domingo, 23 de maio de 2010
TÍTULOS
Inter campeão europeu 45 anos depois
A Europa rendeu-se a José Mourinho. O Inter, treinado pelo português, sagrou-se esta noite campeão europeu ao vencer o Bayern Munique com um bis de Milito na final da Liga dos Campeões, disputada no Santiago Bernabéu.
Diego Milito foi o grande herói da consagração dos nerazzurri como campeões europeus. O avançado argentino apontou os dois golos (35 e 70) que selaram o triunfo frente à formação alemã. O terceiro troféu da época, depois da conquista da Taça de Itália e da Serie A.
Esta é a segunda vez que Mourinho conquista a Champions, depois de, em 2004, ter conseguido a proeza pela primeira vez com o FC Porto. Na época anterior, o técnico luso conquistou a Taça UEFA.
Esta é a terceira Liga dos Campeões conquistada pelo Inter em toda a sua história. A última foi há 45 anos, frente ao Benfica (1-0).
O extremo Ricardo Quaresma, apesar de não ter estado no relvado, também se consagrou campeão europeu. Silvino, Rui Faria e José Morais, membros da equipa técnica de "Mou", são os outros portugueses com direito à medalha. Luís Figo, director de relações internacionais é o outro luso vencedor.
Sob arbitragem de Howard Webb, as equipas alinharam no Santiago Bernabéu:
BAYERN: Butt, Lahm, Van Buyten, Demichelis, Badstuber, Van Bommel, Schweinsteiger, Altintop, Robben, Olic e Müller.
Suplentes: Rensing, Görlitz, Contento, Pranjic, Tymoshchuk, Klose e Gomez.
INTER: Júlio César, Maicon, Lúcio, Samuel, Chivu, Zanetti, Sneijder, Cambiasso, Eto'o, Milito e Pandev.
Suplentes: Toldo, Córdoba, Materazzi, Stankovic, Muntari, Mariga e Balotelli.
sábado, 22 de maio de 2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010
EU ESTIVE LÁ
Encontro de A MAGIA DO FUTEBOL
Com a presença dos 4 editores de A MAGIA DO FUTEBOL, Pedro Simões, Tiago Quintal, Rui Lage, José Pipo, José Monteiro e José Pinheiro (anfitrião) decorreu o I Encontro do blogue. Só fez falta quem cá esteve! Obrigado amigos pelo convívio!
Com a presença dos 4 editores de A MAGIA DO FUTEBOL, Pedro Simões, Tiago Quintal, Rui Lage, José Pipo, José Monteiro e José Pinheiro (anfitrião) decorreu o I Encontro do blogue. Só fez falta quem cá esteve! Obrigado amigos pelo convívio!
New England - 0 Benfica -4
Benfica goleia New England Revolution
O Benfica defrontou esta madrugada o New England Revolution no Gillette Stadium, em Foxborough, primeiro jogo da digressão que os “encarnados” estão a realizar pelos Estados Unidos e Canadá. Ao intervalo, vencia já por 3-0 na estreia de Fábio Faria a titular.
A chuva e o frio que se fizeram sentir à chegada da comitiva “encarnada” a Providence mantiveram-se e foi nestas condições que a equipa orientada por Jorge Jesus disputou o primeiro encontro da digressão de final de temporada.
Ainda assim, o mau tempo não demoveu as cerca de sete mil pessoas nas bancadas, em grande parte emigrantes portugueses, mas eram esperados pelo menos 12 mil espectadores – número de bilhetes vendidos até à véspera - nas bancadas do estádio do clube que disputa a Liga de futebol norte-americana.
Felipe Menezes fez o 1-0 aos 15 minutos. Saviola entregou-lhe a bola à entrada do meio-campo adversário, o médio foi galgando terreno com a bola dominada e à entrada da área desferiu remate potente de pé direito para a esquerda do guarda-redes. Três minutos depois Sidnei assinou o 2-0 de cabeça após um cruzamento da esquerda de Peixoto. O mesmo César Peixoto marcou o 3-0 aos 33: na marcação de um livre da direita, a bola foi cortada na direcção da baliza, Kardec simulou e deixou passar e a bola, que acabou por entrar no poste contrário.
Ao intervalo, saiu Saviola e entrou Weldon. Kardec fez o 4-0 aos 54, de livre directo. Aos 58, entraram ainda Javi Garcia e David Luiz para os lugares de Airton e Fábio Faria. Jogaram ainda Leandro Pimenta e David Simão.
O Benfica: Júlio César; Luís Filipe, Sidnei, Fábio Faria, César Peixoto; Airton, Ruben Amorim, Éder Luis, Felipe Menezes; Saviola e Kardec.
Suplentes: Moreira, David Luiz, Javi Garcia, David Simão, Leandro Pimenta, Weldon e Nuno Gomes
O Benfica defrontou esta madrugada o New England Revolution no Gillette Stadium, em Foxborough, primeiro jogo da digressão que os “encarnados” estão a realizar pelos Estados Unidos e Canadá. Ao intervalo, vencia já por 3-0 na estreia de Fábio Faria a titular.
A chuva e o frio que se fizeram sentir à chegada da comitiva “encarnada” a Providence mantiveram-se e foi nestas condições que a equipa orientada por Jorge Jesus disputou o primeiro encontro da digressão de final de temporada.
Ainda assim, o mau tempo não demoveu as cerca de sete mil pessoas nas bancadas, em grande parte emigrantes portugueses, mas eram esperados pelo menos 12 mil espectadores – número de bilhetes vendidos até à véspera - nas bancadas do estádio do clube que disputa a Liga de futebol norte-americana.
Felipe Menezes fez o 1-0 aos 15 minutos. Saviola entregou-lhe a bola à entrada do meio-campo adversário, o médio foi galgando terreno com a bola dominada e à entrada da área desferiu remate potente de pé direito para a esquerda do guarda-redes. Três minutos depois Sidnei assinou o 2-0 de cabeça após um cruzamento da esquerda de Peixoto. O mesmo César Peixoto marcou o 3-0 aos 33: na marcação de um livre da direita, a bola foi cortada na direcção da baliza, Kardec simulou e deixou passar e a bola, que acabou por entrar no poste contrário.
Ao intervalo, saiu Saviola e entrou Weldon. Kardec fez o 4-0 aos 54, de livre directo. Aos 58, entraram ainda Javi Garcia e David Luiz para os lugares de Airton e Fábio Faria. Jogaram ainda Leandro Pimenta e David Simão.
O Benfica: Júlio César; Luís Filipe, Sidnei, Fábio Faria, César Peixoto; Airton, Ruben Amorim, Éder Luis, Felipe Menezes; Saviola e Kardec.
Suplentes: Moreira, David Luiz, Javi Garcia, David Simão, Leandro Pimenta, Weldon e Nuno Gomes
IMAGEM
Futebol Lesões desportivas
Futebol é a segunda coisa mais importante no mundo. Mas, para os jogadores de futebol profissional é realmente a coisa mais importante no mundo, porque essa é sua profissão. Lesões no futebol são realmente muitas vezes e, por vezes, os jogadores de futebol têm um prejuízo tão ruim, por isso não pode continuar a jogar com mais. Aqui você pode ver a coleção com má mágoas e feridas.
Futebol é a segunda coisa mais importante no mundo. Mas, para os jogadores de futebol profissional é realmente a coisa mais importante no mundo, porque essa é sua profissão. Lesões no futebol são realmente muitas vezes e, por vezes, os jogadores de futebol têm um prejuízo tão ruim, por isso não pode continuar a jogar com mais. Aqui você pode ver a coleção com má mágoas e feridas.
terça-feira, 18 de maio de 2010
segunda-feira, 17 de maio de 2010
TÍTULOS
Barcelona bicampeão espanhol
O Barcelona sagrou-se este domingo bicampeão espanhol de futebol. A equipa catalã goleou o Valladolid por 4-0, em Camp Nou, e garantiu o 20.º ceptro da história do clube.
O “Barça” partia para a 38.ª e última jornada com um ponto à maior para o Real Madrid. Sem querer esperar por um eventual deslize da equipa da capital – que acabou por se verificar, com empate (1-1) dos "merengues" em Málaga –, os comandados de Pep Guardiola “despacharam” o Valladolid (Sereno e Pelé foram totalistas) com quatro golos sem resposta.
Autogolo de Prieto (27) abriu caminho ao triunfo catalão, Pedro Rodriguez (31) fechou a contagem da primeira parte. Com a etapa complementar vieram os golos do “suspeito” do costume”, com Lionel Messi a “bisar” aos 62 e 76 minutos.
O Barcelona revalida o título com o recorde de pontos (99 em 114 possíveis) da Liga espanhola.
Inter de Mourinho é campeão e faz a dobradinha
Milito fez o único golo da partida entre o Inter e o Siena.
José Mourinho conquistou o campeonato italiano, pela segunda vez consecutiva, ao bater o Siena, por 1-0. Milito foi o homem que tornou o sonho realidade, ao marcar o único golo da partida. «Lo Speciale» fez a dobradinha, já que conquistou também a Taça de Itália. Resta agora saber se conseguirá o «triplete». Para isso terá de vencer a final da Liga dos Campeões, frente ao Bayern Munique.

Taça de Portugal: D. Chaves-F.C. Porto, 1-2
Esta é uma história a que não era difícil adivinhar o final: o F.C. Porto venceu o D. Chaves e conquistou a Taça de Portugal. Mas o enredo não foi assim tão simples. Os «dragões» têm mais qualidade, mais experiência e isso chegou para assegurar o troféu que lhes restava esta época, falhados os outros objectivos. Mas não se viu um grande jogo. Longe disso, aliás. Foi um F.C. Porto à imagem de uma época, capaz do melhor, mas também sem a motivação constante que mostrava noutros tempos. Honra ao D. Chaves: nunca desistiu. E ainda assustou os corações portistas, no final. Vitória do F.C. Porto por 2-1, 15ª Taça de Portugal para os «dragões», que igualam o Sporting.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
TÍTULOS
O At. Madrid bateu o Fulham por 2-1 após prolongamento e assegurou a vitória na Liga Europa.
O At. Madrid de Quique Flores venceu a primeira edição da nova Liga Europa, deixando pelo caminho Fulham, após um jogo não muito bem jogado que teve de ser decidido no prolongamento.
Simão foi titular, tendo saído aos 68 com uma exibição sólida embora não vistosa.
Forlán inaugurou o marcador aos 32. A jogada é iniciada por Reyes pela direita e concluída pelo uruguaio no meio, passando a bola por Simão. O Fulham empatou cinco minutos depois, por Davies.
Não houve mais golos, foi necessário recorrer a prolongamento e a quatro minutos do final o Atlético voltou a marcar: jogada de insistência de Aguero pela esquerda, cruzamento tenso e Forlán adiantou-se ao seu marcador, desviando a bola para a baliza.
Festa espanhola em Hamburgo, Simão conquista o primeiro título europeu - Tiago não jogou por já ter representado a Juventus nas competições europeias. A equipa de Quique Flores joga ainda a final da Taça do Rei.
Recorde as equipas:
AT. MADRID: De Gea; Ujfalusi, Perea, Álvaro Dominguez, Antonio López; Reyes, Paulo Assunção, Raúl Garcia, Simão; Aguero e Forlán
Suplentes: Robles, Valera, Camacho, Jurado, Salvio, Juanito e Cabrera
FULHAM: Schwarzer; Baird, Hughes, Hangeland, Konchesky; Duff, Etuhu, Murphy, Davies; Gera e Zamora
Suplentes: Zuberbuhler, Pantsil, Nevland, Riise, Dempsey, Greening e Dikgacoi
Marcador: 1-0 por Forlán (32); 1-1 por Davies (37); 2-1 por Forlán (116)
BENFICA
SL Benfica Camisola Oficial 2010/11
A camisola principal Adidas 2010/11 - camisola dos campeões - já se encontra à venda, nos locais habituais, pelo preço de 70,00 €. A camisola inclui logo do SLB com 1 estrela em fundo branco que simboliza a comemoração dos 50 anos da conquista da primeira Taça dos Campeões Europeus. Como se costuma dizer, estamos perante uma 'retro shirt' que evoca a memória gloriosa de conquistas passadas.
Confesso: a primeira impressão não é muito positiva. Quando ontem vi a imagem da camisola fiquei algo desagradado e só hoje, aos poucos, e olhando com mais atenção, vou apreciando melhor o equipamento oficial (principal) para a próxima temporada. Desde logo, a camisola oferece tudo aquilo a que os sócios e adeptos têm 'direito', como sejam a estrela em fundo branco, com enorme significado simbólico, e o escudo de campeão nacional 2009/10 na manga direita. Contudo, estaria a mentir se pontuasse esta peça única com a nota máxima: o logotipo da TMN continua a ser um atentado visual e as riscas brancas horizontais (ao centro) e as verticais (nas mangas) são desajustadas. No resto, existe uma aproximação a esta 'retro shirt', verdadeira preciosidade repleta de um vermelho vivo a cobrir a quase totalidade do tecido. Caros leitores, neste caso faz sentido utilizar a palavra vintage.
Podem retorquir: o 'manto sagrado' é sempre belo e magnífico. Aos nossos olhos, claro que sim. Ainda assim, tenho que desabafar o seguinte: a questão do sponsorship da empresa (TMN), que também participa no naming do Estádio, devia ser resolvida de outra forma. Não colocando em causa o profissionalismo da Adidas e a competência do departamento de marketing do clube, aquele horrível rectângulo azul estraga qualquer camisola oficial. Porque não pensar em patrocínios alternativos com maior ligação cromática ao Sport Lisboa e Benfica? Porque não 'empurrar' o logotipo da TMN para uma das mangas (como no caso da MEO) e deixar a camisola livre destes borrões? Como aprendi há muitos anos, sabem qual é uma das práticas de gestão mais elogiada? É o KISS: Keep It Simple, Stupid
Como em situações análogas gosto de comparar o que se pratica além-fronteiras, centrei-me no caso da minha equipa inglesa preferida: o Liverpool. Como podem comprovar neste 'link', existem vários parceiros que se relacionam com o clube inglês. O Main Club Sponsor dá pelo nome de Carlsberg, mas curiosamente partilhamos o mesmo Kit Supplier: Adidas. Depois, existem outros parceiros de negócio: oficiais, comerciais e regionais. Agora, como é que todo este puzzle económico se conjuga e valoriza em termos do equipamento oficial? A resposta está aqui. Apesar de algumas semelhanças, o resultado final é francamente elegante e devidamente sóbrio. Melhor: não 'agride' visualmente.
Para terminar, se realmente tivesse poder decisório, quais seriam as minhas opções? Em primeiro lugar, como referi anteriormente, o respeito pelos parceiros económicos não invalida que o interesse comercial se suplante à tradição e simbolismo do 'manto sagrado', pelo que o logotipo azul devia ter um menor destaque. Em segundo lugar, aceitando uma lógica de merchandising actual, creio que seria pacífico esperar, como equipamento principal, uma camisola vermelha com alguns rebordos a branco e, como equipamento alternativo, uma camisola branca com o inverso, isto é, o vermelho a pintar algumas (poucas) partes da camisola. Em terceiro lugar, a retro shirt comemorativa dos 50 anos da conquista da primeira Taça dos Campeões Europeus ficaria como única e exclusiva opção para os jogos disputados na edição 2010/11 da Champions League, podendo também existir na cor inversa (branca), de forma a salvaguardar eventuais situações em que a equipa visitada tem prioridade na escolha do equipamento.
A.VISEU
J. P. Correia é o novo treinador do Académico!
Acabou o suspense! Durante mais de uma semana, os adeptos e sócios academistas ficaram na expectativa de perceber quem seria o novo técnico da equipa, que sucederia, assim, a António Borges.
Depois de levantados nomes como os de Idalino de Almeida, Carlos Agostinho ou António Jesus, a escolha recaiu sobre um 'inexperiente' no que ao comando principal da equipa diz respeito. Ao Diário de Viseu, o presidente do clube, António Albino, garante, porém, que João Paulo foi a "primeiríssima escolha".
"Não houve outros nomes, o professor João Paulo foi a minha primeiríssima escolha. Queria uma pessoa da terra porque sempre que estive na 3.ª Divisão foi com prata da casa e tive êxito. Quero conseguir novo êxito na próxima época mas não prometo subida, prometo trabalho".
A aposta feita no jovem técnico é justificada pelo dirigente com a 'experiência'.
"Esteve cinco anos em Penalva e adquiriu muita experiência. Ele pretendia ser treinador principal e estou a dar-lhe essa oportunidade".
António Albino está confiante que não aconteçam algumas situações mais confrangedoras como no passado. Recorde-se que o presidente denunciou uma postura eventualmente mais rígida do técnico anterior, referenciando que o mesmo "tentava impedir a Direcção de assistir aos treinos […], e obrigava jogadores a cantar o hino"
"Não vão acontecer esse tipo de coisas. Quanto à orientação da equipa só o treinador poderá agora responder como o vai fazer e também como vai lidar com outro tipo de situações"
Entretanto, o médio Paulo Gomes deverá 'pendurar as chuteiras' esta época já que se comprometeu com a Direcção em como fará parte da equipa técnica da próxima temporada, coadjuvando João Paulo Correia.
O experiente médio, de 35 anos, não foi dos mais utilizados ao longo desta temporada e termina assim a carreira num dos primeiros clubes que representou, antes de passar por Vitória de Guimarães, Sporting de Braga, União de Leiria ou Paços de Ferreira.
A equipa técnica poderá ser ainda composta por mais um elemento que, por enquanto, António Albino ainda não quis confirmar.
O plantel do próximo ano é uma preocupação bem presente na mente dos dirigentes academistas e ao que apurámos, o novo técnico está já "em campo" à procura de reforços perante a mais do que previsível saída de alguns jogadores. Ao que apurámos, João Paulo poderá já ter abordado alguns jogadores do Penalva do Castelo, como Luís Vouzela ou Hélder Rodrigues, mas parece ser Sérgio, do Fornos de Algodres, uma das principais contratações em estudo para o próximo defeso. O presidente academista desmente eventuais contactos mas admite que seria bom ver Sérgio regressar.
"Era um gosto meu tê-lo de volta ao Académico. Quanto aos jogadores do Penalva, enquanto estiverem a jogar, ninguém os abordará. Como é óbvio, todos os bons jogadores da região interessam ao Académico".
In Diário de Viseu
Acabou o suspense! Durante mais de uma semana, os adeptos e sócios academistas ficaram na expectativa de perceber quem seria o novo técnico da equipa, que sucederia, assim, a António Borges.
Depois de levantados nomes como os de Idalino de Almeida, Carlos Agostinho ou António Jesus, a escolha recaiu sobre um 'inexperiente' no que ao comando principal da equipa diz respeito. Ao Diário de Viseu, o presidente do clube, António Albino, garante, porém, que João Paulo foi a "primeiríssima escolha".
"Não houve outros nomes, o professor João Paulo foi a minha primeiríssima escolha. Queria uma pessoa da terra porque sempre que estive na 3.ª Divisão foi com prata da casa e tive êxito. Quero conseguir novo êxito na próxima época mas não prometo subida, prometo trabalho".
A aposta feita no jovem técnico é justificada pelo dirigente com a 'experiência'.
"Esteve cinco anos em Penalva e adquiriu muita experiência. Ele pretendia ser treinador principal e estou a dar-lhe essa oportunidade".
António Albino está confiante que não aconteçam algumas situações mais confrangedoras como no passado. Recorde-se que o presidente denunciou uma postura eventualmente mais rígida do técnico anterior, referenciando que o mesmo "tentava impedir a Direcção de assistir aos treinos […], e obrigava jogadores a cantar o hino"
"Não vão acontecer esse tipo de coisas. Quanto à orientação da equipa só o treinador poderá agora responder como o vai fazer e também como vai lidar com outro tipo de situações"
Entretanto, o médio Paulo Gomes deverá 'pendurar as chuteiras' esta época já que se comprometeu com a Direcção em como fará parte da equipa técnica da próxima temporada, coadjuvando João Paulo Correia.
O experiente médio, de 35 anos, não foi dos mais utilizados ao longo desta temporada e termina assim a carreira num dos primeiros clubes que representou, antes de passar por Vitória de Guimarães, Sporting de Braga, União de Leiria ou Paços de Ferreira.
A equipa técnica poderá ser ainda composta por mais um elemento que, por enquanto, António Albino ainda não quis confirmar.
O plantel do próximo ano é uma preocupação bem presente na mente dos dirigentes academistas e ao que apurámos, o novo técnico está já "em campo" à procura de reforços perante a mais do que previsível saída de alguns jogadores. Ao que apurámos, João Paulo poderá já ter abordado alguns jogadores do Penalva do Castelo, como Luís Vouzela ou Hélder Rodrigues, mas parece ser Sérgio, do Fornos de Algodres, uma das principais contratações em estudo para o próximo defeso. O presidente academista desmente eventuais contactos mas admite que seria bom ver Sérgio regressar.
"Era um gosto meu tê-lo de volta ao Académico. Quanto aos jogadores do Penalva, enquanto estiverem a jogar, ninguém os abordará. Como é óbvio, todos os bons jogadores da região interessam ao Académico".
In Diário de Viseu
segunda-feira, 10 de maio de 2010
TÍTULOS
Cardozo é o novo rei dos goleadores e já recebeu A BOLA de Prata
O benfiquista Óscar Cardozo é o vencedor do troféu A BOLA de prata, que premeia o melhor marcador do campeonato português.
O avançado paraguaio partiu para o jogo desta tarde a um golo de Radamel Falcao, do FC Porto, que liderava a tabela com 26 golos.
Logo aos 3 minutos, Cardozo abriu o activo e igualou o portista. Falcao, no entanto, continuava à frente por ter menos um jogo disputado que o benfiquista.
Cardozo continou a procurar o golo e conseguiu-o aos 78 minutos. O 26.º golo da temporada consagrou o Benfica e consagrou Cardozo.
O Benfica não tinha um melhor marcador da prova desde 1991, ano em que Rui Águas venceu.
Cardozo recebeu o troféu das mãos de Vítor Serpa, director do jornal A BOLA, depois do final da partida com o Rio Ave e momentos antes de a equipa receber a Taça relativa à conquista do campeonato.
O benfiquista Óscar Cardozo é o vencedor do troféu A BOLA de prata, que premeia o melhor marcador do campeonato português.
O avançado paraguaio partiu para o jogo desta tarde a um golo de Radamel Falcao, do FC Porto, que liderava a tabela com 26 golos.
Logo aos 3 minutos, Cardozo abriu o activo e igualou o portista. Falcao, no entanto, continuava à frente por ter menos um jogo disputado que o benfiquista.
Cardozo continou a procurar o golo e conseguiu-o aos 78 minutos. O 26.º golo da temporada consagrou o Benfica e consagrou Cardozo.
O Benfica não tinha um melhor marcador da prova desde 1991, ano em que Rui Águas venceu.
Cardozo recebeu o troféu das mãos de Vítor Serpa, director do jornal A BOLA, depois do final da partida com o Rio Ave e momentos antes de a equipa receber a Taça relativa à conquista do campeonato.
BENFICA - 2 RIO AVE - 1 - CAMPEÃO
Benfica vence Rio Ave e sagra-se campeão nacional
O Benfica conquistou, este domingo, o 32.º título de campeão nacional do seu historial, após ter vencido o Rio Ave por 2-1, em partida da última jornada do Campeonato. O paraguaio Óscar Cardozo fez os dois golos dos «encarnados», sagrando-se o melhor marcador da competição, com total de 26 remates certeiros.
Muito sofrimento, mas no final autêntica explosão de alegria no Estádio da Luz, onde marcaram presença, segundo números oficiais, 64.103 espectadores (maior enchente da época).
À entrada para esta última jornada, aos «encarnados» bastava um único ponto, tendo na perseguição o Sp. Braga, que jogava à mesma altura na Madeira diante do Nacional. Logo aos três minutos, Cardozo inaugurou o marcador. Pouco depois, o Rio Ave ficou reduzido a 10, por expulsão de Wires, que deixou os «pitons» na coxa de Ramires.
Tudo parecia bem encaminhado, mas o Rio Ave, mesmo em desvantagem, começou a dar ar da sua graça quando faltava cerca de 10 minutos para o intervalo. Tarantini, primeiro, e Bruno Gama, depois, provocaram autênticos calafrios nas bancadas da Luz.
Os dois sustos tiveram «sequência material» na segunda parte, com Ricardo Chaves a igualar o marcador, depois de ter ludibriado a defensiva contrária e corresponder de cabeça a uma bola colocada na área através de livre.
Faltava mais de um quarto de hora para o final. O Benfica foi tentando porfiar e acabou por chegar a novo golo, outra vez por Cardozo. A vitória estava garantida e o 32.º título do historial dos «encarnados» também.
Ficha do jogo:
Estádio do Sport Lisboa e Benfica, em Lisboa
Árbitro: Jorge Sousa (AF Porto)
Benfica – Quim; Ruben Amorim, Luisão, David Luiz e César Peixoto; Airton; Carlos Martins (Maxi Pereira, 65 m), Aimar e Ramires (Éder Luís, 46 m); Cardozo e Saviola (Nuno Gomes, 83 m).
Suplentes: Moreira, Maxi Pereira, Sidnei, Filipe Menezes, Éder Luís, Nuno Gomes e Kardec.
Rio Ave – Carlos; José Gomes, Gaspar, André Vilas Boas e Sílvio; Wires, Ricardo Chaves (Adriano, 79 m) e Tarantini; Bruno Gama, Bruno Moraes e Sidnei (Evandro, 63 m).
Suplentes: Trigueira, Magno, Tiago Terroso, Adriano, Chidi, Evandro e Wesllem.
Disciplina: cartão amarelo a Sílvio (24 m), Ricardo Chaves (73 m)); cartão vermelho directo a Wires (11 m)
Marcador: 1-0 por Cardozo (3 m); 1-1 por Ricardo Chaves (72 m); 2-1 por Cardozo (78 m)
O Benfica conquistou, este domingo, o 32.º título de campeão nacional do seu historial, após ter vencido o Rio Ave por 2-1, em partida da última jornada do Campeonato. O paraguaio Óscar Cardozo fez os dois golos dos «encarnados», sagrando-se o melhor marcador da competição, com total de 26 remates certeiros.
Muito sofrimento, mas no final autêntica explosão de alegria no Estádio da Luz, onde marcaram presença, segundo números oficiais, 64.103 espectadores (maior enchente da época).
À entrada para esta última jornada, aos «encarnados» bastava um único ponto, tendo na perseguição o Sp. Braga, que jogava à mesma altura na Madeira diante do Nacional. Logo aos três minutos, Cardozo inaugurou o marcador. Pouco depois, o Rio Ave ficou reduzido a 10, por expulsão de Wires, que deixou os «pitons» na coxa de Ramires.
Tudo parecia bem encaminhado, mas o Rio Ave, mesmo em desvantagem, começou a dar ar da sua graça quando faltava cerca de 10 minutos para o intervalo. Tarantini, primeiro, e Bruno Gama, depois, provocaram autênticos calafrios nas bancadas da Luz.
Os dois sustos tiveram «sequência material» na segunda parte, com Ricardo Chaves a igualar o marcador, depois de ter ludibriado a defensiva contrária e corresponder de cabeça a uma bola colocada na área através de livre.
Faltava mais de um quarto de hora para o final. O Benfica foi tentando porfiar e acabou por chegar a novo golo, outra vez por Cardozo. A vitória estava garantida e o 32.º título do historial dos «encarnados» também.
Ficha do jogo:
Estádio do Sport Lisboa e Benfica, em Lisboa
Árbitro: Jorge Sousa (AF Porto)
Benfica – Quim; Ruben Amorim, Luisão, David Luiz e César Peixoto; Airton; Carlos Martins (Maxi Pereira, 65 m), Aimar e Ramires (Éder Luís, 46 m); Cardozo e Saviola (Nuno Gomes, 83 m).
Suplentes: Moreira, Maxi Pereira, Sidnei, Filipe Menezes, Éder Luís, Nuno Gomes e Kardec.
Rio Ave – Carlos; José Gomes, Gaspar, André Vilas Boas e Sílvio; Wires, Ricardo Chaves (Adriano, 79 m) e Tarantini; Bruno Gama, Bruno Moraes e Sidnei (Evandro, 63 m).
Suplentes: Trigueira, Magno, Tiago Terroso, Adriano, Chidi, Evandro e Wesllem.
Disciplina: cartão amarelo a Sílvio (24 m), Ricardo Chaves (73 m)); cartão vermelho directo a Wires (11 m)
Marcador: 1-0 por Cardozo (3 m); 1-1 por Ricardo Chaves (72 m); 2-1 por Cardozo (78 m)
sábado, 8 de maio de 2010
PRESSE
Craques sensuais animam torcedoras
rande maioria da mulherada não curte mesmo assistir a algumas partidas de futebol. Não enxergam graça no esporte, não entendem as regras e não compreendem toda a magia dos lances e jogadas. Mas agora as gatas já tem motivo mais que suficiente para se antenarem na telinha durante a Copa de 2010:
Um ensaio fotográfico sensual reunindo alguns craques de seleções que estarão na Copa do Mundo da África do Sul, em 2010 foi publicado recentemente na revista americana ‘Vanity Fair’.
Na publicação, os jogadores aparecem em peças íntimas estilizadas com a bandeira de seus respectivos países.
No entanto, pelo menos nas imagens disponibilizadas pelo site da revista, o brasileiro Kaká é o único que não aparece apenas de cueca. Ele está de calça jeans e exibe apena suma faixa da peça íntima na altura da cintura.
Porém, outro jogador brasileiro, Alexandre Pato, também posou para as lentes da fotógrafa americana Annie Leibovitz. Apesar de ter garantido seu espaço nas páginas da revista, o atacante do Milan não vem sendo convocado pelo técnico Dunga há muito tempo e suas chances de disputar o Mundial são poucas.
Além dos brasileiros, aparecem na foto Muntari (Gana), Donovan (Estados Unidos), Kaká (Brasil) e Eto’o (Camarões). Cristiano Ronaldo (Portugal) é um dos astros do ensaio e capa da revista. Ballack (Alemanha), Drogba (Costa do Marfim) e Stankovic (Sérvia) também estão lá.
rande maioria da mulherada não curte mesmo assistir a algumas partidas de futebol. Não enxergam graça no esporte, não entendem as regras e não compreendem toda a magia dos lances e jogadas. Mas agora as gatas já tem motivo mais que suficiente para se antenarem na telinha durante a Copa de 2010:
Um ensaio fotográfico sensual reunindo alguns craques de seleções que estarão na Copa do Mundo da África do Sul, em 2010 foi publicado recentemente na revista americana ‘Vanity Fair’.
Na publicação, os jogadores aparecem em peças íntimas estilizadas com a bandeira de seus respectivos países.
No entanto, pelo menos nas imagens disponibilizadas pelo site da revista, o brasileiro Kaká é o único que não aparece apenas de cueca. Ele está de calça jeans e exibe apena suma faixa da peça íntima na altura da cintura.
Porém, outro jogador brasileiro, Alexandre Pato, também posou para as lentes da fotógrafa americana Annie Leibovitz. Apesar de ter garantido seu espaço nas páginas da revista, o atacante do Milan não vem sendo convocado pelo técnico Dunga há muito tempo e suas chances de disputar o Mundial são poucas.
Além dos brasileiros, aparecem na foto Muntari (Gana), Donovan (Estados Unidos), Kaká (Brasil) e Eto’o (Camarões). Cristiano Ronaldo (Portugal) é um dos astros do ensaio e capa da revista. Ballack (Alemanha), Drogba (Costa do Marfim) e Stankovic (Sérvia) também estão lá.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
PRESSE
Será que o ‘melhor jogador do mundo’ também agrada as mulheres?
A um mês da Copa do Mundo, o técnico da Costa do Marfim, Sven Goran Eriksson, apresentou ao mundo o que seria “o mais perfeito jogador de futebol do mundo”. As características do jogador foi extraída de alguns astros mundiais. Os dotes técnicos já são conhecidos pelos amantes do futebol. Resta saber se as características físicas agradaram as mulheres.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
quarta-feira, 5 de maio de 2010
A.VISEU
I Encontro de A MAGIA DO FUTEBOL
Está finalmente definida a data para o I encontro da Magia do Futebol.O encontro será no dia 15 de Maio(Sábado).Já temos inscrições de adeptos, e já temos inclusivamente a confirmação da presença de um atleta do actual plantel.Estamos a preparar mais algumas surpresas...As inscrições terão de ser feitas obrigatóriamente por email para: a.magia.do.futebol@gmail.com , deixe-nos também o seu contacto...
Esta entrevista não era necessária, a roupa suja lava-se em casa há que assumir os erros de todos..
O Presidente volta a falar
Está finalmente definida a data para o I encontro da Magia do Futebol.O encontro será no dia 15 de Maio(Sábado).Já temos inscrições de adeptos, e já temos inclusivamente a confirmação da presença de um atleta do actual plantel.Estamos a preparar mais algumas surpresas...As inscrições terão de ser feitas obrigatóriamente por email para: a.magia.do.futebol@gmail.com , deixe-nos também o seu contacto...
Esta entrevista não era necessária, a roupa suja lava-se em casa há que assumir os erros de todos..
O Presidente volta a falar
TÍTULOS
Marselha volta a ser campeão 18 anos depois
Foram precisas quase duas décadas, mas o Marselha voltou, esta noite, a sagrar-se campeão francês. 18 anos depois, bastou uma vitória perante os próprios adeptos frente ao Rennes (3-1), em jogo da 36.ª jornada da prova, para garantir o título.
No Vélodrome já todos sabiam que bastava uma vitória da formação local para garantir o tão desejado título, devido à derrota do Auxerre em Lyon (1-2).
Assim, os pupilos de Didier Deschamps até entraram melhor em campo e aos quatro minutos já faziam a festa. O defesa Heinze rubricou o primeiro golo da partida.
Ainda antes do intervalo, Briand, aos 38 minutos, acalmou os ânimos aos adeptos do Marselha e restabeleceu a igualdade.
Já na etapa complementar, a formação da casa voltou à carga e em dois minutos resolveu a partida e garantiu o almejado ceptro. Niang (76) voltou a colocar o Marselha em vantagem e o ex-portista Lucho González (77) fixou o resultado final.
O Marselha garantiu o título a duas jornadas do final, pois lidera a Ligue1 com 75 pontos, mais oito que Lille e Auxerre, quando estão apenas seis em disputa.
Shakhtar Donetsk garante título na Ucrânia
O Shakhtar Donetsk assegurou, esta quarta-feira, a conquista virtual do campeonato ucraniano, ao derrotar o Dínamo Kiev por 1-0, em partida da antepenúltima jornada da competição.
Um golo solitário do brasileiro Ilsinho, aos 15 minutos, garantiu a vitória do Shakhtar, que passou a ter seis pontos de vantagem sobre o seu «rival», isto quando falta apenas uma jornada para disputar.
É o quinto título de campeão da formação de Donetsk, todos esta década (2001/02, 2004/05, 2005/06 e 2007/08).
Mourinho vence Taça de Itália
Um golo, uma expulsão, muita confusão e um troféu em disputa. Autêntica final italiana. José Mourinho comandou o Inter à sua sexta Taça de Itália - a primeira do português - graças à vitória sobre a Roma pela margem mínima, no Estádio Olímpico da capital italiana.
Diego Milito assinou a única alteração que o marcador conheceu, à passagem do minuto 40. O argentino fuzilou Júlio Sérgio, após um grande passe de Thiago Motta.
Os romanos fizeram tudo para tentar chegar ao empate, mas mesmo as oportunidades mais claras acabaram do lado errado da baliza, ou então travadas pela defesa nerazzurra.
A dois minutos do final, o «capitão» da Roma, Francesco Totti, perdeu a cabeça. Na ânsia de recuperar a bola, o avançado italiano acabou por agredir Mario Balotelli com um pontapé repleto de raiva. Vermelho directo para o giallorrosso, que até já tinha um amarelo.
Já em cima do apito final, nova situação infeliz protagonizada por um jogador da Roma. Desta feita, Taddei entra com tudo sobre Muntari, que reage, mas os colegas acabaram por acalmar o médio ganês.
Quando se pensava que tudo estava terminado, eis que entra um espectador em campo, provocando nova agitação dentro das quatro linhas.
domingo, 2 de maio de 2010
ESMORIZ - 4 A. VISEU - 1 - TRISTEZA
Podiam manter-se na 2.ª Divisão? Podiam. Mas não era a mesma coisa
Ponto prévio: o Académico não perdeu ontem por culpa do adversário ou do árbitro. Nem por causa do forte vento que se sentir. Nem por falta de apoio dos seus adeptos.
Perdeu, então, porquê? Porque, nos 90 minutos mais importantes da época, durante os quais não poderia existir a menor desconcentração ou falha de atitude competitiva, a equipa desmoronou-se como um castelo de cartas.
Os jogadores - foi evidente! - não aguentaram a pressão das contas (das suas e as dos adversários directos, dos quais dependiam) e ao primeiro revés - golo do adversário na primeira vez que chegou à baliza academista - entraram em depressão profunda.
O treinador não está, também, isento de culpas. E não está porque demorou mais de meia-hora a reagir à desvantagem (só ao intervalo fez uma dupla substituição).
Seria fácil, a posterior, e numa análise simplista, justificar a derrota com os erros defensivos - que os houve. Mas isso seria reduzir a ‘sentença’ ao quarteto mais recuado. O que se viu foi, de facto, uma clara falta de ligação entre os sectores. E quando assim é...
A par disso, e talvez por essa razão a maior mágoa de alguns dos adeptos mais críticos, o Esmoriz limitou-se a cumprir os serviços mínimos, com alguns titulares já de férias antecipadas.
A equipa da casa marcou quatro golos na meia-dúzia de vezes que se abeirou da baliza de Rui Marcos. Cometeu, também, algumas ‘gafes’ na defesa. A diferença esteve, está de bom de ver, na finalização. Uns marcam, ganham, goleiam até; outros falham, falham, continuam a falhar, e quando marcam, já só conta para a ficha de jogo.
Quem levanta mais a bola?
A jogar contra o forte vento nos primeiros 45 minutos, esperava-se um Académico com muita circulação de bola, sem recorrer ao ‘balão’ para a frente. Mas fez precisamente o contrário, pois o vento jamais deixou o ‘balão’ passar o meio-
-campo. O primeiro erro de casting...
Depois, o Esmoriz, em vantagem desde o minuto 13, imprimiu o ritmo que mais lhe convinha, mas sempre de olho no contra-ataque.
Até ao intervalo, o Académico esteve mais tempo no meio-
-campo adversário, é verdade, mas num estilo de ‘visita de cortesia’. Quando a linha de área se aproximava, o vento como que levava a clarividência e quanto a oportunidades de golo, nem uma consta do bloco de apontamentos.
Mais dois na frente...
Ao intervalo, António Borges lá mexeu na equipa, colocando mais gente na frente de ataque - neste caso, Zé Bastos e Hugo Seco.
Mas nem deu tempo para ver quais as reais intenções do treinador do Académico para este segundo tempo, pois dois minutos após o reinício, Rafael fez o 2-0 (com tantas facilidades...) e, aí, acabou com a época dos viseenses.
A equipa acusou, fatalmente, o 2-0 e pouco depois veio o 3-0, 4-0.... Ou seja, a goleada natural.
Numa assomo de brio (e só isso), os jogadores do Académico foram para o ataque e só então começaram a dispor de oportunidades flagrantes de golo - e a desperdiçá-las.
Só em cima do minuto 90, Zé Bastos encontrou o caminho da baliza do Esmoriz. Mas já era tarde, muito tarde.
Pouco depois, veio o apito final. E com ele os rostos cabisbaixos, as críticas dos muitos adeptos que viajaram desde Viseu (estavam em dobro do número em relação aos da casa).
Um ano depois dos festejos da subida, veio a tristeza pela descida. E pensar que alguns responsáveis do clube pronunciaram, amíudes vezes, a palavra subida. Ontem, por certo, desceram à terra.
Ponto prévio: o Académico não perdeu ontem por culpa do adversário ou do árbitro. Nem por causa do forte vento que se sentir. Nem por falta de apoio dos seus adeptos.
Perdeu, então, porquê? Porque, nos 90 minutos mais importantes da época, durante os quais não poderia existir a menor desconcentração ou falha de atitude competitiva, a equipa desmoronou-se como um castelo de cartas.
Os jogadores - foi evidente! - não aguentaram a pressão das contas (das suas e as dos adversários directos, dos quais dependiam) e ao primeiro revés - golo do adversário na primeira vez que chegou à baliza academista - entraram em depressão profunda.
O treinador não está, também, isento de culpas. E não está porque demorou mais de meia-hora a reagir à desvantagem (só ao intervalo fez uma dupla substituição).
Seria fácil, a posterior, e numa análise simplista, justificar a derrota com os erros defensivos - que os houve. Mas isso seria reduzir a ‘sentença’ ao quarteto mais recuado. O que se viu foi, de facto, uma clara falta de ligação entre os sectores. E quando assim é...
A par disso, e talvez por essa razão a maior mágoa de alguns dos adeptos mais críticos, o Esmoriz limitou-se a cumprir os serviços mínimos, com alguns titulares já de férias antecipadas.
A equipa da casa marcou quatro golos na meia-dúzia de vezes que se abeirou da baliza de Rui Marcos. Cometeu, também, algumas ‘gafes’ na defesa. A diferença esteve, está de bom de ver, na finalização. Uns marcam, ganham, goleiam até; outros falham, falham, continuam a falhar, e quando marcam, já só conta para a ficha de jogo.
Quem levanta mais a bola?
A jogar contra o forte vento nos primeiros 45 minutos, esperava-se um Académico com muita circulação de bola, sem recorrer ao ‘balão’ para a frente. Mas fez precisamente o contrário, pois o vento jamais deixou o ‘balão’ passar o meio-
-campo. O primeiro erro de casting...
Depois, o Esmoriz, em vantagem desde o minuto 13, imprimiu o ritmo que mais lhe convinha, mas sempre de olho no contra-ataque.
Até ao intervalo, o Académico esteve mais tempo no meio-
-campo adversário, é verdade, mas num estilo de ‘visita de cortesia’. Quando a linha de área se aproximava, o vento como que levava a clarividência e quanto a oportunidades de golo, nem uma consta do bloco de apontamentos.
Mais dois na frente...
Ao intervalo, António Borges lá mexeu na equipa, colocando mais gente na frente de ataque - neste caso, Zé Bastos e Hugo Seco.
Mas nem deu tempo para ver quais as reais intenções do treinador do Académico para este segundo tempo, pois dois minutos após o reinício, Rafael fez o 2-0 (com tantas facilidades...) e, aí, acabou com a época dos viseenses.
A equipa acusou, fatalmente, o 2-0 e pouco depois veio o 3-0, 4-0.... Ou seja, a goleada natural.
Numa assomo de brio (e só isso), os jogadores do Académico foram para o ataque e só então começaram a dispor de oportunidades flagrantes de golo - e a desperdiçá-las.
Só em cima do minuto 90, Zé Bastos encontrou o caminho da baliza do Esmoriz. Mas já era tarde, muito tarde.
Pouco depois, veio o apito final. E com ele os rostos cabisbaixos, as críticas dos muitos adeptos que viajaram desde Viseu (estavam em dobro do número em relação aos da casa).
Um ano depois dos festejos da subida, veio a tristeza pela descida. E pensar que alguns responsáveis do clube pronunciaram, amíudes vezes, a palavra subida. Ontem, por certo, desceram à terra.
PORTO - 3 BENFICA -1 - MAL PERDIDO
FC Porto vence (3-1) Benfica e adia decisão do título
O FC Porto venceu o “clássico” com o Benfica por 3-1, no Estádio do Dragão, e adiou a decisão do título para a 30.ª e última jornada da Liga.
O Benfica precisava apenas de um ponto para se sagrar campeão, mas saiu derrotado do reduto do rival. Os encarnados têm, agora, de pontuar na recepção ao Rio Ave para garantirem a conquista do ceptro.
O FC Porto impôs-se no “clássico”, mas a vitória é insuficiente para manter os azuis-de-brancos na luta pelo acesso à Liga dos Campeões, visto que o Sp. Braga levou a melhor no jogo com o Paços de Ferreira (1-0).
Bruno Alves deu vantagem aos dragões ao “cair do pano” da primeira parte (42), batendo Quim com um cabeceamento colocado na sequência de pontapé de canto cobrado por Belluschi – foi o golo 100 do FC Porto nesta época.
O marcador voltaria a funcionar aos 57 minutos da etapa complementar, quando Luisão restabeleceu o empate para o Benfica. A igualdade, porém, seria efémera, visto que Farias devolveu a vantagem ao FC Porto apenas dois minutos volvidos, já depois de Fucile ter sido expulso com duplo amarelo (52).
A segunda parte foi emotiva, disputada em ritmo de parada e resposta e com lances de perigo junto das duas balizas. Um grande golo de Belluschi, a sete minutos dos 90, acabaria por sentenciar o triunfo do FC Porto, que se despede do Dragão com um sempre saboroso triunfo sobre o rival de Lisboa.
Olegário Benquerença exibiu onze cartões amarelos e um vermelho. Jesualdo Ferreira voltou a ser expulso do banco do FC Porto, por palavras dirigidas ao árbitro assistente.
Sob arbitragem de Olegário Benquerença (AF Leiria), as equipas alinham:
FC PORTO: Beto; Fucile, Rolando, Bruno Alves e Álvaro Pereira; Belluschi (Tomás Costa, 90+3), Guarín, Fernando e Raul Meireles (Miguel Lopes, 53); Hulk e Farías (Rodriguez, 61)
Suplentes: Nuno, Valeri, Maicon e Orlando Sá
BENFICA: Quim; Maxi Pereira, Luisão, David Luiz e Fábio Coentrão; Ramires, Javi García (Aimar, 63), Di María e Carlos Martins (Kardec, 82); Saviola (Weldon, 67) e Cardozo
Suplentes: Moreira, César Peixoto, Luís Filipe e Miguel Vítor
Disciplina: Cartão amarelo para Fucile (6 e 52), Di María (6m), Fábio Coentrão (13), Javi García (41), Raul Meireles (45), Bruno Alves (57), Luisão (58), Fernando (64), Ramires (78), Maxi Pereira (90+1). Cartão vermelho para Fucile (52)
Marcadores: 1-0, Bruno Alves (42); 1-1, Luisão (57); 2-1, Farías (59); 3-1, Belluschi (83)
sábado, 1 de maio de 2010
TÍTULOS
O Hoje venceu Paris Saint-Germain, no Stade de France, POR 1-0 o Mónaco e conquistou uma oitava Taça de França do Seu historial.
O golo da Vitória surgiu dos parisienses não prolongamento com Hoarau (105 1) a vingar uma Derrota do PSG Diante o Mónaco nd final da época 1984/85.
O PSG, 11. º classificado nd Liga francesa, assegura assim uma Participação nd nd Liga Europa Próxima temporada.
TÍTULOS
Bayern já "cheira" o título
O Bayern festejou, este sábado, a conquista virtual do título de campeão alemão. A equipa bávara venceu o Bochum por 3-1 e beneficiou da derrota caseira (0-2) do Schalke com o Werder Bremen, para se isolar no comando da classificação a uma jornada do fim.
A época pode ser de sonho para o Bayern. Praticamente garantido o título alemão, a formação da Baviera aponta ainda à conquista da Taça da Alemanha e da Liga dos Campeões, cujas finais discute com Werder Bremen e Inter, respectivamente.
Mesmo que o Bayern perca na última ronda da Bundesliga, no reduto do já despromovido Hertha Berlim, só um milagre retirará o 22.º título à equipa de Louis Van Gaal, que conta com “goal-average” amplamente favorável: 39 contra 22.
Esta tarde, o Bayern teve em Thomas Müller a sua grande figura. O médio ofensivo assinou um “hat trick”, com golos aos 18, 20 e 69 minutos, sentenciando assim o triunfo bávaro, que seria minimizado perto do fim, com o tento de honra do Bochum, da autoria de Fuchs.
O Bayern festejou, este sábado, a conquista virtual do título de campeão alemão. A equipa bávara venceu o Bochum por 3-1 e beneficiou da derrota caseira (0-2) do Schalke com o Werder Bremen, para se isolar no comando da classificação a uma jornada do fim.
A época pode ser de sonho para o Bayern. Praticamente garantido o título alemão, a formação da Baviera aponta ainda à conquista da Taça da Alemanha e da Liga dos Campeões, cujas finais discute com Werder Bremen e Inter, respectivamente.
Mesmo que o Bayern perca na última ronda da Bundesliga, no reduto do já despromovido Hertha Berlim, só um milagre retirará o 22.º título à equipa de Louis Van Gaal, que conta com “goal-average” amplamente favorável: 39 contra 22.
Esta tarde, o Bayern teve em Thomas Müller a sua grande figura. O médio ofensivo assinou um “hat trick”, com golos aos 18, 20 e 69 minutos, sentenciando assim o triunfo bávaro, que seria minimizado perto do fim, com o tento de honra do Bochum, da autoria de Fuchs.
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