domingo, 18 de fevereiro de 2018

A.VISEU - 3 NACIONAL - 3 PENA

INSULARES EMPATAM NOS DESCONTOS

Madeirenses estavam reduzidos a 10 unidades quando alcançaram a igualdade
Académico de Viseu-Nacional, 3-3: Insulares empatam nos descontos
Académico de Viseu e Nacional empataram este domingo 3-3, em jogo da 25.ª jornada da 2ª Liga, em que a equipa insular terminou reduzida a dez e conseguiu mesmo assim a igualdade nos descontos.
Num jogo entre duas equipas com ambições de subida, o primeiro de Manuel Cajuda no Fontelo, foram muitos os adeptos nas bancadas, provavelmente motivadas com o bom arranque do técnico da equipa da casa, que na estreia tinha goleado o Benfica B (5-1)
As duas equipas efetuaram uma boa primeira parte, com a procura do golo e a demonstrarem eficácia praticamente máxima na finalização, com os da casa a marcarem dois golos em quatro minutos.

Primeiro, aos 21, Zé Paulo combinou com Avto e rematou colocado, ao ângulo da baliza de Daniel que nem esboçou a defesa, depois, aos 25, Bura limitou-se a empurrar depois de uma assistência de Bruno Miguel, na sequência de um livre na direita.

O Nacional respondeu e, aos 32 minutos, Ricardo reduziu, ao aproveitar uma bola que Peçanha não segurou na sequência de um remate na direita depois de um rápido contra-ataque dos insulares.

No segundo tempo manteve-se o domínio repartido, com o Nacional à procura da igualdade que viria a conseguir aos 51 minutos com Murilo a bater um livre na direita que Peçanha deixou escapar para o fundo da baliza.


Mas os viseenses voltariam à vantagem aos 56 minutos, com Nsor a finalizar depois de uma jogada de Avto pela esquerda do ataque.

A situação complicou-se ainda mais para o Nacional que aos 63 minutos ficou reduzido a 10, com a expulsão de Da Silva que em três minutos viu dois amarelos.

Cajuda reforçou o meio campo com Tarcísio e Paná, mas o Nacional continuou a acreditar que conseguiria ainda levar pontos do Fontelo e foi de livre direto, aos 90+1, que Murilo bisou, ao colocar a bola no ângulo da baliza de Peçanha.

Com o empate o Académico de Viseu desceu para o quinto lugar, com 40 pontos, enquanto o Nacional está na oitava posição, com 37, mas menos um jogo.

Jogo disputado no Estádio Municipal do Fontelo, em Viseu.

Académico de Viseu-Nacional, 3-3

Ao intervalo: 2-1.

1-0, Zé Paulo, 21 minutos.

2-0, Bura, 25.

2-1, Ricardo Gomes, 32.

2-2, Murilo, 51.

3-2, Nsor, 56

3-3, Murilo, (90+1).

Equipas:

Académico de Viseu: Peçanha, Tomé, Bura, Bruno Miguel, Kiko, Capela, Fernando Ferreira, Zé Paulo (Tarcísio, 61), Sandro Lima (Pana, 84), Avto e Nsor (Barry, 68).

(Suplentes: Jonas, Joel, João Mário, Barry, Paná, Tarcísio Rui Miguel).

Treinador: Manuel Cajuda.

Nacional: Daniel, Nuno Campos (Rochez, 84), Diogo, César, Elízio (Diego Barcelos, 76), Camacho (Diego Medeiros, 67), Vítor Gonçalves, Christian, Murilo, Ricardo Gomes e Da Silva.

(Suplentes: Framelin, Diego Silva, Rochez, Diego Barcelos, Plange, Diego Medeiros e Kaká).

Treinador: Costinha.

Árbitro: Humberto Teixeira (AF Lisboa).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Christian (25), Capela (27), Zé Paulo (37) Elízio (44), Nosr (53), Da Silva (60 e 63), Tomé (82). Cartão Vermelho por acumulação de amarelos para Da Silva (63).

Assistência: Cerca de 1200 espetadores.

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

BENFICA B - 1 A.VISEU - 5 -GOLEADA

SL Benfica B 1-5 Ac. Viseu FC - crónica televisiva da incrível vitória academista

SL Benfica "B" 1 - 5 Académico de Viseu FC

Caixa Futebol Campus, 11 de fevereiro de 2018
24ª Jornada da Ledman LigaPro
Árbitro: Rui Oliveira (Porto)

Benfica B: Ivan Zlobin; Simón Ramírez, Vitalii Lystkov (Zé Gomes, 67), Ferro e Pedro Amaral; Florentino Luís (Nuno Santos, int), Keaton Parks e Gedson Fernandes; Willock (Anthony Carter, 83), João Félix e Heriberto Tavares. Treinador: Hélder Cristóvão.

Ac. Viseu: Peçanha; Tomé, Fábio Santos, Bura e Kiko; Capela, Fernando Ferreira (Tarcísio, 71) e Zé Paulo (Paná, 83); Avto, Sandro Lima e Nsor (Barry, 60). Treinador: Manuel Cajuda.

Golos: Sandro Lima 11 (0-1), Sandro Lima 38 (0-2), Avto 41 (0-3), Heriberto Tavares 45 (1-3), Sandro Lima 85 (1-4), Avto 89 (1-5)

A estreia do Mister Manuel Cajuda ao leme do Académico de Viseu não poderia ter sido melhor. Uma vitória empolgante, com ingrediente extra de goleada, deixam boas perspectivas para o futuro da família academista. 1-5 foi o resultado final, com destaque para o Hat-Trick de Sandro Lima e o bis de Avto.

O mister Manuel Cajuda procedeu a algumas alterações no onze, com destaques para a inclusão de Sandro Lima e de Zé Paulo. 


A turma academista entrou forte, a pressionar bastante a jovem formação benfiquista. Não foi com surpresa que o primeiro golo tenha surgido pouco depois dos 10 minutos, após bom remate de Sandro Lima já à entrada da área. Antes disso, NSor isolado, já tinha desperdiçado a primeira grande ocasião da partida.
Aos 38 minutos, novamente o avançado academista SL91, a bisar na partida, ele que tinha andado pelo banco de suplentes nos últimos desafios. Avto, outro dos grandes destaques da equipa, conduziu e construiu o golo na esquerda do ataque beirão. Ainda antes do intervalo mais dois tentos, um para cada lado. Avto, após entendimento com Zé Paulo, apontou o terceiro do Académico. Heri, reduziu e apontou o único golo da turma da luz, numa desatenção defensiva da nossa equipa. 1-3 era o resultado ao intervalo.


Para a segunda metade, o Benfica B entrou bem, com a irreverência e qualidade técnica dos jovens atletas a vir ao de cima (destaque para o viseense João Félix). Contudo, o Académico demonstrou grande personalidade e muito maior experiência, e foi já à entrada dos últimos 5 minutos, que faria o quatro golo, e novamente por Sandro Lima. Hat-trick do brasileiro, que reforça a liderança nos melhores marcadores da equipa. São já 9 golos na Ledman LigaPro. Registo ainda para o quinto golo do Ac.Viseu, Avto, em mais um belíssimo golo. São já 5 golos na prova e todos eles de belo efeito. 


Resultado final de 1-5 (sim, está a ler bem), na estreia de Manuel Cajuda, num terreno onde o Académico de Viseu nunca tinha vencido. 
Nota final para as "duas dezenas de adeptos" presentes no Seixal. OBRIGADO!!!
No próximo domingo, todos ao Fontelo, para a receção ao Nacional da Madeira, 15h00.

FORÇA ACADÉMICO!! ⚫️⚪

domingo, 11 de fevereiro de 2018

PORTIMONENSE - 1 BENFICA - 3 -PERFEITO


Chegou a parecer que seria surpreendentemente fácil - a surpresa porque face ao que já tinha visto do Portimonense nos dois jogos contra nós esta época e ainda aquilo que fez nos últimos jogos, esperava um jogo dificílimo - mas acabou por ser necessário sofrimento, muito suor e o talento do Cervi para sairmos de Portimão com os três pontos.


Sabíamos que haveria um alteração forçada no onze devido à ausência do Salvio, e a escolha para o lugar foi o Rafa. De resto, os jogadores que já nos habituámos a ver como primeiras escolhas, com o Zivkovic a repetir a titularidade nas funções do Krovinovic. O início de jogo foi aquilo que tem sido o hábito desta equipa nos últimos tempos. Pressão alta e agressiva, trocas de bola rápidas no ataque, com especial destaque para as combinações na esquerda entre o Grimaldo e o Cervi, com a colaboração frequente do Zivkovic ou do Jonas, e o adversário empurrado para junto da sua área. às vezes costuma-se dizer de uma forma algo exagerada que uma equipa nem passou do meio campo, mas durante praticamente toda a primeira meia hora de jogo foi mesmo isso que aconteceu com o Portimonense. Neutralizámos por completo o jogo deles, e apresentámos uma dinâmica muito difícil de acompanhar na procura do golo. Golo que apareceu muito cedo, com apenas seis minutos decorridos. Um passe a rasgar do Zivkovic pelo meio da defesa do Portimonense, uma grande recepção do Rafa que obrigou um defesa a um corte no limite, mas a bola foi ter com o Cervi que sobre a esquerda desferiu um remate muito forte para fazer a bola entrar entre o guarda-redes e o poste. Obtida a vantagem, o resto da primeira parte foi quase toda como descrevi antes. Uma superioridade evidente da parte do Benfica, que no entanto não se traduziu no avolumar do resultado, e um Portimonense praticamente inofensivo, quase sempre remetido para bem dentro do seu meio campo e com muito pouca posse de bola. Apenas na fase final do primeiro tempo é que o nosso adversário pareceu começar a acordar e a dar alguns sinais de vida. Não nos causaram grandes problemas na defesa, mas o meio campo começou a ganhar cada vez mais os duelos físicos e as bolas divididas, permitindo-lhes ter um pouco mais de bola e jogar mais longe da sua área.


Para nosso mal, as indicações dadas no final da primeira parte não só se mantiveram como se acentuaram na segunda. O Portimonense entrou mais agressivo e ganhou superioridade na zona do meio campo, impondo o maior poderio físico da maioria dos seus jogadores e passando a ganhar os duelos individuais, bolas divididas e segundas bolas. Não se tratou de um caso em que éramos submetidos a pressão intensa e as ocasiões de golo se sucediam junto da nossa baliza - a melhor ocasião até foi mesmo nossa, mas o André Almeida, em posição privilegiadíssima, escorregou na altura do remate a enviou a bola para a bancada - mas era notótio que já não tínhamos o controlo absoluto da partida, passando a ter menos bola e sendo menos perigosos no ataque. Por outro lado, com o Portimonense a aparecer mais no jogo, a possibilidade de surgir o golo do empate era maior. E a meio desta segunda parte sofremos uma dupla contrariedade: o Jonas teve que sair lesionado, e quase de seguida o golo do empate apareceu mesmo, na sequência de um pontapé de canto. Víamo-nos agora sem o nosso melhor marcador em campo, e a precisar de voltar para a frente do marcador. Confesso que vi as coisas mal paradas nessa altura, até porque o golo do empate motivou ainda mais o nosso adversário. Durante alguns minutos o jogo ficou como que partido e bastante aberto, podendo um golo cair para qualquer uma das equipas - novamente o André Almeida, em posição frontal, fez um remate rasteiro e com pouca força para as mãos do guarda-redes, e do outro lado vimos um adversário em óptima posição rematar torto e ao lado da nossa baliza. Mas a doze minutos do final, o destino sorriu-nos. Acabadinho de entrar, o Galeno (jogador emprestado pelo Porto - se calhar está comprado) meteu a mão à bola e no livre resultante, ainda bem longe da baliza, o Cervi inventou um remate magistral que fez a bola ainda beijar o poste antes de entrar na baliza. Logo a seguir o nosso treinador emendou a mão e em vez de meter o Seferovic, que estava pronto para entrar, colocou em campo o Samaris para equilibrar a luta a meio campo. E à excepção de um lance no qual o Varela teve uma péssima saída a um cruzamento, não passámos por grandes calafrios. Para fechar da melhor maneira, já durante o período de compensação do período de compensação o Zivkovic, à segunda e na conclusão de uma jogada em que ele progrediu todo o meio campo adversário com a bola antes de combinar com o Diogo Gonçalves, fez o terceiro golo.


O homem do jogo é sem qualquer dúvida o Cervi. É um jogador de quem é impossível não gostar, quanto mais não seja pela atitude que tem em campo. Disputa cada bola como se fosse a última, corre os noventa minutos como se tivesse acabado de começar o jogo, e a isto alia uma capacidade técnica acima do normal. Não costuma marcar muitos golos, mas hoje apareceu na altura certa para fazer dois e carregar a nossa equipa até à vitória. Outro destaque que faço é o Zivkovic. Tinha a convicção de que ele seria a melhor solução para o lugar do Krovinovic ainda antes dele jogar, e depois de dois jogos a titular nessas funções julgo que poucos não partilharão dela. Tal como no caso do Cervi, a atitude ajuda muito. E depois tem a qualidade técnica para segurar a bola e a visão de jogo para fazer passes que rasgam qualquer defesa. Bem fez por merecer o golo que marcou (embora nesse lance até tenha sido algo egoísta, porque tinha o Jiménez em óptima posição). Uma menção também para o Fejsa. Já estamos tão habituados a vê-lo fazer aquilo que faz que às vezes até pode nem parecer nada de extraordinário, mas o Fejsa é provavelmente o factor mais importante para que consigamos pressionar os adversários da forma que o fazemos. Por diversas vezes ele é literalmente o meio campo do Benfica, por si só. Por último: o Rafa não soube aproveitar mais esta oportunidade. Esteve no lance do primeiro golo, mas no resto do jogo foi uma desilusão para mim.

Mais um difícil obstáculo ultrapassado, mas um passo dado no caminho que temos que percorrer até ao nosso objectivo. A equipa está estabilizada, a fórmula está encontrada, a dinâmica está instalada. A cada passo dado, a confiança aumenta.

A.VISEU - MANUEL CAJUDA MISTER

A nova equipa técnica do Académico

Foto retirada da página oficial de MC no Facebook

Já todos sabemos que Manuel Cajuda é o novo treinador academista, mas quem é que o acompanha?

Comecemos pelo seu adjunto. Trata-se de Floris Schaap, tem 52 anos (3/04/1965) e é holandês. Floris, assim conhecido no futebol, enquanto futebolista foi defesa central e veio para Portugal para jogar no Olhanense.
Depois de duas épocas na equipa de Olhão mudou-se para o Portimonense onde esteve 3 épocas, duas na I Divisão e uma na Segunda Liga.
Cruzou-se pela primeira vez com Manuel Cajuda na época 91/92 no SCU Torreense seguindo-o para Braga. Terminou a carreira de futebolista no Olhanense, jogando ainda uma época no fustal. 
Enquando futebolista jgou contra o Académico os seguintes jogos: Portimonense 1-1 Ac. Viseu ( 88/89, golo de Abel); Ac. Viseu 0-1 Portimonense (88/89), Ac. Viseu 1-0 Portimonense (90/91, golo de Resende) e Portimonense 3-1 Ac. Viseu (90/91, golo de João Manuel).
Como treinador tem sido adjunto de Manuel Cajuda desde 2009/2010.

O preparador físico é Wilian Silva. Tem 36 anos (14/10/1981) e de forma federada não jogou futebol. Está ligado ao treino desde 2009, pelo menos, tendo treinado as camadas jovens de Oiã e Gafanha. Nos últimos dois anos esteve na China na Academia de Futebol de Luís Figo.

Finalmente o treinador de guarda redes é Pedro Pereira. Tem 54 (03/11/1963 e transita da equipa técnica anterior. De 2015 a 2017 foi treinador de guarda redes do CD Tondela.



Manuel Cajuda é o novo treinador Academista.

NOME COMPLETO
Manuel Ventura Cajuda de Sousa
NOME
Manuel Cajuda
DATA DE NASCIMENTO
27/06/1951
NATURALIDADE
Olhão
POSIÇÃO
Treinador


( Foto Jornal do Centro )

Manuel Cajuda dispensa apresentações, tem um longo historial no futebol português.

Treinou na primeira divisão, Farense, Portimonense, Torreense, Braga, Leiria, Maritimo, Beira Mar, Naval, Guimarães e Olhanense.

Talvez seja dos treinadores em actividade em portugal, com maior experiência. Nos últimos 5 anos, passou por clubes chineses, Emiratos Árabes, e pela Tailândia.


Chega agora ao melhor clube do mundo. Boa sorte mister!

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

A.VISEU - 1 AROUCA - 3 - DESCALABRO

AC. VISEU-AROUCA, 1-3: VISEENSES CONTINUAM EM CRISE E AROUQUENSES A LUTAR PELA PROMOÇÃO

Arouca luta pela subida de divisão, enquanto o AC. Viseu soma sétimo jogo sem vencer
AC. Viseu-Arouca, 1-3:  Viseenses continuam em crise e arouquenses a lutar pela promoção
Foto: Nuno André Ferreira
O Arouca venceu em Viseu o Académico, por 3-1, em jogo da 23.ª jornada da 2ª Liga, reetrando na luta pela subida de divisão e agudizando a crise dos viseenses que não ganham há sete jogos. 

Ericson (6'), Palocevic (23') e Roberto (32') marcaram para o Arouca, ainda na primeira parte, com Bura, aos 84' , a reduzir para o Académico de Viseu, que com a derrota desce dos lugares de subida para a sétima posição no campeonato, com 36 pontos, com o Arouca a subir ao quarto lugar, com 37.

O jogo começou praticamente com o golo do Arouca, com Ericson a aparecer solto ao segundo poste e a finalizar um cruzamento da esquerda. Os viseenses procuraram responder, mas erravam muitos passes e Bracali acabou por ter uma primeira parte descansada. Mais eficaz, o Arouca fez o segundo golo aos 23 minutos, num remate de longe de Palocevic a bater Peçanha.

Perante o desnorte total dos comandados de Francisco Chaló, o Arouca manteve-se tranquilo no jogo e chegou ao terceiro, aos 32 minutos, com Roberto, a limitar-se a empurrar sobre a linha um cruzamento remate de Bukia.

No segundo tempo, o jogo manteve-se controlado pelo Arouca, perante um AC. Viseu trapalhão e incapaz de criar perigo. O Académico chegou ao golo já nos minutos finais, com Bura a rematar e a bater Bracali.

Jogo no Estádio do Fontelo, em Viseu.
AC. Viseu - Arouca, 1-3.

Marcadores: 

0-1, Ericson, 6 minutos

0-2, Palocevic, 23'

0-3, Roberto, 32' 

1-3, Bura, 84'

AC. Viseu: Peçanha, Tomé (Erivaldo, 80), Bura, Fábio Santos, Kiko, Capela, Tarcísio (Zé Paulo, 57), Paná, João Mário (Sandro Lima, 34), Nsor e Avto.

(Suplentes: Jonas, Joel, Erivaldo, Rui Miguel, Lucas, Zé Paulo e Sandro Lima). 

Treinador: Francisco Chaló. 

Arouca: Bracali, João Amorim, Nuno Coelho, Deyvison, Vítor Costa, Bruno Alves (André Santos, 78), Ericson, Palocevic, Barnes (Massaia, 73), Roberto e Bukia.

(Suplentes: Gasparotto, Vargas, Ohemeng, André Santos, Areias, Erick Salles e Massaia).

Treinador: Miguel Leal.

Árbitro: João Pinheiro (AF Braga). 

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Bracali (40), João Amorim (47), Ericson (61) e Bruno Alves (67).

Assistência: cerca de 700 espetadores.

sábado, 3 de fevereiro de 2018

BENFICA - 5 RIO AVE - 1 - GOLEADA

O Benfica venceu o Rio Ave por 5-1 em jogo inaugural da 21ª jornada e garantiu os três pontos depois de estar a perder ao intervalo. Jardel, Pizzi e Jonas viraram o marcador depois de Guedes fazer o 1-0 aos 8' minutos enquanto que Rúben Dias e Raul Jiménez fizeram os restantes golos.
No regresso ao Estádio da Luz depois do empate no Restelo por 1-1, o Benfica recebia uma equipa que esta época ainda não tinha perdido com os tetracampeões e que nunca tinha vencido os 'encarnados' na sua casa.
Com Zivkovic a ser a única novidade no onze titular de Rui Vitória, o Rio Ave apresentou-se na Luz com cinco alterações em relação ao jogo da última jornada com as entradas de Cássio, Marcelo, Bruno Teles e Leandrinho, sendo que Yuri Ribeiro está emprestado pelo Benfica.
Depois de um bom arranque de jogo do Benfica em termos de posse de bola, tendo espaço para trocas de bola entre os jogadores, o Rio Ave conseguiu inaugural o marcador aos 8' minutos depois de uma excelente jogada de Francisco Geraldes que culminou com o golo de cabeça de Guedes.
A equipa de Rui Vitória acusou o golo sofrido, e instantes depois do golo de Guedes, João Novais atirou uma 'bomba' ao poste da baliza de Varela colocando em sentido o Benfica.
A perder por 1-0, o Benfica sentiu algumas dificuldades para reagir à boa organização da equipa de Miguel Cardoso e nem os passes em profundidade de Zivkovic conseguiam chegar no 'timming' certo aos pés de Jonas.
Aos 21' minutos, Jonas apareceu na cara de Cássio e caiu no duelo com o guarda-redes, mas o árbitro Manuel Oliveira recorreu ao VAR para avaliar o lance, e entendeu que não havia grande penalidade.
Num lance individual, Salvio lesionou-se e Rui Vitória foi obrigado a uma substituição forçada com a entrada de Rafa no jogo.
Com a ansiedade a crescer nas bancadas, os adeptos do Benfica ainda mais apreensivos ficaram depois de Cássio evitar o golo do empate aos 38' minutos com uma grande defesa a remate de Jonas.
Até ao final da primeira parte, o Benfica rondou a baliza de Cássio com algum perigo, mas o Rio Ave manteve a vantagem.
No segundo tempo, o Benfica entrou a todo o gás e empatou o jogo logo no primeiro minuto por intermédio de Jardel. O defesa central brasileiro saltou sem oposição no coração da área e de cabeça fez o 1-1 após cruzamento de Cervi.
Com o jogo empatado, a equipa de Rui Vitória ganhou ainda mais confiança e foi à procura do segundo golo. O duplo pivot do Rio Ave constituído por Leandrinho e Tarantino mostravam sinais de dificuldades para travar o ímpeto ofensivo dos 'encarnados' e o segundo golo do Benfica acabou por surgir aos 63' minutos por intermédio de Pizzi depois de um grande movimento de Jonas, a assistir o número 21 no centro da área, e este a rematar rasteiro para o 2-1.
A vencer pela primeira vez no jogo, o Benfica não baixou de intensidade e acabou por dilatar o marcador naturalmente perante um Rio Ave completamente irreconhecível. Jonas aproveitou um cruzamento de Cervi e assistido por Jardel fez o 3-1 perante a oposição de Cássio. O árbitro ainda consultou o VAR, mas o lance acabaria por ser validado.
Já com o jogo controlado, o Benfica acabou por construir uma goleada já perto do final com Rúben Dias a fazer o 4-1 aos 83' minutos e Raul Jiménez a sentenciar a partida aos 87' minutos.
Com este resultado, o Benfica igualou o Sporting à condição e ganhou o estatuto de melhor ataque do campeonato. Jonas marcou o seu 25º golo no campeonato e cimentou o estatuto de melhor marcador da prova.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

LEIXÕES - 1 A.VISEU - 1 - UM PONTINHO

LEIXÕES-AC. VISEU (1-1): VISEENSES EMPATAM AO CAIR DO PANO

Golo de Nsor rende um ponto precioso
Leixões-Ac. Viseu (1-1): Viseenses empatam ao cair do pano
Um golo de Nsor, aos 90+3 minutos, permitiu esta quarta-feira ao Académico de Viseu empatar 1-1 em casa do Leixões, em jogo da 22.ª jornada da 2ª Liga.


O Leixões fechou a primeira parte a ganhar, fruto de um golo nos últimos instantes de Breitner (45+3), respondendo os viseenses também nos descontos da segunda parte com o golo de Nsor (90+3).


A igualdade permitiu aos viseenses, que estão há seis jogos sem vencer, subirem ao terceiro lugar com 36 pontos, os mesmos do Leixões, quarto, e do Penafiel, quinto, enquanto o Nacional, que baixou a sexto, viu o seu jogo de hoje, receção à Oliveirense, ser adiado para 28 de fevereiro devido ao mau tempo que se fazia sentir na Choupana.

A Académico de Viseu apostou numa pressão alta, procurando jogar no erro do Leixões, pelo que foram dos visitantes as melhores ocasiões na primeira parte, até Breitner abrir o marcador.

Erivaldo (19), Tarcísio (26), Fábio Santos (27) e Barry (39) dispuseram de boas oportunidades para abrir o marcador, em lances em que só o esforço dos defesas e do guarda-redes contrários conseguiram evitar o pior.

Sem conseguir jogar da forma que gosta, ainda assim o Leixões criou também ocasiões, mas com Luís Silva (12) e Kukula (28) a ficarem aquém do esperado antes de, no último minuto dos descontos, a passe de Kukula, Breitner abrir o marcador, num remate a meia altura na grande área.O Académico baixou o ritmo na segunda parte e, em dois lances, podia ter sofrido o segundo golo, mas Belima (49), da meia-lua, atirou junto ao poste, antes de um atraso de Bura (56) quase resultar em golo.

Apesar disso, os viseenses dispuseram de diversas ocasiões, por Erivaldo, Barry e Tarcísio, este último a acertar na trave aos 85, antes de Nsor, após um pontapé de canto, fixar o empate final, aos 90+3.

Jogo no Estádio do Mar, em Matosinhos.

Leixões - Académico de Viseu, 1-1.

Ao intervalo: 1-0.

Marcadores:

1-0, Breitner, 45+3. 

1-1, Nsor, 90+3.

Equipas:

Leixões: André Ferreira, Jorge Silva, Jaime, Ricardo Alves, Derick, Bruno China, Luís Silva, Breitner (Amine, 68), Bruno Lamas (Eva Nga, 60), Belima (Semedo, 82) e Kukula. 

(Suplentes: Tony, Matheus Costa, Belly, Amine, Semedo, Sancidino e Eva Nga).

Treinador: Ricardo Malafaia.

Académico de Viseu: Peçanha, Tomé, Fábio Santos, Bura, Kiko, Erivaldo (Nsor, 80), Fernando Ferreira (Zé Paulo, 30), Tarcísio, Avto, Paná (Sandro Lima, 63) e Barry. 

(Suplentes: Jonas, João Mário, Rui Miguel, Nsor, Lucas, Zé Paulo e Sandro Lima).

Treinador: Francisco Chaló.

Árbitro: Carlos Xistra (Castelo Branco).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Fernando Ferreira (29), Jorge Silva (37), Barry (71), Fábio Santos (78) e Amine (89). 

Assistência: cerca de 1.100 espetadores.


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