segunda-feira, 5 de novembro de 2012
A.VISEU - 1 SOUSENSE - 0 - JUSTA
Estádio do Fontelo, 4 de novembro de 2012
7ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Ricardo Moreira (Vila Real)
Ac. Viseu: Nuno; Marco Almeida, Calico, Tiago Gonçalves e Rodolfo Simões; Ibraima, Bruno Loureiro e Rui Santos (David Nunez, 77); Luisinho (Zé Rui, 67), Hélder Rodrigues e Pedro Ribeiro (Casal, 84). Treinador: Carlos Agostinho.
Sousense: Fábio; Daniel, Bruno Cunha, Salvador e Vítor Hugo; Paulo Freixo (João, 86), Paulinho e Telmo (Marcos, int); Filipe Cândido (Chico, 57), Ângelo e Tiago Silva. Treinador: Paulo Meneses
Golo: Bruno Loureiro 39 (1-0)
Depois da pesada derrota nos Açores, 72h volvidas o Académico tinha um teste complicado frente a uma formação extremamente equilibrada, como demonstrou esta tarde o Sousense. Os forasteiros mostraram desde o primeiro minuto o porquê de já terem empatado em Touriz e Coimbrões. Fortes a defender e combativos no meio-campo. E daí se explicar o equilíbrio do desafio, levando a incerteza do resultado até ao minuto 94, sucedendo ocasiões tanto para uma como para outra equipa. O golo academista surgiria ainda na 1ª parte, com um remate magnífico de Bruno Loureiro, à entrada da área, depois dum lance algo confuso na área do Sousense, o médio-centro academista não perdoou e resolveu mesmo a partida. No 2º tempo, assistiu-se a um Académico fortíssimo a atacar, mas que desperdiçou demasiadas ocasiões de golo. Evidência disso, foi um lance onde o ataque academista teve 4 remates de golo na mesma jogada, mas nenhum deles entrou. Na resposta, o Sousense tornava-se algo perigoso, mas teve um adversário à altura, Nuno Oliveira. O guardião academista fez pelo menos duas defesas fundamentais para que o desfecho do encontro fosse favorável aos viseenses. Aliás toda a defensiva academista esteve impecável esta tarde.
Resultado muito importante para a nossa equipa, que após os empates de Coimbrões e Cinfães, está a somente 2 pontos da liderança, onde se encontram agora 5 equipas: Cinfães, Coimbrões, BCBranco, Anadia e Operário. O Ac.Viseu vem logo a seguir na 6ª posição, somando agora 11 pontos na prova. Na próxima jornada, o Académico desloca-se a um campo habitualmente complicado, Bustelo, que foi vencer esta jornada ao terreno do Tocha. Parabéns equipa!
domingo, 4 de novembro de 2012
A.VISEU - LEVANTA A CABEÇA FORÇA EU VOU LÁ ESTAR
O ULTIMO JOGO EM ATRASO NOS AÇORES
C. Operário D. 4-0 Ac. Viseu FC
Campo João Gualberto Borges Arruda, 1 de novembro de 2012
2ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: João Mendes (Santarém)
Operário: João Botelho; Nelo, Pedro Tavares, Tó Miguel e Lino; João Peixoto, Dani (Paz Ferreira, 86) e Carlos Mota; Hélder Arruda (Edi, 75), Forbes e Evandro. Treinador: Francisco Agatão.
Ac. Viseu: Nuno; Marco Almeida, Calico, Tiago Gonçalves e Rodolfo Simões; Campinho, Ibraima e Bruno Loureiro (Rui Santos, int); Hélder Rodrigues, Luisinho (Zé Rui, 60) e Luís Cardoso (David Nunez, int). Treinador: Carlos Agostinho.
Golos: Dani 24 (1-0), Forbes 54 (2-0), Edi 76 (3-0), Forbes 80 (4-0)
As viagens aos Açores continuam a não correr bem e desta vez o Académico até foi goleado. Foi um mau jogo dos academistas.
Em relação ao jogo de Castelo Branco saíram da equipa Rui Santos e Pedro Ribeiro entrando na equipa Campinho (para trinco) e também Luís Cardoso. A primeira parte foi de sentido único, com o Académico muito encolhido, e foi sem surpresa que a equipa do Operário chegou ao golo.
No início da segunda parte entraram Rui Santos e David Nunez saindo Bruno Loureiro e Luís Cardoso. A intenção era chegar mais vezes à baliza do Operário, mas o segundo golo do Operário quase que acabou com a reação academista. Para mal dos nossos pecados os açorianos ainda fizeram mais dois golos e venceram de forma mais fácil do que esperava.
Com este resultado o Académico baixou para o oitavo lugar, continua a 4 pontos da primeira posição e com 3 sobre a linha de água.
Domingo há mais, no Fontelo, com o Sousense.
BENFICA-3 V. GUIMARÃES - O - TRANQUILO
Calmo
Triunfo indiscutível e calmíssimo do Benfica sobre o Guimarães, num jogo em que mesmo sem ter que forçar muito - conforme convinha antes de um jogo para a Champions - a nossa superioridade nunca foi posta em causa.
A aposta de Barcelos no Luisinho e Ola John para o lado esquerdo manteve-se neste jogo, havendo apenas duas alterações: o Salvio no lugar do castigado Pérez e o regresso do Carlos Martins à competição, no lugar que contra o Gil Vicente tinha sido do André Gomes. O Benfica entrou forte no jogo, assumindo desde o apito inicial o domínio e remetendo o Guimarães para o seu meio campo - devem ter passado uns bons dez minutos até que o nosso adversário conseguisse sequer construir o que se pudesse chamar de uma jogada de ataque. O Benfica jogou a toda a largura do campo, com ambos os flancos muito activos, o que fez com que conseguíssemos diversos cruzamentos para a área, que no entanto não foram sendo aproveitados da melhor maneira. Sempre que perdíamos a bola, esta era recuperada muito rapidamente, cabendo depois quase sempre ao Carlos Martins o papel de fazer começar a construir as saídas para o ataque e fazer a distribuição de jogo. Julgo que o facto do Guimarães ser quase inofensivo terá mesmo levado a nossa equipa a abrandar um pouco o ritmo de jogo depois dos primeiros minutos de maior fulgor, como que ciente que seria apenas uma questão de tempo até que os golos surgissem. Podíamos ter sofrido um dissabor à meia hora de jogo, quando com o resultado ainda em branco o Guimarães dispôs da primeira (que acabou por ser a única) oportunidade de golo do jogo, mas valeu-nos o Artur, que defendeu o remate do isolado Toscano. Cinco minutos depois o Ola John tirou um cruzamento certeiro a partir da esquerda, que permitiu ao Cardozo colocar a bola de cabeça junto ao poste mais distante, sem ter sequer de tirar os pés do chão. Antes do intervalo acabámos por sofrer um contratempo, com a lesão do Carlos 'Porcelana' Martins a forçar a sua substituição pelo André Gomes. Esperemos que não tenha que ficar muito tempo parado.
A nossa tarefa ficou ainda mais facilitada no segundo tempo, pois logo no reinício o Cardozo não desperdiçou a oportunidade para fazer o segundo golo, após um penálti cometido sobre o Salvio. Sempre com grande tranquilidade e com o Artur a ser um mero espectador, o Benfica continuou a controlar e a gerir o jogo, deixando sempre a sensação de que o resultado não ficaria por ali, e que se quisesse acelerar um pouco mais os golos surgiriam naturalmente. O Cardozo esteve muito perto de fazer o hat trick, tendo um corte providencial de um defesa do Guimarães evitado que finalizasse (mais) uma boa jogada entre o Luisinho e o Ola John, mas no minuto seguinte foi ele quem, após tabela com o Lima, ofereceu ao colega de ataque a oportunidade para fuzilar a baliza do Guimarães e estrear-se a marcar na Luz. Estávamos no minuto sessenta e sete, e com este resultado no marcador a opção foi gerir o esforço, retirando-se do campo ambos os extremos, que tinham sido dos jogadores mais activos do jogo. Pouco mais haveria a assinalar, não fosse o vermelho directo ao André Gomes a dez minutos do final, num lance em que chega atrasado à bola e acaba por atingir o adversário com os pitons. Mesmo com o Benfica reduzido a dez, nunca o Guimarães conseguiu criar qualquer espécie de perigo, e creio que nem terá feito um único remate durante esse período.
Com dois golos e uma assistência, o Cardozo é evidentemente o homem do jogo. Bom jogo dos extremos, Salvio e Ola John, com o holandês a mostrar-se a um nível bem superior ao que se tinha visto em Barcelos. Gostei também do Garay e do Matic, e o Carlos Martins fez uma boa primeira parte, sendo uma pena a lesão. O Luisinho hoje esteve bem a atacar, mas revelou algumas fraquezas a defender, tendo mesmo cometido alguns erros que poderiam ter comprometido a equipa. O André Gomes esteve muito mais discreto do que nos jogos anteriores, terminando da pior maneira com a expulsão - no estádio até achei que poderia ter havido algum exagero da parte do árbitro, mas visto o lance em casa parece-me que a expulsão se aceita.
Em suma, nova vitória tranquila e folgada do Benfica no campeonato, ficando apenas a faltar mais um golo para mantermos oficialmente a liderança da tabela. O aspecto negativo foi a perda do André Gomes e, provavelmente, do Carlos Martins para a próxima jornada, e deste último para o decisivo jogo da Champions. Ainda assim, só temos uma opção: ganhar.
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
terça-feira, 30 de outubro de 2012
PUB
Kia Optima: 1995 Free Throws, 1997 Football
Advertising Agency: David&Goliath, El Segundo, USA
Chief Creative Officer: David Angelo
Executive Creative Director: Colin Jeffery
Associate Creative Director/Copywriter: Jason Rappaport
Associate Creative Director/Art Director: Kristian Grove Møller
Executive Broadcast Producer, Managing Director: Carol Lombard
Sr. Producer: Nicolette Spencer
Managing Partner, Client Services: Brian Dunbar
Group Account Director: Brook Dore
Account Director: Justin Manfredi
Account Supervisor: Stacy Garibay
Account Executive: Ashley Standridge
Director of Strategic Planning: David Measer
Senior Strategic Planner: Steven Garcia
Strategic Planner: Armando Potter
Production Company: PrettyBird
Director: Paul Hunter
Director of Photography: Don Davis
Head of Production: Leslie Evers
Executive Producer: Ali Brown
Producer/Line Producer: William Green
Editing House: Spinach
Managing Director/Editor: Adam Bright
Editor: Ben McCambridge
Assistant Producer: Jonathan Carpio
Assistant Editor: Art Castle
SPX: Alterian Inc.
Supervisor: Tony Gardner
Car Prep: Car Prep Inc.
Telecine: Co3 Colorist: Stefan
Post Production: Method Studios
VP, Production/Senior Executive Producer: Stephanie Gilgar
VFX Supervisor: Ben Walsh
VFX Producer: Pip Malone
CG Supervisor: Ben Walsh
Compositing Supervisor/Flame Lead: Dominik Bauch
Sound Design: 740 Sound, Eddie Kim
Audio Mix: Play Mixer: John Bolen
Chief Creative Officer: David Angelo
Executive Creative Director: Colin Jeffery
Associate Creative Director/Copywriter: Jason Rappaport
Associate Creative Director/Art Director: Kristian Grove Møller
Executive Broadcast Producer, Managing Director: Carol Lombard
Sr. Producer: Nicolette Spencer
Managing Partner, Client Services: Brian Dunbar
Group Account Director: Brook Dore
Account Director: Justin Manfredi
Account Supervisor: Stacy Garibay
Account Executive: Ashley Standridge
Director of Strategic Planning: David Measer
Senior Strategic Planner: Steven Garcia
Strategic Planner: Armando Potter
Production Company: PrettyBird
Director: Paul Hunter
Director of Photography: Don Davis
Head of Production: Leslie Evers
Executive Producer: Ali Brown
Producer/Line Producer: William Green
Editing House: Spinach
Managing Director/Editor: Adam Bright
Editor: Ben McCambridge
Assistant Producer: Jonathan Carpio
Assistant Editor: Art Castle
SPX: Alterian Inc.
Supervisor: Tony Gardner
Car Prep: Car Prep Inc.
Telecine: Co3 Colorist: Stefan
Post Production: Method Studios
VP, Production/Senior Executive Producer: Stephanie Gilgar
VFX Supervisor: Ben Walsh
VFX Producer: Pip Malone
CG Supervisor: Ben Walsh
Compositing Supervisor/Flame Lead: Dominik Bauch
Sound Design: 740 Sound, Eddie Kim
Audio Mix: Play Mixer: John Bolen
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
SC CASTELO BRANCO - 0 A.VISEU - 0 NULO
Académico não vai além do empate
SB Castelo Branco 0-0 Ac. Viseu FC
Estádio Municipal Vale do Romeiro, 28 de outubro de 2012
6ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Carlos Espadinha (Portalegre)
Benfica Castelo Branco: Fábio Mendes; André Cunha, Vasco Guerra, João Afonso e Delmiro (Tarzan); Patas, Gonçalo Guerra e Fábio Brito (Ricardo Sousa); Alvarinho, Rabaa. Treinador: Ricardo António.
Ac. Viseu: Nuno; Marco Almeida (Campinho), Calico, Tiago Gonçalves e Rodolfo Simões; Ibraima, Bruno Loureiro e Rui Santos (Zé Rui); Luisinho, Hélder Rodrigues e Pedro Ribeiro (David Nunez). Treinador: Carlos Agostinho.
O Académico de Viseu empatou ontem em Castelo Branco, num jogo bem disputado que poderia ter terminado com uma vitória para qualquer uma das equipas, já que ambas tiveram oportunidades boas para marcar. Pelo esforço demonstrado, o empate acaba por ser justo.
GIL VICENTE - 0 BENFICA - 3 - FOLGADO
Folgado
Uma grande primeira parte - onde jogámos talvez o melhor futebol até agora esta época - permitiu ao Benfica resolver cedo um jogo que se adivinhava complicado, num campo tradicionalmente difícil.
Surpresa no remodelado onze titular do Benfica. Face às várias indisponibilidades (Salvio, Gaitán, Aimar, Carlos Martins e Nolito), em vez de trocas e adaptações, três estreias absolutas na Liga: Luisinho, André Gomes e Ola John. O Enzo Pérez voltou para a ala (embora com muita liberdade para vir fechar ao meio) e coube ao André Gomes a posição no centro do campo, auxiliando o Matic. A entrada do Benfica foi de rompante: ainda não tinham decorrido dois minutos e já o Lima fazia o primeiro golo, depois de uma boa jogada em que o Pérez libertou o Maxi na direita para fazer o cruzamento. O golo madrugador deu confiança à nossa equipa, que não tirou o pé do acelerador. Exercendo uma pressão bastante alta que nos permitia recuperar várias vezes a bola ainda no meio campo adversário, continuámos a carregar e a ameaçar constantemente o golo, perante um Gil Vicente que nada conseguia produzir em termos atacantes. O desfecho natural foi mesmo o segundo golo, pouco antes da meia hora, em mais uma excelente jogada de ataque, que envolveu o Luisinho, o Pérez e o Lima, com o primeiro a surgir solto no interior da área para finalizar o cruzamento atrasado do último. Tudo feito de uma forma tão perfeita que até pareceu fácil. E o ponto final em qualquer dúvida que ainda houvesse sobre o desfecho do jogo, e a confirmação do domínio total do Benfica no jogo foi dado já em período de descontos, altura em que a insistência do miúdo André Gomes numa bola cruzada pelo Pérez que a defesa do Gil Vicente não soube afastar lhe permitiu assinalar nova estreia com um novo golo.
Com o jogo praticamente decidido, a segunda parte foi apenas para gerir o resultado sem grande esforço. Baixámos claramente o ritmo de jogo, e controlámos sem qualquer dificuldade. Mesmo assim, ainda voltámos a ameaçar aumentar a vantagem no marcador, com a maior dessas ocasiões a aparecer nos pés do Lima, que acabou por permitir a defesa ao guarda-redes quando estava isolado. Calculo que se a lógica imperasse, o Benfica acabasse mesmo por voltar a marcar, mas com vinte minutos para jogar o Pérez viu o segundo cartão amarelo e foi expulso, o que alterou um pouco o cenário. O Benfica recuou um pouco as linhas e atacou bastante menos. Por outro lado o Gil Vicente passou a ter mais tempo de posse de bola, mas foi incapaz de ameaçar seriamente a nossa baliza, pois o Benfica manteve a organização defensiva, abdicando de um dos avançados. Apenas por uma vez criaram algum perigo, quando na sequência de um canto o Artur foi obrigado a desviar a bola para a barra após uma espécie de cabeceamento de um jogador do Gil Vicente. De resto, jogo muito tranquilo, em que nem a inferioridade numérica se fez notar muito.
Bom jogo do Lima, e é com muito gosto que reconheço que estava completamente enganado sobre ele, pois na altura em que o contratámos não acreditava que pudesse vir acrescentar muito ao Benfica. Gostei também muito da exibição do Enzo Pérez (participou directamente nas jogadas dos três golos), que infelizmente teve a nódoa da expulsão, mas isso não apaga tudo aquilo que fez de bom. O Maxi fez, na minha opinião, o melhor jogo desta época. Quanto aos três estreantes, todos cumpriram as suas funções sem quaisquer problemas. Para mim o Luisinho foi quem mais se destacou dos três, pois esteve perfeito a defender e ainda auxiliou sempre o ataque, sendo recompensado com um golo, mas o André Gomes também esteve num bom nível, e o Ola John (Alan John, nas palavras do sempre sábio Freitas Lobo) já mostrou alguns dos pormenores que levaram à sua contratação.
Para além da exibição, hoje gostei da aposta ganha em jogadores menos utilizados. Talvez a resposta por eles dada ajude o Jesus a ter menos receio de voltar a fazê-lo quando ocasiões semelhantes se lhe apresentarem no futuro. Esta noite, o que ficou foi uma das exibições mais agradáveis da época e um resultado folgado num jogo que se previa difícil.
domingo, 28 de outubro de 2012
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
terça-feira, 23 de outubro de 2012
SPARTAK -2 BENFICA -1 - CONGELADOS
Benfica congelado de ideias.
O Benfica só acordou para o jogo na etapa complementar, e quando isso aconteceu já tinha deixado 45 minutos para trás e um resultado adverso de 2-1, que não se alterou até final.
Primeira parte
O Spartak entrava obrigado a vencer, depois das derrotas nas duas primeiras jornadas, e isso fez-se sentir na forma como os jogadores desta equipa entraram em campo. Habituados ao relvado sintético e ao frio que se faz sentir na capital moscovita, o Spartak não demorou portanto a aquecer.
Uma perda de bola de Matic originou um rápido contra-ataque que os moscovitas transformaram em golo logo aos três minutos, por Rafael Carioca.
O meio-campo encarnado não aparecia no jogo, e era o Spartak que surgia como dono e senhor da partida. Do banco, Jorge Jesus bem vociferava, mas as suas instruções perdiam-se antes de chegar ao terreno de jogo, face ao que se passava.

Aos 24 minutos, o Spartak poderia ter chegado aos 2-0, com Ari a atirar a bola à barra. Este era um Benfica irreconhecível, contra um endiabrado ataque russo. Tinha-se passado meia-hora e o jogo do Benfica era sofrível. Valeu o golo de Lima (33') pouco depois para travar o que se estava a passar em campo.
Estávamos perante o melhor período dos encarnados, mas que também não chegou para ficar. Uns minutos e já os russos dominavam novamente. Perto do intervalo veio o segundo golo da equipa de Unai Emery. Foi Jardel quem o apontou num lance infeliz, mas a pressão que era exercida pelo adversário acabou por fazer o Benfica errar.
Segunda parte
O treinador Jorge Jesus terá dito das boas aos seus jogadores e um dos seus “puxões de orelhas” estará relacionado com a pressão no meio campo. Uma batalha quase sempre perdida nos primeiros 45 minutos.
Recomeçou a segunda parte, e os jogadores encarnados pareciam sedentos de começar a inverter a tendência do jogo. Palmo a palmo, o Benfica foi ganhando terreno e encostando o adversário. Faltavam as oportunidades e a criatividade.

Depressa Jorge Jesus fez entrar Gaitán e Cardozo. Era preciso dar o tudo por tudo. O Benfica pressionava e muito. Mas não se via uma estratégia concertada, via-se um grande coração, muita vontade. Só que também era necessário pensar antes de agir e muitas vezes isso não aconteceu.
Acabou o resultado por não se alterar e o Benfica saiu de Moscovo com uma derrota. As coisas complicam-se para os encarnados nesta fase de grupos, pois ainda só somaram um ponto em três jogos e estão no último lugar.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Subscrever:
Mensagens (Atom)















