quinta-feira, 8 de novembro de 2012
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
BENFICA - 2 D.KIEV - 0 - CARDOSO
Dois golos de Cardozo e uma segunda parte de alto nível deram ao Benfica a primeira vitória nesta Liga dos Campeões (2-0). Diante do Spartak de Moscovo, o paraguaio saltou do banco e tornou-se protagonista numa noite só estragada pelo resultado de Glasgow.
Com as ambições de Champions presas por um fio, depois do empate pouco ambicioso de Glasgow e da derrota tão evitável de Moscovo, o Benfica agarrou a boia de salvação que tinha pela frente. A vitória sobre os russos mantém em aberto a esperança de chegar a 2013 ainda a competir na Europa. Fica por saber em qual das provas, uma interrogação que a proeza do Celtic diante do Barcelona veio acentuar. Mas essas são contas para fazer mais para a frente. Por enquanto, o essencial está feito, com a primeira vitória da temporada europeia. Uma vitória que tem o nome de Tacuara Cardozo gravado em altíssimo relevo.
O paraguaio não se limitou a marcar os dois golos que sentenciaram o jogo. Com 45 minutos quase perfeitos ¿ e este «quase» resulta do já habitual trauma dos penaltis - deu sentido e verticalidade a um jogo que o Benfica dominou praticamente desde o início, sem no entanto desatar os nós que o amarraram durante a primeira parte.
Não se sabe até que ponto o penalti flagrante sobre Garay, logo no primeiro minuto, a que o alemão Meyer fez vista grossa, poderia ter modificado esta história. Sabe-se, sim, que até à entrada de Cardozo o domínio encarnado foi relativamente estéril, com a dupla Lima-Rodrigo a sentir dificuldades de ligação e com Ola John apagado, deixando Melgarejo tornar-se contraponto solitário à dinâmica nem sempre lúcida de Salvio e Maxi na direita.
Os receios provocados por um meio-campo de recurso, esses, passaram cedo: Enzo Pérez, em grande forma, foi o complemento ideal para dar segurança a André Almeida, contido e seguro no papel de âncora. Só por uma vez o Spartak ameaçou a sério a baliza encarnada, mas aí valeu a atenção de Artur, outra personagem importante deste filme. Um filme que chegou ao intervalo com um punhado de meias oportunidades para o Benfica e a sensação gritante de que faltava uma referência fixa ao ataque encarnado.
Cardozo, sim, e Ola John também
Poucas vezes um jogo pediu de forma tão óbvia por um jogador. Menos óbvia foi a opção de Jesus, sacrificando um Rodrigo muito enérgico mas pouco preciso e mantendo o discreto Ola John em campo. O tempo deu-lhe razão: o holandês, contagiando pela presença de Cardozo no eixo, transfigurou-se na segunda parte e acabou por ficar ligado aos dois golos.
Antes, ainda houve tempo para Artur voltar a mostrar serviço, compensando perante Bilyaletdinov e Kiril Kombarov os espaços que o Spartak tentava explorar nas costas de Maxi. Mas os russos tinham já pela frente um Benfica diferente, mais concreto na zona de definição. Cardozo nãofoi o único responsável, mas foi omais óbvio. Coube-lhe iniciar o lance do 1-0, com uma abertura larga para Ola John. O holandês pareceu atrapalhar-se, mas recuperou o equilíbrio a tempo de lançar Melgarejo (55 m). O cruzamento para a cabeça de Cardozo selou a entente guarani e deu ao Benfica a sua primeira situação de vantagem nesta Champions.
À imagem de Ola John, mais confiante a cada novo lance, o Benfica passou a jogar com um sorriso nos lábios. O 2-0, fabricado pelo holandês e concluído pelo imparável Cardozo (69 m), era expressão justa para um jogo que parecia embalado para um final em apoteose. Mas coube a Cardozo, que estava decididamente em todas, arrefecer os ânimos conquistando e desperdiçando um penalti que deixou o Spartak com um homem a menos. Se o terceiro tivesse chegado, estariam reunidas todas as condições para uma goleada. Como não veio, o jogo foi perdendo intensidade e interesse, com o Benfica a namorar as redes da baliza de Rebrov, mas pelo lado de fora, e a controlar as operações até final, de forma menos vistosa.
Com as ambições de Champions presas por um fio, depois do empate pouco ambicioso de Glasgow e da derrota tão evitável de Moscovo, o Benfica agarrou a boia de salvação que tinha pela frente. A vitória sobre os russos mantém em aberto a esperança de chegar a 2013 ainda a competir na Europa. Fica por saber em qual das provas, uma interrogação que a proeza do Celtic diante do Barcelona veio acentuar. Mas essas são contas para fazer mais para a frente. Por enquanto, o essencial está feito, com a primeira vitória da temporada europeia. Uma vitória que tem o nome de Tacuara Cardozo gravado em altíssimo relevo.
O paraguaio não se limitou a marcar os dois golos que sentenciaram o jogo. Com 45 minutos quase perfeitos ¿ e este «quase» resulta do já habitual trauma dos penaltis - deu sentido e verticalidade a um jogo que o Benfica dominou praticamente desde o início, sem no entanto desatar os nós que o amarraram durante a primeira parte.
Não se sabe até que ponto o penalti flagrante sobre Garay, logo no primeiro minuto, a que o alemão Meyer fez vista grossa, poderia ter modificado esta história. Sabe-se, sim, que até à entrada de Cardozo o domínio encarnado foi relativamente estéril, com a dupla Lima-Rodrigo a sentir dificuldades de ligação e com Ola John apagado, deixando Melgarejo tornar-se contraponto solitário à dinâmica nem sempre lúcida de Salvio e Maxi na direita.
Os receios provocados por um meio-campo de recurso, esses, passaram cedo: Enzo Pérez, em grande forma, foi o complemento ideal para dar segurança a André Almeida, contido e seguro no papel de âncora. Só por uma vez o Spartak ameaçou a sério a baliza encarnada, mas aí valeu a atenção de Artur, outra personagem importante deste filme. Um filme que chegou ao intervalo com um punhado de meias oportunidades para o Benfica e a sensação gritante de que faltava uma referência fixa ao ataque encarnado.
Cardozo, sim, e Ola John também
Poucas vezes um jogo pediu de forma tão óbvia por um jogador. Menos óbvia foi a opção de Jesus, sacrificando um Rodrigo muito enérgico mas pouco preciso e mantendo o discreto Ola John em campo. O tempo deu-lhe razão: o holandês, contagiando pela presença de Cardozo no eixo, transfigurou-se na segunda parte e acabou por ficar ligado aos dois golos.
Antes, ainda houve tempo para Artur voltar a mostrar serviço, compensando perante Bilyaletdinov e Kiril Kombarov os espaços que o Spartak tentava explorar nas costas de Maxi. Mas os russos tinham já pela frente um Benfica diferente, mais concreto na zona de definição. Cardozo nãofoi o único responsável, mas foi omais óbvio. Coube-lhe iniciar o lance do 1-0, com uma abertura larga para Ola John. O holandês pareceu atrapalhar-se, mas recuperou o equilíbrio a tempo de lançar Melgarejo (55 m). O cruzamento para a cabeça de Cardozo selou a entente guarani e deu ao Benfica a sua primeira situação de vantagem nesta Champions.
À imagem de Ola John, mais confiante a cada novo lance, o Benfica passou a jogar com um sorriso nos lábios. O 2-0, fabricado pelo holandês e concluído pelo imparável Cardozo (69 m), era expressão justa para um jogo que parecia embalado para um final em apoteose. Mas coube a Cardozo, que estava decididamente em todas, arrefecer os ânimos conquistando e desperdiçando um penalti que deixou o Spartak com um homem a menos. Se o terceiro tivesse chegado, estariam reunidas todas as condições para uma goleada. Como não veio, o jogo foi perdendo intensidade e interesse, com o Benfica a namorar as redes da baliza de Rebrov, mas pelo lado de fora, e a controlar as operações até final, de forma menos vistosa.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
OS MEU CLUBES

| Nome | Futbol Club Barcelona |
| Alcunhas | Barça Blaugrana Més que un club |
| Mascote | Avi del Barça |
| Fundação | 29 de novembro de 1899 (112 anos) |
| Estádio | Camp Nou |
| Capacidade | 99.356[1] |
| Localização | Barcelona, Catalunha, |
| Presidente | |
| Treinador | |
| Patrocinador | |
| Material esportivo | |
| Competição (Futebol) | |
| Divisão | La Liga |
| Website | fcbarcelona.cat |
O Futbol Club Barcelona é um clube espanhol da cidade de Barcelona, Catalunha. Também conhecido como Barcelona ou Barça.
Os torcedores do clube são conhecidos como culés. Em 2010, uma pesquisa realizada pela empresa alemã Sport+Markt concluiu que a torcida do Barcelona é a maior da Europa, contando com cerca de 57,8 milhões de pessoas.[4] O Barcelona foi o primeiro clube espanhol a ganhar na mesma temporada o triplete, composto da Liga dos Campeões, da Copa do Rei da Espanha e da La Liga. [5] O Barcelona é uma das marcas mais conhecidas do planeta.[6]
O Barcelona é fortemente identificado com a região catalã, da qual se proclamou como símbolo. Suas partidas são consideradas até como evento turístico para os forasteiros e rotineiramente locais de demonstração do nacionalismo - e separatismo - catalão. O depoimento um de seus mais famosos torcedores, o tenor Josep Carreras, convidado para cantar na festa de centenário do time, em 1999, exprime bem tal ideia: "Ser torcedor do Barça vai além do puramente esportivo. É o sentimento de raízes, de valores e de uma identidade de país: a Catalunha".[6] Outras expressões icônicas locais são a faixa de capitão do time, que normalmente reproduz a bandeira da Catalunha, e o lema més que un club, adotado em 1968.[6] Apesar disso, é o clube que mais cedeu jogadores à Seleção Espanhola de Futebol.[7]
A cidade de Barcelona é um caso raro de metrópole com dois clubes de futebol não-equiparados: enquanto o Barça, como é também conhecido, soma 21 títulos na Liga Espanhola, 25 Taças do Rei, 4 Ligas dos Campeões e 2 títulos noMundial de Clubes da FIFA, o outro time da cidade, o Espanyol, tem como títulos de expressão apenas 4 Taças do Rei. Tal desigualdade é um dos fatores que fazem os blaugranas sentirem maior rivalidade com um time de outra cidade, oReal Madrid, com quem divide a hegemonia no futebol espanhol. O sentimento é recíproco, com os blancos detestando mais ao Barcelona do que ao rival citadino, o Atlético de Madrid. A rivalidade entre Barça e Real é considerada uma das maiores do mundo.
O Barcelona, o seu arquirrival Real Madrid e o Athletic Bilbao são os únicos times espanhóis que jamais foram rebaixados à Segunda Divisão Espanhola. Por muito tempo também, o clube orgulhou-se de ser talvez o único time gigante no mundo a não utilizar logomarcas de patrocinadores em suas camisas de futebol; apenas em 2006 um logo passou a ser colocado na parte abdominal das blusas, e ainda assim demonstrando boas causas: o clube paga, ao invés de receber, para estampar o emblema da Unicef. A partir da temporada 2011/12, pelas dificuldades financeiras,[8] a tradição vai dar lugar ao maior contrato de patrocínio da história do futebol, em que o Barça receberá 30 milhões de euros anualmente por cinco anos para exibir, juntamente com a da Unicef, a marca da Qatar Foundation.[9]
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| LEIA |
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
A.VISEU - 1 SOUSENSE - 0 - JUSTA
Estádio do Fontelo, 4 de novembro de 2012
7ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Ricardo Moreira (Vila Real)
Ac. Viseu: Nuno; Marco Almeida, Calico, Tiago Gonçalves e Rodolfo Simões; Ibraima, Bruno Loureiro e Rui Santos (David Nunez, 77); Luisinho (Zé Rui, 67), Hélder Rodrigues e Pedro Ribeiro (Casal, 84). Treinador: Carlos Agostinho.
Sousense: Fábio; Daniel, Bruno Cunha, Salvador e Vítor Hugo; Paulo Freixo (João, 86), Paulinho e Telmo (Marcos, int); Filipe Cândido (Chico, 57), Ângelo e Tiago Silva. Treinador: Paulo Meneses
Golo: Bruno Loureiro 39 (1-0)
Depois da pesada derrota nos Açores, 72h volvidas o Académico tinha um teste complicado frente a uma formação extremamente equilibrada, como demonstrou esta tarde o Sousense. Os forasteiros mostraram desde o primeiro minuto o porquê de já terem empatado em Touriz e Coimbrões. Fortes a defender e combativos no meio-campo. E daí se explicar o equilíbrio do desafio, levando a incerteza do resultado até ao minuto 94, sucedendo ocasiões tanto para uma como para outra equipa. O golo academista surgiria ainda na 1ª parte, com um remate magnífico de Bruno Loureiro, à entrada da área, depois dum lance algo confuso na área do Sousense, o médio-centro academista não perdoou e resolveu mesmo a partida. No 2º tempo, assistiu-se a um Académico fortíssimo a atacar, mas que desperdiçou demasiadas ocasiões de golo. Evidência disso, foi um lance onde o ataque academista teve 4 remates de golo na mesma jogada, mas nenhum deles entrou. Na resposta, o Sousense tornava-se algo perigoso, mas teve um adversário à altura, Nuno Oliveira. O guardião academista fez pelo menos duas defesas fundamentais para que o desfecho do encontro fosse favorável aos viseenses. Aliás toda a defensiva academista esteve impecável esta tarde.
Resultado muito importante para a nossa equipa, que após os empates de Coimbrões e Cinfães, está a somente 2 pontos da liderança, onde se encontram agora 5 equipas: Cinfães, Coimbrões, BCBranco, Anadia e Operário. O Ac.Viseu vem logo a seguir na 6ª posição, somando agora 11 pontos na prova. Na próxima jornada, o Académico desloca-se a um campo habitualmente complicado, Bustelo, que foi vencer esta jornada ao terreno do Tocha. Parabéns equipa!
domingo, 4 de novembro de 2012
A.VISEU - LEVANTA A CABEÇA FORÇA EU VOU LÁ ESTAR
O ULTIMO JOGO EM ATRASO NOS AÇORES
C. Operário D. 4-0 Ac. Viseu FC
Campo João Gualberto Borges Arruda, 1 de novembro de 2012
2ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: João Mendes (Santarém)
Operário: João Botelho; Nelo, Pedro Tavares, Tó Miguel e Lino; João Peixoto, Dani (Paz Ferreira, 86) e Carlos Mota; Hélder Arruda (Edi, 75), Forbes e Evandro. Treinador: Francisco Agatão.
Ac. Viseu: Nuno; Marco Almeida, Calico, Tiago Gonçalves e Rodolfo Simões; Campinho, Ibraima e Bruno Loureiro (Rui Santos, int); Hélder Rodrigues, Luisinho (Zé Rui, 60) e Luís Cardoso (David Nunez, int). Treinador: Carlos Agostinho.
Golos: Dani 24 (1-0), Forbes 54 (2-0), Edi 76 (3-0), Forbes 80 (4-0)
As viagens aos Açores continuam a não correr bem e desta vez o Académico até foi goleado. Foi um mau jogo dos academistas.
Em relação ao jogo de Castelo Branco saíram da equipa Rui Santos e Pedro Ribeiro entrando na equipa Campinho (para trinco) e também Luís Cardoso. A primeira parte foi de sentido único, com o Académico muito encolhido, e foi sem surpresa que a equipa do Operário chegou ao golo.
No início da segunda parte entraram Rui Santos e David Nunez saindo Bruno Loureiro e Luís Cardoso. A intenção era chegar mais vezes à baliza do Operário, mas o segundo golo do Operário quase que acabou com a reação academista. Para mal dos nossos pecados os açorianos ainda fizeram mais dois golos e venceram de forma mais fácil do que esperava.
Com este resultado o Académico baixou para o oitavo lugar, continua a 4 pontos da primeira posição e com 3 sobre a linha de água.
Domingo há mais, no Fontelo, com o Sousense.
BENFICA-3 V. GUIMARÃES - O - TRANQUILO
Calmo
Triunfo indiscutível e calmíssimo do Benfica sobre o Guimarães, num jogo em que mesmo sem ter que forçar muito - conforme convinha antes de um jogo para a Champions - a nossa superioridade nunca foi posta em causa.
A aposta de Barcelos no Luisinho e Ola John para o lado esquerdo manteve-se neste jogo, havendo apenas duas alterações: o Salvio no lugar do castigado Pérez e o regresso do Carlos Martins à competição, no lugar que contra o Gil Vicente tinha sido do André Gomes. O Benfica entrou forte no jogo, assumindo desde o apito inicial o domínio e remetendo o Guimarães para o seu meio campo - devem ter passado uns bons dez minutos até que o nosso adversário conseguisse sequer construir o que se pudesse chamar de uma jogada de ataque. O Benfica jogou a toda a largura do campo, com ambos os flancos muito activos, o que fez com que conseguíssemos diversos cruzamentos para a área, que no entanto não foram sendo aproveitados da melhor maneira. Sempre que perdíamos a bola, esta era recuperada muito rapidamente, cabendo depois quase sempre ao Carlos Martins o papel de fazer começar a construir as saídas para o ataque e fazer a distribuição de jogo. Julgo que o facto do Guimarães ser quase inofensivo terá mesmo levado a nossa equipa a abrandar um pouco o ritmo de jogo depois dos primeiros minutos de maior fulgor, como que ciente que seria apenas uma questão de tempo até que os golos surgissem. Podíamos ter sofrido um dissabor à meia hora de jogo, quando com o resultado ainda em branco o Guimarães dispôs da primeira (que acabou por ser a única) oportunidade de golo do jogo, mas valeu-nos o Artur, que defendeu o remate do isolado Toscano. Cinco minutos depois o Ola John tirou um cruzamento certeiro a partir da esquerda, que permitiu ao Cardozo colocar a bola de cabeça junto ao poste mais distante, sem ter sequer de tirar os pés do chão. Antes do intervalo acabámos por sofrer um contratempo, com a lesão do Carlos 'Porcelana' Martins a forçar a sua substituição pelo André Gomes. Esperemos que não tenha que ficar muito tempo parado.
A nossa tarefa ficou ainda mais facilitada no segundo tempo, pois logo no reinício o Cardozo não desperdiçou a oportunidade para fazer o segundo golo, após um penálti cometido sobre o Salvio. Sempre com grande tranquilidade e com o Artur a ser um mero espectador, o Benfica continuou a controlar e a gerir o jogo, deixando sempre a sensação de que o resultado não ficaria por ali, e que se quisesse acelerar um pouco mais os golos surgiriam naturalmente. O Cardozo esteve muito perto de fazer o hat trick, tendo um corte providencial de um defesa do Guimarães evitado que finalizasse (mais) uma boa jogada entre o Luisinho e o Ola John, mas no minuto seguinte foi ele quem, após tabela com o Lima, ofereceu ao colega de ataque a oportunidade para fuzilar a baliza do Guimarães e estrear-se a marcar na Luz. Estávamos no minuto sessenta e sete, e com este resultado no marcador a opção foi gerir o esforço, retirando-se do campo ambos os extremos, que tinham sido dos jogadores mais activos do jogo. Pouco mais haveria a assinalar, não fosse o vermelho directo ao André Gomes a dez minutos do final, num lance em que chega atrasado à bola e acaba por atingir o adversário com os pitons. Mesmo com o Benfica reduzido a dez, nunca o Guimarães conseguiu criar qualquer espécie de perigo, e creio que nem terá feito um único remate durante esse período.
Com dois golos e uma assistência, o Cardozo é evidentemente o homem do jogo. Bom jogo dos extremos, Salvio e Ola John, com o holandês a mostrar-se a um nível bem superior ao que se tinha visto em Barcelos. Gostei também do Garay e do Matic, e o Carlos Martins fez uma boa primeira parte, sendo uma pena a lesão. O Luisinho hoje esteve bem a atacar, mas revelou algumas fraquezas a defender, tendo mesmo cometido alguns erros que poderiam ter comprometido a equipa. O André Gomes esteve muito mais discreto do que nos jogos anteriores, terminando da pior maneira com a expulsão - no estádio até achei que poderia ter havido algum exagero da parte do árbitro, mas visto o lance em casa parece-me que a expulsão se aceita.
Em suma, nova vitória tranquila e folgada do Benfica no campeonato, ficando apenas a faltar mais um golo para mantermos oficialmente a liderança da tabela. O aspecto negativo foi a perda do André Gomes e, provavelmente, do Carlos Martins para a próxima jornada, e deste último para o decisivo jogo da Champions. Ainda assim, só temos uma opção: ganhar.
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
terça-feira, 30 de outubro de 2012
PUB
Kia Optima: 1995 Free Throws, 1997 Football
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segunda-feira, 29 de outubro de 2012
SC CASTELO BRANCO - 0 A.VISEU - 0 NULO
Académico não vai além do empate
SB Castelo Branco 0-0 Ac. Viseu FC
Estádio Municipal Vale do Romeiro, 28 de outubro de 2012
6ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Carlos Espadinha (Portalegre)
Benfica Castelo Branco: Fábio Mendes; André Cunha, Vasco Guerra, João Afonso e Delmiro (Tarzan); Patas, Gonçalo Guerra e Fábio Brito (Ricardo Sousa); Alvarinho, Rabaa. Treinador: Ricardo António.
Ac. Viseu: Nuno; Marco Almeida (Campinho), Calico, Tiago Gonçalves e Rodolfo Simões; Ibraima, Bruno Loureiro e Rui Santos (Zé Rui); Luisinho, Hélder Rodrigues e Pedro Ribeiro (David Nunez). Treinador: Carlos Agostinho.
O Académico de Viseu empatou ontem em Castelo Branco, num jogo bem disputado que poderia ter terminado com uma vitória para qualquer uma das equipas, já que ambas tiveram oportunidades boas para marcar. Pelo esforço demonstrado, o empate acaba por ser justo.
GIL VICENTE - 0 BENFICA - 3 - FOLGADO
Folgado
Uma grande primeira parte - onde jogámos talvez o melhor futebol até agora esta época - permitiu ao Benfica resolver cedo um jogo que se adivinhava complicado, num campo tradicionalmente difícil.
Surpresa no remodelado onze titular do Benfica. Face às várias indisponibilidades (Salvio, Gaitán, Aimar, Carlos Martins e Nolito), em vez de trocas e adaptações, três estreias absolutas na Liga: Luisinho, André Gomes e Ola John. O Enzo Pérez voltou para a ala (embora com muita liberdade para vir fechar ao meio) e coube ao André Gomes a posição no centro do campo, auxiliando o Matic. A entrada do Benfica foi de rompante: ainda não tinham decorrido dois minutos e já o Lima fazia o primeiro golo, depois de uma boa jogada em que o Pérez libertou o Maxi na direita para fazer o cruzamento. O golo madrugador deu confiança à nossa equipa, que não tirou o pé do acelerador. Exercendo uma pressão bastante alta que nos permitia recuperar várias vezes a bola ainda no meio campo adversário, continuámos a carregar e a ameaçar constantemente o golo, perante um Gil Vicente que nada conseguia produzir em termos atacantes. O desfecho natural foi mesmo o segundo golo, pouco antes da meia hora, em mais uma excelente jogada de ataque, que envolveu o Luisinho, o Pérez e o Lima, com o primeiro a surgir solto no interior da área para finalizar o cruzamento atrasado do último. Tudo feito de uma forma tão perfeita que até pareceu fácil. E o ponto final em qualquer dúvida que ainda houvesse sobre o desfecho do jogo, e a confirmação do domínio total do Benfica no jogo foi dado já em período de descontos, altura em que a insistência do miúdo André Gomes numa bola cruzada pelo Pérez que a defesa do Gil Vicente não soube afastar lhe permitiu assinalar nova estreia com um novo golo.
Com o jogo praticamente decidido, a segunda parte foi apenas para gerir o resultado sem grande esforço. Baixámos claramente o ritmo de jogo, e controlámos sem qualquer dificuldade. Mesmo assim, ainda voltámos a ameaçar aumentar a vantagem no marcador, com a maior dessas ocasiões a aparecer nos pés do Lima, que acabou por permitir a defesa ao guarda-redes quando estava isolado. Calculo que se a lógica imperasse, o Benfica acabasse mesmo por voltar a marcar, mas com vinte minutos para jogar o Pérez viu o segundo cartão amarelo e foi expulso, o que alterou um pouco o cenário. O Benfica recuou um pouco as linhas e atacou bastante menos. Por outro lado o Gil Vicente passou a ter mais tempo de posse de bola, mas foi incapaz de ameaçar seriamente a nossa baliza, pois o Benfica manteve a organização defensiva, abdicando de um dos avançados. Apenas por uma vez criaram algum perigo, quando na sequência de um canto o Artur foi obrigado a desviar a bola para a barra após uma espécie de cabeceamento de um jogador do Gil Vicente. De resto, jogo muito tranquilo, em que nem a inferioridade numérica se fez notar muito.
Bom jogo do Lima, e é com muito gosto que reconheço que estava completamente enganado sobre ele, pois na altura em que o contratámos não acreditava que pudesse vir acrescentar muito ao Benfica. Gostei também muito da exibição do Enzo Pérez (participou directamente nas jogadas dos três golos), que infelizmente teve a nódoa da expulsão, mas isso não apaga tudo aquilo que fez de bom. O Maxi fez, na minha opinião, o melhor jogo desta época. Quanto aos três estreantes, todos cumpriram as suas funções sem quaisquer problemas. Para mim o Luisinho foi quem mais se destacou dos três, pois esteve perfeito a defender e ainda auxiliou sempre o ataque, sendo recompensado com um golo, mas o André Gomes também esteve num bom nível, e o Ola John (Alan John, nas palavras do sempre sábio Freitas Lobo) já mostrou alguns dos pormenores que levaram à sua contratação.
Para além da exibição, hoje gostei da aposta ganha em jogadores menos utilizados. Talvez a resposta por eles dada ajude o Jesus a ter menos receio de voltar a fazê-lo quando ocasiões semelhantes se lhe apresentarem no futuro. Esta noite, o que ficou foi uma das exibições mais agradáveis da época e um resultado folgado num jogo que se previa difícil.
domingo, 28 de outubro de 2012
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
terça-feira, 23 de outubro de 2012
SPARTAK -2 BENFICA -1 - CONGELADOS
Benfica congelado de ideias.
O Benfica só acordou para o jogo na etapa complementar, e quando isso aconteceu já tinha deixado 45 minutos para trás e um resultado adverso de 2-1, que não se alterou até final.
Primeira parte
O Spartak entrava obrigado a vencer, depois das derrotas nas duas primeiras jornadas, e isso fez-se sentir na forma como os jogadores desta equipa entraram em campo. Habituados ao relvado sintético e ao frio que se faz sentir na capital moscovita, o Spartak não demorou portanto a aquecer.
Uma perda de bola de Matic originou um rápido contra-ataque que os moscovitas transformaram em golo logo aos três minutos, por Rafael Carioca.
O meio-campo encarnado não aparecia no jogo, e era o Spartak que surgia como dono e senhor da partida. Do banco, Jorge Jesus bem vociferava, mas as suas instruções perdiam-se antes de chegar ao terreno de jogo, face ao que se passava.

Aos 24 minutos, o Spartak poderia ter chegado aos 2-0, com Ari a atirar a bola à barra. Este era um Benfica irreconhecível, contra um endiabrado ataque russo. Tinha-se passado meia-hora e o jogo do Benfica era sofrível. Valeu o golo de Lima (33') pouco depois para travar o que se estava a passar em campo.
Estávamos perante o melhor período dos encarnados, mas que também não chegou para ficar. Uns minutos e já os russos dominavam novamente. Perto do intervalo veio o segundo golo da equipa de Unai Emery. Foi Jardel quem o apontou num lance infeliz, mas a pressão que era exercida pelo adversário acabou por fazer o Benfica errar.
Segunda parte
O treinador Jorge Jesus terá dito das boas aos seus jogadores e um dos seus “puxões de orelhas” estará relacionado com a pressão no meio campo. Uma batalha quase sempre perdida nos primeiros 45 minutos.
Recomeçou a segunda parte, e os jogadores encarnados pareciam sedentos de começar a inverter a tendência do jogo. Palmo a palmo, o Benfica foi ganhando terreno e encostando o adversário. Faltavam as oportunidades e a criatividade.

Depressa Jorge Jesus fez entrar Gaitán e Cardozo. Era preciso dar o tudo por tudo. O Benfica pressionava e muito. Mas não se via uma estratégia concertada, via-se um grande coração, muita vontade. Só que também era necessário pensar antes de agir e muitas vezes isso não aconteceu.
Acabou o resultado por não se alterar e o Benfica saiu de Moscovo com uma derrota. As coisas complicam-se para os encarnados nesta fase de grupos, pois ainda só somaram um ponto em três jogos e estão no último lugar.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012
sábado, 20 de outubro de 2012
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
TAÇA - FREAMUNDE - 0 BENFICA - 4
2+2
Dois golos em cada parte numa vitória natural e relativamente tranquila do Benfica sobre um Freamunde batalhador mas sem andamento para a equipa menos rodada que apresentámos hoje.
Muitas presenças menos habituais no onze desta noite, que incluiu Paulo Lopes, André Almeida, Luisinho, Sidnei e Carlos Martins. Na frente, a dupla Cardozo/Lima. Durante a primeira parte destacou-se a ala direita, com o Salvio e o André Almeida a terem bastante facilidade em entrar por esse lado para criar perigo. Também em bom plano esteve o Carlos Martins, nas funções de organizador de jogo. A resistência do Freamunde durou um quarto de hora, altura em que a bunda do Sidnei passou à frente da bola após um canto do lado esquerdo, e acabou por assistir o Lima para uma finalização simples. O Freamunde chegou poucas vezes à frente, mas das poucas vezes que o conseguiu fê-lo com perigo, permitindo ao Paulo Lopes assinalar a sua estreia oficial pelo Benfica com um punhado de boas intervenções. Na primeira parte foram duas as vezes em que evitou o golo ao adversário. Já mesmo a fechar o primeiro tempo, numa saída rápida para o ataque após um canto para o Freamunde, os nossos dois avançados combinaram bem entre eles e o Cardozo apareceu finalmente no jogo para fazer o segundo golo.
Na segunda parte a superioridade do Benfica foi ainda maior, pois o Freamunde pareceu ir perdendo capacidade física, sendo por isso previsível que o resultado se avolumasse. Com o Luisinho muito mais activo do que na primeira parte, foi dos pés dele que surgiu o cruzamento para o terceiro golo da noite, da autoria do Salvio. Com ainda meia hora para jogar, e o Freamunde já completamente fora do jogo (apenas uma asneira do Jardel, num mau atraso, lhes permitiu mais uma flagrante oportunidade de golo, com o Paulo Lopes a brilhar novamente), o Benfica pôde fazer a gestão do esforço, certamente já a pensar no jogo em Moscovo. O momento mais agradável foi a estreia oficial do André Gomes pela equipa principal, e foi com muita satisfação que o vi marcar o quarto golo do Benfica menos de dez minutos depois de ter entrado, matando no peito uma bola passada pelo Jardel para depois finalizar com calma. Nos quinze minutos que se jogaram até final a oposição foi quase inexistente, e foi apenas por acaso que o Benfica não voltou a marcar, pois criou oportunidades para isso.
Num jogo em que a superioridade do Benfica era esperada, e portanto as facilidades concedidas pelo adversário foram mais, os destaques foram aqueles que já mencionei, ou seja, Salvio, André Almeida (embora precise de melhorar os cruzamentos) e Carlos Martins na primeira parte, Luisinho na segunda, o Paulo Lopes sempre que foi chamado a intervir, e a estreia do André Gomes.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
A.VISEU-3 PAMPILHOSA -1 - SEGUNDA PARTE DE LUXO
Campeonato Nacional da 2ª Divisão – Zona Centro
5ª Jornada, 14 de outubro de 2012 –
Estádio do Fontelo – ViseuAc. Viseu-3; Pampilhosa-1
5ª Jornada, 14 de outubro de 2012 –
Estádio do Fontelo – ViseuAc. Viseu-3; Pampilhosa-1
O Ac.Viseu venceu esta tarde a formação do Pampilhosa por 3-1, depois de ao intervalo estar a perder por 0-1. Uma 2ª metade de luxo permitiu que os comandados de Carlos Agostinho dessem a volta à desvantagem, com destaque para o nosso mágico Rui Santos, autor de 2 golos.
O treinador academista voltou a mexer no onze, com o maior destaque para a entrada de Álvaro, e a saída de Campinho, voltando a ser formada a dupla de centrais da época passada. Assim alinharam esta tarde
Árbitro: Rui Patrício (Aveiro)
Ac. Viseu: Nuno; Marco Almeida, Calico, Tiago Gonçalves e Rodolfo Simões; Ibraima, Álvaro (Rui Santos, 27) e Bruno Loureiro; Luisinho (Luís Cardoso, 87), Hélder Rodrigues e David Nunez (Pedro Ribeiro, int).Treinador: Carlos Agostinho.
Pampilhosa: Eduardo, Galvão, Ricardo, Karnoto (Bandeira, 52), Leitão, Diogo André, Sarmento (Manuel, 65), Bruno Parente, Ivan, Issouf e Bernardo (Wilson, 58). Treinador: Fernando Niza.
Expulsão: Issouf (90+3)
Golos: Ivan 9 (0-1), Rui Santos 50 (1-1), Rui Santos 55 (2-1), Hélder Rodrigues 66 (3-1)
A verdade é que a 1ª parte não foi bem jogada. Os academistas não conseguiram impor o seu jogo, e só à passagem dos 20min. Hélder Rodrigues levou perigo à baliza de Eduardo, respondendo de cabeça a um cruzamento primoroso de Luisinho. Antes disso, o Pampilhosa já tinha inaugurado o marcador, num lance onde a defesa academista parou à espera do fora-de-jogo. Ivan, de cabeça não perdoou e fez “chapelada” a Nuno. O Académico não conseguia reagir com êxito, e nesse sentido o treinador academista, à passagem da meia hora, sacrificava Álvaro para fazer entrar o mágico Rui Santos - que viria a ser decisivo. No entanto nada se alteraria até ao intervalo. 0-1 para os forasteiros.
No 2º tempo tudo se alterou, a começar pelo setor ofensivo. Carlos Agostinho fazia entrar Pedro Ribeiro para o lugar de David Nunez, acertando a aposta inteiramente. O avançado foi peça-chave nesta reviravolta. Veio claramente desbloquear o acerto defensivo forasteiro demonstrado no 1º tempo. O empate surgiu logo aos 50min. numa das várias jogadas do lado direito do ataque academista, a bola sobra para Rui Santos que à entrada da área, rematou sem hipóteses para a baliza de Eduardo. Estava estabelecida a igualdade no marcador, depois dum inicio de 2ª parte verdadeiramente sufocante por parte do Académico. Os viseenses não tiravam o pé do acelerador, e pouco depois, num golo idêntico, novamente o mágico RS10 fazia o 2-1, para gáudio de todos os presentes no Fontelo – o Académico jogava a um nível verdadeiramente supersónico. O 3º golo surgiu aos 66min. por Hélder Rodrigues, aproveitando um mau atraso do defesa do Pampilhosa, isolou-se e picou com classe a bola sobre o GR adversário, fazendo desta forma o resultado final 3-1, que até poderia ter sido mais dilatado, face ao poderio ofensivo demonstrado nos segundos 45min. Isto é Académico! Parabéns equipa!
Uma vitória inteiramente justa, que permite ao Ac.Viseu saltar para a 7ª posição da tabela classificativa, com 7 pontos. Os líderes Cinfães e Coimbrões estão a meros 4 pontos, com os academistas a terem ainda o jogo com o Operário em atraso.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
terça-feira, 9 de outubro de 2012
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
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