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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
SPORTING - 1 BENFICA -2 - LÓGICA
Lógica
E no final a lógica imperou. A equipa de futebol venceu o grupo de jogadores da bola que foi lançado ao quase pelado de Alvalade, tendo no entanto sido necessário um golo do adversário para que despertássemos da quase sobranceria com que abordámos a primeira fase do jogo.
Sem o Luisão jogou o Jardel, e sem o Enzo jogou o André Gomes. Se o 'menino' jogou a titular em Camp Nou sem quaisquer problemas, nenhum motivo para recear fazer o mesmo esta noite. Os primeiros minutos do jogo pareciam indicar que o Benfica quereria aproveitar da melhor forma o momento frágil do Sporting, e impor o seu jogo logo de início. Mas a verdade é que após uns primeiros dez minutos promissores, o Benfica pareceu algo sobranceiro e foi deixando o Sporting foi ganhar confiança e crescer no jogo, superiorizando-se na luta do meio campo e tentando quase sempre aproveitar o Capel para explorar o adiantamento do Maxi no terreno. E foi mesmo por aí que o Sporting chegou ao golo, numa grande finalização do Wolfswinkel, que conseguiu antecipar-se ao Garay e rematar de primeira de pé esquerdo, precisamente à meia hora de jogo. Só depois do golo o Benfica pareceu espevitar - ou isso, ou o Sporting achou que já tinha feito o suficiente e que daí para a frente só tinha era que defender a vantagem alcançada. A verdade é que o nosso adversário praticamente não voltou ao jogo a seguir ao golo, enquanto que o Benfica começou a dominar e finalmente a criar ocasiões de golo. Desperdiçámos pelo menos um par delas para chegar ao empate antes do intervalo, pelo Lima e pelo Cardozo, mas apesar da desvantagem no final da primeira parte, pareceu-me mais ou menos claro que o nosso adversário tremia sempre que era mais pressionado, e que se o jogo continuasse com a mesma tendência os golos do Benfica acabariam por surgir. O problema maior do Benfica durante esta primeira parte parecia ser a ausência de um jogador capaz de organizar o jogo ofensivo da equipa, e de transportar a bola pelo centro nas saídas para o ataque - esse papel acabou por cair sobre o Matic diversas vezes, e não parece sensato exigirmos tanto dele, tendo em conta que as tarefas principais dele são os equilíbrios defensivos e a recuperação da bola.
E continuou mesmo. O Benfica procurava o golo com maior insistência, tinha muito mais bola, e o jogo disputava-se quase em exclusivo no meio campo do nosso adversário, que revelava enorme dificuldade para construir jogadas de ataque - na maior parte das vezes, quando recuperava a bola limitava-se a chutá-la para a frente, na esperança que o Capel ou o Wolfswinkel a conseguissem captar e fazer alguma coisa. Mesmo assim, numa das raríssimas ocasiões em que chegaram à frente, conseguiram criar uma grande oportunidade para marcar, valendo-nos a defesa do Artur frente ao isolado Elias. Pressentia-se que um golo do Benfica poderia fazer desmoronar o Sporting como um castelo de cartas, e ainda antes de finalizado o primeiro quarto de hora isso aconteceu mesmo. Depois de um excelente cruzamento do Ola John na esquerda, o Cardozo ainda conseguiu cabecear de forma atabalhoada mesmo tendo sido abalroado por um adversário, e de alguma forma o excelente Rojo, que o Sporting fez o favor de orgulhosamente no-lo roubar, meteu a bola dentro da própria baliza. A partir daqui então só deu mesmo Benfica. A última meia hora de jogo foi de ataques constantes da nossa parte, e chutos para a frente da parte do Sporting, com uma excepção num bom remate do Insúa que levou a bola ao ferro. O Benfica também acertou no poste, poucos minutos após o golo do empate, num cabeceamento do Garay. Os nossos dois extremos, Salvio e Ola John, subiram muito de produção da primeira para a segunda parte, e as subidas dos nossos laterais não eram sequer acompanhadas pelos adversários directos. Pelo meio, apesar da teórica superioridade numérica do adversário, eram o Matic e o André Gomes quem controlavam e dispunham de cada vez mais espaço. O segundo golo era uma inevitabilidade, e a dez minutos do fim apareceu, depois de um penálti evidente por corte do Boulahrouz com a mão de um remate do Salvio que daria golo. O Cardozo com muita calma esperou que o Patrício caísse para um lado e atirou a bola para o outro, e toda a gente percebeu que, apesar do tempo que ainda faltava jogar, o vencedor estava encontrado, e que se o resultado mudasse só poderia ser com mais golos do Benfica. E como se não bastasse o golo sofrido e a expulsão, o Sporting ainda levou logo de seguida com a entrada inspirada do Gaitán, que até final infernizou a vida do jovem central inglês adaptado a lateral direito, e de todos os que lhe sairam ao caminho. Um livre por mais uma falta cometida por ele proporcionou ao Salvio a oportunidade de cruzar para o cabeceamento vitorioso do Cardozo, a cinco minutos do final.Game over.
Homem do jogo: Cardozo. O paraguaio tem o bom hábito de marcar no derby, fazendo do Sporting uma das suas vítimas predilectas. Hoje marcou dois e bem podia ter saído do batatal de Alvalade com um hat trick, ficando ainda directamente ligado ao outro golo do Benfica. André Gomes mais uma vez a mostrar que para ele tanto faz se o adversário se chama Barcelona, Freamunde ou Sporting (hoje em dia é verdade que a diferença entre os dois últimos é mínima): joga sempre no mesmo registo, de uma forma sóbria e segura. Matic sempre importante, Lima excelente (merecia um golo) e o Salvio teve uma segunda parte muito melhor do que a primeira, onde terá sido um dos mais fracos. O Jardel também melhorou muito da primeira para a segunda parte, tendo acertado com a marcação ao Wolfswinkel e jogando quase sempre em antecipação.
O Benfica foi quase masoquista neste jogo, obrigando-se a sofrer para depois mostrar a sua superioridade. Ou, por outro prisma, foi sádico: deixou que o Sporting, durante alguns minutos, pensasse que seria possível vencer um jogo contra uma equipa que lhe é manifestamente superior, para depois destroçar-lhes essa ilusão. O mais importante é que a esperada vitória foi conquistada. Mesmo sem Luisão, Aimar, Pérez ou Carlos Martins. E se outros faltarem, neste momento tenho confiança que nem isso fará abanar esta equipa.
P.S.- Fiquei surpreendido pela qualidade da arbitragem do Marco Ferreira neste jogo. Muito melhor do que aquilo a que internacionais como Proenças e quejandos me têm habituado.
P.P.S.- O Benfica utilizou mais portugueses neste jogo do que o Sporting.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
CINFÃES - 1 A. VISEU - 0 - MARCAR PASSO
CD Cinfães 1-0 Ac. Viseu FC
Estádio Municipal Cerveira Pinto, 9 de dezembro de 2012
10ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Rui Fernandes (Viana do Castelo)
Cinfães: Pedro Trigueira; Eduardo, Hélio, Joel e Luís Carvalho; Miguel Moreira, Rúben e Serra (Fabrício, 90+3); Gomes (Carlitos, 83), Diogo Torres e Luís Carlos (Vítor Silva, 66). Treinador: Flávio das Neves.
Ac. Viseu: Nuno Ricardo; Marco Almeida, Calico (Tiago Gonçalves, 66), Campinho e Rodolfo Simões; Ibraima, Bruno Loureiro e Luisinho (Kifuta, 59); Hélder Rodrigues, Zé Rui e David Nunez (Johnny, 73). Treinador: Filipe Moreira.
Golo: Serra 55 (1-0)
Tarde fria, em Cinfães, embora com tempo seco. Seca foi também, uma vez mais, a concretização do Académico, pois assistimos ao 5º jogo, sem qualquer golo marcado, em campo alheio.1ª parte equilibrada, com poucas ocasiões de golo para ambos os lados, sendo no entanto, a mais flagrante por banda do Académico, com o nosso avançado, não sei ao certo qual a rematar para golo, mas por manifesta infelicidade para nós e felicidade para o Cinfães, a bola ressalta num defesa e sai ao lado da baliza. Grande, grande ocasião para o Académico, a melhor de todo o jogo, e que poderia ter ditado outro desfecho para a partida.
O Cinfães líder desta série, nesta altura, apresentou-se perante o seu público (em bom número), algo receoso do poderio do Académico, mas sempre muito rápidos sobre a bola os seus jogadores foram equilibrando as operações, muito embora, se notasse que nas rápidas jogadas de taque o Académico produzia futebol de melhor qualidade.
Durante toda a 1ª parte o equilíbrio foi a nota dominante e ao intervalo o empate justificava-se plenamente.
Filipe Moreira tinha no banco de suplentes dois reforços, Kifuta e Johnny, que acabariam, ambos por entrar, no decorrer da 2ª parte.
Sou sincero, e esperava que hoje o Académico marcasse pelo menos um golo, e se é verdade que na 1ª parte há aquela grande, grande ocasião, na 2ª parte quando o Académico sofre o golo, ainda no 1º quarto de hora, num lance que só acontece a quem lá está, e de fora parece tudo muito fácil, mas lá dentro é bem mais complicado, ainda assim, nós Académico, temos sempre pouca sorte com estes lances, pois falhamos uma vez e dá logo golo! Que raio!
Mas o golo aconteceu e esperava-se uma reacção pronta do Académico. Filipe Moreira faz entrar, 1º Kifuta e depois Johnny, e se é verdade que o Académico assumiu o controlo do jogo e foi a equipa mais pressionante, também é verdade que não conseguiu criar lances de verdadeiro perigo de forma a poder inverter o rumo dos acontecimentos. Kifuta, ainda a precisar de tempo para se entrosar com a equipa, não conseguiu trazer aquilo que Filipe Moreira esperaria. Jonnhy, entrou bem, muito bem, não falhou um único passe, trouxe dinâmica ao ataque do Académico, mas o jogo estava difícil, muito difícil, o tempo escasseava e temia-se que o pior pudesse acontecer, que era o Académico não marcar e acabar por perder um jogo, em que o resultado mais justo seria um empate, mas a haver um vencedor, como houve, temos que aceitar que tenha sido o Cinfães. O golo acontece, numa altura em que o Cinfães já nada fazia para o merecer, mas marcou e o futebol nestas coisas é implacável!
Foi, portanto, um jogo intenso, com bom ambiente, com respeito entre todos os intervenientes no jogo, e entre os adeptos de ambas as equipas. Pena foi portanto o resultado, não ter sido aquele que pretendíamos.
Está jogado um terço do campeonato, 10 jornadas, e o nosso atraso é substancial para 2 equipas, mas toso, em meu entender está ainda, em aberto, e tudo se irá decidir, no último terço do Campeonato, mas para isso temos de encarar os próximos jogos, com o mesmo empenho, a mesma atitude, o mesmo querer, deste jogo, em que nada há a apontar aos jogadores em termos de capacidade de trabalho e sofrimento, mas temos de construir e criar mais oportunidades de golo, ser mais consequentes nas excelentes arrancas de Zé Rui que depois não dão os devidos frutos, ou porque o cruzamento sai demasiado para o guarda-redes, ou por isto ou por aquilo.
Luízinho e Hélder, hoje, também não estiveram nos seus melhores dias e as coisas não lhes correram como de costume e como eles gostariam.
A equipa vê-se que tem qualidade, que é competitiva, que é capaz de discutir qualquer jogo, mas ainda não consegue ser constante ao longo dos 90 minutos do jogo, e hoje, especialmente após o golo sofrido, denotou alguma quebra de confiança e passou por um período de menor acerto. A Equipa ainda está em construção e precisa de uma vitória em casa e outra fora, 2 seguidas para de uma vez por todas, acabar com a malapata, que já chateia, de não conseguir marcar fora. Somos a única equipa nessa situação!
Hoje, há que dizê-lo, no entanto, que o adversário era muito difícil, e não seria fácil marcar no seu campo, ainda assim tivemos um estrondosa oportunidade para o conseguir, mas não conseguimos!

Eu acredito, nesta equipa, nos seus jogadores e nos seus treinadores, e a única forma que os Academistas (os verdadeiros) têm de ajudar, é comparecer, em força, no Domingo, no Fontelo, para tentarmos mais uma vitória e desta forma aproximarmo-nos dos lugares lá do cimo!
O Campeonato é longo, o equilíbrio é grande e com o entrosamento dos novos jogadores que agora chegaram, o plantel fica mais rico, com mais soluções e é preciso que ninguém olhe para o seu companheiro como alguém que lhe pode tirar o lugar, mas antes como alguém que pode ajudar o grupo e que por isso mesmo também precisa de ser ajudado na sua integração!
Se todos rumarmos no mesmo sentido, todos vamos fazer um a Académico mais forte e com isso todos ficaremos a ganhar!
Nunca esquecer que somos uma equipa e é como tal que nos temos de apresentar em todos os jogos! É isso que temos visto, em campo, e é certamente isso que irá continuar a acontecer.
Calico saiu lesionado, esperemos que não seja nada de grave!
Os adeptos do Académico acorreram em razoável número, a claque compareceu e esteve sempre muito bem, no apoio à equipa.
A equipa soube retribuir o apoio e agradeceu no final do jogo, embora houvesse tristeza pelo resultado, mas as vitórias começam a construir-se na aprendizagem com as derrotas.
Arbitragem em excelente nível, embora, sou sincero, desconfiei quando indicaram um árbitro de Viana do Castelo, pois não há tradição de grande futebol, por essas bandas, no entanto, esteve há altura do jogo, ele e os seus auxiliares, fazendo um trabalho exemplar, sem qualquer contestação de uma ou outra equipa.

Hoje, há que dizê-lo, no entanto, que o adversário era muito difícil, e não seria fácil marcar no seu campo, ainda assim tivemos um estrondosa oportunidade para o conseguir, mas não conseguimos!

Eu acredito, nesta equipa, nos seus jogadores e nos seus treinadores, e a única forma que os Academistas (os verdadeiros) têm de ajudar, é comparecer, em força, no Domingo, no Fontelo, para tentarmos mais uma vitória e desta forma aproximarmo-nos dos lugares lá do cimo!
O Campeonato é longo, o equilíbrio é grande e com o entrosamento dos novos jogadores que agora chegaram, o plantel fica mais rico, com mais soluções e é preciso que ninguém olhe para o seu companheiro como alguém que lhe pode tirar o lugar, mas antes como alguém que pode ajudar o grupo e que por isso mesmo também precisa de ser ajudado na sua integração!
Se todos rumarmos no mesmo sentido, todos vamos fazer um a Académico mais forte e com isso todos ficaremos a ganhar!
Nunca esquecer que somos uma equipa e é como tal que nos temos de apresentar em todos os jogos! É isso que temos visto, em campo, e é certamente isso que irá continuar a acontecer.
Calico saiu lesionado, esperemos que não seja nada de grave!
Os adeptos do Académico acorreram em razoável número, a claque compareceu e esteve sempre muito bem, no apoio à equipa.
A equipa soube retribuir o apoio e agradeceu no final do jogo, embora houvesse tristeza pelo resultado, mas as vitórias começam a construir-se na aprendizagem com as derrotas.
Arbitragem em excelente nível, embora, sou sincero, desconfiei quando indicaram um árbitro de Viana do Castelo, pois não há tradição de grande futebol, por essas bandas, no entanto, esteve há altura do jogo, ele e os seus auxiliares, fazendo um trabalho exemplar, sem qualquer contestação de uma ou outra equipa.

domingo, 9 de dezembro de 2012
sábado, 8 de dezembro de 2012
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
PRESSE
Verdadeiro exemplo de Fair Play
O lance ocorreu em 2003, num jogo entre as seleções da Dinamarca e do Irã. Um jogador do Irã acabou colocando a mão na bola dentro da área por achar que a jogada estava parada. Infelizmente, ele se enganou e o árbitro apitou pênalti. No entanto, uma decisão do treinador da Dinamarca foi fundamental para acabar com a confusão.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
BARCELONA - 0 BENFICA - 0 - PENA
Pouca pontaria "dá" Liga Europa ao Benfica
O Benfica esteve perto da vitória, mas o empate acabou por não ser suficiente para apurar a equipa. Os encarnados caem assim para a Liga Europa.
O Benfica conseguiu esta noite um empate (0-0) histórico diante do Barcelona, mas insuficiente para conseguir fazer história em Camp Nou. Os encarnados despediram-se assim da Liga dos Campeões após o triunfo (2-1) do Celtic sobre o Spartak Moscovo e vão agora jogar a Liga Europa.
Uma entrada no jogo confiante, audaz e destemida deu o mote para a primeira parte de bom nível do Benfica em Camp Nou. Nos primeiros 45 minutos os encarnados perdiam naturalmente a luta pela posse de bola, mas ganhavam no duelo de ocasiões de golo. Só no marcador é que “essa vitória” ainda não se notava, face à ineficácia de Lima e Rodrigo no ataque. Aos 12’, o internacional sub-21 espanhol fugiu à defesa catalã e apenas com o guardião Pinto pela frente conseguiu atirar ao lado, deixando incrédulos os cerca de 2500 adeptos encarnados.
Apesar dos “remendos” impostos pelas ausências de Salvio, Enzo Pérez, Carlos Martins e Aimar, Jorge Jesus montou uma equipa disposta a vencer e a livrar-se do peso ditado pelo resultado do Celtic.
Perante uma versão de ‘cantera’ do Barcelona – com os jovens Montoya, Sergi Roberto, Planas, Rafinha, Tello e Thiago Alcântara -, os encarnados puderam dar outra réplica. Assim, Lima esteve muito perto do golo aos 20’ e 32’, com a bola a ir ao poste mesmo ao poste,e Ola John quase marcou aos 35’. O Benfica só se podia queixar de si mesmo por esta altura.
Em cima do intervalo os adeptos do Barcelona começaram a entoar o nome de Messi, chamando também pelo recorde de 85 golos de Gerd Müller que resiste desde 1972.
No segundo tempo, Nolito ainda assustou com um remate a rasar o poste (46’). Foi o fim da vida “fácil” que o Benfica tinha tido até então, com os catalães a controlar o jogo mas sem criar perigo. A equipa de Tito Vilanova subiu o ritmo e Tello começou a espalhar o perigo no flanco esquerdo do ataque. O cenário de mudança ficou completo com a entrada de Messi aos 58’.
O argentino recebeu a bola e logo Luisão deu uma entrada ‘dura’ a marcar posição. O estádio vibrava na expetativa de ver o histórico 85º golo em 2012 da ‘Pulga’, mas a pontaria hoje estava menos afinada e nem os livres surtiram efeito. O dia histórico ficou definitivamente adiado nos instantes finais, quando Messi se lesionou num lance com Artur e foi obrigado a abandonar o relvado.
Jorge Jesus já tinha lançado Cardozo, Bruno César e André Almeida, tentando segurar a equipa numa fase em que o empate chegava. Porém, o Celtic adiantou-se nos derradeiros minutos e baralhou os planos do técnico encarnado. Em desespero, Luisão era já o ponta de lança ao lado de Cardozo. Era o tudo por tudo, expondo a defesa aos contra-ataques catalães. Em cima do apito final, Maxi Pereira teve o apuramento nos pés, mas atirou por cima da baliza e caiu desesperado no relvado.
O esforço do Benfica acabou por sair sem prémio ‘milionário’ e os encarnados foram relegados para a Liga Europa, com Barcelona e Celtic a seguirem para os oitavos de final da Liga dos Campeões.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
A.VISEU
Apresentação do reforço: Johnny
Nome: Johnny Tailor Nascimento Morais
Data de nascimento: 13/05/1986
Naturalidade: Brasil
Posição: Médio/Avançado
Clube anterior: Vilaverdense
Foto: Viseu Desportivo
No último defeso falou-se, por várias vezes, que Johnny poderia ser reforço do Académico de Viseu. Não foi e seguiu para o Vilaverdense (II Norte) onde marcou um golo em 7 jogos (derrota caseira com o Famalicão, 1-2). A página oficial do melhor clube do mundo - o nosso - anunciou à pouco que Johnny é reforço academista.
Este brasileiro chegou a Portugal na época 2005/2006 para jogar no Vila Real que estava então na III Divisão. Continuou nas duas épocas seguintes em Trás-os-Montes nomeadamente no Mirandela (06/07) e no Alijoense (06/07) sempre na III Divisão. Começou a época 07/08 no Marítimo da Graciosa mas acabou-a no Benfica de Castelo Branco naquele que foi o seu primeiro contacto com a II Divisão. Na época de 08/09 o seu clube foi o Fornos de Algodres, jogou os dois jogos contra o Académico de Viseu e perdeu ambos. Iniciou a época 09/10 no Alcains (III Divisão) mas foi no nosso distrito que terminou essa mesma época jogando no Paivense. Seguiram-se duas épocas na Sampedrense (10/12) sendo que na época passada foi o homem golo da equipa de São Pedro do Sul e um dos grandes destaques da III Divisão (marcou um golo ao Académico).
Chega agora ao melhor clube do mundo. Bem-vindo!
Apresentação do reforço: Kifuta
Nome: Kifuta Kiala Makangu
Data de nascimento: 08/01/1988
Naturalidade: Congo
Posição: Avançado
Foto: zerozero
Este avançado congolês iniciou a formação no Sporting Clube de Portugal completando essa formação no Estoril e Real de Massamá.
Em 05/06, ainda júnior, começou a atuar pelos seniores do Real e manteve-se aí até 06/07.
Na época 07/08 veio para o Nelas tendo marcado 3 golos em 11 jogos.
Iniciou a época 08/09 novamente no Real Massamá (11 jogos, 0 golos), transferindo-se depois para o Olivais e Moscavide – onde foi treinado por Filipe Moreira – sendo aí bem mais feliz (17 jogos, 6 golos).
De 2009 a 2011 esteve no Mafra. Na primeira época – com Filipe Moreira – marcou 7 golos em 35 jogos, tendo defrontado o Académico de Viseu. Na segunda época marcou 6 golos em 29 jogos.
Em 2011/2012 foi para o Oriental e adivinhem que era o treinador? Filipe Moreira e marcou 3 golos em 25 jogos (quase sempre suplente utilizado).
Na presente época atuava novamente no Real Massamá (6 jogos – zero golos).
Chega agora ao melhor clube do mundo. Bem-vindo!
sábado, 1 de dezembro de 2012
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