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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
PRESSE
Comunicado da Liga de Futebol arrasa Olivedesportos
Um comunicado forte da Liga Portuguesa de Futebol Profissional a marcar o final deste dia. Longe vão os tempos cor de rosa entre a Liga e a Olivedesportos... Ora confira:
"Na sequência da notícia “Site da Liga insiste no golo de Cardozo”, divulgada no site do jornal O JOGO, no dia 14 de Janeiro de 2013, e da notícia “Golo-fantasma de Cardozo continua a contar para a Liga”, publicada na página 33 da edição de dia 15 de Janeiro de 2013 do Jornal de Notícias, vem a Liga Portugal esclarecer:
De acordo com os relatórios de jogo, até à 14ª jornada da Liga Zon Sagres, o jogador Óscar Cardozo marcou treze golos nesta competição. No jogo da 2ª jornada da 3ª fase da Taça da Liga, Cardozo marcou um golo. Deste modo, em ambas as competições, o jogador totaliza catorze golos marcados esta época.
Esta campanha caluniosa de desinformação e mentira contra a Liga Portugal tem sido levada a cabo pelos meios de comunicação social pertencentes ao grupo Controlinveste, do mesmo grupo da Olivedesportos.
Sem princípios éticos, apreço pela liberdade, respeito pela verdade e independência jornalística, esta campanha apenas serve os interesses monopolistas e anti-concorrenciais da Olivedesportos, colocando em causa a liberdade de imprensa.
De acordo com os relatórios de jogo, até à 14ª jornada da Liga Zon Sagres, o jogador Óscar Cardozo marcou treze golos nesta competição. No jogo da 2ª jornada da 3ª fase da Taça da Liga, Cardozo marcou um golo. Deste modo, em ambas as competições, o jogador totaliza catorze golos marcados esta época.
Esta campanha caluniosa de desinformação e mentira contra a Liga Portugal tem sido levada a cabo pelos meios de comunicação social pertencentes ao grupo Controlinveste, do mesmo grupo da Olivedesportos.
Sem princípios éticos, apreço pela liberdade, respeito pela verdade e independência jornalística, esta campanha apenas serve os interesses monopolistas e anti-concorrenciais da Olivedesportos, colocando em causa a liberdade de imprensa.
Órgãos de comunicação social detidos por quem não respeita a verdade, a ética e a independência jornalística perdem credibilidade, leitores e ameaçam a democracia.
A Liga Portugal rege-se pelos princípios da transparência, verdade e liberdade, denunciando veementemente este tipo de campanhas mentirosas."
A Liga Portugal rege-se pelos princípios da transparência, verdade e liberdade, denunciando veementemente este tipo de campanhas mentirosas."
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
ANADIA - 0 A.VISEU - 1 - POSITIVO
Campeonato Nacional da 2ª Divisão – Zona Centro
15ª Jornada, 13 de janeiro de 2012 – Anadia
Anadia-0; Ac. Viseu-1
Tarde algo fria, mas sem chuva, relvado em razoáveis condições, bastante público nas bancadas, na sua maioria, arrisco a dizer, gente do Académico, a nossa gente!
Instalações desportivas muito boas, ao nível do estádio e da zona envolvente (um verdadeiro complexo desportivo), quase ao nível do Fontelo, passe o exagero. Um grande elefante branco, nas cercanias do Estádio, bem visível da bancada central, a “futura” mega-giga-hiper-Escola do Concelho da Anadia, uma obra colossal, que esperemos chegue ao fim!
Espaços amplos e bons e muitos lugares de estacionamento, em redor do estádio.
15ª Jornada, 13 de janeiro de 2012 – Anadia
Anadia-0; Ac. Viseu-1
Tarde algo fria, mas sem chuva, relvado em razoáveis condições, bastante público nas bancadas, na sua maioria, arrisco a dizer, gente do Académico, a nossa gente!
Instalações desportivas muito boas, ao nível do estádio e da zona envolvente (um verdadeiro complexo desportivo), quase ao nível do Fontelo, passe o exagero. Um grande elefante branco, nas cercanias do Estádio, bem visível da bancada central, a “futura” mega-giga-hiper-Escola do Concelho da Anadia, uma obra colossal, que esperemos chegue ao fim!
Espaços amplos e bons e muitos lugares de estacionamento, em redor do estádio.

O Académico apresentava-se para este jogo, a 6 pontos do 1º lugar e a 5 pontos do seu adversário de hoje, o Anadia, daí que um qualquer deslize poder-nos-ia deixar a 9 e 8 pontos dos 2 primeiros, o que nos deixaria num posição ingrata para recuperar na 2ª volta. Todos os jogadores, sócios e adeptos sabiam, portanto, da importância deste jogo (são todos importantes, repito!, mas este poderia ser decisivo) e por essa razão compareceu em bom número a massa adepta do Académico (embora faltassem cachecóis!), bem como a claque Exército 1914, com um extraordinário apoio do princípio ao fim do jogo, fazendo sentir à equipa que esta se encontrava, como se fosse no Fontelo. A eles, Johnny dedicou, e com todo o merecimento, a vitória no jogo.
Durante a semana vários reforços e para várias posições foram anunciados, mas hoje, ainda nenhum deles se sentou no banco, pois ainda não terão a sua inscrição regularizada. Tudo demora demasiado tempo nesta FPF.
Filipe Moreira, uma vez mais ausente do banco, numa incompreensível demora relativamente ao tempo que terá (teria que cumprir), por algo que não pareceu nada de nada, enfim!
Início da partida, com o Académico a assenhorar-se desde logo do comando das operações, demonstrando claramente ser a melhor equipa em campo. Ainda assim, apesar de mais posse de bola, mais jogadas de perigo, não criou muito ocasiões claras de golo, embora o Anadia, apenas tenha criado uma e já perto do final da 1ª parte. Ao intervalo o resultado poder-se-ia aceitar, embora a haver alguém, em vantagem, só poderia ser o Aca´demico.

Na 2ª parte o Académico entrou melhor, mais rápido, mais decidido, com o controlo total do jogo, criando diversas ocasiões de golo, mas o raio da bola teimava em não entrar, e havia sempre o risco de numa qualquer jogada o Anadia fazer um golo e ganhar o jogo, o que seria de uma tremenda injustiça, pois em toda a 2ª parte, apenas por uma vez, o Anadia rematou à nossa baliza, de cabeça, numa jogada de bastante perigo, mas repito foi a única em toda a 2ª parte e apenas a 2 ªem todo o jogo, muito pouco, para uma equipa que até há poucas jornadas era líder do campeonato.
O Académico jogava bem e o treinador do Académico tinha alguma dificuldade em mexer numa equipa que jogava bem, pois mexer poderia não resultar. No entanto, pelo que me apercebi, Hélder Rodrigues, a fazer um bom jogo, dá sinal ao banco de que teria de ser substituído, julgo ter entendido isso, e então entra para o seu lugar Mauro. Mauro entrou bem no jogo, tal como já tinha acontecido, no Domingo passado. Trata-se de um jogador, muito bom tecnicamente, sem medo de ter a bola, um bom jogador, e a ser mais um para ajudar no objectivo. Ainda assim Kifuta na posição de avançado centro não dava conota do recado e ia desperdiçando as diversas oportunidades criadas, tal como já tinha acontecido no Domingo anterior. Kifuta tem o mérito de aparecer muitas vezes, criar vários lances de perigo, no entanto, na sua posição pede-se mais determinação na hora da verdade, isto é, fazer golo de forma decidida, à Johnny.
Faltavam menos de 5 minutos para acabar o jogo e Johnny entra em campo, e aqui pode mesmo dizer-se a solução estava no banco. Nos poucos minutos em campo, Johnny, entrou um vez mais bem, interveio logo no jogo, não teve medo de ter a bola e, aqui sim, Johnny fez toda a diferença, num dos últimos lances da partida, Bruno remata forte, o guarda-redes defende para a frente e Johnny, ultra-super-rápido e com uma classe só ao alcance dos grandes jogadores faz um golo de difícil execução, embora pareça fácil, numa altura decisiva do jogo, e quem sabe, do campeonato. Só para recordar, Johnny no pouco tempo que tem de Académico, entrou contra o Coimbrões e cabeceou no último minuto para a baliza, dando origem ao penálti que deu o golo da vitória. Em Espinho, entra e faz o passe para o 2-1 de Kifuta.
No Domingo passado, enquanto esteve em campo, o Académico estava a ganhar o jogo. Hoje, entra e decide o jogo. O que quero dizer com isto, nada, apenas que Johnny é um excelente reforço e veio para ajudar, é assim que deve acontecer com todos, e tenho a certeza vai acontecer. Todos os que estão devem receber bem e ajudar na integração os que chegam, pois todos juntos, e só dessa forma poderemos conseguir aquilo que queremos.Tiago Gonçalves, suplente nos últimos jogos, hoje apareceu de inicio, fez um excelente jogo, e mostrou que estava preparado para ser chamado assim que o treinador o entendesse. Todos têm de perceber, que só podem jogar 11, de inicio, e que só há uma pessoa que tem a responsabilidade de fazer essa escola, o Treinador do Académico, ninguém mais, por isso, todos tem de trabalhar bem, respeitar as decisões do treinador, tendo este a obrigação de junto dos jogadores lhes fazer ver que conta com todos e que todos são importantes para o sucesso do grupo, os que jogam, os que ficam no banco e os que não são convocados, pois todos treinam, e todos ajudam no trabalho diário para que no Domingo o resultado e a exibição, apareçam, como aconteceu, hoje. Hoje, foi notória a união entre equipa e massa adepta do Académico e quando tal acontece, o caminho fica mais fácil!

Luisinho, já na 2ª parte protagonizou aquele que seria o momento da tarde, não fora, já no fim do jogo o golo do Académico, ao rematar para a baliza do meio-campo, (vendo o guarda-redes adiantado), com a bola a cair na baliza mas da parte de fora, dando a sensação de golo. Grande momento de Luisinho, grande momento de futebol, só superado pelo extraordinário golo de Johnny no minuto 90+2 (houve 3 minutos de descontos).
O Público da casa, na sua generalidade recebeu bem as gentes do Académico, tirando uma ou outra palavra menos própria que sempre se ouve nos campos, proferidos por uma minoria, que tem alguma dificuldade em assistir àquilo que é apenas e só um espectáculo, onde as regras da cordialidade, do respeito e da boa educação têm lugar, e não ocupam espaço! No Fontelo, infelizmente também há quem tenha alguma dificuldade em respeitar o adversário e o árbitro, por isso, temos que aceitar, embora a custo, este tipo de coisas.

Excelente a forma como o speaker do Estádio agradeceu a presença dos adeptos do Académico no estádio e nos desejou boa viagem de regresso. Repetiu isto 2 ou 3 vezes, num gesto que dignifica Anadia e as suas gentes!
A Claque merece todo o meu destaque pois ocuparam a bancada descoberta, e dali deram, do primeiro ao último minuto, o seu audível apoio, dada a proximidade ao campo, ao contrário do local onde me encontrava, juntamente com vários adeptos do Académico, a Bancada Central, que mais parecia, o anterior 3º anel do Estádio da Luz, dada a (enorme) distância, ao relvado, demasiado muito longe!
A Equipa do Anadia foi a grande deceção da tarde, pois o seu futebol, em especial em toda a 2ª parte foi demasiado curto para a posição que ocupa na tabela. Quem assistiu à primeira volta fica com uma certeza, este Anadia, a jogar como o fez hoje, é tudo menos candidato ao 1º lugar.
A equipa de arbitragem esteve em bom plano, nada a dizer.

Assim de forma resumido diria: Excelente resultado, boa exibição, boa arbitragem.
A sorte que nos faltou no jogo anterior, e que hoje, parecia também andar arredia, acabou por surgir já nos descontos (graças a S. Johnny) e conferir justiça ao resultado.
Nas bancadas os adeptos do Anadia diziam que o Académico foi a melhor equipa que lá jogou esta época.
Em jeito de balanço da 1ª volta, diria que estamos na luta, pois o empate do Cinfães acabou por nos colocar em posição de chegar mais acima. Temos que encarar o próximo jogo com o máximo de seriedade, e com a mesma atitude de hoje, ou seja, procurar resolver logo do começo e não esperar que as coisas aconteçam.

As melhores equipas que que vi, e vi todas, exceto o Operário e o Benfica de Castelo Branco, foram o Cinfães (não cometem erros, e com poucas ocasiões fazem golo), o Coimbrões (muito bem defensivamente e no meio-campo, equipa muito dificl de bater), o Espinho (2 ou 3 jogadores de muita qualidade e defensivamente equipa muito sólida) e o S. J. de Ver (equipa que não tem nada a perder, joga o jogo pelo jogo, muito compacta), mas digo, sinceramente, despindo o fato de sócio e adepto do Académico, que a nossa equipa em nada é inferior a nenhuma delas.
Temos toda uma 2ª volta para chamar mais e mais gente ao Fontelo, pois esta Equipa, estes Jogadores, esta Equipa Técnica e esta Direção merecem que as pessoas os apoiem e acreditem no seu valor. Eu Acredito de Domingo lá Estarei.
domingo, 13 de janeiro de 2013
BENFICA - 2 PORTO - 2 - IGUAIS

Estes dois gigantes querem continuar juntos. E, no primeiro exame, foi o campeão a mostrar-se um pouco mais sólido. O suficiente para levar um ponto e não perder o contacto. Claro que Helton fez um milagre perto do fim, mas somando todos os minutos, a entrar, o remate de Cardozo seria algo injusto.
Aos 17 minutos, quatro golos, dois para cada lado. Que mais se poderia desejar? Erros individuais ¿ incrível o de Artur no 1-2 (e Helton já tinha tentado algo semelhante minutos antes) -, uma finalização magistral (monumental o golo de Matic), uma jogada de laboratório (Moutinho, Jackson e o desvio de Mangala) e um ato de coragem, protagonizado por Gaitán, no remate para a segunda igualdade.
Depois do frenesim e tanta emoção deitada sobre o tapete. Nesses 20 minutos, com golpe e contra-golpe, gancho de direita contra direto de esquerda, estava a prova de que estavam em campo, de longe, as melhores equipas do futebol português.

A luta desigual de Matic
Quando não estava a deixar-se empatar, o FC Porto mostrou-se superior. Melhor com a bola nos pés, melhor a ocupar os espaços. Bem Defour, o substituto de James, a garantir superioridade a meio-campo, bem Jackson a receber e a entregar a bola, bem Lucho, também, a chamar a si a bola e a construção de jogo, obrigando Matic a querer estar em vários sítios ao mesmo tempo, face ao menor acerto de Pérez e Gaitán.
Os primeiros 20 minutos colocaram as fragilidades de ambos os conjuntos mas também os seus méritos. O talento de Jackson, a objetividade de Salvio, o jogo aéreo de Mangala, a presença de Matic. A liderança de Lucho. Esteve tudo na Luz, não faltou quase nada.
A equipa de Vítor Pereira entrou melhor na partida. Um fora de jogo a Defour (mal assinalado) dava o tom para uma primeira parte equilibrada, em que o visitante sempre mostrou mais controlo, emocional e tático, da partida. O primeiro golo, aos oito minutos, confirmava a tendência. Mal a defesa do Benfica, ao não conseguir perceber o engodo de Jackson e a deixar Mangala na cara de Artur.
Mas se há coisa que o Benfica tem mostrado saber fazer esta temporada é reagir. Dois minutos depois de o francês ter enganado Artur, Melgarejo, Cardozo e Jardel, prepararam o golo da noite, assinado pelo pé esquerdo de Matic.
Que foi isso, Artur?

O ritmo era vertiginoso. Cinco minutos depois da explosão nas bancadas, Artur atrapalha-se com Jackson e perde a bola para o colombiano, fazendo a Luz voltar a deitar as mãos à cabeça com um guarda-redes.
Só que, mais uma vez, o Benfica respondeu. A ala direita fez uma das suas combinações, com Salvio a ganhar a linha e a cruzar. Cardozo atrapalhou Helton, e a bola chegou a Gaitán, que colocou toda a sua fome de golos naquele remate. Novamente dois minutos depois, os encarnados igualavam.
Com o 2-2, a partida acalmou. Ataque aqui, ataque lá, mas a um ritmo mais controlado. O FC Porto sempre a dar a sensação de estar mais perto de qualquer coisa, como durante grande parte da segunda parte. Um parêntesis para aquela entrada de Mangala sobre Cardozo, que merecia o amarelo.
O milagre de Helton
A primeira alteração de Jesus para mudar o estado de coisas foi tirar Pérez de campo. Apagado e já com um amarelo, Martins parecia solução óbvia para garantir mais bola. O FC Porto mostrava-se mais rápido e mais inteligente a sair, mas faltava-lhe uma unidade rápida na frente para finalizar. Lucho ainda tentou com Jackson, mas sem grande sucesso.
O tempo também começava a pesar. Com o aproximar do minuto 90, o Benfica inclinou-se para a frente. E Cardozo teve a sua oportunidade, aos 77 minutos, isolado perante Helton. Daquelas que não se podem falhar. Helton foi demasiado grande.

Até ao fim, João Ferreira ainda perdoou o segundo amarelo a Matic (79) e o Benfica tentou prolongar o mais que pôde um último fôlego. Não chegou.
sábado, 12 de janeiro de 2013
A.VISEU - REFORÇOS
Apresentação do reforço: Bruno Graça
Nome: Bruno Castro Graça
Data de nascimento: 11/12/1989
Naturalidade: Vila do Conde
Posição: Defesa
Clube anterior: Melgacense
Foto: Página do atleta no Facebook
Bruno Graça é um central bastante alto (191 com) que fez a sua formação no Rio Ave. Com a chegada aos seniores foi jogar no Limianos (08/09). Fez a sua estreia na II Divisão ao serviço do Vianense (09/12) onde esteve três épocas. Na presente época era jogador do Melgacense na III Divisão, onde no campeonato tinha feito 13 jogos, tendo apontado um golo.
Apresentação do reforço: Thiago Pereira
Nome: Thiago Magalhães Pereira
Data de nascimento: 22/01/1984
Naturalidade: Brasil
Posição: Defesa
Clube anterior: Penafiel
Foto: Facebook do clube
Continua em profundas mudanças o plantel do Académico de Viseu. Chega agora ao melhor clube do mundo este defesa central proveniente do Penafiel – clube da II Liga – onde fez 7 jogos na presente época. No nosso país conheceu apenas como o clube o Penafiel (11/13). No Brasil atuou no Internacional de Porto Alegre (97/05 e 2007), Bhaia (2005/2006), Vila Nova (2008), Grêmio Esportivo Clube (2009), Chapecoense (2010), Ferroviário (2010), Santa Cruz (2011) e Paulista (2012).
Bem-vindo!
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
BENFICA - 3 ACADÉMICA - 2 -COMPLICADO
Calafrio
Ainda deu para apanhar um pequeno calafrio, mas o Benfica lá cumpriu a sua obrigação de vencer, carimbando assim a passagem às meias-finais da Taça da Liga, e mantendo a invencibilidade nas provas internas esta época.
Já é habitual nesta competição apresentarem-se equipas menos rodadas, e a noite de hoje não foi excepção. Dos jogadores mais utilizados habitualmente apenas jogaram de início o Jardel, Lima e Ola John, sendo que a titularidade do holandês poderá querer dizer que será o Gaitán a alinhar de início no jogo de Domingo. Destaque para o regresso do Aimar à titularidade, o que já não acontecia há bastante tempo. O recentemente regressado Roderick também foi titular no centro da defesa. O jogo não foi muito diferente daquilo que seria previsto. O Benfica a ter naturalmente maior iniciativa no jogo, e a Académica fechada mais atrás, tentando sair rapidamente para o contra-ataque sempre que possível. O ritmo imposto pelo Benfica é que nunca foi muito forte; jogou-se de forma pausada e sem muita qualidade, com demasiados passes falhados e muitos deles pelo Aimar, que mostrou estar ainda longe da melhor forma. Com o Ola John e o Bruno César também bastante abaixo do expectável, isso reflectiu-se na qualidade do nosso jogo ofensivo, com pouquíssimas ocasiões de golo a serem criadas. Apenas por uma vez durante a primeira meia hora se viu uma real ocasião de golo, com o Nolito a rematar e a bola a sair muito perto do poste. À medida que o intervalo se aproximava o Benfica aumentou um pouco mais a pressão e foi recompensado a cinco minutos do apito, quando o Lima, isolado após um bom passe do Bruno César, contornou o guarda-redes e marcou com facilidade. Infelizmente o Bruno César decidiu que não se ficaria por aí em matéria de assistências, e no último lance da primeira parte colocou a bola nos pés do Makelele, que seguiu em direcção à baliza e empatou o jogo.
Se a primeira parte acabou mal, a segunda pior começou. Estavam passados cinco minutos e já o Benfica se via numa situação de virtualmente eliminado, após o segundo golo da Académica, numa jogada muito semelhante à do nosso primeiro golo: passe para as costas da defesa e o Saleiro, isolado, marcou. A Académica revelava-se extremamente eficaz, marcando dois golos nas duas oportunidades de que dispôs, e cabia agora ao Benfica inverter esta situação. Isto não aconteceria certamente se continuássemos a jogar da mesma forma, e foi portanto com toda a lógica que vimos o nosso treinador mexer na equipa pouco antes de termos completado uma hora de jogo, retirando dois dos jogadores com menor rendimento (Bruno César e Aimar) para colocar mais um avançado (Kardec) e o Carlos Martins, o que fez o Benfica regressar ao esquema táctico mais habitual esta época, com dois avançados. As alterações depressa surtiram efeito, pois cinco minutos após ter entrado em campo foi mesmo o Kardec quem, aproveitando um centro do Ola John na direita, cabeceou para o golo do empate. E decorridos mais quatro minutos, novamente o Kardec a ter uma intervenção decisiva, combinando com o Lima para que este, isolado, marcasse o terceiro golo. Já com o Salvio em campo (entrou imediatamente a seguir ao empate) e o Ola John na esquerda, onde claramente está mais à vontade, o Benfica jogava agora num ritmo bem mais elevado e que a Académica já não conseguia acompanhar. Mais facilitada ficou ainda a nossa tarefa para os últimos vinte minutos, quando a Académica ficou reduzida a dez, permitindo-nos gerir tranquilamente o resultado, sendo que até poderíamos tê-lo ampliado, pois oportunidades para isso não faltaram.
O Lima foi o man of the match esta noite, com dois golos marcados e ficando perto do hat trick. Gostei da exibição do André Gomes, e a entrada do Kardec revelou-se decisiva para o desfecho do jogo. O Salvio também entrou muito bem na partida.
Mais uma vez nas meias-finais da Taça da Liga, e mais uma vez com a ambição de a vencer. Já o disse antes: gosto de ver o Benfica vencer este troféu repetidamente, e gosto de ver a urticária que isso provoca aos nossos rivais, que os obriga a esforçarem-se para desvalorizá-lo. E não percebo muito bem porque é que este troféu há-de valer menos do que outro para o qual basta um único jogo para o conquistar. Deve ser porque, ao contrário do que se passa com esse, somos nós quem tem mais Taças da Liga.
A.VISEU - REFORÇOS
Apresentação do reforço: Horácio
Foto: site do Freamunde
Nome: Horácio Manuel Mendes Rodrigues
Data de Nascimento: 07/01/1987 ( 25anos )
Naturalidade: Ovar
Altura: 184 cm
Peso: 78 kg
Posição: Ponta de lança
Cumpriu o seu ultimo ano de junior na equipa de juniores do Boavista, tendo na época seguinte alinhado pelo Dragões Sandinenses (06/07), onde realizou 24 jogos a titular, e marcou 4 golos.
Na época 2007/08 esteve ao serviço do Ponte Ourense, clube que militava na 3ª divisão espanhola.
Entre 2008 e 20011, esteve 3 épocas ao serviço do Sp. Espinho, onde foi titular em 59 partidas, marcando 28 golos!
Em 2011/12 alinhou pela equipa do Freamunde onde em 15 jogos marcou 7 golos, na segunda divisão de honra.
Na corrente época alinhou na equipa do Portimonense onde realizou 7 jogos, mas não marcou nenhum golo (no jogo com o Académico não saiu do banco de suplentes).
Apresentação do reforço: Sérgio Duarte
Nome: Sérgio Daniel Duarte
Data de nascimento: 11/01/1993
Naturalidade: Viseu
Posição: Médio
Clube anterior: Nacional
Aí está mais um reforço para o Académico de Viseu. Este viseense completou a sua formação no Nacional da Madeira onde actuou nos escalões de juvenis e juniores. Iniciou esta época nos seniores do Nacional e jogou 35 minutos na segunda jornada no confronto com o Moreirense em que os madeirenses perderam (1-3). Foi suplente não utilizado neste última jornada no Estádio Dragão. É um médio defensivo, conhecido pela sua polivalência, que quando se estreou nos seniores do Nacional actuou a defesa central.
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
LINK
Guia Desportivo do Concelho de Viseu
O Guia Desportivo do Concelho de Viseu, que congrega toda a oferta desportiva promovida por clubes, ginásios, academias e escolas de desporto, para a época desportiva de 2012/2013, dirigida a jovens com idades entre os 5 e os 12 anos estará disponível (...) em suporte digital no portal do Município
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
TÍTULOS

Messi eleito Bola de Ouro
Pelo quarto ano consecutivo, o argentino Lionel Messi foi eleito o melhor jogador do Mundo pela FIFA, recebendo a Bola de Ouro na Gala anual do organismo, em Zurique.
Messi, 25 anos, levou a melhor sobre o português Cristiano Ronaldo e sobre o espanhol Andres Iniesta. O argentino arrecadou 41,60 dos votos, Ronaldo ficou com 23,68 e Iniesta 10,91.
ESTORIL - 1 BENFICA - 3 - CLASSE
Classe
O jogo era previsivelmente complicado, face ao bom futebol que o Estoril tem apresentado, ainda demorámos um pouco a assentar o nosso futebol, mas no final conseguimos uma vitória incontestável e sem grandes sobressaltos, decidida com pinceladas de classe dos nossos jogadores.
O Rodrigo e o Gaitán mantiveram a titularidade que lhes tinha sido dada no jogo com o Aves para a Taça de Portugal, deixando o Lima e o Ola John no banco, sendo também de destacar a presença no mesmo do Aimar, finalmente de regresso após a longa ausência por lesão. Não foi muito boa a primeira parte do Benfica. Apesar de estarmos sempre mais por cima no jogo e pressionarmos mais na procura do golo, foram poucas as vezes em que conseguimos atacar bem ou criar lances de grande perigo junto à baliza do Estoril. O jogo foi muito disputado na zona central, e o Matic e o Pérez estiveram algo apagados durante os primeiros quarenta e cinco minutos, o que acabou por atrapalhar a nossa construção de jogo ofensivo. Durante a primeira meia hora, apenas por uma vez o Benfica desenhou uma boa jogada, em que o Cardozo acabou por desperdiçar de uma forma um pouco escandalosa um cruzamento do Rodrigo da esquerda. Nos dez minutos finais começámos a apertar um pouco mais, e fomos recompensados. Primeiro vimos o Melgarejo, isolado sobre a esquerda, ver o guarda-redes defender para canto. Na sequência do canto (marcado, de forma pouco habitual, pelo Cardozo), à segunda tentativa, saiu um remate fantástico no Gaitán, de calcanhar, que resultou no primeiro golo. E ainda antes do intervalo, nova oportunidade para o Benfica, mas o Rodrigo rematou com pouca força e acabou por ser um defesa do Estoril a conseguir aliviar quase sobre a linha de golo.
Para a segunda parte veio o Lima no lugar do desinspirado Rodrigo, e veio um Benfica a pressionar bastante mais em busca do golo da tranquilidade. O Lima jogou mais próximo do Cardozo - na primeira parte o Rodrigo andou mais solto, tendo inclusivamente chegado a trocar de posição com o Gaitán - e deu bastante mais trabalho aos defesas do Estoril, ajudando assim a que forçássemos o adversário a encolher-se cada vez mais para junto da sua área. No nosso meio campo o Matic e o Pérez (sobretudo este) subiram muito de produção, e contribuíam para matar quase à partida as saídas do Estoril para o ataque, aspecto em que costumam ser fortes. Foi aliás de uma recuperação de bola do Pérez numa destas situações que resultou o segundo golo do Benfica. A bola seguiu para o Gaitán, que fez um grande passe para o Lima. E se o passe foi bom, o trabalho do Lima foi melhor ainda, controlando a bola com o peito para depois fuzilar a baliza do Estoril. Uma hora de jogo estava passada, e tínhamos a sensação de que a vitória já não escaparia. E a sensação ficou reforçada seis minutos depois, com mais um grande golo do Benfica, num remate acrobático do Salvio, de primeira, que levou a bola a bater na barra e depois a cair já para lá da linha de golo, valendo-nos a atenção do auxiliar para confirmar o golo. Com um resultado dilatado no marcador, o Benfica relaxou um pouco e passou a gerir o jogo com tranquilidade, sendo-nos até proporcionada a alegria de assistirmos ao regresso do Aimar, para os últimos quinze minutos do jogo. A única mancha aconteceu mesmo a fechar, quando um erro do Artur, largando uma bola vinda de um cruzamento da esquerda, permitiu ao Estoril marcar o golo de honra, mas não foi nada que colocasse em causa a nossa vitória ou a justeza da mesma.
Garay, Gaitán e Lima são os destaques maiores da nossa equipa. O primeiro continua praticamente sem cometer um erro. É quase intransponível no um para um, e ainda parece aparecer em todo o lado para fazer cortes incríveis ou compensar falhas dos colegas. O segundo confirmou neste jogo as boas indicações que tinha deixado a meio da semana, contra o Aves, e ajudou a decidir o jogo com pormenores de classe: um golo incrível e um grande passe para outro. O terceiro foi decisivo para a melhoria do jogo do Benfica na segunda parte, tendo marcado um grande golo que sentenciou o vencedor.
Mais uma vez o Benfica soube tornar fácil um desafio que se previa complicado. A nossa equipa está a jogar com muita confiança, e vai chegar ao importante jogo do próximo fim-de-semana num pico de forma. Basta-nos agora manter as coisas simples e continuar a fazer aquilo que sabemos. Confio muito no nosso valor.
A.VISEU -1 S.J.VER -1 - BOLAS PARADAS
Ac. Viseu FC 1 - 1 SC S. João Ver
As malditas das bolas paradas...
Estádio do Fontelo, 6 de Janeiro de 2013
14ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Carlos Dias (Porto)
Ac. Viseu: Nuno Ricardo; Marco Almeida (Tiago Gonçalves, 65), Calico, Campinho e Rodolfo Simões; Ibraima, Bruno Loureiro e Johnny (Kifuta, 66); Luisinho, Zé Rui (Mauro Antunes, 81) e Hélder Rodrigues. Treinador: Joaquim Rodrigues
SJ Ver: Nuno Oliveira; Márcio, Xavier, João Pedro (Quim Zé, 82) e Vítor Hugo; Rui Silva, Cancela e Rui Lopes; Rúben Gomes (Maia, 75), Machadinho (Amílcar, 15) e Ricardo Barros. Treinador: Jorge Lima.
Golo: Hélder Rodrigues 48 (1-0), Vítor Hugo 68 (1-1)
A equipa viseense entrou em campo de forma autoritária e dominante, mas com alguns elementos da equipa algo desconcentrados, que trouxe como consequência alguns passes mal executados. Com o decorrer do tempo os passes melhoraram e a qualidade de jogo academista acabou por colocar a defesa contrária em sentido, sem contudo criar grandes situações de golo.

A equipa de S. João de Ver, demonstrou ter a lição muito bem estudada, e só os mais desatentos terão ficado impressionados com a sua forma de jogar. Recordamos que a equipa de S.J.Ver tinha apenas menos 1 ponto que a equipa academista, e curiosamente tem mais pontos realizados fora do que em casa.
O académico a meio da primeira parte consegue finalmente assentar o seu jogo, ganha a batalha a meio campo, e começa a construir algumas jogadas de perigo, estando nesta altura em evidencia, Ibraima e Johny, contudo o ultimo passe, ou o cruzamento saiam sempre mal. Nesta altura faltava a magia de Helder, Luisinho e Zé Rui.
Curiosamente é por intermédio de Hélder Rodrigues, que numa das raras vezes que consegue deixar os seus adversários para trás, entra na área na zona frontal, e quando só tinha o guarda redes adversário pela frente remata ao lado, perdendo a melhor oportunidade da primeira parte do desafio.
Chegava o intervalo com o nulo no resultado a castigar a ineficácia dos homens mais adiantados do académico.
Na segunda parte, finalmente o académico vem decidido a pegar no jogo, e com os homens mais adiantados mais acertivos.
Foi sem grande surpresa que o académico se adiantou no marcador, cruzamento da esquerda do ataque, a bola sobra para Hélder, que na linha de grande área, chuta com a bola a bater num defesa contrário e a entrar na baliza adversária. Finalmente respirava-se de alivio no Fontelo.
O académico fazia por merecer a vantagem, e a equipa de S. J. de Ver nesta altura não criava qualquer jogada de perigo, espreitando sempre que podia um tímido contra ataque.
Foi nesta altura que se temeu o pior... a equipa adversária conquista alguns pontapés de canto, e pairava no Fontelo o receio causado por uma das grandes lacunas desta equipa... as bolas paradas.
Num desses pontapés de canto, a bola cai enrolada no centro da grande área, um molhe de jogadores sobre a bola, o árbitro apita, temeu-se o pior naqueles 2 segundos, mas afinal o árbitro apitava falta atacante.
Poucos minutos depois novo pontapé de canto, a bola é desviada no centro da área academista para o segundo poste onde aparece um adversário a empurrar a bola para as redes academistas.
Um filme já visto tantas vezes esta época.. e o Fontelo gelou e ficou incrédulo. O S. J. de Ver não tinha criado uma única oportunidade de golo, e tinha acabado de empatar o jogo.
Como um mal ás vezes não vem só, poucos minutos depois do golo forasteiro, acontece a lesão de Marco Almeida, que até estava a ajudar a empurrar o adversário para trás com as suas idas á linha e excelentes cruzamentos para a área.

Filipe Moreira, que percorreu as bancadas do Fontelo á procura da melhor forma de comunicar com os jogadores, decide nesta altura tirar Marco e Johny, e lança em campo Kifuta e Tiago.
Começa nesta altura o duelo da tarde entre Kifuta e o guarda redes adversário. Foram mais de uma mão cheia de grandes defesas a tirar o golo da cabeça, ou dos pés de Kifuta, alguma delas mesmo em cima da linha de golo.
A história da segunda parte resume-se a um jogo de sentido unico, 4 ou 5 oportunidades flagrantes de golo para o académico, o anti-jogo natural da equipa adversária a seguir ao golo do empate, e mais uma vez a ineficácia da defensiva academista a afastar as bolas da sua área.

Foram nitidamente dois pontos perdidos pela única equipa que fez por ganhar o jogo, e fica mais uma vez bem identificado os grandes problemas da equipa academista, a falta de um finalizador nato, e a necessidade de acabar com as "tremideiras" no setor defensivo academista.
Força Académico, nós acreditamos!
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
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