terça-feira, 21 de maio de 2013

OS MEU CLUBES


Uniforme do Barcelona 2013/2014

Barcelona e Nike apresentam os novos uniformes com homenagem a Catalunha e mais mudanças na segunda camisa, deixando de lado o criticado modelo anterior.

Essa semana a Nike e o Barcelona divulgaram o novo kit de uniformes da equipe  catalã para a temporada 2013/2014. O primeiro patrocinador comercial da história do Barcelona, a Qatar Airways (aparece em prata), continua na frente de sua camisa, enquanto a Unicef (em amarelo) permanece na parte inferior da camisa, nas costas. Ao contrário dos últimos kits, o novo Barça 2013/2014 vem com listras verticais clássicas. O primeiro uniforme apresenta quatro listras vermelhas e cinco listras azuis na frente, assim como listras nos punhos das mangas, criando um efeito de transição. A gola é amarela e simboliza a bandeira catalã na parte de trás, escrito 'Més que un club' por dentro.

O segundo uniforme é inspirado na bandeira catalã nas cores amarelas e vermelhas e foi totalmente reformulado. O novo kit apresenta uma cor amarela listras verticais em vermelho e amarelo, mais tradicionais, em vez do criticado modelo em amarelo e laranja utilizado na atual temporada. As mangas do novo kit de Barcelona são amarelas e apresentam redução de listras vermelhas na área punho, criando um efeito de degradé.

Primeiro Uniforme

Uniforme Barcelona Home 2013-2014

Segundo Uniforme

Uniforme Barcelona Away 2013-2014

Terceiro Uniforme

Uniforme Barcelona Third 2013-2014

Uniforme do Bayern de Munique 2013/2014



Philip Lahm, Bastian Schweinsteiger, Toni Kroos, Thomas Muller e Javi Martínez apresentaram a nova camisa do Bayern de Munique para 2013/14.

A Adidas como de costume, lança  suas camisas antes das outras fornecedoras. Dessa forma, o Bayern de Munique já tem seus uniformes para a temporada 2013/14. O modelo mantém o padrão vermelho do atual uniforme da equipe, mas troca os detalhes dourados por um visual mais tradicional, com o branco como cor secundária. A novidade fica por conta de uma marca d’água no peito, simulando o padrão xadrez da bandeira da Baviera, que também se encontra na parte interior do escudo do Bayern. Veja abaixo os uniformes do Bayern München 13/14 Home, Away e Third Shirt, da Adidas:

Primeiro Uniforme

Bayern München 13/14 Home Shirt

Segundo Uniforme

Bayern München 13/14 Away Shirt

Terceiro Uniforme

Bayern München 13/14 Third Shirt

CARTOON


VIDEO

A.VISEU

Filipe Moreira renova (foto ASF)
Filipe Moreira renova com o Académico de Viseu 

Depois de ter conduzido a equipa do Académico de Viseu à 2.ª Liga, o treinador Filipe Moreira renovou hoje contrato com a equipa do Fontelo, por mais um ano, pondo assim fim às dúvidas sobre o seu futuro. O técnico de 48 anos continuará à frente do projeto que iniciou este ano, e regressa ao segundo escalão do futebol nacional, onde já esteve este ano, primeiro no Atlético e depois no Covilhã.

«É o consumar de uma relação que tem como base o respeito e os créditos que foram ganhos pelo trabalho aqui realizado. Depois de garantida a subida ficou claro que esta era a vontade de ambas as partes. No que me diz respeito, é a forma de mostrar que estou grato a quem acreditou em mim», disse a A BOLA.

Filipe Moreira poderia, até, ter tido já a oportunidade de saltar para outros projetos, mas preferiu assim dar continuidade ao trabalho que ele próprio iniciou, conseguindo a subida depois de vários anos a tentar.

«Estou apaixonado e realizado aqui em Viseu, num clube que é grande e que me motiva bastante e onde existe uma ligação muito especial com os adeptos. Apesar de já ter tido a oportunidade de trabalhar na 2.ª Liga, penso que agora será diferente, porque é um trabalho de continuidade», referiu.

Chegar um dia à Liga é, naturalmente, o objetivo daquele que ficou conhecido pelo Jorge Jesus de Marvila (pelas semelhanças físicas mas não só, também pelo estilo de jogo das suas equipas) mas Filipe Moreira acredita que tudo acontecerá a seu tempo.

«Não tenho pressa. Quero lá chegar, é óbvio, mas de forma natural e sem apressar nada. Quando acontecer que seja porque o mereci e o conquistei por direito próprio. Agora é começar a pensar já na próxima época e planificar tudo isso. Independentemente dos reajustes que tenham de ser feitos ao plantel, ficarei grato a estes jogadores para a toda a vida», concluiu. 

CARTOON


TÍTULOS


João Moutinho tenta desarmar Josué (foto ASF)
FC Porto vence em Paços de Ferreira (2-0) e sagra-se campeão nacional

O FC Porto sagrou-se, este domingo, tricampeão nacional, depois de vencer em Paços de Ferreira. Lucho González, aos 23 minutos de grande penalidade e Jackson Martínez, aos 52, marcaram os golos que valeram o 27.º campeonato nacional dos dragões.



BENFICA - 3 MOREIRENSE - 1 - ACABOU

Despedida

Vitória na despedida de um campeonato que deixa o sabor amargo de ter sido muito mal perdido. Voltámos a complicar desnecessariamente as coisas dando praticamente uma parte de avanço ao adversário, mas uma melhoria substancial na segunda parte chegou e sobrou para dar a volta ao marcador.


Estiveram mais de 50.000 pessoas na Luz este fim de tarde, mas acho que muito pouca gente teria grandes ilusões sobre o desfecho do campeonato. Já vemos futebol neste país há algumas décadas, e todos sabíamos perfeitamente que, de uma maneira ou de outra, o nosso adversário directo acabaria sempre por vencer na Mata Real (e os factos desse jogo encarregaram-se de comprovar isso mesmo). Infelizmente, os nossos jogadores também pareceram entrar em campo mais ou menos convencidos do mesmo. Só assim se explica a primeira parte muito pobre que nos ofereceram, jogada quase a passo e com muita falta de imaginação no ataque. Havia quem argumentasse que seria cansaço da final de Amesterdão, mas nunca acreditei nessa teoria do cansaço, e a segunda parte mostrou que a haver cansaço só se fosse na cabeça dos jogadores. O Benfica produziu muito pouco em termos ofensivos, e apesar do esforço por parte do Matic e do Pérez, os nossos dois avançados estiveram desinspiradíssimos (o Cardozo teve um falhanço inacreditável), e pelas alas o jogo era quase inexistente - principalmente pela esquerda, onde o André Almeida revelava naturais dificuldades devido à falta de pé esquerdo, e o Ola John produzia mais uma exibição ao nível daquelas com que nos tem presenteado neste final de época - perfeitamente apática. A defesa também pareceu intranquila, com os jogadores mais interessados em reclamar com a equipa de arbitragem (por vezes enquanto a jogada prosseguia). foi aliás assim mesmo que o Moreirense chegou à vantagem, perto do intervalo. Marcaram rapidamente um livre, e enquanto os centrais estavam entretidos a discutir com o auxiliar, pelo centro apareceu completamente solto o Vinícius para controlar a bola e bater o Artur. No último lance da primeira parte, uma reacção do Benfica, com o Lima a acertar no poste, deixava acreditar que as coisas poderiam mudar.


Era preciso melhorar bastante na segunda parte se queríamos pelo menos acabar o campeonato com uma vitória, e foi isso que aconteceu. Para tal ajudou bastante termos passado a contar com o Gaitán na esquerda do ataque em vez o Ola John, que apenas tinha feito figura de corpo presente. Ajudou também termos imprimido ao jogo um ritmo bastante superior ao da primeira parte, e que os nossos jogadores se tenham movimentado bastante mais, oferecendo soluções de passe aos colegas que tinham a bola, em vez de ficarem quase estáticos a olhar para eles - foi frequente vermos o Gaitán, por exemplo, aparecer no centro e até mesmo na direita. Com cinco minutos decorridos já o pé esquerdo do Gaitán fazia estragos, com um centro perfeito para a cabeçada certeira do Cardozo igualar o marcador. O jogo não teve qualquer comparação com a primeira parte pois o Benfica, ainda e sempre com o Pérez e o Matic a evidenciarem-se, esteve sempre muito por cima, remetendo o Moreirense para a sua área, e de lá só saindo quando tentavam algum pontapé longo para o Ghilas. As oportunidades começavam a suceder-se para o Benfica, e só mesmo com muito azar é que a vitória não acabaria por nos sorrir. O Salvio viu um cabeceamento seu ser defendido para o poste da baliza, o Cardozo voltou a falhar escandalosamente ao atirar por cima quando tinha a baliza escancarada, mas a dez minutos do fim o Lima finalmente colocou justiça no resultado - à segunda tentativa, pois o primeiro cabeceamento, após centro do Salvio, ainda foi defendido pelo guarda-redes. Já mesmo a acabar o jogo, o Lima fez o gosto ao pé pela segunda vez, na marcação de um penálti a punir uma 'defesa' de um jogador do Moreirense sobre a linha de golo (e que impediu assim um golo de calcanhar do mesmo Lima).


Os melhores do Benfica foram os suspeitos do costume, Enzo e Matic. Mesmo durante a péssima primeira parte que fizemos foram aqueles que mais se destacaram, e depois durante a segunda parte estiveram ainda melhor. Foram bem merecidos os aplausos que o estádio em peso dedicou ao Enzo quando foi substituído. O Gaitán também esteve em bom nível, e a sua entrada foi muito importante para darmos a volta ao jogo.

Foi assim o fim de um campeonato que deixa a sensação que merecíamos claramente conquistar, pois fomos a equipa que melhor futebol apresentou durante largos meses. Infelizmente falhámos quando não poderíamos falhar, e assim ficámos ao alcance de um lance fortuito que acabou por no-lo retirar. Agora teremos que esquecer isso e concentrarmo-nos no último jogo da época, porque há uma Taça de Portugal para conquistar.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

CHELSEA - 2 BENFICA - 1 - INJUSTO


Havia o golo sofrido por Costa Pereira em San Siro, a oportunidade de Eusébio em Wembley, o penalty de Veloso e as meias a saírem em Estugarda. Tantos lamentos debaixo de uma frase de Bella Gutman, que se transformou em maldição e que se adaptou às circunstâncias europeias do Benfica. Apareceu de novo, nesta final da Liga Europa. A tormenta deste Benfica é tão gigante como a Paixão de Cristo. Lágrima de sangue atrás de lágrima de sangue até ao desespero. O clube voltou a perder uma final europeia, nesta noite, do mesmo modo que perdeu no sábado no Dragão. Que crueldade. O futebol, que raios! O Chelsea é o vencedor da Liga Europa.

Primeiro sinal

Os encarnados entraram muito longe do Dragão. Cabeça limpa, bola no pé e coragem. Muita coragem. Peito aberto e a aceitar um convite venenoso do Chelsea, uma equipa traiçoeira e que nesta prova apostou no contra-ataque. Os londrinos não mudaram nada, povoaram o meio-campo e apostaram no erro contrário.

Mas o Benfica estava bem. Queria acabar de vez com todas as penas, com todos os lamentos. Cardozo atirava de cabeça para fora, Gaitán ao lado e, depois, os primeiros sinais. Bola na área do Chelsea, tão boa, tão bela, mas os benfiquistas a escorregarem na hora do golo. Era um primeiro sinal do destino, um sinal dos céus negros, das trevas das quais o clube da Luz tentava sair. Em 15 minutos, a Arena foi toda encarnada. Quer no relvado, quer nas bancadas. O Benfica era superior, apesar de um apagadíssimo Rodrigo, a surpresa de Jorge Jesus que não resultou.

Os «blues» apareceram por volta dos 26 minutos, num remate de Oscar, para Gaitán, tremendo até ao último segundo, responder de trivela. Um dos srs Chelsea, Frank Lampard, teve, ainda assim, a melhor ocasião. Qaunto Artur fez uma gigantesca defesa a remate do médio inglês, parecia que, desta vez, a final ia ser do Benfica. Mas isso, eram apenas os deuses a enganarem os encarnados, que deviam ter saído com outro resultado para o intervalo.

Outra vez uma faca no coração

Em cinco minutos que tinha a segunda parte, sem alterações, o Benfica já tinha chegado duas vezes à baliza de Cech, que defendeu cabeçada de Salvio. Só que foi inglês o primeiro golo, na primeira partida do destino. O guarda-redes colocou na frente, André Almeida passou ao lado do corte e Garay também. Torres só parou quando passou por Luisão e Artur e fez o 1-0. Incrível, por esta altura, prenúncio para o que vinha aí. O teto do Arena estava aberto, mas ninguém adivinhava a tempestade.

Jorge Jesus arriscou quase tudo. Quis chegar rápido ao empate, tirou Rodrigo e meteu Lima, tirou Melgarejo e meteu Ola John. Gaitán passou para lateral esquerdo.

Na primeira vez que Cardozo combinou com Lima, Azpilicueta cometeu grande penalidade. O Tacuara foi fatal como sempre e igualou o encontro. O fumo vermelho que veio das bancadas soltou-se, as gargantas encarnadas tornaram-se roucas, a fé instalou-se, a paixão bateu ainda mais nos corações e a equipa, no relvado, precisava de não descuidar o lado esquerdo, o lado da vida, onde o peito palpita.

Com o 1-1, Cardozo, como Eusébio em 1968, teve nos pés o 2-1. Cech defendeu como o guarda-redes do ManUtd. Esta era uma história a tornar-se faca no coração, lentamente, a abrir ferida.

O Chelsea continuou à procura do contra-ataque, mas Gaitán estava a desempenhar um papel grandíssimo na cobertura a Ramires. Lampard atirou à barra, só para se pensar que a sorte, nesta noite, ia ser encarnada. Porque quem vê aquele pontapé na trave, pensa que sim, que todas as maldições acabam, que as trevas desaparecem e vem o sol brilhante, nasce um novo dia e o passado negro é só isso mesmo, uma coisa distante, que já não dói.

Mas depois os descontos voltaram a ser cruéis. Canto na direita, Ivanovic no ar e golo. Aos 90+3, num filme repetido. Acabou um sonho, não acabou a vida. Embora assim pareça.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

CARTOON


ACABOU A ÉPOCA


Ac. Viseu FC 1-1 SC Farense


Estádio do Restelo, 12 de maio de 2013
3ª Jornada do apuramento de campeão
Árbitro: Hélder Malheiro (Lisboa)

Ac. Viseu: Nuno Ricardo; Calico, Thiago Pereira, Tiago Gonçalves e Rodolfo Simões (Campinho, 37); Bruno Graça (Hélder Rodrigues, 47), Ibraima e Bruno Loureiro; Marco Almeida, Zé Rui e Kifuta (Ricardo Ferreira, 79). Treinador: Filipe Moreira.

Golos: Rafael 25 (0-1), Marco Almeida 71 gp (1-1)

Foto: Carlos Alberto Costa retirada do site zerozero

A época academista terminou hoje no Estádio do Restelo com um empate, uma época que será recordada para sempre, tendo nós uma certeza… nunca esqueceremos estes jogadores! Obrigado!

Entrou melhor em campo o Farense, que precisava de ganhar marcando dois ou mais golos para ser campeão, mas foi de Kifuta a primeira oportunidade da partida quando ao minuto 11 roubou a bola a um defesa contrário mas depois não teve a calma necessária para inaugurar o marcador.

Quando o Académico de Viseu começava a equilibrar as coisas o Farense marcou, muito espaço nas costas do defesa esquerdo (Rodolfo Simões), e Caju – bom jogador – a ter todo o tempo do mundo para cruzar a bola e na pequena área academista surgia o desvio de Rafael a inaugurar o marcador.

Daí até ao fim da primeira parte o jogo arrastou-se de forma penosa mas aos 42 minutos o Farense teve uma boa situação para marcar. Não o conseguindo os primeiros 45 minutos terminavam com a vantagem do Farense. Justa diga-se.

Nos primeiros minutos da segunda parte Hélder Rodrigues substituiu Bruno Graça e o jogo mudou, com o Académico a começar a ser a melhor equipa em campo. Ao minuto 71 surge o corolário lógico do maior ascendente academista, o golo do Académico de Viseu. Marcou Marco Almeida de grande penalidade.

Com este golo o Farense foi desenfreadamente à procura do segundo golo – o golo que lhe dava o título – e o Académico aproveitou para espalhar o pânico na defensiva farense com os seus contra ataques: Kifuta aos 74 não conseguiu empurrar a bola para a baliza após boa jogada de Hélder Rodrigues; aos 90 Marco Almeida falhou uma grande penalidade; e aos 90+2 numa jogada de três para um Ibraima não decidiu da melhor maneira.

O Farense bem tentou chegar ao golo mas as suas jogadas esbarravam sempre na dupla de centrasi ou no seguríssimo Nuno Ricardo.

Com este empate o Chaves sagrou-se Campeão Nacional da II Divisão. Parabéns!

domingo, 12 de maio de 2013

O JOGO DO TITULO DECIDIU

F.C. Porto-Benfica, 2-1 

Jorge Jesus esperava ter aprendido o suficiente para contrariar o histórico de resultados frente ao F.C. Porto. Não o fez. Faltou a uma lição sobre Kelvin, o herói improvável, errante, crista ao vento e pinta de brinca na areia. Saltou do banco para decidir o clássico. Benfica entrega a liderança numa semana.

Cinco pontos perdidos em dois jogos. O anterior líder não esteve mal no Dragão, parecia até confortável quando o 2-1 apareceu. Mas jogou demasiado perto do limite, aceitou o risco e perdeu. A roleta russa tramou os encarnados.

Que clássico, que emoção! Nem sempre bem jogado, mas com uma intensidade única, incomparável. A melhor face do futebol português.

Ola John a ver Salvio correr

Vítor Pereira esperava o reforço do setor intermediário por parte do Benfica e Jorge Jesus não iria mudar de ideias quando considerava que essa seria a melhor forma para garantir um equilíbrio de forças numa zona nevrálgica do relvado.

O treinador encarnado ganhou essa aposta, embora Ola John tenha sido um mero figurante no clássico do Dragão. O talento é inegável mas o holandês voltou a demonstrar uma angustiante falta de cultura tática, sobretudo em processos defensivos.

O F.C. Porto poderia explorar esse flanco mas James Rodriguez esteve em noite de inexplicável nervosismo, errando passes sem conta, notando-se até alguma velocidade de execução. Os dragões viraram-se então para a esquerda. Aliás, pelo mesmo corredor onde o Benfica apresentava um Salvio desconcertante.

Foi por ali que surgiu o primeiro golo do encontro. Lançamento lateral de Salvio. Bola na área, vários ressaltos, Garay no remate cruzado, desvio e Lima a encostar ao segundo poste.

Com 19 minutos de jogo, Lima provava ser um caça-dragões, voltando a marcar nos duelos com a formação azul e branca. Outro nome a merecer figurar na ficha de jogo, em detrimento de Oscar Cardozo. Mobilidade e instinto.

Resposta imediata

Não havia superioridade que justificasse, de qualquer forma, a vantagem no marcador. Em cinco minutos, os dragões regressaram ao jogo. Alex Sandro insistiu pela esquerda e abriu para Varela. Este cruzou rasteiro, a bola desviou em Maxi Pereira e seguiu para a baliza, enganando Artur.

O intervalo chegaria com um empate lógico, acertado perante o equilíbrio de forças. Logo após o 1-1, João Moutinho disparou para uma grande defesa de Artur Moraes. A maior emoção, ainda assim, chegaria no regresso aos balneários, quando Vítor Pereira foi falar com Pedro Proença e a equipa técnica do Benfica foi atrás. Raul José, adjunto de Jesus, discutiu de forma veemente com o técnico portista.

O F.C. Porto entrou na segunda metade com maior dinâmica. Varela criou um par de ocasiões de perigo mas o jogo foi entrando numa fase repleta de paragens, de cartões, quedas, mais perdas de tempo (Artur exagerou neste capítulo).

Roderick cedo e Kelvin a tempo

Jesus não gostou de ver Matic e Enzo Pérez em risco de expulsão. O sérvio esteve uma vez mais irrepreensível. Ao minuto 64, Roderick substituiu Gaitán e reforçou a aposta no empate. Demasiado cedo.

Lembram-se de Kelvin? Daquele miúdo que resolveu frente ao Sp. Braga, foi para a equipa B amuar, foi conduzir sem carta e desapareceu das convocatórias? Voltou. E já nos minutos finais, quando o Benfica parecia mais confortável, já depois de Cardozo entrar para obrigar Helton a grande defesa (E de James, em posição irregular, a atirar ao poste), decidiu o clássico.

Discutir-se-à a justiça do resultado, desta inversão no topo na tabela, mas tudo se resume ao talento e à ambição. Kelvin recebe de Liedson e foge a Roderick. Só suplentes. À entrada da área, colocou todo o fogo do dragão naquele remate cruzado de pé esquerdo, afastando a bola de Artur.

Benfica de rastos. A perder a liderança numa semana, a sair em lágrimas do Dragão. Golpe de teatro ou Jesus ainda não aprendeu o suficiente para evitar esta realidade?

sábado, 11 de maio de 2013

A.VISEU


Ac. Viseu nos 3 jornais desportivos!



GD CHAVES - 1 A.VISEU . 0 - PENA


GD Chaves 1-0 Ac.Viseu FC

O Académico de Viseu foi derrotado pelo D. Chaves por uma bola a zero na 1ªjornada de atribuição do título de campeão da 2ªdivisão, jogo disputado no Estádio do Restelo. O golo foi apontado pelo avançado M.Mendonça aos 77min.





O mister Filipe Moreira manteve a mesma estrutura que tão bons resultados deu ao longo da 1ªfase da prova. Assim jogaram: Nuno Ricardo; Calico, Tiago G., Thiago P. e Campinho; Ibraima, Bruno Loureiro; Luisinho, Zé Rui, Hélder R. e Horácio. Entraram ainda: Kifuta, Sérgio Duarte, Mauro Antunes.

O início de jogo determinou um Chaves atrevido, tendo mesmo duas boas oportunidades para inaugurar o marcador, contando com a forte oposição do GR academista Nuno R., que com duas defesas importantes manteve o nulo. Tijane, jovem esquerdino flaviense, era o principal quebra-cabeças do ataque transmonstano. O Académico, melhorou, e equilibrou claramente a partida, e foi-se aproximando da baliza de Paulo Ribeiro. A melhor ocasião de golo do primeiro tempo, pertenceu mesmo aos viseenses, com Luisinho isolado a não aproveitar um erro da defensiva do Chaves, com o remate do extremo academista a sair fácil para as mãos do guarda-redes do Desportivo. 0-0 aceitava-se inteiramente ao intervalo.

No segundo tempo, a toada de jogo manteve-se – algo lenta diga-se. O equilíbrio era a nota dominante, dando a sensação de o Académico estar com ligeira ascensão no domínio da partida, apesar de não ter oportunidades flagrantes de golo. O tento solitário surgiu por Mário Mendonça, um pouco contra a corrente do jogo, à passagem do minuto 77, num remate bem colocado de pé esquerdo. Até final, os academistas tentaram desfeitear o guardião Paulo Ribeiro, mas sem sucesso. Já nos descontos, Zé Rui de livre obrigou o GR transmontano a defesa apertada. O jogo acabou pouco depois. 1-0 para o D.Chaves.

Nas grande penalidade os flavienses também foram mais eficazes, vencendo por 4-2. (marcaram Zé Rui e Bruno Loureiro; falharam Kifuta e Sérgio Duarte)
Para amanhã, está agendado o D.Chaves x Farense. Domingo, às 17h, os academistas entrarão novamente em campo para defrontar o Farense. Força Académico!!!

terça-feira, 7 de maio de 2013

CARTOON


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BENFICA - 1 ESTORIL - 1 - ESTOIRO



A jornada até começou com possibilidade de o Benfica festejar o título, se o FC Porto perdesse na Choupana, mas acaba com os adeptos encarnados de cabelos em pé. A liderança ainda é das «águias», mas agora com apenas dois pontos de vantagem sobre o FC Porto. O clássico da penúltima jornada ganha, por isso, uma importância ainda maior.

Frente a um Estoril de grande nível, muito bem organizado, o Benfica apresentou anormal intranquilidade, para além de evidente desgaste físico de algumas unidades. Ter alma é importante, sim, mas quando não se tem calma fica mais complicado.

Um líder demasiado ansioso

Na Luz estiveram 60.897 espectadores, mas muitos deles ainda nem tinham chegado ao seu lugar quando o Benfica criou a primeira ocasião de perigo. O marcador indicava apenas oito segundos de jogo quando Lima cabeceou para defesa de Vagner, após cruzamento de Gaitán.

Mas a verdade é que, ao contrário do que tinha acontecido frente ao Fenerbahçe, a equipa de Jorge Jesus não conseguiu manter o ritmo. O início fulgurante ficou por aí, consequência da pouca inspiração das unidades mais adiantadas da equipa da casa, mas também mérito do Estoril. A equipa de Marco Silva encontrou rapidamente maneira de controlar o ímpeto adversário, e depois o ataque provocou sempre alguma intranquilidade nas bancadas, fruto da rapidez e mobilidade.

Luís Leal esteve particularmente ativo, e aos 24 minutos ficou mesmo a reclamar um penalty, após disputa de bola com Artur. Cinco minutos depois o ponta de lança «canarinho» rematou à entrada da área para defesa incompleta de Artur, que Licá quase aproveitava.

Por esta altura o Benfica parecia desorientado, também pelas limitações físicas de Enzo Pérez, que acabou mesmo por ceder o lugar a Carlos Martins (31m). As «águias» aproximaram-se então um pouco mais da baliza contrária, e Lima chegou mesmo a acertar no poste (33m). O brasileiro foi dos mais desinspirados no primeiro tempo, uma vez que já aos 22 minutos tinha atirado muito por cima, quando estava em excelente posição, e na última jogada antes do descanso não conseguiu aproveitar um passe de Cardozo que Yohan Tavares não conseguiu cortar. Antes, porém, novo lance polémico com Luís Leal, apanhado num fora de jogo milimétrico quando aparecia em situação privilegiada, só com Artur pela frente.

Jefferson tira ao Benfica para dar ao Estoril

A entrada do Benfica na segunda parte voltou a ser curta. Ainda que Maxi tenha chegado a tirar Vagner do caminho, mas para ver Jefferson substituir o guarda-redes e evitar o golo. O lateral brasileiro não só evitou que o Benfica se adiantasse no marcador, como depois ainda permitiu que fosse o Estoril a conseguir isso. Foi de livre direto, uma espécie de canto curto, com Licá a falhar o desvio mas desta forma a enganar Artur, mal batido (59m).

Aproveitando que o adversário estava combalido, ainda a recuperar do golpe, o Estoril até podia ter aumentado a vantagem três minutos depois, com Licá a aparecer solto na área mas a rematar ligeiramente por cima.

Já erguido, o Benfica não demorou a colocar tudo na mesma. Maxi empatou com um grande pontapé, apenas nove minutos depois. A Luz animou-se e embalou a equipa em busca do golo da vitória, mas pouco depois surgiu novo golpe, com Carlos Martins a ver o segundo cartão amarelo (e ainda para mais a sair lesionado).

Com apenas dez elementos, e perante um adversário de grande nível (nunca é de mais referir), o Benfica não conseguiu evitar a perda de dois pontos. Luisão ainda teve uma boa oportunidade, mas cabeceou por cima, mas Carlitos também viu Artur negar-lhe o golo.

O empate pode sair caro ao Benfica na luta pelo título, enquanto que o Estoril, perante as circunstâncias, deve sentir-se mais perto da Europa.

domingo, 5 de maio de 2013

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Puma: Fogometer – The Jersey of Diehard Fans

BACKGROUND
Botafogo is one of Brazil’s most traditional football teams – full of
titles, idols and passionate fans. Through its 100 years, the club has
always played with black and white jersey. In 2012, Puma, the team’s uniform
distributor, launched something that broke with every tradition: a gold
jersey.
The challenge: how to get passionate fans to accept this change?
INSIGHT
We started with the idea that only diehard fans are able to support a team,
no matter the color of the jersey.
IDEA
we transformed the launch into the first jersey that only a true fan could
have.
To do this, we created the FogOMETER: a special booth where the fans could
try on the jersey and prove that they deserved it. Inside the booth, a
passionate narration followed the steps of the fan putting on the jersey,
along with videos of Botafogo and sounds of cheering. While this happened,
the fans’ heartbeats were measured.
And their passion did the rest.
Only those Botafogo fans whose heartbeats were above 170 BPM were able
to buy the new shirt at the launch. And their heart rate was shared on
Facebook.
The rest had to wait.
RESULTS
The idea spread through the media and social networks.
Over 2,000 fans put their passion to the test.
30,000 watched on YouTube.
15,000 bought the jersey.
And, fortunately, no heart attacks.
Advertising Agency: Mix Brand Experience, Sao Paulo, Brazil
Creative Director: Adriana Salles
Art Director: Felipe Munhoz
Copywriter: Bruno Brasileiro
Planner Director: Júlia Fregona
Planner: Zito Campos
3D: Waldir Rugno