segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

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O presidente da UEFA vai estar esta terça-feira no Estádio da Luz para entregar a Eusébio o “UEFA President's Award”. «Um grande privilégio», diz Michel Platini.

A distinção só por três vezes foi entregue na história do organismo que rege o futebol europeu, primeiro ao hispano-argentino Alfredo Di Stefano, depois ao inglês Bobby Charlton. Agora é a vez de Eusébio, «um dos maiores goleadores de sempre e um embaixador do futebol», nas palavras de Platini.

«Eusébio é um gigante do nosso Desporto e os valores como o altruísmo, o fair play e o respeito, transmitidos ao longo de uma carreira de sucesso, tanto dentro como fora dos relvados, fazem dele um bom exemplo para as novas gerações», disse ainda o presidente da UEFA

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domingo, 21 de fevereiro de 2010

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PAMPILHOSA -1 A. VISEU - 0 - INFELIZES

FC Pampilhosa 1 - 0 Ac. Viseu FC

O Académico de Viseu perdeu esta tarde no terreno do líder Pampilhosa por 1-0. Uma vitória feliz para a equipa da casa, que chegou ao golo já no tempo de compensação. Os jogadores do Académico foram uns dignos vencidos, lutaram muito e não mereciam de maneira nenhuma esta derrota mesmo ao cair do pano.

O técnico António Borges que já contou com o influente Guima, fez alinhar: Rui Marcos; M. Almeida (Ruben), Tiago, Jonas e Marcelo; Calico, Álvaro, Tomé; Éverson, Zé Bastos (Filipe) e Guima.

Num jogo onde o Académico aguentou até ao minuto 90, o natural fluxo ofensivo da equipa líder da competição, os academistas não mereciam de todo esta derrota. Mas o futebol já se sabe como é, tudo pode acontecer até ao árbitro dar por finalizado o desafio.

Com o regressado Guima no ataque, o Académico apesar de ter sido a equipa menos atacante em campo, conseguiu em várias ocasiões chegar à baliza de Eduardo. É verdade que nem sempre com perigo e muitas vezes o último passe teimava em falhar, mas nunca deixou de procurar o golo e tentar ultrapassar o excelente e organizado bloco defensivo do Pampilhosa. O Académico foi aguentando a carga ofensiva da equipa da casa, que atacou muito, mas onde encontrou uma defesa do Académico bem fechada e coesa, e um Rui Marcos bastante seguro. Preferia não falar do árbitro nem do seu papel, mas mais uma vez teve influência no resultado. Depois de já ter expulsado o massagista do Académico, justo ou não (não faço ideia), já sobre o minuto 90, fez vista grossa, ao não ver Guima a ser carregado na área do Pampilhosa. Claramente o caso do jogo, e que teve influencia no desenrolar final do mesmo, dado que praticamente na jogada seguinte, na sequencia dum pontapé de canto, a equipa da casa chegaria ao golo da vitória. É triste ver que o Académico é sistematicamente penalizado neste tipo de situações. Uma pena, sinceramente. Mas pronto, fica o resultado final, derrota pela margem mínima frente a esta equipa do Pampilhosa. Os jogadores, repito, foram dignos, lutaram, a defesa esteve toda ela muito coesa, mas infelizmente não foram argumentos suficientes, para, pelo menos trazer um ponto para Viseu.

Melhor em campo: Rui Marcos, muito seguro ao longo de todo o desafio.

As coisas não estão fáceis, é um facto, mas uma vitória recoloca o Académico na luta pela manutenção. Todo o apoio é importante no próximo domingo, frente ao Monsanto, adversário directo. Força Académico!

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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

HERTHA -1 BENFICA -1 - FRAQUITO


Benfica continua sem vencer na Alemanha

E ainda não foi desta que o Benfica inverteu a história em solo germânico. Sem nunca ter ganho na Alemanha, o Benfica contentou-se com um empate que em Lisboa até pode dar sabor… a vitória.

Jogada a primeira parte da eliminatória e quando a segunda metade vai ser discutida na Luz, não pode dizer-se que o empate a 1 seja um mau resultado. Pelo contrário, é até positivo e abre boas perspectivas à equipa encarnada para a passagem à fase seguinte da Liga Europa.

Mas terá sido a entrada afortunada em jogo que mais prejudicou os encarnados. Logo aos 3’, Di Maria furou a defesa do Hertha e atirou a contar, depois de Carlos Martins ter acertado com um passe a mais de 30 metros.

Dificilmente a equipa de Jorge Jesus esperaria uma entrada mais feliz no jogo da capital alemã. Mais improvável do que marcar logo aos 3’ só o pé com que Di Maria colocou os encarnados em vantagem: recebeu com o esquerdo, flectiu para o meio e rematou com o direito.

O Benfica entrava a ganhar no Olímpico de Berlim e o avanço inesperado no marcador podia ter servido de embalo para uma noite que se queria histórica.

Mas não, o Hertha soube recompor-se e o Benfica não carregou e resolveu como se previa. Depois de uma entrada praticamente a ganhar, o Benfica abrandou.

Com o passar dos minutos, o Hertha (bem melhor do que aquele que há dois meses defrontou o Sporting) foi-se refazendo do abalo inicial e passou a responder de igual para igual ao domínio encarnado.

O Benfica tinha mais posse de bola, mas chegava à baliza de Drobny invariavelmente sem grande perigo. O equilíbrio acentuava-se e foi nesta toada morna que o Hertha chegou ao empate, num lance caricato em que Javi Garcia, infeliz, traiu Júlio César e fez auto-golo, quando estavam decorridos 33’

O Hertha iniciou jogada pelo flanco direito e depois de um cruzamento sem grande perigo Javi decidiu pôr, também ele, o pé direito à bola e oferecer o empate ao Hertha.

O intervalo chegou com o 1-1 a ajustar-se aos acontecimentos e à entrada da segunda parte o Hertha cedo mostrou que, ao contrário do que se dissera na antevisão do jogo, vinha para discutir o jogo e tentar a vitória, tomando a iniciativa de jogo e contando com um Benfica de baixa rotação.

Mas até foram os encarnados que podiam ter “mexido” no marcador. Aos 52’ Ramires é derrubado na grande área, mas nem o árbitro nem os seus dois assistentes mais perto do lance viram que o brasileiro tinha sido derrubado.

O jogo seguiu e para perto da baliza de Júlio César, com Nicu a deslumbrar-se perante o guardião e a atirar ao poste.

Dois minutos volvidos e Cícero proporcionou ao guarda-redes brasileiro a defesa da noite, num voo em que desviou o remate para canto. O Hertha apertava então o cerco à baliza encarnada.

Os encarnados responderam com um remate desastrado de Cardozo, depois de Aimar já ter entrado em campo, mas nem o argentino deu maior clarividência às ideias da equipa portuguesa.

Até ao fim, equilíbrio como nota dominante e destaque para um cabeceamento de Cardozo que podia ter dado a vitória ao Benfica, mas que Drobny deteve com segurança.

O Benfica recebe na próxima terça-feira o Hertha no Estádio da Luz, na segunda mão destes 16 avos-de-final, e o empate a 1 registado esta noite em Berlim confere, em teoria, vantagem aos encarnados na decisão da eliminatória.

Mas os encarnados terão de suar e contar com mais inspiração do que aquela que hoje evidenciaram no Olímpico de Berlim.

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EU ESTIVE LÁ





PORTO - 2 ARSENAL - 1

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

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Barcelona’s Lionel Messi

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BENFICA -1 BELENENSES - 0 - MINIMO



Nem O Belenenses pareceu o último classificado deste campeonato, nem o Benfica mostrou a frescura da 1ª volta no Restelo quando goleou por 0-4.
Foi uma vitória à Trapattoni, digamos assim, e assumida por Jesus que no fim disse que isto começa a apertar e é verdade. No ciclo de Janeiro/Fevereiro só tropeçámos no Bonfim de resto tem sido tudo limpinho.
Ontem no regresso do futebol de campeonato com luz do dia ao nosso estádio houve mais uma vitória, mais 3 pontos, e casa cheia.
Não foi um jogo brilhante do Benfica mas jogou-se o suficiente para cumprir o objectivo.
O golo de Cardozo foi muito importante porque apareceu cedo e tirou a possibilidade do Belenenses se ir encostar à sua área para defender e acalmou equipa e adeptos que ficaram à espera de mais golos que desta vez não apareceram.
Ninguém fica chateado por ter sido só 1-0 porque a meio da semana houve aqueles 4 aos nossos vizinhos e o Cardozo desde o penalti falhado já facturou 2 vezes. Portanto está tudo bem, tudo confiante para a recta final que aí vem.

Basta lembrar o documentário de que falei há dias sobre o campeonato de 59/60 para sabermos que o Belenenses é historicamente incómodo na Luz por isso este 1-0 aceita-se com agrado e faz mesmo lembrar aquele jogo com Trapattoni que acabou de igual resultado em que o italiano veio explicar que é assim que se fazem campeões. E é, todos nós sabemos.
A vitória ficou mais bonita depois de vermos umas horas depois o Porto perder 2 pontos em Matosinhos.
Publicada


O. BAIRRO - 2 A.VISEU- 1- PREOCUPANTE

Oliveira do Bairro 2-1 Académico de Viseu

Académico de Viseu: Rui Marcos, Rúben (Hugo Seco, int), Tiago Jonas, Tiago Gonçalves, Marcelo Henrique (Filipe, 58), Calico, Marco Almeida, Álvaro, Tomé, Éverson e Zé Bastos.


Foi um Académico de Viseu na expectativa que surgiu estar tarde em campo perante um Oliveira do Bairro mais pressionante e que chegou ao golo por intermédio de Nélson Rato. O Académico reagiu após o golo dos “bairradinos” mas não conseguiu chegar ao golo. Xavier, numa insistência após um pontapé de canto, fez o 2-0. Um Académico sem meio campo perdia por dois golos ao intervalo. Não era escandalosa a derrota mas sim a qualidade de jogo do Académico de Viseu que, se não era zero, andava lá muito perto. Mau demais para ser verdade.
O Académico da segunda parte foi muito mais operante – era difícil fazer pior - carregou à procura do golo que o devolveria à partida mas, nas suas costas, ia abrindo espaços que o Oliveira do Bairro podia aproveitar para sentenciar a partida. É, felizmente, o Académico que chega ao golo por intermédio de Marco Almeida na conversão de um livre directo (77). O Académico tinha pela frente mais 15 minutos para procurar o golo mas foi incapaz de o alcançar. O Académico com esta derrota desce até ao antepenúltimo lugar com 20 pontos, está a apenas um ponto do 12º lugar – que poderá ou não dar a manutenção – e a 3 pontos do Marinhense que é o 11º classificado e que tem vantagem sobre o Académico em caso de desempate.

Melhor em campo: Marco Almeida -2,5- foi melhor na segunda parte quando desceu para a posição de defesa direito. O melhor do Académico sobretudo pelo golo que marcou e que não permitiu que o Oliveira do Bairro tivesse vantagem sobre o Académico no confronto directo.

Outras notas: Rui Marcos (2), Rúben (1,5), Tiago Jonas (2), Tiago Gonçalves (2), Marcelo Henrique (1,5), Calico (1,5), Álvaro (2), Tomé (2), Éverson (1,5), Zé Bastos (1,5), Hugo Seco (1,5), Filipe (1,5)

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

IMAGEM- O NOSSO MISTER


FORÇA ANTÓNIO BORGES
FORÇA ACADÉMICO VISEU
EU ACREDITO

Académico quer rectificar resultados

O treinador-adjunto do clube viseense, Carlos Ferreira, concorda que "o próximo jogo é importante e o Académico vai a Oliveira do Bairro para ganhar os três pontos".
Dada a elevada quantidade de jogadores indisponíveis por estarem lesionados e/ou castigados e questionado como irá ultrapassar os obstáculos que vão ser colocados pelo adversário, o técnico, afirma que "dentro do plantel que está disponível terão de ser encontradas as soluções para que a equipa possa chegar à vitória".
Acrescenta que "só fazem falta os jogadores que estão disponíveis e tendo em conta o seu valor e o seu empenhamento. As esperanças de regressar com pontos da viagem a Oliveira do Bairro, são fundadas"

Não houve
retrocesso exibicional
Questionado sobre os últimos resultados obtidos pelo Académico, Carlos Ferreira, não concorda que tenha havido retrocesso, considerando "que apesar das ausências de alguns dos titulares, a prestação exibicional não retrocedeu, apenas têm acontecido factores que não podemos controlar, como é evidente".
Quanto ao futuro, o adjunto de António Borges não tem dúvidas de que "o Académico vai conseguir a manutenção, já que os jogadores estão a trabalhar bem e melhores dias e resultados irão chegar em breve". Em seu entender, "os viseenses devem acreditar e incentivar a equipa para chegar ao objectivo que é de todos nós, ou seja, conseguir a permanência".

Difícil encontrar
jogadores acessíveis
Sobre a 'crise' que abala o plantel necessitado de se 'reforçar' para colmatar as faltas, Carlos Ferreira, admite que "isso é complicado, pois nesta altura não há no mercado jogadores disponíveis e acessíveis ao orçamento do clube". Garante que o actual plantel "vai ser suficiente para atingir os objectivos".
Lembrou, ainda, que para o próximo jogo "o Académico de Viseu já vai contar com Álvaro para ajudar a equipa a vencer em Oliveira do Bairro a equipa da casa que também não está tranquila na tabela classificativa e, entretanto, reaparecerão os restantes lesionados, bem como os castigados, voltando a normalidade ao grupo de trabalho

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Sports photos of the week for January 26, 2010

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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

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CASTIGOS - INJUSTIÇA NO FUTEBOL


Capitão do Ac.Viseu suspenso preventivamente
Como se esperava, o polémico encontro entre Tourizense e Académico de Viseu, que terminou com uma igualdade a um golo, um penálti inexistente para os da casa e agressões na bancada, continua e continuará a dar que falar.
O capitão dos academistas, Rui Santos, que acabou expulso no meio da discussão após o penálti que deu a igualdade ao Tourizense, foi suspenso preventivamente pelo Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e será alvo de processo disciplinar com base no artigo nº109 do regulamento de disciplina da FPF, relativo a agressão ou tentativa de agressão ao árbitro ou outro elemento da equipa de arbitragem do jogo.
Rui Santos, em declarações ao Diário de Viseu, refere sentir-se 'injustiçado'.
"É uma grande injustiça que me estão a fazer. Não sei porque me estão a fazer isto. Simplesmente me dirigi ao árbitro auxiliar que assinalou a grande penalidade, como capitão, tentando explicar-lhe que o lance ocorreu fora da grande área. Naquela situação, com o aproximar dos meus colegas, ter-me-ei encostado a ele apenas. Depois o árbitro dá-me o cartão vermelho sem qualquer tipo de justificação. Estou de consciência tranquila, não sei qual o motivo deste processo nem o que o árbitro alega para me ter mostrado vermelho".

"Já pensei abandonar"
Confrontado com a possibilidade de ficar, no mínimo, seis meses suspenso, o capitão não coloca de parte o cenário de abandonar o futebol. "Já me passou isso pela cabeça mas para já vamos esperar pela comunicação da Federação para que o clube possa agir em conformidade. Não quero acreditar que me façam isso pois ainda acredito na justiça".
O jogador do Académico de Viseu incorre numa pena entre seis meses e quatro anos se, de alguma forma, for deliberado que Rui Santos agrediu o auxiliar. No caso do processo deliberar que houve apenas tentativa, o mínimo aplicável é de três meses e o máximo de dois anos. Se o jogador tivesse contrato profissional incorreria ainda numa multa entre os mil e os 2 mil euros.
Também António Borges saiu multado do jogo com o Tourizense. Segundo o comunicado do CD da FPF, o técnico terá de pagar 150 euros por "protestar uma decisão da equipa de arbitragem".
António Borges confirma que foi advertido durante o encontro mas apenas por "sair da área técnica para perceber o estado de saúde do Everson, uma vez que não havia médicos nas duas equipas".

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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

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SPORTING - 1 BENFICA - 4 - FESTIVAL


Benfica goleia em Alvalade (4-1)
O Benfica goleou esta noite o Sporting (4-1) em Alvalade e carimbou o passaporte para a final da Taça da Liga.


Com esta vitória, a equipa encarnada vai poder defender o título conquistado na época passada. Já para os leões, a derrota assume contornos dramáticos. Além de ser a quarta
seguida para a equipa de Carlos Carvalhal (Sp. Braga, FC Porto, Académica e agora Benfica), significa que o único título ao alcance da equipa é, agora, a Liga Europa, na qual vai medir forças com o Everton.

O jogo ficou marcado pela expulsão madrugadora de João Pereira, por entrada intempestiva sobre Ramires. Na conversão do livre, David Luiz surgiu na área a fazer o primeiro golo.

Ramires marcou o segundo golo para os encarnados aos 29 minutos, numa altura em que o Sporting não conseguia sequer passar do meio-campo com a bola dominada. Valeu, na altura, aos leões e ao jogo, uma acção individual de Liedson, que, aos 36 minutos, acreditou que podia marcar. O levezinho conduziu a bola até à área do Benfica e bateu Júlio César.

O Benfica, sem algumas das principais figuras (Quim, Maxi Pereira, Aimar, Saviola e Cardozo ficaram de fora do onze inicial), chegou ao 3-1 aos 67 minutos, numa altura em que os leões procuravam o empate, mesmo com menos um jogador em campo.

Já a finalizar o jogo, Óscar Cardozo marcou o golo da noite, com um pontapé forte que selou o resultado. O Benfica goleou em Alvalade e está na final da taça Carlsberg. A 20 de Março discutirá com FC Porto ou Académica a revalidação do título.


SPORTING - Rui Patrício; João Pereira, Polga, Carriço e Grimi; Pedro Mendes, Adrien, João Moutinho e Izmailov; Liedson e Pongolle.

Suplentes: Tiago, Tonel, Pedro Silva, Vukcevic, Matías, Yannick e Saleiro


BENFICA - Júlio César; Ruben Amorim, Luisão, David Luiz e César Peixoto; Javi Garcia, Ramires, Di Maria e Carlos Martins; Éder Luís e Kardec.

Suplentes: Moreira, Miguel Vítor, Fábio Coentrão, Pablo Aimar, Weldon, Saviola e Cardozo

Golos: Liedson (36); David Luiz (7), Ramires (29), Luisão (67), Cardozo (90+4)

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

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Angola hosts the Africa Cup of Nations soccer tournament
The Africa Cup of Nations soccer tournament created an opportunity for international and Angolan photographers to capture not only an important sporting event, but also to venture outside the stadiums to transmit pictures of a people and place not often seen in the mainstream media. The three-week, sixteen-team tournament provided plenty of action, and when games weren't being played, photographers were free to roam the markets, beaches, and neighborhoods of Angola, a former Portuguese colony finally stabilizing after years of civil war that mostly ended in 2002. What follows is a collection of the best sports pictures of the tournament, images made outside the stadiums, and even a few of fans from other countries in Africa reacting to their teams' fortunes. ( 38 photos total)

A..VISEU - 0 MARINHENSE - 1 - ESTIVE LÁ FOI FRUSTANTE



Sem 'armas' não se ganha a 'guerra'
O Académico de Viseu não merecia, de longe, perder este jogo mas, valha a verdade, também não conseguiu fazer o suficiente para merecer o triunfo. O resultado, esse, premiou o 'anti-jogo', um futebol defensivo e a equipa que pior futebol jogou e a que menos qualidade apresentou em campo. Por outro lado, pode entender-se o mesmo como mais um 'castigo' para um Académico que, apesar de não contar com muitos dos habituais titulares, teve mais uma exibição desgarrada, sem 'alma', e que só muito a espaços penetrou com sucesso a defesa contrária.
António Borges não contava com o capitão Rui Santos, com o ponta-de-lança Guima (que falta fez!), Álvaro, Marco Almeida, Zé Bastos e Augusto.
Não espantam, por isso, as adaptações realizadas. Paulo Gomes repetiu a titularidade de Touriz e Calico subiu no terreno. Hugo Seco foi o extremo de serviço (o único), enquanto Tomé andou perdido algures entre um médio criativo e um extremo esquerdo. Everson, completamente longe da forma a que nos habituou, começou 'colado' à posição habitual de Guima mas depressa se percebeu que aquele não é o seu lugar.
Na baliza, uma estreia. Paulo Freitas, apesar da boa exibição no domingo passado, foi para o banco e cedeu o lugar a Rui Marcos. Deste pouco se pode dizer. Na 1.ª parte, por exemplo, só teve 1 intervenção, ao sair bem a punhos a um livre. Foi o espectador mais atento da partida.

Ataque desequilibrado
Cedo se percebeu que a tarde não seria fácil para o Académico de Viseu. António Borges já o havia previsto na quinta-feira e aconteceu mesmo o que o técnico academista temia. Os viseenses começaram bem, com boa troca de bola, e explorando a rapidez de Hugo Seco pela direita (Académico quase nunca subiu pelo flanco esquerdo) mas teve pouco sucesso a táctica dos locais, passando a ser mais evidentes as dificuldades do Académico em ultrapassar a última barreira do Marinhense.
Aos 26', o 'central' Tiago aproveitou um erro dos contrários para se isolar mas faltou-lhe perícia na altura do remate e, antes, Fernando apareceu sozinho na área mas o lance foi anulado por fora-de-jogo que deixou dúvidas.
Aos 28', Hugo Seco centrou para a cabeça de Tomé mas este atirou fraco e à figura de Pedro Duarte e aos 43', Seco tentou uma espécie de cruzamento que quase enganava o guardião visitante.
Perto do intervalo Rui Marcos fez a 1.ª e única intervenção de realce em todo o jogo. Num livre cobrado pelo lado esquerdo, o novo guarda-redes dos viseenses saiu a punho para tirar com sucesso o esférico da sua área.
A 2.ª parte em pouco foi diferente. Diferente só mesmo a atitude do Marinhense… para pior. Os jogadores de José Petana fizeram o 'seu jogo' e só nos primeiros 10 minutos foram 3 os jogadores a perderem mais de 1 minuto no relvado por 'lesão'. Tal teve o efeito desejado, ou seja, enervar o Académico e espreitar o contra-ataque para surpreender. Só que aí o Marinhense também mostrou ser muito fraco e Rui Marcos continuava tranquilo.
As oportunidades de golo foram poucas ou nenhumas já que a maior parte do tempo o jogo esteve interrompido com sucessivas 'lesões' dos homens da Marinha Grande.
Apenas aos 88 minutos haveria perigo, só que, para variar, do lado contrário. Dárcio tentava entrar na grande área e é derrubado por um academista. O lance parece ocorrer fora da grande área mas o árbitro Luís Ferreira não teve dúvidas em assinalar grande penalidade. Lance discutível que deixaria o Marinhense na frente do marcador. O mesmo Dárcio converteu com sucesso ainda que Rui Marcos chegasse a desviar com a ponta dos dedos.
Com o jogo a terminar, já não havia 'cabeça' para os academistas chegarem, sequer, à igualdade e tal provou-se aos 90' com Fernando a ser expulso por agressão a Moita. Por esta altura, António Borges adaptava Cabido a extremo direito, numa demonstração clara da falta de 'banco' no Ac.Viseu.
Derrota trágica que "afunda" o Académico nos lugares de descida. O resultado é injusto para a equipa que teve mais posse de bola mas que foi incapaz de "comandar" o jogo, mostrando enormes dificuldades para chegar à área contrária, tal como preconizava António Borges. Faltou também, nalguns momentos, a paciência que o técnico pedia, talvez pela exigência dos adeptos que não admitiam ver a equipa trocar a bola a meio-campo.
Arbitragem irregular.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

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Mania da perseguição…

Já que toda a gente diz que Marc Zoro, central que está emprestado pelo Benfica ao Vitória, tentou “ajudar” a equipa a que está ligado contratualmente, marcando um auto-golo e cometido uma grande penalidade… Porque não falam também no Ruben Lima, que igualmente emprestado pelo Benfica, salvou um golo dos encarnados praticamente em cima da linha ?

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Big Shots for February 4, 2010
This week Big Shots loses sleep at the International Bed Race in Pattaya, Thailand, floats above Dubai in a hot air balloon, and peddles through the mud at the Cyclo-Cross World Championships in Tabor, Czech Republic. And next week I will of course bring you a big collection of the best pictures from the Super Bowl in South Florida. ( 32 photos total)

PORTUGAL


Sorte de Portugal no Euro 2012

O sorteio ditou que a selecção nacional vai ficar no Grupo H da fase final de qualificação para o Euro 2012, na Polónia e na Ucrânia.
O sorteio realizado em Varsóvia ditou, este domingo, que Portugal disputará o apuramento para Euro 2012 no Grupo H, com Dinamarca, Noruega, Chipre e Islândia.
É um dos três grupos mais pequenos compostos por apenas 5 selecções. Os portugueses eram cabeças-de-série e evitaram os adversários mais fortes. O pior de tudo isto é que voltamos a encontrar a Dinamarca, primeira classificada do grupo e um dos carrascos de Portugal durante toda a fase de qualificação para o Mundial da África do Sul, que deverá ser o nosso maior obstáculo num lote de adversários por norma, algo incómodos.
Registe-se ainda o facto dos jogos de qualificação serem disputados entre os dias 03 de Setembro de 2010 a 15 Setembro de 2011.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

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V. SETÚBAL - 1 BENFICA - 1 - INGRATO


Benfica desperdiça grande penalidade e empata em Setúbal (1-1)

O Vitória de Setúbal impôs hoje um empate 1-1 ao Benfica, num jogo em que Cardozo falhou uma grande penalidade nos descontos e que teve uma arbitragem de fraco nível, com influência no resultado.

O jogo até começou de feição para a equipa de Jorge Jesus, que se adiantou no marcador aos 14 minutos, na sequência de um pontapé de canto de Aimar, com um desvio de David Luiz ao primeiro poste e Ricardo Silva a fazer o primeiro autogolo da noite.

A perder por 1-0, o Vitória de Setúbal conseguiu criar algumas dificuldades à defesa contrária, primeiro por Hélder Barbosa, que aos 17 minutos atirou por cima da barra, e depois com um remate de Neca, que proporcionou boa defesa ao guarda-redes Quim.

Aos 31 minutos, um cruzamento de Bruno Ribeiro, que fez o primeiro jogo da época pelo Vitória de Setúbal, quase proporcionou o golo do empate a Keita, mas o remate de cabeça do dianteiro sadino saiu ao lado.

O Benfica também podia ter aumentado a vantagem por intermédio de Cardozo, que, isolado por Saviola, perdeu o tempo de remate e desperdiçou uma excelente oportunidade para fazer o 2-0.

Muito longe do nível a que habituou os adeptos, o Benfica não conseguia impor-se a um Vitória de Setúbal transfigurado para melhor desde a chegada do treinador Manuel Fernandes.

O Vitória de Setúbal acabou mesmo por restabelecer a igualdade aos 37 minutos, graças a um autogolo de David Luiz. O defesa central do Benfica tentou cortar um cruzamento de Neca, mas bateu mal a bola e acabou por trair o guarda-redes Quim.

A infelicidade do jogador brasileiro do Benfica teve, no entanto, o mérito de colocar justiça no resultado que se verificava ao intervalo (1-1).

No reatamento da partida, o Benfica quase marcava na sequência de um livre cobrado por Di Maria, mas o Vitória de Setúbal respondeu de imediato, com Keita a ameaçar por duas vezes a baliza de Quim.

Muito determinados, os jogadores do Vitória de Setúbal acabaram por voltar a colocar a bola no interior da baliza contrária numa excelente jogada de Zarabi pelo flanco direito do ataque, com um primeiro remate a proporcionar grande defesa a Quim, surgindo depois Hélder Barbosa a oferecer o golo a Keita.

O avançado senegalês do Vitória de Setúbal, que estava em linha com David Luiz, viu, no entanto, Jorge Sousa anular o golo por indicação, errada, do árbitro auxiliar. O mesmo que pouco depois assinalou um fora de jogo inexistente a Neca, quando este já seguia isolado para a baliza do Benfica.

Aos 81 minutos a equipa de arbitragem voltou a estar em evidência pela negativa, ao deixar passar em claro uma falta de Ricardo Silva sobre Di Maria dentro da grande área.

Na sequência do lance, Fábio Coentrão atirou Ricardo Silva ao chão, mas o árbitro acabou por mostrar o cartão amarelo ao próprio Ricardo Silva e a Di Maria.

Ao cair do pano, o defesa central do Vitória de Setúbal Zoro cometeu falta sobre Alan Kardec e desta vez Jorge Sousa marcou mesmo a respectiva grande penalidade.

Porém, Cardozo, o melhor marcador do campeonato, rematou à barra da baliza sadina e o Benfica perdeu dois pontos em Setúbal, para desespero de alguns milhares de benfiquistas que se deslocaram à cidade para ver o líder do campeonato.

Jogo no Estádio do Bonfim, em Setúbal.

Vitória de Setúbal - Benfica: 1-1.

Ao intervalo: 1-1.

Marcadores:

0-1, Ricardo Silva, 14 minutos (na própria baliza).

1-1, David Luiz, 37 (na própria baliza).

Equipas:

- Vitória de Setúbal: Mário Felgueiras, Collin, Ricardo Silva, Zoro, Zarabi, Bruno Ribeiro (Ruben Lima, 65), Djikiné, Kazmierckzac, Neca (Paulo Regula, 85), Hélder Barbosa e Keita (Henrique, 93).

(Suplentes: Nuno Santos, Ruben Lima, Paulo Regula, Lourenço, Rui Fonte e Ivo Pinto).

- Benfica: Quim, Maxi Pereira (Nuno Gomes, 83), Luisão, David Luiz, Fábio Coentrão, Javi Garcia, Carlos Martins (Ramires, 57), Aimar (Kardec, 73), Di Maria, Saviola e Cardozo.

(Suplentes: Júlio César, Miguel Vítor, Ruben Amorim, Ramires, Éder Luís, Nuno Gomes e Kardec).

Árbitro: Jorge Sousa (Porto).

Acção disciplinar: Cartão amarelo para Bruno Ribeiro (24), Carlos Martins (29), Aimar (38), Di Maria (81), Ricardo Silva (81) e Kazmierckzac (91). Cartão vermelho directo para Neca (92).

Assistência: cerca de 8000 espectadores.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

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All you need is...

Pois não, do que vocês precisam é de que os golos do Luisão sejam mal anulados e que o melhor marcador do campeonato leve uma lostra, a ver se reage, de modo a já não voltar para a segunda parte. E precisam também de motivar outras equipas a roubar pontos ao Benfica. E precisam ainda de que aquele clube assumidamente corrupto vos empreste mais jogadores, porque alguns dos que vocês têm são apanhados a oferecer galhardetes pouco desportivos. Ah, e de vergonha na cara, disso também precisam. Filhos de uma grande puta.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

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BENFICA - 3 LEIRIA - 0 - CATEGORIA



Benfica na liderança após vencer U. Leiria (3-0)

Cardozo (10 m), Saviola (60 m) e Ruben Amorim (89 m) fizeram os golos da vitória do Benfica sobre o U. Leiria (3-0). Partida antecipada da 20.ª jornada vale aos «encarnados» a liderança isolada do Campeonato, ainda que à condição, uma vez que têm agora mais um jogo que o Sp. Braga.

Esteve muito competente a equipa da Luz, que pediu a antecipação desta partida devido ao calendário apertado por altura da Liga Europa – joga a 18 e depois a 23 com o Hertha Berlim, não podendo por isso jogar a 21 com os leirienses. Logo aos 10 minutos, Cardozo fez de cabeça o primeiro golo (o 16.º no campeonato), após excelente combinação de Saviola e Aimar. O marcador só voltou a funcionar na segunda parte, mas até lá os «encarnados» dominaram por completo, desenharam bem no relvado, não permitindo quaisquer veleidades ao adversário.

O segundo golo chegou também dos pés de Saviola, desta feita ele próprio na finalização, numa altura em que o Benfica se debatia com (ligeira) tentativa do U. Leiria em inverter o rumo dos acontecimentos. Logo depois, expulsão de Elias deitou por terra quaisquer esperanças da equipa da cidade do Lis, que teve ainda de jogar os derradeiros minutos da partida com o guarda-redes Djuricic em clara inferioridade física. Nesse período, Ruben Amorim, num remate de fora da área, fechou a conta do marcador, apontando o golo 50 do Benfica na competição em 18 jogos.

A equipa de Jorge Jesus salta então para a liderança isolada, com 45 pontos, mais três do que Sp. Braga e nove do que FC Porto, os mais directos adversários na luta pelo título que têm agora menos um jogo disputado. Já o U. Leiria segue na quinta posição, com 26 pontos, menos um que Sporting, mas também em risco de ser ultrapassado por Nacional e V. Guimarães.

Ficha de jogo:

Estádio: Sport Lisboa e Benfica, em Lisboa

Árbitro: Marco Ferreira (AF Madeira)

Benfica – Quim; Maxi Pereira, Luisão, David Luiz e Fábio Coentrão; Ramires (Ruben Amorim, 81 m), Javi Garcia, Pablo Aimar (Éder Luís, 72 m) e Di Maria; Saviola (Alan Kardec, 84 m) e Óscar Cardozo.

Suplentes: Júlio César, Miguel Vítor, Ruben Amorim, Felipe Menezes, Nuno Gomes, Éder Luis e Alan Kardec.

U. Leiria – Djuricic; Hugo Gomes (Cássio, 65 m), Diego Gaúcho, José António e Paulo Vinícius; Pateiro, André Santos, Elias e Vítor Moreno; Carlão (Pedro Cervantes, 76 m) e Silas (Tiago Luís, 81 m).

Suplentes: Hélder Godinho, Mamadou Tall, Patrick, Pedro Cervantes, Tiago Luís, Ouatarra e Cássio.

Disciplina: cartão amarelo a Silas (13 m), Elias (63 e 75 m); cartão vermelho a Elias (75 m).

Marcador: 1-0 por Cardozo (10 m); 2-0 por Saviola (60 m); 3-0 por Ruben Amorim (89 m).

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IN BNRB

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

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TÍTULOS - EGIPTO VENCE A CAN


Egipto revalida título

A selecção do Egipto derrotou a congénere do Gana na final da Taça das Nações Africanas (CAN), por 1-0, e venceu esta competição pela terceira edição consecutiva da prova.

Foram precisos 85 minutos para que os adeptos presentes no estádio vissem um golo. Após uma excelente jogada do ataque do Egipto, Gedo entrou na área e rematou sem hipóteses para o guarda-redes do Gana.

Em desvantagem no marcador, lançaram-se desesperadamente ao ataque e Ado, já no período de descontos, ainda teve uma clara oportunidade, mas rematou ao lado.

Este é o sétimo título conquistado pelo Egipto e são a primeira selecção africana a vencer por três consecutivas a CAN.

Ahmed Hassan eleito melhor jogador

O capitão da selecção do Egipto, Ahmed Hassan, foi eleito melhor jogador da Taça das Nações Africanas (CAN), que terminou este domingo em Luanda (Angola), com a vitória dos «faraós» na final sobre o Gana (1-0).

Para além de ter sido eleito melhor jogador, Hassan entra ainda no «onze» ideal da competição, tal como outros seus quatro compatriotas: o guarda-redes Essam El Hadary, o defesa Wael Gomaa, o médio Ahmed Fathi e o avançado Mohamed Zidan. Surpreendentemente, o melhor marcador da prova, o também egípcio Gedo, com cinco golos em seis jogos, não entrou nestas escolhas.

Eis o «onze» ideal: Essam El Hadary (EGI), Madjid Bougherra (ARG), Wael Gomaa (EGI), Jose Alberto Mabina (ANG), Alexandre Song (CAM), Ahmed Fathi (EGI), Ahmed Hassan (EGI), Peter Odemwingie (NIG), Asamoah Gyan (GA), Flavio Amado (ANG) e Mohamed Zidan (EGI).

GD Tourizense 1 x 1 Ac. Viseu FC - ROUBO


VERGONHA E ROUBO


Tourizense: Bruno Grassi, Xavier, Eridson, Fábio Santos, Sarmento (Traquina, 73), Pedro Fontes, Katio, Amessan (Francis, 85), Jorge Chula, Aguinaldo e Tomané. Treinador: Tó Margarido

Académico de Viseu: Paulo Freitas, Marco Almeida (Filipe, 60), Tiago Jonas, Tiago Gonçalves, Marcelo Henrique, Calico, Paulo Gomes (Hugo Seco, 77), Tomé, Fernando Ferreira (Rúben, int), Rui Santos e Éverson. Treinador: António Borges.

Expulsão: Rui Santos 90

Golos: Rui Santos 28 (0-1), Jorge Fontes 90 gp (1-1)

O jogo de Touriz teve, esta tarde dois momentos chaves no meu entender. O primeiro momento chave foi uma defesa de boa categoria de Paulo Freitas, ainda dentro do primeiro quarto de hora, se ainda havia resquícios na mente dos academistas do jogo da semana passada desapareceram por completo aí. O Académico de Viseu no jogo desta tarde foi uma equipa muito parecida com a que jogou em Tondela, ou seja, controlava sempre os movimentos contrários e sempre que possível saía rápido para o ataque. Num desses lances ganhou um livre à entrada da área, Rui Santos na conversão inaugurou o marcador ainda que com alguma sorte à mistura pois a bola embateu no poste e ressaltou do guardião Tourizense para o fundo das malhas. O Tourizense esteve sempre com mais posse do bola, dominava o jogo mas o Académico controlava o jogo a seu belo prazer. Ao intervalo o Académico vencia por 0-1.
A segunda parte foi mais do mesmo com o Tourizense a tentar pegar no jogo o Académico a controlar mas o domínio da equipa da casa era inócuo, Paulo Freitas fez uma outra grande defesa mas a maioria das bolas rematadas à baliza do Académico de Viseu iam para o quintal e quintal não é uma força de expressão já que saiam mesmo do estádio. Na segunda parte o Académico só por três vezes se abeirou da baliza dos da casa e se é verdade que um senhor vestido de amarelo empurrou constantemente o Académico para trás não é menos verdade que se esperava mais do Académico de Viseu nas suas transições. O jogo estava controlado, repito mais uma vez, até que surge o segundo momento de jogo. Grande penalidade para o Tourizense. Um jogador de Touriz pela direita passa por um academista e quando passa pelo segundo cai, eu do outro lado do campo não posso opinar se é grande penalidade ou não, mas acredito na seriedade dos jogadores do Académico e eles diziam que não era, mesmo os de Touriz pareciam nem acreditar no que lhes acabava de cair do céu aos trambolhões, o certo é que o Tourizense acabou por empatar mesmo e Rui Santos, no meio da confusão, acabou expulso.

Nota: o campo do Tourizense tem as bancadas em cima do relvado. No lado da bancada principal os adeptos do Tourizense fazem sentir a sua respiração ao árbitro assistente e quando desse lado está um fiscal como o de hoje as coisas pioram. Perdoem-me a expressão mas o homem estava “borradinho de medo”, levantava a bandeira, baixava-a novamente, deixava-a a meio, enfim, estava perdido de todo. Só podia dar no que deu. O árbitro do encontro sempre tão expedito a empurrar o Académico para trás e a marcar a grande penalidade não teve pulso firme para admoestar os homens da casa que, pasme-se, respndiam aos adeptos do Académico de Viseu.
Já no exterior do estádio houve uma grande confusão, um energúmeno qualquer vangloriava-se de ter dado umas lambadas, enfim triste futebol que tem este tipo de gente a assistir aos seus encontros.