terça-feira, 23 de abril de 2013

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BENFICA


O Penalti que é Amarelo, da Menina Ricky

Wolfswinkel Penalti derby na Luz análise

Depois das mentiras propagadas por alguns jornais desportivos e outros meios de comunicação social, fazemos aqui a primeira analise, dos dois principais lances onde se concentraram as queixinhas do Sporting.

O suposto penalti sobre Ricky Van Wolfswinkel, Frame by Frame, imagem a imagem.

Começar por dizer que esta jogada tem origem numa falta clara por marcar sobre Gaitan que permitiu apanhar a defesa em contra pé.

Passando a analisar e descrever os frames caso ainda existam duvidas, para alguém com problemas de vista no cérebro!

Garay projecta-se paralelamente à Viscondessa Ricky, somente na tentativa de bloquear um possível remate à baliza de Artur.
Tem sempre o cuidado de não tocar na referida Viscondessa, repare-se no movimento dos braços de Garay quando os mesmos se aproximam das pernas da menina Ricky.

Quanto às pernas, como muito bem prova esta sequência de frames, nunca chegam sequer a tocar na menina, a Viscondessa permanece sempre de pé e com os pés apoiados no relvado, no penúltimo frame, antes de desfalecer prostrada no relvado tem o pé esquerdo completamente disponível para um normal apoio no terreno.

Tal como já tinha acontecido a época passada em Alvalade, a menina vinha com a lição, mais uma vez, bem ditada por algum instrutor, connoisseur de como se ganham jogos contra o SL Benfica, à custa de penaltis, amarelos e expulsões inventadas. E não foi a única!

Não só não foi penalti como a menina Ricky devia ter sido admoestada com a cartolina amarela.

TÍTULOS


MANCHESTER UNITED CAMPEÃO DE INGLATERRA

«Hat trick» de Van Persie abriu caminho para a festa do 20º título

O MANCHESTER UNITED É CAMPEÃO DE INGLATERRA! Com uma vitória categórica sobre o Aston Villa (3-0), com um «hat-trick» de Van Persie, a equipa de Alex Ferguson aumentou a vantagem sobre o vizinho City para dezasseis pontos e fica definitivamente fora do alcance do ainda campeão em título que, na véspera, permitiu a antecipação da coroação do novo «rei» com uma derrota diante do Tottenham de André Villas-Boas (1-3).

Van Persie: campeão pela primeira vez quase aos trinta anos

Old Trafford engalanou-se para a festa que começou bem cedo, com um forte sotaque holandês, com Van Persie a abrir o marcador logo aos dois minutos, com o primeiro dos seus três golos. Grande passe de Wayne Rooney a lançar Valencia pelo lado direito, cruzamento para o segundo poste onde surgiu Ryan Giggs a amortecer para o remate certeiro do holandês.

Nani: quarto título é o menos risonho

A festa começava aqui. Dez minutos depois, novo golo. Mais um grande passe de Wayne Rooney e uma espetacular finalização do avançado para o seu 23º golo na temporada. Outros dez minutos e outra vez Van Persie a completar o seu «hat-trick», desta vez com Shinji Kagawa e Ryan Giggs na construção. Com este golo, 0 24º, Van Persie ultrapassava Luis Suarez (Liverpool) na lista dos melhores marcadores.

Man. United: vinte títulos, tantas histórias

Em pouco mais de meia-hora, o Manchester United sentenciava a conquista do título. O 20º da equipa de Old Trafford, o 13º com a assinatura do incontornável Sir Alex Ferguson, sempre com Rayn Giggs na equipa. Ainda faltava quase uma hora, mas já estava tudo feito. O United ainda desperdiçou uma mão cheia de golos, com destaque para uma perdida de Kagawa, diante de uma equipa de Birmingham que está cada vez mais aflita na luta pela manutenção.

O novo campeão entrou em campo, pela primeira vez desde 28 de novembro, sem Rio Ferdinand ou Nemanja Vidic no eixo da defesa. Nani começou no banco de suplentes e de lá não saiu.

Eis o onze desta noite do novo campeão de Inglaterra: De Gea; Da Silva, Jones, Evans e Evra; Valencia, Carrick, Giggs e Kagawa; Rooney e Van Persie.

CARTOON

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BENFICA -2 SPORTING -0 - NORMAL


Benfica 2 - 0 Sporting


Sábado , véspera de derby de futebol, optei por ir para a Luz sentir Benfica. Nos três jogos de modalidades de pavilhão houve um momento que me ficou na memória por ter sido o mais divertido do dia. Aconteceu no único jogo que não correu bem, no final do derby em futsal a lagartada em êxtase arranca uma gargalhada geral do pavilhão encarnado ao atirar com um cântico que costumam ouvir nos últimos anos: "Amanhã há mais". Até os polícias se riram de tamanha ousadia. Afinal tinham toda razão, houve mais do ... mesmo! O Sporting não marca um golo na Luz para o campeonato há 6 anos, nos últimos 11 derbys jogados o Sporting venceu um, esta época nos dois jogos acabam com um saldo de 1-5. Portanto, foi tudo mais do mesmo. "Amanhã há mais" foi brilhante como tudo o que tem vindo daqueles lados nos últimos largos anos.
Ambiente fantástico na Luz, pena não ser sempre assim, jogo equilibrado e o descanso de percebermos que Jesus e os nossos jogadores perceberam muito bem que ia ser uma noite diferente para os dois lados, nós a lutar por mais 3 pontos, eles a lutarem pelo jogo da época. Apesar de 34 pontos de diferença, o Sporting motivou-se , como sempre, ao máximo e chegou a parecer uma equipa a sério daquelas que não estão lá para o 8º lugar da tabela. Para nós é o costume, quando jogamos em casa levamos sempre com este filme, seja o Sporting , seja a Académica, sendo que os estudantes ainda aguentaram até ao fim e ficaram a chorar um penalti, os lagartos como diferentes que são choraram 4 penaltis e aguentaram até aos 36 minutos. Deram luta, foi engraçado e saímos todos contentes, nós com os 3 pontos e mais um derby para a colecção, eles por terem conseguido parecer uma equipa de futebol e por não terem levado o tratamento de um Rio Ave, que até está na frente deles.
Salvio. Vale todo o dinheiro que se investiu no regresso dele à Luz. Tem sido essencial nesta bonita época fazendo esquecer quem criticou o alto investimento do último verão.
Luisão. Não começou nada bem esta época com o triste episódio de Dusseldorf mas há males que vêm por bem e o capitão está a fazer uma das melhores épocas de sempre. Um seguro na nossa última linha, limpa tudo e hoje até saiu para a merecida ovação.
Gaitán. O argentino é isto. Consegue irritar-me meio jogo, passes parvos, falhanços, desconcentrações e depois assim do nada saca uma das melhores jogadas que já vi na Luz! Sublime a iniciativa, a finta , a tabela , a assistência. Incrível. Já agora, foi ele que também deu o primeiro golo ao Salvio.
Lima. Era contratação de alto risco, 4 milhões de euros, já não é nenhum puto e vinha do irritante Braga. Compra magnífica, Lima marcou o melhor golo da época, até agora, e prova que a história da adaptação a um grande clube é um bocado de conversa da treta. Está a fazer uma temporada incrível.
São estes os meus destaque, todos os outros estiveram bem e confio em todos sem excepção. Este ano não há Robertos nem Emersons e isso ajuda muito.

No primeiro golo libertei toda aquela tensão acumulada desde 2ª feira, aquele jogo em que apareceram 17 mil na luz. Não voltei a ficar tão nervoso e, mais uma vez, senti grande confiança na equipa. Isto é tão bom que nem sei explicar o valor que tem.
O jogo mais emocional acabou, o derby é tão fantástico que fez com que a lagartagem se sentisse importante e viva. Vinham ganhar, vinham tirar o título, e por aí fora. Não quero deixar de mandar um abraço ao Inácio que continua a ser uma das figuras mais patéticas do nosso pobre futebol. Ao Joel Neto agradeço o texto dele de sábado, acho que hoje o homem ainda deve estar mais mal disposto porque viu-se na Luz uns 60 mil ultras perigosos e loucos. Lamentável.

Finalmente, um muito obrigado ao clube do meu coração. Não me deixaram ficar mal neste último jogo que vivi antes de entrar nos "entas". Que bela prenda de aniversário antecipada. Vou assumir que a obra de arte Gaitán - Lima foi personalizada por ter sido ali mesmo à minha frente. Muito , muito obrigado Benfica ! Já não peço mais golões daqueles, só peço mais vitórias destas até ao final da época. É muito bom ser do Benfica.


A.VISEU


Académico de Viseu garante promoção à 2.ª Liga


 Viseu: «Devemo ser o papão das subidas»

José António Monteiro, dirigente de longa data do Académico de Viseu e conhecido como o «faz-tudo» Monteiro, viveu de perto os momentos difíceis que o clube teve de atravessar.


Desde visitas do sindicato dos jogadores, passando pelas comissões eleitas em AG para gerir o clube e terminando nos processos judiciais que acabaram por ditar o fim do CAF, António Monteiro assistiu a tudo.

Para seu gáudio, assistiu, também, ao renascer do Académico a partir das cinzas, e a uma subida vertiginosa por entre os diversos escalões nacionais até atingir a II Liga.

Este histórico dirigente viseense, recorda que o fim do CAF não foi ditado por falhas de gestão do departamento de futebol, mas sim por um pedido de insolvência iniciado por duas funcionárias ligadas à natação do clube.

«Em janeiro de 2006 o tribunal de Viseu entendeu decretar a insolvência do clube, mas isso nada teve a ver com o departamento de futebol. No futebol tivemos que lidar com um caso complicado, mas não impossível de resolver. O jogador Paulo Ricardo exigiu uma idemnização bastante elevada para as nossas possibilidades, mas a coisa podia ter sido resolvida», afirma o dirigente.

«Quatro subidas em seis anos»

O momento é de festa e ainda não há planos em concreto para o futuro, no entanto, António Monteiro lá vai deixando escapar que o «principal objetivo da próxima época deverá passar pela manutenção».

«É cedo para falar no futuro. Ainda estamos a digerir a subida. Para este clube é um marco histórico, pois embora os equipamentos possam ser os mesmos, não é o mesmo Académico que passou por este escalão há 15 anos», frisa. «Em princípio, o Filipe Moreira continuará a ser o técnico da equipa na próxima temporada. Ainda não conversámos e não sei qual é a ideia do presidente. Também não sei o que pensa o treinador. Acredito que vai ficar, mas só agora vamos começar a pensar no futuro», conclui.

Sobre as dificuldades financeiras que os clubes atravessam, e o acréscimo de encargos que uma competição como a II Liga representa, o dirigente viseense não se mostra muito preocupado, adiantando que «o presidente tem feito uma gestão que faz com que haja ordenados em dia e não se deva nada a ninguém».

O Ac. Viseu conseguiu quatro subidas de escalão nos últimos seis anos, facto que, como é óbvio, enche de orgulho António Monteiro. «Este clube tem quatro subidas nos últimos seis anos. Devemos ser o papão das subidas. Desde o campeonato distrital até à II Liga», lembra.

Filipe Moreira foi o treinador que festejou a subida à II Liga, porém a temporada foi iniciada com outra pessoa ao comando, Carlos Agostinho.

Numa hora de festejos, António Monteiro não se esquece que foi Agostinho quem deu início a este percurso. Porém, não concretiza quanto aos motivos que levaram à saída do treinador.

«A saída do Carlos Agostinho apanhou-nos um pouco de surpresa. Sinceramente, não estou muito por dentro do assunto. Talvez se tenha devido a algum desgaste emocional do treinador», finaliza, em conversa com o Maisfutebol.

O Clube Académico de Futebol (CAF), mais conhecido por Académico de Viseu, foi fundado em julho de 1914 e ombreou com os grandes emblemas do futebol português, disputando o primeiro e segundo escalões nacionais por diversas vezes ao longo da história, até ao momento em que viu declarada a sua insolvência, decorria o mês de janeiro de 2006.

«Devemos ser o papão das subidas»

Atualmente o clube tem uma outra designação, Académico de Viseu Futebol Clube, mas o espírito mantém-se intacto. Tendo recomeçado a partir do zero, o Ac.Viseu fez um longo percurso desde os distritais até à II Liga, que acabou de alcançar no passado domingo, com um empate a uma bola frente ao S. João de Ver.

Maisfutebol foi em busca da chave deste sucesso, tentando perceber qual o segredo por detrás deste novo Académico. 

Filipe Moreira, treinador do Ac.Viseu, admite que a subida era um objetivo. «O propósito quando aqui cheguei era subir. Era um objetivo do presidente e essa era a ideia que eu tinha de passar ao grupo de trabalho», declara o técnico, que já orientou equipas como o Nacional, Portimonense, Santa Clara ou Tondela, acrescentando que rapidamente percebeu a existência de «um grupo de trabalho que também acreditava», sendo que o passar do tempo contribuiu, de forma decisiva, para consolidar essa postura, através «da entrega e do crer».

Quanto à importância da subida de uma equipa do interior do país, a uma competição com o nível da II Liga, dominada por equipas do litoral, o treinador afirma que Viseu «é uma região de pessoas que gostam de futebol».

«Tem uma massa adepta que consegue audiências incríveis, maiores que muitos outros clubes. Também eles queriam muito esta subida. Tenho a certeza que muita gente vai voltar ao estádio e vamos continuar a ser um campo muito complicado», assumiu.

«Não há muitos treinadores com este registo»

Filipe Moreira entrou para o comando técnico da equipa já com o campeonato a decorrer, tendo feito 21 jogos no total. «Quando chegámos, tentámos perceber se o convite havia sido feito para trabalhar como nós queríamos, com liberdade. Aí, devo dizer que o presidente foi fantástico. Transmitiu-nos uma mensagem de liberdade e de confiança», confessa o treinador, admitindo que «houve alguns ajustes», como a saída e entrada de alguns jogadores.

Nas últimas três temporadas, Filipe Moreira tem tentado consecutivamente a subida de escalão, se bem que por clubes diferentes. Porém, esse objetivo tem-lhe vindo a fugir, sempre no último jogo. Este ano a subida foi mesmo alcançada, e o técnico mostra-se satisfeito por isso.

«Peço desculpa pelo que vou dizer, mas não há muitos treinadores com este registo. Não é fácil. Desta vez não foi o caso, mas quando estamos perante um último jogo que é decisivo, acaba por passar tudo pela sorte, pela inspiração ou por saber controlar melhor a ansiedade», refere Filipe Moreira, sublinhando que esta temporada o caso era diferente, uma vez que o Académico levava vantagem «no confronto direto com o Cinfães» e, assim sendo, a equipa dependia apenas dela própria.

«Gostava de salientar que o mérito desta subida vai todo para os jogadores, pois foram eles os grandes obreiros deste feito», salienta o técnico, que não se esquece de mencionar o Cinfães, equipa que disputava o lugar de subida com o Ac. Viseu. «Queria deixar uma palavra para o Cinfães que se bateu muito bem. Infelizmente, só uma equipa pode subir», finalizou.

domingo, 21 de abril de 2013

A.VISEU - CAMPEÃO

Parabéns Académico pela subida 2ª Liga!
Resultado final: SJ Ver 1 Academico 1. Academico Campeão!
SUBIMOS SUBIMOS SUBIMOS SUBIMOS
Academicooooo! Viva Viseu



O Académico de Viseu assegurou este domingo a subida à Segunda Liga, ao empatar 1-1 no terreno do São João de Ver, em jogo da 29.ª e penúltima jornada da zona centro do campeonato nacional da Segunda Divisão.


A equipa viseense beneficiou do empate a dois golos do Cinfães nos Açores, no campo do Operário, e manteve os três pontos de avanço face ao seu adversário, sobre o qual tem vantagem no confronto direto (vitória no Fontelo por 3-0 e derrota por 1-0 em Cinfães).


Com 55 pontos, contra 52 do Cinfães, o Académico de Viseu regressa ao segundo escalão 15 anos depois da última presença. Na época 1997/98, o clube do Fontelo, fundado em 1914, foi 16.º e antepenúltimo classificado da então denominada II Divisão de Honra, caindo para a II Divisão, depois de ter estado pela quarta e última vez na I Divisão em 1988/89.


O golo do viseense Marco Almeida só surgiu aos 84 minutos, quando o S. João de Ver já tinha marcado pelo pé de Ruben aos 44, mas os apoiantes do Académico invadiram logo e jogo e alguns elementos da claque tiveram que ser controlados pela GNR, antes de a festa se generalizar no fim da partida.


Filipe Moreira, treinador do Académico, estava emocionado com a conquista do título que considera "o fim de um ciclo", tendo em conta que nas últimas três épocas dirigiu equipas que estiveram sempre no primeiro lugar e só no último jogo viram frustradas as hipóteses de subida.


"Acabou-se o mito de, no último jogo, não subir de divisão", declarou o técnico à Lusa, recordando que foi isso o que aconteceu com o Oriental de Lisboa, com o Tondela e com o Olivais e Moscavide.


"Há muitos treinadores com qualidade, mas não me lembro de muitos da II Divisão terem feito três campeonatos seguidos sempre em primeiro lugar, em três épocas diferentes, com três clubes diferentes", admite Filipe Moreira. "Muitos nunca chegam a isto".


Quanto à atual subida, o treinador do Académico realça que o mérito deve ser partilhado com o técnico Carlos Agostinho, que lhe merece "respeito e consideração" pelo trabalho que fez com o clube no início da época, e depois dedica a conquista de hoje à sua mãe, à memória do seu pai e a "toda a cidade de Viseu". "Subir em Viseu é diferente", garante Filipe Moreira.


"[As pessoas da cidade] estimaram-me desde o primeiro dia, deram-me um apoio incondicional e eu fui percebendo que a responsabilidade aumentava, mas a cada dia estava mais feliz", afirmou. O treinador teve ainda uma referência para o Cinfães e para o Operário, cujo empate 2-2 permitiu a subida dos viseenses.


"O Cinfães fez um campeonato fantástico e vai ter uma viagem horrível de avião [dos Açores para casa]", observou. "Isto é o destino e tem o significado que tem, mas eu treinei o Operário e hoje foram eles que me deram a subida de divisão. Para eles também o meu obrigado".


Perspetivas quanto à próxima época é que Filipe Moreira ainda não tem. Quando questionado sobre a sua intenção de manter-se ou não na direção técnica do clube, responde: "Agora estou a saborear este momento, não quero saber de mais nada". Postura idêntica tem o presidente do Académico de Viseu, que há 10 anos se vem mantendo no cargo com as mesmas pretensões de subida.


"Daqui para a frente temos que pensar calmamente e ver o que podemos fazer [na próxima época]", afirma António da Silva Albino. "Vim para o clube com a pretensão de o colocar no mais alto patamar e é isso que estou a tentar fazer".


segunda-feira, 15 de abril de 2013

BENFICA - 1 P. FERREIRA - 1 - FINAL


TP: Benfica-P. Ferreira, 1-1 

Uma equipa à espera de domingos: no derby ou no Jamor

O Benfica alcançou um dos feitos mais importantes da época como se fosse apenas uma segunda-feira à noite: sem precisar de se entusiasmar. Deixou no fundo correr os minutos dentro daquele quadro de competência que é imagem de marca. No fim deu empate, mas podia ter dado bem mais.A vantagem que a equipa trazia de Paços de Ferreira, de resto, era uma importante almofada de conforto. Seria preciso uma noite para lá de desastrosa para colocar em risco a final do Jamor. Ora a partir daí o Benfica tratou de colocar-se a salvo de qualquer imponderável e garantir tranquilidade.

Jorge Jesus apresentou um onze muito próximo do mais forte que tem, num sinal de consideração por este jogo. Os jogadores, lá está, portaram-se como se fosse apenas uma segunda-feira: sem a paixão de uma noite de fim de semana, mas com a autoridade de todos os dias e um domínio total.

A equipa jogou subida no terreno, numa pressão alta que não deixava o Paços sair nas transições que faz tão bem, e com os olhos permanentemente colocados na baliza adversária. Ora por isso o adversário só por uma vez em toda a primeira parte ameaçou Artur: Hurtado falhou na cara do golo.

O Benfica, esse, entrou no jogo a rematar e continuou a fazê-lo com uma cadência interessante. Pelo meio Cardozo atirou ao poste e Salvio marcou mesmo, num golo mal anulado. A posse de bola ao intervalo era esmagadora, o domínio era inequívoco, o resultado, esse, era claramente escasso.

Veja como vivemos o jogo no estádio

É verdade que as coisas na segunda parte mudaram ligeiramente, sobretudo porque o P. Ferreira voltou dos balneários mais atrevido, a jogar mais subido no terreno e mais pressionante. É verdade também, porém, que o Benfica não deixou de ser melhor e abriu o marcador perto da hora de jogo.

Cardozo empurrou para a baliza uma excelente assistência de Gaitán, já depois do próprio Cardozo ter tentado marcar da linha de meio campo e de Salvio ter rematado fortíssimo muito perto do poste. O P. Ferreira, no fundo, regressara mais atrevido, mas não conseguia inverter a tendência anterior.

A partir daí o Benfica diminuiu a pressão e o Paços teve mais bola perto da área de Artur. Numa perda de bola de Maxi Pereira, que fez um passe de risco sem olhar, Cícero empatou então o jogo: o golo evitou mais uma vitória encarnada, mas não mudou a tendência da eliminatória um centímetro.

Destaques: Cardozo, e aquele hábito de marcar

Até ao fim Lima, por exemplo, ficou perto da vitória, não o conseguiu e o jogo ficou neste empate que cai bem numa noite fria e cinzenta como esta. O Benfica, esse, celebrou o apuramento para o Jamor e mais do que isso: celebrou o hábito de vitória com que se apresenta na reta final.

Enquanto o F.C. Porto trabalha sobre a perda da final da Taça da Liga, o Benfica trabalha sobre o apuramento para a final da Taça de Portugal. Jorge Jesus regressa ao Jamor para ganhar o troféu que lhe falta e a equipa acumula uma dinâmica que vai ser importantíssima no derby de domingo.



domingo, 14 de abril de 2013

A.VISEU - 3 ESPINHO - 0 - FESTIVAL


Ac. Viseu 3-0 Sp. Espinho: Académico encurta caminho para o sonho Ac. Viseu 3-0 Sp. Espinho: Académico encurta caminho para o sonho (com vídeo)

Foi um Municipal do Fontelo a lembrar outros tempos, que recebeu o encontro entre o Académico e o Sp. Espinho, a contar para a jornada 28 da II Divisão Zona Centro. Cerca de 3 mil pessoas davam um colorido especial às bancadas, numa tarde de calor.
O início da partida mostrava, desde logo, um Académico com atitude e pressionante. O primeiro lance de perigo surgia depois de um passe longo de Calico, que encontrava Hélder Rodrigues, bem posicionado, a fazer um “chapéu”, mas muito alto. O Académico mostrava ambições claras desde o apito inicial e não demorou a criar nova oportunidade. Após abertura de Luisinho, Horácio caminhava para a grande área adversária com tudo para abrir o marcador, mas o guardião faria a mancha de forma eficaz. A resposta dos visitantes era ténue e a pressão dos academistas…avassaladora! Tanto que, após sucessivos lances de perigo, seria mesmo a genialidade de Luisinho a resolver a questão. Recepção de bola excelente, incursão pelo meio e remate de pronto! Estava feito o primeiro golo, ao minuto 36 e assim se caminhava para o meio-termo.
Na segunda parte, esperava-se mais do Sp. Espinho, como candidato à subida. Do lado viseense, o caminho era continuar a boa exibição. O primeiro aviso seria mesmo do lado dos vareiros, com um remate perigoso à entrada da área que sairia por cima. Mas este intento dos visitantes não mudaria a propensão ofensiva do Académico. Ao minuto 56, lance rápido pela direita, combinação entre Luisinho e Hélder Rodrigues, e este serviria Horácio que ganharia a bola e seria tocado pelo guardião. Suficiente ou não, o árbitro não hesitou e assinalou a grande penalidade que Hélder Rodrigues converteria com êxito. Com o 2-0, o Sp. Espinho caiu, animicamente, e o Académico assume por completo o jogo. E a superioridade materializar-se-ia pouco depois. Após subida pela direita de Hélder Rodrigues, este “ofereceria” o golo a Horácio, que fazia assim o 3-0, ao minuto 66. Já perto do final, um lance incrível aconteceria na área dos viseenses. O guarda-redes Nuno Ricardo preparava-se para chutar a bola, mas o atacante Capela, por perto, intercepta a bola e faz o golo de imediato. Para espanto dos visitantes, o árbitro anularia e, salvo melhor opinião, não se descortina qualquer infracção no lance. Até ao final, o Académico continuaria atacante, mas o resultado não mudaria. Resultado final justo para o Académico de Viseu, que poderia construir uma vantagem mais ampla.
Nota final para a prestação medíocre do árbitro da partida que, no entanto, não influenciaria aquele que foi o vencedor claro da partida.


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BRAGA VENCE FINAL DA TAÇA DA LIGA


Taça da Liga continua de vermelho e vai para Braga


Alan (45’ g.p.) marcou o golo que deu o troféu ao SC Braga.
Taça da Liga continua de vermelho e vai para Braga
O SC Braga venceu, este sábado, o FC Porto por 1-0 na final da Taça da Liga, que se disputou no Estádio Cidade de Coimbra, com golo de Alan. A equipa de Braga sucede assim a Vitória de Setúbal e Benfica na galeria de vencedores da prova.

FC Porto e SC Braga chegavam a esta final da Taça da Liga com o objetivo de encontrar o terceiro vencedor desta prova que já vai na sexta edição, depois de Vitória de Setúbal (1) e Benfica (4).

Face ao último desafio das duas equipas, que curiosamente se defrontaram entre elas, terminando com a vitória portista por 3-1, Vítor Pereira e José Peseiro fizeram algumas alterações nos “onze” iniciais. O técnico dos arsenalistas colocou o internacional português Ruben Micael desde o início, assim como o avançado Carlão. Do lado portista, Vítor Pereira manteve a aposta em Fabiano na baliza, relegando Helton para o banco, e o jovem Abdoulaye integrou o eixo da defesa ao lado de Mangala, deixando Otamendi no banco.

O desafio na cidade de Coimbra começou com um lance muito perigoso perto da baliza de Quim, com Defour a cruzar tenso para área mas Jackson e James a não conseguirem, por pouco, introduzir a bola na baliza.

O primeiro tempo foi pautado pelo equilíbrio entre as duas equipas, enquanto, fora das quatro linhas, os adeptos do clube minhoto se envolviam em confrontos. O corpo de intervenção foi obrigado a intervir na bancada sul do Estádio Cidade de Coimbra, resultando em três detenções e duas assistências.

Perto do intervalo, João Capela viu Mossoró ser derrubado por Abdoulaye dentro da grande área portista e assinalou castigo máximo contra os Dragões. O jovem central portista já tinha visto um cartão amarelo aos 17 minutos – também por falta sobre Mossoró – e neste lance acabou por ver o segundo amarelo e consequente expulsão, deixando a equipa azul e branca reduzida a dez elementos. Na conversão da grande penalidade, Alan não falhou – Fabiano não adivinhou o lado – e inaugurou o marcador no melhor momento para a formação de José Peseiro.

À entrada para o segundo tempo, e face ao cenário de dez jogadores, Vítor Pereira foi obrigado a mexer na equipa: Lucho foi o sacrificado e Otamendi tomou conta do centro da defesa.

Como seria de esperar, o SC Braga, moralizado pela vantagem e com o adversário a jogar um homem a menos, entrou forte na etapa complementar, sabendo também posicionar-se muito bem em campo, o que dificultou o FC Porto.
Com o decorrer dos minutos na cidade dos Estudantes, e com os Dragões mais avançados no terreno, os Guerreiros do Minho tiveram inúmeras oportunidades para dilatar a vantagem em lances rápidos de contra-ataque. Ao minuto 66, Ruben Micael teve tudo para fazer o segundo, após bom trabalho de Alan, mas o médio madeirense não conseguiu colocar a bola numa baliza deserta.

Nos instantes finais da partida, a equipa do Porto gastou todos os trunfos para não sair derrotado da sua segunda final da Taça da Liga, mas foi o SC Braga a levantar a Taça da Liga 2012/2013