LUIS VOUZELA
MARCELO
ZÉ BASTOS
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
A.VISEU
Paulo Gomes é o novo treinador do Académico
Paulo Gomes é o novo treinador do Académico de Viseu. O ex-adjunto de João Paulo Correia assume a liderança da equipa técnica, onde vai também manter-se Carlos Ferreira. Está assim, de forma interna, encontrada a sucessão para João Paulo Correia, que se havia demitido no final do jogo com o Nogueirense, no passado domingo.
Paulo Gomes tem 35 anos, e deixou de jogar futebol na época passada, acabando na altura por ser convidado por António Albino para integrar a equipa técnica do Académico. Como jogador, tem um longo passado em clubes da I Divisão, de onde se destacam passagens por clubes como Vitória de Guimarães, União de Leiria e Paços de Ferreira.
Paulo Gomes é o novo treinador do Académico de Viseu. O ex-adjunto de João Paulo Correia assume a liderança da equipa técnica, onde vai também manter-se Carlos Ferreira. Está assim, de forma interna, encontrada a sucessão para João Paulo Correia, que se havia demitido no final do jogo com o Nogueirense, no passado domingo.
Paulo Gomes tem 35 anos, e deixou de jogar futebol na época passada, acabando na altura por ser convidado por António Albino para integrar a equipa técnica do Académico. Como jogador, tem um longo passado em clubes da I Divisão, de onde se destacam passagens por clubes como Vitória de Guimarães, União de Leiria e Paços de Ferreira.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
domingo, 24 de outubro de 2010
A.VISEU
A. VISEU - 1 NOGUEIRRENSE -1 - INFELIZES
Ac. Viseu FC 1-1 AD Nogueirense
O Académico de Viseu empatou esta tarde no Fontelo com o líder do campeonato. E chamo-os líderes porque é isso mesmo que a tabela classificativa diz. Porque de líder viu-se pouco. Organizada é o único adjectivo bom que se pode atribuir ao líder. Porque de resto vieram a Viseu pensar pequeno, apanharam-se a ganhar sem saber ler nem escrever e meteram-se lá atrás. Usaram e abusaram do antijogo e isto tudo com a complacência da equipa de arbitragem que deu apenas quatro minutos de compensação. E o Académico só não venceu por causa disto? Claro que não, não venceram porque na primeira parte pouco mais que passear as camisolas fizeram e porque na segunda parte Rui Vale, o guarda-redes forasteiro, foi um verdadeiro herói.
Augusto foi, como habitualmente, o guarda-redes dos academistas, na lateral direita esteve Calico saindo da equipa Casal a dupla de centrais foi a dos “Tiagos”, Jonas e Gonçalves e na lateral esquerda o brasileiro Marcelo Henrique. No meio campo um trio composto por Vouzela, Ricardo e Álvaro que fez a sua estreia a titular esta época. Na frente outro trio, Marco Almeida à esquerda, Zé Bastos à direita e Éverson no meio. Foi uma primeira parte em que o Académico não conseguiu mostrar chama, nem arte e muito menos engenho. Um deserto de ideias que nem a enorme voluntariedade de Luís Vouzela conseguiu disfarçar. Marco Almeida, na esquerda, pareceu sempre longe do jogo e Zé Bastos na única boa oportunidade dos primeiros 45 minutos disparou de longe quando tinha todo o caminho do mundo para seguir em frente e visar a baliza. E o Nogueirense? Disse em cima que chegou ao golo sem saber ler nem escrever, talvez não tenha sido bem assim aproveitou foi a enorme passividade de Álvaro e Calico para chegar ao golo através de um remate cruzado.
A segunda parte não previa grande coisa para o Académico. Se não vejamos: a perder, e supostamente com o ânimo em baixo, o Académico teria que ir em busca do benefício – sim benefício porque o prejuízo já lá estava – abrir buracos na sua defensiva e frente ao líder isso seria fatal. Não foi. Com Marco Almeida no sítio certo – à direita do ataque – o Académico remeteu o Nogueirense à sua defesa e o guarda-redes da equipa forasteira brilhou a grande altura negando o golo por 3 ou 4 vezes aos academistas com destaque para uma extraordinária defesa a cabeceamento de Éverson. Foi já com Mauro em campo – deu maior presença na área contrária – que o Académico chegou ao golo, Marco Almeida meteu a bola na área, Rui Vale não chegou e atirou-se para o chão, desta feita o árbitro não foi na sua cantiga e gerou-se uma grande confusão na pequena área com um atleta nogueirense a meter a mão à bola vendo o correspondente cartão vermelho. Na transformação da grande penalidade Zé Bastos não perdoou. Com dez minutos para jogar e com um a mais o Académico não conseguiu fazer o golo da vitória que merecia – o lado esquerdo do ataque nunca fez o mesmo que o direito – e o Nogueirense foi-se mantendo “ligado à máquina” através de livres laterais alguns com faltas inventadas e outros através de faltas completamente disparatadas para não lhe chamar outra coisa.
Sei que o Nogueirense na época passada estava na distrital. Mas também sei que é o líder da nossa série. E sei que tem despachado com goleadas os seus adversários. Por isso esperava um líder a jogar à líder. E o que se viu foi uma máquina de anti-jogo. Assustou-se com a entrada do Académico na segunda parte e… Rui Vale ficou no chão a contorcer-se com dores por faltas imaginárias, fez duas substituições de uma assentada e os jogadores demoraram eternidades a sair de campo, o senhor que fez as substituições pede-a e só depois lá coloca o número do jogador que sai e não contente com a sua brilhante actuação ainda se sente com forças suficientes para provocar os adeptos da casa. Gente como esta não faz falta ao futebol, mata o futebol. E com tudo isto o que faz o árbitro? Deu 4 minutos de desconto…
Se critico a equipa do Nogueirense tenho que dar os parabéns aos seus adeptos. Vieram a Viseu em bom número e fizeram a festa!
Destaque para o Zé Bastos, que hoje esteve displicente e infeliz, e um destaque especial para o Marco Almeida e especialíssimo para o Vouzela: duas excelentes exibições.
O Académico de Viseu empatou esta tarde no Fontelo com o líder do campeonato. E chamo-os líderes porque é isso mesmo que a tabela classificativa diz. Porque de líder viu-se pouco. Organizada é o único adjectivo bom que se pode atribuir ao líder. Porque de resto vieram a Viseu pensar pequeno, apanharam-se a ganhar sem saber ler nem escrever e meteram-se lá atrás. Usaram e abusaram do antijogo e isto tudo com a complacência da equipa de arbitragem que deu apenas quatro minutos de compensação. E o Académico só não venceu por causa disto? Claro que não, não venceram porque na primeira parte pouco mais que passear as camisolas fizeram e porque na segunda parte Rui Vale, o guarda-redes forasteiro, foi um verdadeiro herói.
Augusto foi, como habitualmente, o guarda-redes dos academistas, na lateral direita esteve Calico saindo da equipa Casal a dupla de centrais foi a dos “Tiagos”, Jonas e Gonçalves e na lateral esquerda o brasileiro Marcelo Henrique. No meio campo um trio composto por Vouzela, Ricardo e Álvaro que fez a sua estreia a titular esta época. Na frente outro trio, Marco Almeida à esquerda, Zé Bastos à direita e Éverson no meio. Foi uma primeira parte em que o Académico não conseguiu mostrar chama, nem arte e muito menos engenho. Um deserto de ideias que nem a enorme voluntariedade de Luís Vouzela conseguiu disfarçar. Marco Almeida, na esquerda, pareceu sempre longe do jogo e Zé Bastos na única boa oportunidade dos primeiros 45 minutos disparou de longe quando tinha todo o caminho do mundo para seguir em frente e visar a baliza. E o Nogueirense? Disse em cima que chegou ao golo sem saber ler nem escrever, talvez não tenha sido bem assim aproveitou foi a enorme passividade de Álvaro e Calico para chegar ao golo através de um remate cruzado.
A segunda parte não previa grande coisa para o Académico. Se não vejamos: a perder, e supostamente com o ânimo em baixo, o Académico teria que ir em busca do benefício – sim benefício porque o prejuízo já lá estava – abrir buracos na sua defensiva e frente ao líder isso seria fatal. Não foi. Com Marco Almeida no sítio certo – à direita do ataque – o Académico remeteu o Nogueirense à sua defesa e o guarda-redes da equipa forasteira brilhou a grande altura negando o golo por 3 ou 4 vezes aos academistas com destaque para uma extraordinária defesa a cabeceamento de Éverson. Foi já com Mauro em campo – deu maior presença na área contrária – que o Académico chegou ao golo, Marco Almeida meteu a bola na área, Rui Vale não chegou e atirou-se para o chão, desta feita o árbitro não foi na sua cantiga e gerou-se uma grande confusão na pequena área com um atleta nogueirense a meter a mão à bola vendo o correspondente cartão vermelho. Na transformação da grande penalidade Zé Bastos não perdoou. Com dez minutos para jogar e com um a mais o Académico não conseguiu fazer o golo da vitória que merecia – o lado esquerdo do ataque nunca fez o mesmo que o direito – e o Nogueirense foi-se mantendo “ligado à máquina” através de livres laterais alguns com faltas inventadas e outros através de faltas completamente disparatadas para não lhe chamar outra coisa.
Sei que o Nogueirense na época passada estava na distrital. Mas também sei que é o líder da nossa série. E sei que tem despachado com goleadas os seus adversários. Por isso esperava um líder a jogar à líder. E o que se viu foi uma máquina de anti-jogo. Assustou-se com a entrada do Académico na segunda parte e… Rui Vale ficou no chão a contorcer-se com dores por faltas imaginárias, fez duas substituições de uma assentada e os jogadores demoraram eternidades a sair de campo, o senhor que fez as substituições pede-a e só depois lá coloca o número do jogador que sai e não contente com a sua brilhante actuação ainda se sente com forças suficientes para provocar os adeptos da casa. Gente como esta não faz falta ao futebol, mata o futebol. E com tudo isto o que faz o árbitro? Deu 4 minutos de desconto…
Se critico a equipa do Nogueirense tenho que dar os parabéns aos seus adeptos. Vieram a Viseu em bom número e fizeram a festa!
Destaque para o Zé Bastos, que hoje esteve displicente e infeliz, e um destaque especial para o Marco Almeida e especialíssimo para o Vouzela: duas excelentes exibições.
PORTIMONENSE - 0 BENFICA -1 - LIMITE DO RAZOÁVEL
Águias’ voam alto no Algarve
Em jogo a contar para a oitava jornada da Liga Zon/Sagres, o Benfica deslocou-se hoje, sexta-feira, ao Estádio Algarve onde, à partida para o encontro com o Portimonense, tinha um historial só de vitórias. Este não se veio a alterar, já que o clube da Luz saiu vitorioso por uma bola a zero, golo de Javi Garcia já na segunda parte.
Vindo duma derrota em Lyon, onde o clube da Luz teve uma prestação miserável, os ‘encarnados’ precisavam de vencer este encontro, tanto para encurtar a distância pontual para o FC Porto, como para dignificar a imagem de campeão, fortemente danificada no encontro da passada quarta-feira.
O jogo começou com forte ímpeto atacante por parte dos algarvios, com dois lances de perigo para a baliza de Roberto nos primeiros cinco minutos, primeiro por Candeias, que após cobrança dum livre à entrada da área, obrigou Luisão a sacudir a bola, e depois por Kadi, a cabecear com perigo na área do Benfica. Porém, o fulgor atacante do Portimonense acabou, sendo que o Benfica dominou fortemente os comandos do jogo até ao fim da primeira parte, sem deixar que a equipa da casa respirasse.
Aos 16 minutos, na sequência dum canto marcado por Aimar, Saviola conseguiu impor-se aos defesas adversários e conseguiu meter a bola na baliza do Portimonense, porém, o árbitro decidiu anular o tento do argentino por mão de Javi Garcia na bola, antes do cabeceamento de Saviola. Até ao fim da primeira parte só deu Benfica, com os atacantes a tentarem transpor, legalmente, a baliza de Ventura, mas estava destinado que o resultado não mudasse até à saída para o intervalo.
A segunda parte começou com o que o clube da Luz tentou fazer ao longo dos primeiros 45 minutos sem sucesso, marcar. Com três minutos decorridos, numa jogada estudada pelos pupilos de Jesus, Carlos Martins cobra um livre para a cabeça de Javi Garcia, que surge imprevisivelmente na área adversária, fazendo o primeiro, e único golo da partida. Este tento fez com que a formação de Portimão ‘acordasse’, convencido do facto de se continuasse a agir passivamente no encontro, sairia derrotado.
À entrada para a última meia hora, Pedro Moreira rematou de longe, obrigando Luisão a cortar a bola pela linha de fundo. Logo a seguir, Candeias teve a melhor oportunidade nos pés para a sua equipa empatar o jogo. Após remate rasteiro, o avançado de Portimão obriga Roberto a uma defesa bastante apertada.
Já nos últimos 15 minutos do encontro, a equipa da casa teve a sua última oportunidade para marcar o golo do empate, por intermédio de, quem diria, Candeias, a executar novo remate rasteiro às redes de Roberto, mas a sair ao lado. O avançado foi mesmo o jogador do Portimonense que mais tentou ‘remar contra a maré vermelha’.
Até ao apito final de Hugo Miguel, o Benfica teve várias oportunidades de dilatar o resultado, primeiro por Felipe Menezes aos 77 minutos, que tentou surpreender Ventura com um remate de longe, e finalmente por Kardec, aos 84’, que teve nos pés a melhor oportunidade para ‘matar’ o jogo, mas permitindo a defesa de Ventura. O jogo acabaria mesmo com o golo solitário de Javi Garcia a garantir os três pontos para o clube da Luz.
Ficha de jogo:
Jogo no Estádio Algarve, em Faro.
Portimonense - Benfica, 0-1.
Ao intervalo: 0-0.
Marcador:
0-1, Javi Garcia, 49 minutos.
Equipas:
- Portimonense: Ventura, Ricardo Pessoa, Di Fábio, André Pinto, Pedro Silva, Jumisse (Dong, 66), Candeias, Elias (Pedro Moreira, 40), Soares, Ivanildo e Calvin Kadi (Pelembe, 45).
(Suplentes: Pedro Silva, Pedro Moreira, Nilson, Dong, Ruben Fernandes, Pelembe e Renatinho).
- Benfica: Roberto, Maxi Pereira, Luisão, David Luiz, Javi Garcia, Carlos Martins (Franco Jara, 75), Aimar, Gaitán, César Peixoto, Saviola (Filipe Menezes, 64) e Alan Kardec (Airton, 86).
(Suplentes: Moreira, Airton, Franco Jara, Filipe Menezes, Weldon, Nuno Gomes e Sidnei).
Árbitro: Hugo Miguel (Lisboa).
Ação disciplinar: cartão amarelo para Calvin Kadi (06), Carlos Martins (07), Maxi Pereira (17), Jumisse (37) e Ricardo Pessoa (45).
Assistência: 12 373 espectadores.
Em jogo a contar para a oitava jornada da Liga Zon/Sagres, o Benfica deslocou-se hoje, sexta-feira, ao Estádio Algarve onde, à partida para o encontro com o Portimonense, tinha um historial só de vitórias. Este não se veio a alterar, já que o clube da Luz saiu vitorioso por uma bola a zero, golo de Javi Garcia já na segunda parte.
Vindo duma derrota em Lyon, onde o clube da Luz teve uma prestação miserável, os ‘encarnados’ precisavam de vencer este encontro, tanto para encurtar a distância pontual para o FC Porto, como para dignificar a imagem de campeão, fortemente danificada no encontro da passada quarta-feira.
O jogo começou com forte ímpeto atacante por parte dos algarvios, com dois lances de perigo para a baliza de Roberto nos primeiros cinco minutos, primeiro por Candeias, que após cobrança dum livre à entrada da área, obrigou Luisão a sacudir a bola, e depois por Kadi, a cabecear com perigo na área do Benfica. Porém, o fulgor atacante do Portimonense acabou, sendo que o Benfica dominou fortemente os comandos do jogo até ao fim da primeira parte, sem deixar que a equipa da casa respirasse.
Aos 16 minutos, na sequência dum canto marcado por Aimar, Saviola conseguiu impor-se aos defesas adversários e conseguiu meter a bola na baliza do Portimonense, porém, o árbitro decidiu anular o tento do argentino por mão de Javi Garcia na bola, antes do cabeceamento de Saviola. Até ao fim da primeira parte só deu Benfica, com os atacantes a tentarem transpor, legalmente, a baliza de Ventura, mas estava destinado que o resultado não mudasse até à saída para o intervalo.
A segunda parte começou com o que o clube da Luz tentou fazer ao longo dos primeiros 45 minutos sem sucesso, marcar. Com três minutos decorridos, numa jogada estudada pelos pupilos de Jesus, Carlos Martins cobra um livre para a cabeça de Javi Garcia, que surge imprevisivelmente na área adversária, fazendo o primeiro, e único golo da partida. Este tento fez com que a formação de Portimão ‘acordasse’, convencido do facto de se continuasse a agir passivamente no encontro, sairia derrotado.
À entrada para a última meia hora, Pedro Moreira rematou de longe, obrigando Luisão a cortar a bola pela linha de fundo. Logo a seguir, Candeias teve a melhor oportunidade nos pés para a sua equipa empatar o jogo. Após remate rasteiro, o avançado de Portimão obriga Roberto a uma defesa bastante apertada.
Já nos últimos 15 minutos do encontro, a equipa da casa teve a sua última oportunidade para marcar o golo do empate, por intermédio de, quem diria, Candeias, a executar novo remate rasteiro às redes de Roberto, mas a sair ao lado. O avançado foi mesmo o jogador do Portimonense que mais tentou ‘remar contra a maré vermelha’.
Até ao apito final de Hugo Miguel, o Benfica teve várias oportunidades de dilatar o resultado, primeiro por Felipe Menezes aos 77 minutos, que tentou surpreender Ventura com um remate de longe, e finalmente por Kardec, aos 84’, que teve nos pés a melhor oportunidade para ‘matar’ o jogo, mas permitindo a defesa de Ventura. O jogo acabaria mesmo com o golo solitário de Javi Garcia a garantir os três pontos para o clube da Luz.
Ficha de jogo:
Jogo no Estádio Algarve, em Faro.
Portimonense - Benfica, 0-1.
Ao intervalo: 0-0.
Marcador:
0-1, Javi Garcia, 49 minutos.
Equipas:
- Portimonense: Ventura, Ricardo Pessoa, Di Fábio, André Pinto, Pedro Silva, Jumisse (Dong, 66), Candeias, Elias (Pedro Moreira, 40), Soares, Ivanildo e Calvin Kadi (Pelembe, 45).
(Suplentes: Pedro Silva, Pedro Moreira, Nilson, Dong, Ruben Fernandes, Pelembe e Renatinho).
- Benfica: Roberto, Maxi Pereira, Luisão, David Luiz, Javi Garcia, Carlos Martins (Franco Jara, 75), Aimar, Gaitán, César Peixoto, Saviola (Filipe Menezes, 64) e Alan Kardec (Airton, 86).
(Suplentes: Moreira, Airton, Franco Jara, Filipe Menezes, Weldon, Nuno Gomes e Sidnei).
Árbitro: Hugo Miguel (Lisboa).
Ação disciplinar: cartão amarelo para Calvin Kadi (06), Carlos Martins (07), Maxi Pereira (17), Jumisse (37) e Ricardo Pessoa (45).
Assistência: 12 373 espectadores.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
LYON -2 BENFICA - 0 - SEM PEDALADA EUROPEIA
Águias' em voo rasteiro não convencem Europa
O Lyon recebeu e venceu por 2-0 o Benfica, em jogo da terceira ronda da fase de grupos da Liga dos Campeões, reforçando assim a liderança do grupo B.
O Benfica não entrou bem em campo demonstrando algum nervosismo perante um Lyon disposto a matar o jogo desde cedo.
Apesar de ter subido de rendimento depois dos primeiros dez minutos, o Benfica acabou por sofrer um golo aos 21 minutos de jogo depois de uma perda de bola fatal de Carlos Martins em zona proibida.
O jogador do Lyon, Gourcuff, aproveitou a falha do português e assistiu Michel Bastos que centrou para o cabeceamento e consequente golo de Briand.
Depois do golo só deu Lyon. O Benfica ressentiu-se do tento do adversário e as perdas de bola tornaram-se uma constante da equipa ‘encarnada’ que aos 43 minutos de jogo ficou reduzido a 10 jogadores com a expulsão e Gaitán por acumulação de amarelos.
Antes da expulsão, aos 39 minutos o árbitro da partida, o espanhol Alberto Undiano Mallenco, não assinalou uma falta de Diakhaté sobre Saviola à entrada da área que poderia resultar num livre muito perigoso para a baliza defendida por Lloris.
O intervalo não refrescou o Benfica e no regresso dos balneários o Lyon tanto que pressionou que finalmente marcou o segundo golo aos 51 minutos de jogo. O guarda-redes ‘encarnado’ defendeu o primeiro remate, de Briand, defendeu o segundo remate, de Lisandro López, mas não defendeu a terceira recarga, também de Lisandro López, que em jogadas anteriores já tinha cheirado o golo.
Em resposta ao segundo tento sofrido, Jorge Jesus fez sair Saviola para a entrada de César Peixoto, trocando um avançado por um defesa.
O Lyon recebeu e venceu por 2-0 o Benfica, em jogo da terceira ronda da fase de grupos da Liga dos Campeões, reforçando assim a liderança do grupo B.
O Benfica não entrou bem em campo demonstrando algum nervosismo perante um Lyon disposto a matar o jogo desde cedo.
Apesar de ter subido de rendimento depois dos primeiros dez minutos, o Benfica acabou por sofrer um golo aos 21 minutos de jogo depois de uma perda de bola fatal de Carlos Martins em zona proibida.
O jogador do Lyon, Gourcuff, aproveitou a falha do português e assistiu Michel Bastos que centrou para o cabeceamento e consequente golo de Briand.
Depois do golo só deu Lyon. O Benfica ressentiu-se do tento do adversário e as perdas de bola tornaram-se uma constante da equipa ‘encarnada’ que aos 43 minutos de jogo ficou reduzido a 10 jogadores com a expulsão e Gaitán por acumulação de amarelos.
Antes da expulsão, aos 39 minutos o árbitro da partida, o espanhol Alberto Undiano Mallenco, não assinalou uma falta de Diakhaté sobre Saviola à entrada da área que poderia resultar num livre muito perigoso para a baliza defendida por Lloris.
O intervalo não refrescou o Benfica e no regresso dos balneários o Lyon tanto que pressionou que finalmente marcou o segundo golo aos 51 minutos de jogo. O guarda-redes ‘encarnado’ defendeu o primeiro remate, de Briand, defendeu o segundo remate, de Lisandro López, mas não defendeu a terceira recarga, também de Lisandro López, que em jogadas anteriores já tinha cheirado o golo.
Em resposta ao segundo tento sofrido, Jorge Jesus fez sair Saviola para a entrada de César Peixoto, trocando um avançado por um defesa.
A equipa francesa não facilitou e, não fosse a boa exibição do guarda-redes ‘encarnado’, a vitória gaulesa poderia ter sido bastante dilatada.
Jorge Jesus esgotou as substituições fazendo sair Aimar e Carlos Martins para as entradas de Jara e Salvio, o que trouxe uma lufada de ar fresco à equipa ‘encarnada’. No entanto, apesar de o Benfica ter conseguido chegar à grande área francesa não foi capaz de criar situações de real perigo.
Os últimos minutos do jogo foram dominados pelo Benfica, dado que o Lyon se preocupou mais gerir um resultado que a equipa de Lisboa não foi capaz de reverter.
Com este resultado o Benfica vê o sonho europeu ficar ainda mais longe depois da vitória do Schalke 04 frente ao Hapoel. A equipa portuguesa ocupa a terceira posição do Grupo B, a seis pontos do primeiro, Lyon, e a três do segundo, Schalke 04.
Ficha de Jogo:
Estádio: Stade de Gerland, Lyon
Árbitro: Alberto Undiano Mallenco
BENFICA
Treinador: Jorge Jesus
Roberto; Maxi, Luisão, David Luiz, Fábio Coentrão; Javi García; Carlos Martins, Aimar, Gaitán; Saviola e Kardec.
Suplentes: Júlio César, Airton, Salvio, Jara, Weldon, César Peixoto e Sidnei.
Substituições: Saviola por César Peixoto (57m), Aimar por Jara (71), Carlos Martins por Salvio
Cartões amarelos: Gaitán (34m), Carlos Martins (37), Javi Garcia (67)
Cartão vermelho: Gaitán (43m)
LYON
Treinador: Claude Puel
Lloris; Réveillère, Cris, Diakhaté, Cissokho; Gourcuff, Gonalons, Pjanic; Briand, Lisandro, Michel Bastos.
Suplentes: Vercoutre, Lovren, Kallstrom, Makoun, Gomis, Pied, Lacazette
Substituições: Michel Bastos por Pied (65m), Gourcuff por Källström (71), Lisandro López por Gomis (83)
Cartões amarelos: Réveillère (41m)
terça-feira, 19 de outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
domingo, 17 de outubro de 2010
OS MEU CLUBES
Finalmente em França o meu PARIS ST. GERMAIN ganhou em Toulouse 2-0 e até já começam a falar no titulo eu acho muito cedo...
O BARCELONA embora com dificuldades não descola do protegido real de Mourinho...
O LIVERPOOL vai de mal a pior nem com novo dono já é penultimo...muito mal..
A JUVENTUS começa a ganhar e já está no quinto lugar...
O CELTIC tambem já ganha bem e colou ao primeiro lugar com o Rangers...
O BAYERN finalmente ganhou 3-0 , hat-trick de GOMEZ tem começar a recuperação...
O FLAMENGO no Brasil com Luxemburgo não perde faz 3 jogos...continuem
O BARCELONA embora com dificuldades não descola do protegido real de Mourinho...
O LIVERPOOL vai de mal a pior nem com novo dono já é penultimo...muito mal..
A JUVENTUS começa a ganhar e já está no quinto lugar...
O CELTIC tambem já ganha bem e colou ao primeiro lugar com o Rangers...
O BAYERN finalmente ganhou 3-0 , hat-trick de GOMEZ tem começar a recuperação...
O FLAMENGO no Brasil com Luxemburgo não perde faz 3 jogos...continuem
TAÇA DE PORTUGAL - BENFICA - 5 AROUCA - 1 - FOI A FESTA...
Benfica goleia (5-1) Arouca
O Benfica carimbou o apuramento para a 4.ª eliminatória da Taça de Portugal com uma goleada (5-1) sobre o Arouca, no Estádio da Luz. Kardec (2), Saviola, Luisão e Gaitán facturaram para os encarnados, Diogo apontou o tento de honra da equipa nortenha.
Não há Cardozo, há Kardec. O brasileiro abriu o marcador aos 24 minutos numa fase ascende do Arouca, em resposta ao arranque dominador do Benfica. O lance surge após uma boa jogada de envolvimento entre Salvio e Gaitán, com este último a cruzar para cabeceamento fatal do avançado. O “31” tentou dilatar a vantagem mas cabeceou ao poste após canto de Aimar. Na recarga, Saviola (31 min.) encostou para o golo e, mesmo em cima do intervalo, Kardec “bisou” com novo tento de cabeça.
No segundo tempo, o ritmo de jogo caiu e o marcador só voltou a mexer aos 66 minutos com Luisão a cabecear com sucesso após livre de César Peixoto. O quinto golo surgiu aos 88 minutos numa excelente iniciativa de Gaitán que, após combinação com Nuno Gomes, apareceu isolado na área e bateu Pedro Soares sem dificuldades.
Tempo ainda para o tento de honra do Arouca, apontado por Diogo mesmo ao cair do pano.
O Benfica consegue o resultado mais dilatado desta temporada e junta-se a FC Porto, Sporting, V. Setúbal, Rio Ave e U. Madeira que hoje também garantiram o apuramento para a 4.ª eliminatória da Taça de Portugal.
O Benfica carimbou o apuramento para a 4.ª eliminatória da Taça de Portugal com uma goleada (5-1) sobre o Arouca, no Estádio da Luz. Kardec (2), Saviola, Luisão e Gaitán facturaram para os encarnados, Diogo apontou o tento de honra da equipa nortenha.
Não há Cardozo, há Kardec. O brasileiro abriu o marcador aos 24 minutos numa fase ascende do Arouca, em resposta ao arranque dominador do Benfica. O lance surge após uma boa jogada de envolvimento entre Salvio e Gaitán, com este último a cruzar para cabeceamento fatal do avançado. O “31” tentou dilatar a vantagem mas cabeceou ao poste após canto de Aimar. Na recarga, Saviola (31 min.) encostou para o golo e, mesmo em cima do intervalo, Kardec “bisou” com novo tento de cabeça.
No segundo tempo, o ritmo de jogo caiu e o marcador só voltou a mexer aos 66 minutos com Luisão a cabecear com sucesso após livre de César Peixoto. O quinto golo surgiu aos 88 minutos numa excelente iniciativa de Gaitán que, após combinação com Nuno Gomes, apareceu isolado na área e bateu Pedro Soares sem dificuldades.
Tempo ainda para o tento de honra do Arouca, apontado por Diogo mesmo ao cair do pano.
O Benfica consegue o resultado mais dilatado desta temporada e junta-se a FC Porto, Sporting, V. Setúbal, Rio Ave e U. Madeira que hoje também garantiram o apuramento para a 4.ª eliminatória da Taça de Portugal.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
PRESSE
Paixão por futebol: Torcedor fanático tatua camisa do clube em tamanho real
A paixão pelo futebol nunca será compreendida. Uma prova disso foi a decisão tomada pelo colombiano Felipe Alvarez. O rapaz mandou tatuar a camisa do seu time de coração, o Atlético Nacional, em seu corpo. Com um detalhe: em tamanho real.
A decisão de Alvarez surgiu após a morte do jogador Andres Escobar, assassinado após a Copa do Mundo de 1994.
Para quem não lembra, Escobar havia marcado um gol contra na partida que desclassificou sua seleção. Poucos dias após a eliminação, em Medelim, o jogador acabou recebendo um tiro. As investigações dão conta que Escobar foi assassinado a mando da máfia de apostadores da Colômbia.
Mas voltando à homenagem, Alvarez tomou cuidado de pintar o escudo e uma taça, em referência ao título da Libertadores, conquistado em 1989. O número 2, pintado nas costas, é uma homenagem ao jogador assassinado.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Portugal - Islândia 3-1
Portugal reentrou na luta pela qualificação para o Euro2012 de futebol, ao vencer na Islândia, por 3-1, obtendo a segunda vitória consecutiva no Grupo H, depois de um arranque comprometedor.
Com os dois triunfos conseguidos sob a batuta de Paulo Bento, que substituiu Carlos Queiroz após o empate com o Chipre (4-4) e a derrota na Noruega (1-0), Portugal passou a somar sete pontos e assumiu a segunda posição, menos dois do que os norugueses, que lideram com nove (três vitória em três jogos).
A Dinamarca, com menos um jogo disputado, bateu hoje o Chipre, por 2-0, e é terceira, com seis pontos, depois de ter sido derrotada pela seleção das ‘quinas’, por 3-1, na sexta feira.
O jogo no estádio Laugardalsvollur, em Reiquejavique, começou da melhor forma para as pretensões portuguesas, já que Cristiano Ronaldo, aos 03 minutos, inaugurou o marcador com um potente remate na transformação de uma livre direto em zona frontal, somando o seu 25.º golo ao serviço da seleção.
O ascende luso conheceu um revés pouco depois, quando Helguson restabeleceu a igualdade de cabeça (17), na sequência de um canto, com a colaboração do guarda-redes Eduardo, um intervenção infeliz compensada pela “bomba” de Raul Meireles que recolocou a equipa de Paulo Bento na frente.
Na segunda parte, Hélder Postiga susbtuitiu Hugo Almeida para regressar aos golos na seleção, aproveitando à boca da baliza uma bola fácil que o guardião Gunnleifsson deixou escapar, após um cruzamento rasteiro do capitão Ronaldo, aos 72 minutos.
Postiga, que ficou fora do Mundial2010, não marcava pela seleção desde 19 de junho de 2008, no Alemanha-Portugal dos quartos de final do Euro2008 (derrota lusa por 3-2, em Basileia).
terça-feira, 12 de outubro de 2010
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
A. VISEU - 2 BENFICA CASTELO BRANCO - 3 - SEM PALAVRAS
Estádio Municipal do Fontelo, 10 de Outubro de 2010
4ª Jornada da III Divisão, Série D
Árbitro: Luís Coelho (Coimbra)
Ac. Viseu: Augusto; Casal (Luís Miguel 29), Jonas, Tiago Gonçlves e Marcelo Henrique; Luís Vouzela, Ricardo e Éverson (Fábio, int); Rui Santos, Marco Almeida e Mauro (Zé Bastos, 61). Treinador: João Paulo Correia.
BC Branco: Nuno Morais, Fábio Matos, Aires, João Afonso, Miguel Vaz, Renam (Babá, 88), Camilo (Yuri, 90+3), Tomás (Sordo, 87), Fixe, Carvalhinho e Ricardo António. Treinador: Nuno Fonseca.
Expulsões: Fábio 80 (Académico de Viseu)
Golos: Renam 10 (0-1), Tomás 15 (0-2), Fábio Matos 27 (0-3), Rui Santos 67 gp (1-3), Zé Bastos 70 (1-3)
O Académico começou bem, uma jogada muito bem conseguida por Rui Santos, onde Ricardo aparece no coração da área a rematar ao poste da baliza adversária, era o primeiro sinal de perigo academista (e único na primeira metade!). Isto porque na resposta surge o golo do BCBranco, um rápido contra-ataque, onde a bola é metida nas costas de Marcelo, cruzamento do ala albicastrense para o avançado de primeira encostar para a baliza de Augusto, aproveitando também, alguma, senão muita, apatia dos centrais academistas. Isto logo aos 10minutos, porque volvidos mais 5minutos, e a papel químico do primeiro golo, já estava 0-2 para os Homens de Castelo Branco. Um resultado que espelhava 100% de eficácia dos forasteiros. O técnico academista descontente, retirava do jogo, Casal para o lugar de Luís Miguel. Mas não teve efeitos práticos, até porque o BCBranco chegaria ao 0-3, ainda antes do intervalo, após um livre do lado esquerdo do seu ataque, onde Augusto foi impotente para evitar novo golo alheio.
Na 2ª metade, os academistas foram mais para cima do adversário, já com Fábio em campo para o lugar do apagado Éverson. O golo só surgiria após a entrada de Bastos, à passagem dos 65minutos, o avançado é carregado quando se preparava para rematar à baliza adversária. Rui Santos, com convicção, não desperdiçou. Pouco depois, foi mesmo Zé Bastos a marcar, com um remate cruzado, após ganhar a posição sobre um adversário albicastrense, o academista fazia o 2-3. Estava renascido o jogo, e a alma academista. Contudo o resultado já não se iria alterar. Houve tempo ainda, para a expulsão de Fábio, por acumulação de amarelos, após entradas mais duras. E praticamente no último lance da partida, Jonas quase quase fazia o empate, de cabeça, mas a bola saiu mesmo rente ao poste, após canto de Marcelo.
Em suma, o Académico deu 45minutos de avanço ao adversário, fez uma 2ª parte esforçada, mas que não foi suficiente para, pelo menos, empatar a partida. Pensamos que faltou gente no meio-campo, Vouzela, o bombeiro de serviço, foi pouco na zona central, uma vez que a equipa de Castelo Branco tinha muito espaço para jogar, e idealizar os seus passes mortíferos, tal como fez no primeiro tempo. Contudo, valeu pelo esforço dos viseenses nos segundos 45minutos, numa tarde, sem dúvida, infeliz para os pupilos de João Paulo Correia.
Daqui por 15 dias há mais, e o adversário só é o líder, Nogueirense, que hoje venceu 6-0 o Gândara!!!
Força Académico!
domingo, 10 de outubro de 2010
sábado, 9 de outubro de 2010
PORTUGAL - 3 DINAMARCA -1 - TRANQUILIDADE
. Portugal bate Dinamarca na estreia de Paulo Bento
A seleção portuguesa de futebol conseguiu hoje o primeiro triunfo no Grupo H de qualificação para o Euro2012, na estreia de Paulo Bento como selecionador luso, ao bater a Dinamarca por 3-1, no Porto.
Nani foi a grande figura do encontro, ao marcar dois golos de “rajada” na primeira parte, aos 29 e 31 minutos, e fazer o passe para o “capitão” Cristiano Ronaldo “acabar” com o jogo, aos 85.
A 11 minutos do final, um golo na própria baliza de Ricardo Carvalho, depois de um canto, ainda colocou em dúvida a vitória da equipa lusa, que havia empatado com o Chipre (4-4) e perdido na Noruega (0-1).
Com este resultado, Portugal ascende ao segundo lugar do agrupamento, com quatro pontos, contra nove da líder Noruega, que somou hoje no Chipre (2-1) o terceiro triunfo em três jogos, e três da Dinamarca, só com dois jogos disputados.
A seleção das “quinas”, que nos dois primeiros jogos foi orientada pelo interino Agostinho Oliveira, face à suspensão do então selecionador Carlos Queiroz, volta a jogar terça feira, na Islândia (zero pontos em dois jogos).
A seleção portuguesa de futebol conseguiu hoje o primeiro triunfo no Grupo H de qualificação para o Euro2012, na estreia de Paulo Bento como selecionador luso, ao bater a Dinamarca por 3-1, no Porto.
Nani foi a grande figura do encontro, ao marcar dois golos de “rajada” na primeira parte, aos 29 e 31 minutos, e fazer o passe para o “capitão” Cristiano Ronaldo “acabar” com o jogo, aos 85.
A 11 minutos do final, um golo na própria baliza de Ricardo Carvalho, depois de um canto, ainda colocou em dúvida a vitória da equipa lusa, que havia empatado com o Chipre (4-4) e perdido na Noruega (0-1).
Com este resultado, Portugal ascende ao segundo lugar do agrupamento, com quatro pontos, contra nove da líder Noruega, que somou hoje no Chipre (2-1) o terceiro triunfo em três jogos, e três da Dinamarca, só com dois jogos disputados.
A seleção das “quinas”, que nos dois primeiros jogos foi orientada pelo interino Agostinho Oliveira, face à suspensão do então selecionador Carlos Queiroz, volta a jogar terça feira, na Islândia (zero pontos em dois jogos).
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
PRESSE
Rui Moreira abandona «Trio de Ataque» durante transmissão...
Na emissão desta terça-feira do programa desportivo "Trio de Ataque", da RTP N, o comentador Rui Moreira abandonou a emissão, em direto, depois de uma discussão com José Pedro Vasconcelos, que comentava a divulgação de novas escutas do "Apito Dourado" no portal Youtube. O comentador afeto ao FC Porto afirmou recusar-se a participar naquilo que estava a ser um "Auto-de-Fé".
in Record
Na emissão desta terça-feira do programa desportivo "Trio de Ataque", da RTP N, o comentador Rui Moreira abandonou a emissão, em direto, depois de uma discussão com José Pedro Vasconcelos, que comentava a divulgação de novas escutas do "Apito Dourado" no portal Youtube. O comentador afeto ao FC Porto afirmou recusar-se a participar naquilo que estava a ser um "Auto-de-Fé".
in Record
terça-feira, 5 de outubro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
GÃNDARA - 0 A. VISEU - 4 - BRILHANTE
Viseenses vencem sem contestação
Gâdara 0
Rafael; Daniel, (Russo, 60), Piter, Roxita (David Matias, 69), Tiago Matos, Alexandre, Tinga, Romão, Dragon, Tiago Bosingua e Cassio
Suplentes não utilizados: Bruno, Maricato, Filipe, Mesquita e Pedro
Treinador Ceia Lima
Ac. Viseu 4
Augusto; Calico (Rui Santos, 45), Jonas, Tiago Gonçalves, Luís Vouzela, Marco Almeida, Marcelo Henrique, Mauro (Álvaro, 68), Casal, Everson (Pedro's, 85) e Ricardo
Suplentes não utilizados: Paulo Freitas, Filipe, Fábio e Canelas
Treinador João Paulo Correia
Jogo no : Parque Desportivo das Lagoas no Bom Sucesso
Arbitragem: Sandro Soares (Leiria)
Auxiliares: Rodolfo Deyllot e Nuno Rodrigues
Ao intervalo: 0-1
Marcadores - Mauro (18 m), Everson (74 m), Marco Almeida (81 m) e Rui Santos (87 m)
Acção disciplinar: Cartão amarelo: Marcelo Henrique (36 m), Tiago Matos (63 m) e Luís Vouzela (64 m)
Não sofre a mínima contestação a vitória dos academistas. Numa tarde com muito vento e com a chuva a prometer mas sem chegar a cair, a equipa da casa com um plantel, praticamente, novo e com jogadores que chegaram há pouco tempo tinha uma missão muito difícil pela frente.
Gâdara 0
Rafael; Daniel, (Russo, 60), Piter, Roxita (David Matias, 69), Tiago Matos, Alexandre, Tinga, Romão, Dragon, Tiago Bosingua e Cassio
Suplentes não utilizados: Bruno, Maricato, Filipe, Mesquita e Pedro
Treinador Ceia Lima
Ac. Viseu 4
Augusto; Calico (Rui Santos, 45), Jonas, Tiago Gonçalves, Luís Vouzela, Marco Almeida, Marcelo Henrique, Mauro (Álvaro, 68), Casal, Everson (Pedro's, 85) e Ricardo
Suplentes não utilizados: Paulo Freitas, Filipe, Fábio e Canelas
Treinador João Paulo Correia
Jogo no : Parque Desportivo das Lagoas no Bom Sucesso
Arbitragem: Sandro Soares (Leiria)
Auxiliares: Rodolfo Deyllot e Nuno Rodrigues
Ao intervalo: 0-1
Marcadores - Mauro (18 m), Everson (74 m), Marco Almeida (81 m) e Rui Santos (87 m)
Acção disciplinar: Cartão amarelo: Marcelo Henrique (36 m), Tiago Matos (63 m) e Luís Vouzela (64 m)
Não sofre a mínima contestação a vitória dos academistas. Numa tarde com muito vento e com a chuva a prometer mas sem chegar a cair, a equipa da casa com um plantel, praticamente, novo e com jogadores que chegaram há pouco tempo tinha uma missão muito difícil pela frente.A partida começou com os viseenses a tomar conta do jogo. Por seu lado, o Gândara explorava o contra ataque, jogando no erro do adversário.
Aos 18 minutos, numa rápida jogada pelo lado esquerdo, Marco Almeida vai à linha do fundo, cruzou e, oportuno, apareceu Mauro a desviar para fazer o primeiro golo.
A meio da primeira parte, o Gândara podia ter chegado ao empate, por intermédio de Tinga que se isolou, mas 'ofereceu' a bola a Augusto.
Antes de acabarem os primeiros 45 minutos o Académico podia ter ampliado a vantagem, numa boa triangulação. Mauro entra na grande área e na cara de Rafael atira ao lado.
O segundo tempo começa com o Gândara a pressionar mais os visitantes, mas foi sol de pouca dura, já que foi os forasteiros continuaram a criar oportunidades e Rui Santos, que tinha entrado ao intervalo, rematou ao lado.
Passados poucos minutos a equipa do Bom Sucesso teve a melhor ocasião para chegar ao empate. Tinga foge aos defesas contrários e já dentro da área rematou para grande defesa de Augusto que desviou para canto. A partir deste lance o Gândara nunca mais se encontrou. As forças não davam para mais e com isso aproveitou a equipa das terras de Viriato para subir mais no relvado. Passados alguns minutos chega a novo golo, graças a um centro do lado direito para a cabeça de Everson que fez o 0-2.
Aos 81 minutos novo centro, agora do lado esquerdo, com os centrais a não cortarem o lance, e nas costas apareceu Marco Almeida a cabecear para o 0-3.
Antes de terminar a partida ainda houve tempo para mais um bonito golo. Jogada de contra ataque dos viseenses, a dois toques, e Rui Santos a fazer uma obra de arte e a fazer o 0-4 fixando o resultado final.
A equipa de arbitragem esteve excelente.
domingo, 3 de outubro de 2010
BENFICA -1 BRAGA - 0 - JUSTISSIMO
Martins persegue o Dragão
O tempo voltou atrás. Benfica e Sp. Braga envolveram-se em novo jogo intenso, como há seis meses, agora sem título em disputa. O tempo voltou atrás e o campeão venceu o vice, como da última vez, por 1-0. O tempo voltou atrás e o Benfica chegou-se à frente. Passou os minhotos na tabela e assume-se, entre candidatos, como o primeiro perseguidor do F.C. Porto. O dragão tem predador na Liga, com o pé quente de Carlos Martins a encurtar a distância, por um dia, pelo menos, para os azuis e brancos.
Afinal, não estavam assim tão mal, mostrou o primeiro tempo. O Benfica entrou confiante na partida, perante um Sp. Braga bem estruturado para anular as principais armas contrárias. Domingos Paciência meteu a equipa a defender num 4x5x1, com Salino à direita para tapar as subidas de Fábio Coentrão, enquanto do lado encarnado Nico Gaitán mostrava disposição para destacar-se no relvado.
Não demorou muito para a bola rondar as balizas. Lima atirou ao lado e Carlos Martins, escassos minutos depois, obrigou Felipe à primeira de muitas e boas defesas na noite. O guarda-redes brasileiro esteve sempre lá no primeiro tempo, fosse a corresponder a remates de benfiquistas ou a traições de companheiros, como a de Moisés, que ia dando golo.
Ao intervalo, nem parecia que havia seis meses e tantas diferenças a separar duas equipas que lutaram até final pelo campeonato 2009/10. Benfica e Sp. Braga jogavam como candidatos, se bem que os encarnados tinham feito bem mais que o adversário para chegar ao golo. Kardec mexia-se na frente, Saviola, Martins e Aimar enganavam o meio-campo contrário com boas trocas e combinações. Faltou toque final e certeiro, no entanto.
Os últimos lampejos davam ideia, porém, que, a qualquer momento, os bracarenses podiam fazer a festa. E só não fizeram no fechar da primeira parte porque Roberto fez uma defesa espantosa a remate de Elderson.
Bomba de Martins para a tribuna
O Sp. Braga entrou em campo como terminou a primeira parte: perto da baliza do Benfica. Os bracarenses roubaram a cena por alguns minutos. Afinal, se tinham mostrado no Dragão que eram candidatos, na Luz também o podiam fazer. Mas em Lisboa fizeram-no menos tempo que no Porto.
O jogo tornara-se menos intenso. Os encontros a meio da semana retiraram algumas pernas e lucidez. E Domingos também tirou Vandinho por lesão. Entrou Madrid e o Benfica recomeçou a engatar. Antes disso, Saviola atirava o golo para a bancada. Aos encarnados, faltou o melhor de El Conejo, que anda tão perto e tão longe do golo 200 (em jogos oficiais). Só que o argentino é um jogador de classe e, mesmo sem marcar, ofereceu o golo.
Uma bomba de Carlos Martins para Paulo Bento, o seleccionador, ver da tribuna da Luz. O golo coloriu o marcador e, no futebol dentro de campo, a justiça é mais rápida que nos tribunais. Os encarnados estavam em vantagem e eram a equipa que mais merecia o 1-0.
O jogo não acabou aí. Domingos chamou Matheus ainda o Benfica festejava. Houve perigo nas duas balizas e o jogo só não acabou antes do apito final porque Fábio Coentrão, isolado por Martins (quem mais?), atirou ao lado. No entanto, as redes ainda estremeciam pelo pontapé do 17 encarnado, que resolveu a partida e garantiu três pontos preciosos na corrida difícil para o bicampeonato.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
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