro e colocado, junto ao poste esquerdo da baliza de Howard.
O Benfica foi à procura de um resultado mais confortável, o que acabou por acontecer aos 76 minutos. Saviola entrou na área pela direita e deixou de calcanhar para Rúben Amorim que rematou contra um defesa do Everton. A bola sobrou para Cardozo que, de primeira, atirou para o poste mais distante, longe do alcance de Howard, que nada pôde fazer para evitar o segundo golo do Benfica.O Everton mostrou-se incapaz de responder aos golos do Benfica e quase não criou perigo durante a segunda metade da partida.
Os encarnados deram um importante passo rumo aos 16 avos-de-final, respondendo da melhor forma à derrota (2-0) sofrida diante o Sp. Braga para o campeonato.
Ficha de jogo:Estádio Goodison Park, em Liverpool
Árbitro Said Ennjimi (França)
EVERTON: Howard; Hibbert, Distin, Yobo e Baines; Rodwell, Goslin (Jô, 68m), Bilyaletdinov e Fellaini; Cahill e Yakubu (Agard, 80m) .
Suplentes: Nash, Coleman, Baxter, Wallace e Duffy.
Treinador: David Moyes.
BENFICA: Júlio César; Rúben Amorim, Luisão, Sidnei e David Luiz; Javi Garcia, Di María, Fábio Coentrão (Aimar, 60m) e Ramires (Maxi Pereira, 45m); Saviola (Felipe Menezes, 86m) e Cardozo.
Suplentes: Quim, Shaffer, Nuno Gomes e Weldon.
Treinador: Jorge Jesus.
Disciplina: Cartão amarelo para Yakubu (19m), Rodwell (50m), Hibbert (78m), Júlio César (87m).
Golos: 0-1, Saviola (63m); 0-2, Cardozo (76m).
Ao intervalo: 0-0.
Resultado final: 0-2.
A.VISEU - LUIS ALMEIDA

Luís Almeida
“Também fui permeável a pressões”
Foi a última vítima da vontade que o novo Académico de Viseu tem em chegar aos campeonatos cimeiros do futebol nacional. O Clube foi glorificado na última época, ao subir da III para a II Divisão Nacional.
Apesar de ser pública a ambição de subir mais um degrau, esta época a equipa soma maus resultados no início do campeonato.
Luís Almeida tem 53, anos é natural do Porto, mas já viveu mais anos em Viseu do que na invicta. O Futebol Clube do Porto foi o clube onde se estreou como jogador.
É treinador há 18 anos. “O primeiro clube que se treina nunca se esquece: foi o Vouzela”, acrescenta. Já treinou a maioria dos clubes do distrito de Viseu e por alguns deles já passou mais que uma vez, foi o caso do Académico, onde diz que “a água passou duas vezes por baixo da ponte”, mas, desta vez, encontrou muitos obstáculos, relatados em mais uma conversa para o Jornal do Centro e para a Rádio.
O que o alicia na vida de treinador, sempre dependente de resultados que não pode controlar do desempenho de onze atletas?
Eu ando no futebol há muitos anos e sempre adorei o futebol, como jogador e como treinador. O futebol é o futebol, sempre dependente de resultados. Nem sempre há hipótese de os controlar, mas trabalhando bem, tendo jogadores capazes, bons homens, nós treinadores temos sempre a esperança de fazer bons campeonatos e comigo ao longo de todos estes anos as coisas têm corrido como gosto que elas corram.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
PRESSE
Jornal elege as melhores fotos esportivas da história
Esta semana o Daily Mail resolveu prestar uma homenagem aos ilustres fotógrafos – responsáveis por momentos decisivos e emocionantes.
Esta semana o Daily Mail resolveu prestar uma homenagem aos ilustres fotógrafos – responsáveis por momentos decisivos e emocionantes.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
PRESSE

Eterno Larson
Eu já quis ser como Henrik Larson. O Larson dos longos dreadlocks, dos inúmeros golos pelo Celtic, idolatrado pelos seus adeptos, respeitado e temido pelos adversários. Aquele Larson que na noite de 21 de Maio de 2003 quase fez cair o sonho portista de se tornar finalista vencedor da taça UEFA, dos sucessivos fins de carreira ao mais alto nível e da inabalável capacidade de inverter um jogo a favor da sua equipa.Hoje, Henrik Larson é muito mais do que os golos, as assistências ou o suor que deixou em campo. É um verdadeiro exemplo de profissionalismo, honestidade e honra. E com a promessa cumprida que voltaria ao seu país natal para terminar uma imensa carreira desportiva, Henrik Edward Larsson despediu-se do futebol.Lycka till Henke!
domingo, 1 de novembro de 2009
MONSANTO - 1 A. VISEU - O - FORÇA ACADÉMICO LEVANTEM-SE
GDR Monsanto 1 - 0 Ac. Viseu FC
A estreia do novo técnico academista António Borges, não foi de todo feliz. Uma derrota no terreno do Monsanto por 1-0, foi o resultado final. Num jogo que fica marcado pela estreia de Tiago Gonçalves, o primeiro onze do novo treinador foi o seguinte:Augusto, Ruben, Tiago Gonçalves, Tiago Jonas e Filipe; Álvaro (Gamarra), P. Gomes (Costa, 84min.), F. Ferreira (Guima, intervalo); Tome, Rui Santos e Zé Bastos.Numa primeira parte que fica marcada pelo golo do Monsanto, através de Mendy, aos 37min., o Académico teve algumas dificuldades para fazer o seu jogo. Talvez alguma ansiedade, impediram que os viseenses expusessem o seu futebol.No segundo tempo, o Académico melhorou, esteve mais “solto”, mas não foi capaz de chegar à igualdade. A melhor ocasião de golo, foi mesmo num pontapé-de-canto, onde Bastos teve perto do golo. Filipe, aos 80min., foi expulso, após entrada mais ríspida sobre um adversário. Mesmo no fim, um livre de Rui Santos passou ao lado. Foi pena, esta derrota, estamos cientes que muito trabalho será necessário para o novo técnico, de modo a recuperar esta equipa animicamente. Com mais um jogo sem pontuar, os academistas afundam-se mais um pouco na classificação. Vitórias precisam-se, e confiamos que será para breve. Força Académico!
A estreia do novo técnico academista António Borges, não foi de todo feliz. Uma derrota no terreno do Monsanto por 1-0, foi o resultado final. Num jogo que fica marcado pela estreia de Tiago Gonçalves, o primeiro onze do novo treinador foi o seguinte:Augusto, Ruben, Tiago Gonçalves, Tiago Jonas e Filipe; Álvaro (Gamarra), P. Gomes (Costa, 84min.), F. Ferreira (Guima, intervalo); Tome, Rui Santos e Zé Bastos.Numa primeira parte que fica marcada pelo golo do Monsanto, através de Mendy, aos 37min., o Académico teve algumas dificuldades para fazer o seu jogo. Talvez alguma ansiedade, impediram que os viseenses expusessem o seu futebol.No segundo tempo, o Académico melhorou, esteve mais “solto”, mas não foi capaz de chegar à igualdade. A melhor ocasião de golo, foi mesmo num pontapé-de-canto, onde Bastos teve perto do golo. Filipe, aos 80min., foi expulso, após entrada mais ríspida sobre um adversário. Mesmo no fim, um livre de Rui Santos passou ao lado. Foi pena, esta derrota, estamos cientes que muito trabalho será necessário para o novo técnico, de modo a recuperar esta equipa animicamente. Com mais um jogo sem pontuar, os academistas afundam-se mais um pouco na classificação. Vitórias precisam-se, e confiamos que será para breve. Força Académico!
A história repete-se, como farsa ou tragédia
O que é que une os dois árbitros dos últimos dois jogos do Benfica?
Ambos pertencem à Associação de Futebol do Porto. Ambos são árbitros bem relacionados no “sistema” do futebol português.
O que é que os divide? Um, Vasco Santos, está a iniciar uma promissora carreira na arbitragem. Pelo seu mérito e competência? Nada disso. Pela sua vulnerabilidade aos poderes ocultos, ou será “faces ocultas”?, que dominam os bastidores do nosso futebol há mais de duas décadas.
O outro, Jorge Sousa, é já um árbitro reconhecido, com provas dadas e considerado um dos melhores da actualidade. Pelo seu mérito e competência? Nada disso. Pela sua “experiência” em prejudicar o Benfica.
Jorge Sousa já é da velha guarda e não se deixa cair em “roubos” à luz do dia, isso fica para os mais ingénuos, como Vasco Santos. Sousa tem mais habilidade, por isso os maiorais do “sistema” elegem-no como o melhor.
Golo do Benfica? Nada disso. O olho de lince de Jorge Sousa descortina um levezinho toque da mão de Cardozo na camisola do defesa do Braga e, zás, há que anular o golo. Quem se atreve a contestar as elucidativas imagens.
E os amarelos escolhidos a dedo? Fábio Coentrão, claro, para inibir logo o lateral esquerdo adaptado e permitir que o Braga entre por ali. Amarelo a Javi, pois claro, para não permitir que o espanhol seja o tampão que tem sido para as equipas adversárias. E amarelo também a David Luiz e a Luisão, para vulnerabilizar o centro da defesa do Benfica. Três defesas, três amarelos, mais um amarelo para o médio defensivo.
É esta ciência de arbitrar que faz os melhores. João Pereira, no início da segunda parte, varre Di Maria junto à área, falta marcada, mas onde estava o segundo amarelo e a expulsão do defesa direito do Braga? No bolso de Jorge Sousa, pois então.
Confusão à entrada do túnel do Braga. O que se vê? Agressão de Mossoró e de outro jogador do Braga a Cardozo. Expulsos? Nada disso. Jorge Sousa expulsa Leone e Cardozo, a arma mais letal do Benfica. Lá está, isto é de árbitro de primeira.
Jorge Sousa é um “exemplo” para a arbitragem portuguesa. Sabe tudo. Ele é o digno sucessor de Calheiros e Martins dos Santos. O seu colega Vasco Santos, que validou aquele excelente golo do Nacional na Luz, ainda tem muito que aprender, mas chega lá. São dois árbitro com um mesmo destino – prejudicar o Benfica.
Homem do jogo: o árbitro Jorge Sousa
Ambos pertencem à Associação de Futebol do Porto. Ambos são árbitros bem relacionados no “sistema” do futebol português.
O que é que os divide? Um, Vasco Santos, está a iniciar uma promissora carreira na arbitragem. Pelo seu mérito e competência? Nada disso. Pela sua vulnerabilidade aos poderes ocultos, ou será “faces ocultas”?, que dominam os bastidores do nosso futebol há mais de duas décadas.
O outro, Jorge Sousa, é já um árbitro reconhecido, com provas dadas e considerado um dos melhores da actualidade. Pelo seu mérito e competência? Nada disso. Pela sua “experiência” em prejudicar o Benfica.
Jorge Sousa já é da velha guarda e não se deixa cair em “roubos” à luz do dia, isso fica para os mais ingénuos, como Vasco Santos. Sousa tem mais habilidade, por isso os maiorais do “sistema” elegem-no como o melhor.
Golo do Benfica? Nada disso. O olho de lince de Jorge Sousa descortina um levezinho toque da mão de Cardozo na camisola do defesa do Braga e, zás, há que anular o golo. Quem se atreve a contestar as elucidativas imagens.
E os amarelos escolhidos a dedo? Fábio Coentrão, claro, para inibir logo o lateral esquerdo adaptado e permitir que o Braga entre por ali. Amarelo a Javi, pois claro, para não permitir que o espanhol seja o tampão que tem sido para as equipas adversárias. E amarelo também a David Luiz e a Luisão, para vulnerabilizar o centro da defesa do Benfica. Três defesas, três amarelos, mais um amarelo para o médio defensivo.
É esta ciência de arbitrar que faz os melhores. João Pereira, no início da segunda parte, varre Di Maria junto à área, falta marcada, mas onde estava o segundo amarelo e a expulsão do defesa direito do Braga? No bolso de Jorge Sousa, pois então.
Confusão à entrada do túnel do Braga. O que se vê? Agressão de Mossoró e de outro jogador do Braga a Cardozo. Expulsos? Nada disso. Jorge Sousa expulsa Leone e Cardozo, a arma mais letal do Benfica. Lá está, isto é de árbitro de primeira.
Jorge Sousa é um “exemplo” para a arbitragem portuguesa. Sabe tudo. Ele é o digno sucessor de Calheiros e Martins dos Santos. O seu colega Vasco Santos, que validou aquele excelente golo do Nacional na Luz, ainda tem muito que aprender, mas chega lá. São dois árbitro com um mesmo destino – prejudicar o Benfica.
Homem do jogo: o árbitro Jorge Sousa
Benfica melhor em "quase" tudo
O Braga venceu o jogo quente da nona jornada, por claros 2-0, o que reforça a expressão de que quem ganha é quem marca e é líder isolado. Segundo as estatísticas, o Benfica foi superior em quase tudo, menos no que garantia os três pontos.
O Benfica correu mais, sprintou mais, mas acertou na baliza as mesmas cinco vezes que o Sporting de Braga, muito mais eficaz, diz a estatística do jogo de sábado em que os minhotos se isolaram na liderança da Liga de futebol.
Com 91,128 quilómetros percorridos o Benfica fez mais 1808 metros do que o Sporting de Braga (89,320 km), com Ramires a ser o maratonista do jogo do Municipal de Braga - o único jogador a superar a barreira dos 10 km (10 337 metros).
Numa partida que ficou marcada pelas expulsões de André Leone e Cardozo ao intervalo, só oito jogadores superaram a barreira dos nove quilómetros percorridos, quatro de cada equipa.
No Benfica, além do já citado Ramires, Maxi Pereira (9982 metros), Saviola (9350) e Fábio Coentrão (9030) foram os mais esforçados, enquanto no Braga os jogadores que mais correram foram Vandinho (9800), Hugo Viana (9520), Paulo César (9519) e Alan (9219).
Curiosamente, até ao intervalo e até às expulsões foi o Braga a equipa que mais distância percorreu, com um total de 48,410 km, contra 48,324 km do Benfica.
Num jogo intenso do ponto de vista emocional e disputado debaixo de chuva foi no número de sprints que o Benfica se destacou, com quatro jogadores a superarem a barreira das dez acelerações, com destaque para o lateral uruguaio Maxi Pereira (20), bem à frente de Ramires (13), Pablo Aimar (13) e Fábio Coentrão (12), enquanto do lado do Sporting de Braga só Hugo Viana chegou às dez.
Com 58 ataques no total, mais do dobro dos 27 do Braga, o Benfica também se superiorizou nos remates (15 contra 11), mas ao volume ofensivo não correspondeu a qualidade, tendo as duas equipas acertado as mesmas cinco vezes na baliza, com a vantagem que fez toda a diferença de em duas delas os minhotos terem feito golo.
O Braga venceu o jogo quente da nona jornada, por claros 2-0, o que reforça a expressão de que quem ganha é quem marca e é líder isolado. Segundo as estatísticas, o Benfica foi superior em quase tudo, menos no que garantia os três pontos.
O Benfica correu mais, sprintou mais, mas acertou na baliza as mesmas cinco vezes que o Sporting de Braga, muito mais eficaz, diz a estatística do jogo de sábado em que os minhotos se isolaram na liderança da Liga de futebol.
Com 91,128 quilómetros percorridos o Benfica fez mais 1808 metros do que o Sporting de Braga (89,320 km), com Ramires a ser o maratonista do jogo do Municipal de Braga - o único jogador a superar a barreira dos 10 km (10 337 metros).
Numa partida que ficou marcada pelas expulsões de André Leone e Cardozo ao intervalo, só oito jogadores superaram a barreira dos nove quilómetros percorridos, quatro de cada equipa.
No Benfica, além do já citado Ramires, Maxi Pereira (9982 metros), Saviola (9350) e Fábio Coentrão (9030) foram os mais esforçados, enquanto no Braga os jogadores que mais correram foram Vandinho (9800), Hugo Viana (9520), Paulo César (9519) e Alan (9219).
Curiosamente, até ao intervalo e até às expulsões foi o Braga a equipa que mais distância percorreu, com um total de 48,410 km, contra 48,324 km do Benfica.
Num jogo intenso do ponto de vista emocional e disputado debaixo de chuva foi no número de sprints que o Benfica se destacou, com quatro jogadores a superarem a barreira das dez acelerações, com destaque para o lateral uruguaio Maxi Pereira (20), bem à frente de Ramires (13), Pablo Aimar (13) e Fábio Coentrão (12), enquanto do lado do Sporting de Braga só Hugo Viana chegou às dez.
Com 58 ataques no total, mais do dobro dos 27 do Braga, o Benfica também se superiorizou nos remates (15 contra 11), mas ao volume ofensivo não correspondeu a qualidade, tendo as duas equipas acertado as mesmas cinco vezes na baliza, com a vantagem que fez toda a diferença de em duas delas os minhotos terem feito golo.
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