quarta-feira, 24 de outubro de 2012
terça-feira, 23 de outubro de 2012
SPARTAK -2 BENFICA -1 - CONGELADOS
Benfica congelado de ideias.
O Benfica só acordou para o jogo na etapa complementar, e quando isso aconteceu já tinha deixado 45 minutos para trás e um resultado adverso de 2-1, que não se alterou até final.
Primeira parte
O Spartak entrava obrigado a vencer, depois das derrotas nas duas primeiras jornadas, e isso fez-se sentir na forma como os jogadores desta equipa entraram em campo. Habituados ao relvado sintético e ao frio que se faz sentir na capital moscovita, o Spartak não demorou portanto a aquecer.
Uma perda de bola de Matic originou um rápido contra-ataque que os moscovitas transformaram em golo logo aos três minutos, por Rafael Carioca.
O meio-campo encarnado não aparecia no jogo, e era o Spartak que surgia como dono e senhor da partida. Do banco, Jorge Jesus bem vociferava, mas as suas instruções perdiam-se antes de chegar ao terreno de jogo, face ao que se passava.

Aos 24 minutos, o Spartak poderia ter chegado aos 2-0, com Ari a atirar a bola à barra. Este era um Benfica irreconhecível, contra um endiabrado ataque russo. Tinha-se passado meia-hora e o jogo do Benfica era sofrível. Valeu o golo de Lima (33') pouco depois para travar o que se estava a passar em campo.
Estávamos perante o melhor período dos encarnados, mas que também não chegou para ficar. Uns minutos e já os russos dominavam novamente. Perto do intervalo veio o segundo golo da equipa de Unai Emery. Foi Jardel quem o apontou num lance infeliz, mas a pressão que era exercida pelo adversário acabou por fazer o Benfica errar.
Segunda parte
O treinador Jorge Jesus terá dito das boas aos seus jogadores e um dos seus “puxões de orelhas” estará relacionado com a pressão no meio campo. Uma batalha quase sempre perdida nos primeiros 45 minutos.
Recomeçou a segunda parte, e os jogadores encarnados pareciam sedentos de começar a inverter a tendência do jogo. Palmo a palmo, o Benfica foi ganhando terreno e encostando o adversário. Faltavam as oportunidades e a criatividade.

Depressa Jorge Jesus fez entrar Gaitán e Cardozo. Era preciso dar o tudo por tudo. O Benfica pressionava e muito. Mas não se via uma estratégia concertada, via-se um grande coração, muita vontade. Só que também era necessário pensar antes de agir e muitas vezes isso não aconteceu.
Acabou o resultado por não se alterar e o Benfica saiu de Moscovo com uma derrota. As coisas complicam-se para os encarnados nesta fase de grupos, pois ainda só somaram um ponto em três jogos e estão no último lugar.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012
sábado, 20 de outubro de 2012
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
TAÇA - FREAMUNDE - 0 BENFICA - 4
2+2
Dois golos em cada parte numa vitória natural e relativamente tranquila do Benfica sobre um Freamunde batalhador mas sem andamento para a equipa menos rodada que apresentámos hoje.
Muitas presenças menos habituais no onze desta noite, que incluiu Paulo Lopes, André Almeida, Luisinho, Sidnei e Carlos Martins. Na frente, a dupla Cardozo/Lima. Durante a primeira parte destacou-se a ala direita, com o Salvio e o André Almeida a terem bastante facilidade em entrar por esse lado para criar perigo. Também em bom plano esteve o Carlos Martins, nas funções de organizador de jogo. A resistência do Freamunde durou um quarto de hora, altura em que a bunda do Sidnei passou à frente da bola após um canto do lado esquerdo, e acabou por assistir o Lima para uma finalização simples. O Freamunde chegou poucas vezes à frente, mas das poucas vezes que o conseguiu fê-lo com perigo, permitindo ao Paulo Lopes assinalar a sua estreia oficial pelo Benfica com um punhado de boas intervenções. Na primeira parte foram duas as vezes em que evitou o golo ao adversário. Já mesmo a fechar o primeiro tempo, numa saída rápida para o ataque após um canto para o Freamunde, os nossos dois avançados combinaram bem entre eles e o Cardozo apareceu finalmente no jogo para fazer o segundo golo.
Na segunda parte a superioridade do Benfica foi ainda maior, pois o Freamunde pareceu ir perdendo capacidade física, sendo por isso previsível que o resultado se avolumasse. Com o Luisinho muito mais activo do que na primeira parte, foi dos pés dele que surgiu o cruzamento para o terceiro golo da noite, da autoria do Salvio. Com ainda meia hora para jogar, e o Freamunde já completamente fora do jogo (apenas uma asneira do Jardel, num mau atraso, lhes permitiu mais uma flagrante oportunidade de golo, com o Paulo Lopes a brilhar novamente), o Benfica pôde fazer a gestão do esforço, certamente já a pensar no jogo em Moscovo. O momento mais agradável foi a estreia oficial do André Gomes pela equipa principal, e foi com muita satisfação que o vi marcar o quarto golo do Benfica menos de dez minutos depois de ter entrado, matando no peito uma bola passada pelo Jardel para depois finalizar com calma. Nos quinze minutos que se jogaram até final a oposição foi quase inexistente, e foi apenas por acaso que o Benfica não voltou a marcar, pois criou oportunidades para isso.
Num jogo em que a superioridade do Benfica era esperada, e portanto as facilidades concedidas pelo adversário foram mais, os destaques foram aqueles que já mencionei, ou seja, Salvio, André Almeida (embora precise de melhorar os cruzamentos) e Carlos Martins na primeira parte, Luisinho na segunda, o Paulo Lopes sempre que foi chamado a intervir, e a estreia do André Gomes.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
A.VISEU-3 PAMPILHOSA -1 - SEGUNDA PARTE DE LUXO
Campeonato Nacional da 2ª Divisão – Zona Centro
5ª Jornada, 14 de outubro de 2012 –
Estádio do Fontelo – ViseuAc. Viseu-3; Pampilhosa-1
5ª Jornada, 14 de outubro de 2012 –
Estádio do Fontelo – ViseuAc. Viseu-3; Pampilhosa-1
O Ac.Viseu venceu esta tarde a formação do Pampilhosa por 3-1, depois de ao intervalo estar a perder por 0-1. Uma 2ª metade de luxo permitiu que os comandados de Carlos Agostinho dessem a volta à desvantagem, com destaque para o nosso mágico Rui Santos, autor de 2 golos.
O treinador academista voltou a mexer no onze, com o maior destaque para a entrada de Álvaro, e a saída de Campinho, voltando a ser formada a dupla de centrais da época passada. Assim alinharam esta tarde
Árbitro: Rui Patrício (Aveiro)
Ac. Viseu: Nuno; Marco Almeida, Calico, Tiago Gonçalves e Rodolfo Simões; Ibraima, Álvaro (Rui Santos, 27) e Bruno Loureiro; Luisinho (Luís Cardoso, 87), Hélder Rodrigues e David Nunez (Pedro Ribeiro, int).Treinador: Carlos Agostinho.
Pampilhosa: Eduardo, Galvão, Ricardo, Karnoto (Bandeira, 52), Leitão, Diogo André, Sarmento (Manuel, 65), Bruno Parente, Ivan, Issouf e Bernardo (Wilson, 58). Treinador: Fernando Niza.
Expulsão: Issouf (90+3)
Golos: Ivan 9 (0-1), Rui Santos 50 (1-1), Rui Santos 55 (2-1), Hélder Rodrigues 66 (3-1)
A verdade é que a 1ª parte não foi bem jogada. Os academistas não conseguiram impor o seu jogo, e só à passagem dos 20min. Hélder Rodrigues levou perigo à baliza de Eduardo, respondendo de cabeça a um cruzamento primoroso de Luisinho. Antes disso, o Pampilhosa já tinha inaugurado o marcador, num lance onde a defesa academista parou à espera do fora-de-jogo. Ivan, de cabeça não perdoou e fez “chapelada” a Nuno. O Académico não conseguia reagir com êxito, e nesse sentido o treinador academista, à passagem da meia hora, sacrificava Álvaro para fazer entrar o mágico Rui Santos - que viria a ser decisivo. No entanto nada se alteraria até ao intervalo. 0-1 para os forasteiros.
No 2º tempo tudo se alterou, a começar pelo setor ofensivo. Carlos Agostinho fazia entrar Pedro Ribeiro para o lugar de David Nunez, acertando a aposta inteiramente. O avançado foi peça-chave nesta reviravolta. Veio claramente desbloquear o acerto defensivo forasteiro demonstrado no 1º tempo. O empate surgiu logo aos 50min. numa das várias jogadas do lado direito do ataque academista, a bola sobra para Rui Santos que à entrada da área, rematou sem hipóteses para a baliza de Eduardo. Estava estabelecida a igualdade no marcador, depois dum inicio de 2ª parte verdadeiramente sufocante por parte do Académico. Os viseenses não tiravam o pé do acelerador, e pouco depois, num golo idêntico, novamente o mágico RS10 fazia o 2-1, para gáudio de todos os presentes no Fontelo – o Académico jogava a um nível verdadeiramente supersónico. O 3º golo surgiu aos 66min. por Hélder Rodrigues, aproveitando um mau atraso do defesa do Pampilhosa, isolou-se e picou com classe a bola sobre o GR adversário, fazendo desta forma o resultado final 3-1, que até poderia ter sido mais dilatado, face ao poderio ofensivo demonstrado nos segundos 45min. Isto é Académico! Parabéns equipa!
Uma vitória inteiramente justa, que permite ao Ac.Viseu saltar para a 7ª posição da tabela classificativa, com 7 pontos. Os líderes Cinfães e Coimbrões estão a meros 4 pontos, com os academistas a terem ainda o jogo com o Operário em atraso.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
terça-feira, 9 de outubro de 2012
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
NOGUEIRENSE - 0 A.VISEU - 0
AD Nogueirense 1-0 Ac.Viseu FC
Campo de Santo António, 7 de Outubro de 2012
4ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: José Laranjeira (Coimbra)
Nogueirense: Ruca; Rodolfo, Rui Daniel, Diogo Melo, Marco, Luís Vouzela (Hugo Amado, 86), João Paulo (Zé Francisco, 60), Carlo, Edir, Sérgio Grilo e Daniel Gonçalves (Xano, 71). Treinador: Pedro Ilharco.
Ac. Viseu: Nuno; Marco Almeida, Campinho, Tiago Gonçalves e Rodolfo Simões; Calico, Ibraima e Ricardo (Luís Cardoso, 7); Zé Rui (David Nunez, 71), Luisinho (Casal, 81) e Hélder Rodrigues. Treinador: Carlos Agostinho.
Expulsão: Zé Francisco 88
Golo: Hugo Amado 86 (1-0)
O Diário de Viseu, em crónica assinada por Rodolfo Chaves, coloca como título "Vitória de mestre...". O referido jornal diz que o Académico na primeira parte mostrou ser uma equipa com mais argumentos. A segunda parte "a toada de jogo parecia ser a mesma" até que o treinador da casa teve "um golpe de mestre" ao colocar em campo Xano que "despertou a equipa para o ataque". O jogo ficou "sentenciado" ao minuto 86 quando Hugo Amado - na primeira vez que tocou na bola - fez um bom golo. Segundo o cronista já citado "a vitória acabou por sorrir a quem mais fez por merecê-la".
domingo, 7 de outubro de 2012
BENFICA - 2 BEIRA- MAR - 1 - AFLITOS

Susto
A noite previa-se tranquila, mas por culpa própria não nos livrámos de um pequeno susto contra uma das equipas mais fracas desta liga, orientada por aquele que na minha opinião será um dos piores treinador da mesma. De regresso aos dois avançados, com o Rodrigo a juntar-se ao Lima, o Benfica pareceu entrar no jogo com vontade de resolver cedo o assunto. O que certamente não entrava nos planos era que com quatro minutos de jogo, e na primeira vez que deve ter conseguido passar do meio campo, o Beira Mar chegasse ao golo. Após livre na esquerda, o Artur teve um erro crasso ao atacar a bola e permitiu que esta seguisse para a cabeça de um adversário, que a enviou para a baliza deserta. O golo em nada alterou o cariz do jogo, que foi de sentido único conforme esperado - até porque o Beira Mar nada mais fez do que defender, e nem muito bem, porque as oportunidades para o Benfica continuavam a surgir - mas a nossa equipa pareceu ficar intranquila. Apesar de jogarmos com alguma velocidade e das oportunidades de finalização, na altura do remate ou do passe decisivo as coisas eram feitas de forma precipitada, com o Rodrigo a destacar-se nesse aspecto.
O meio campo foi reforçado com mais um jogador, os dois alas (Salvio e Gaitán) foram trocados numa altura em que pareciam estar já a acusar fadiga, e a vitória foi alcançada sem termos que passar por grandes sobressaltos. Não me pareceu que tivesse havido qualquer jogador a evidenciar-se muito esta noite. Merece destaque o golo do Maxi, recompensa pelo apoio constante prestado ao ataque. Agrada-me ver a progressiva adaptação do Matic e do Melgarejo às suas posições, e mesmo sem que as coisas lhe tivessem corrido particularmente bem, gostei do Gaitán, porque nos períodos mais parados do jogo era sobretudo ele quem assumia a responsabilidade de pegar na bola e ir para cima do adversário, tentando agitar as coisas. Foi mais difícil do que o previsto, mas foi inteiramente merecida a vitória, conseguida com a segunda reviravolta consecutiva a um resultado negativo. O Benfica foi a única equipa a querer ganhar o jogo, perante uma equipa que apenas quis defender e teve a felicidade de se apanhar em vantagem. Há dias em que, como hoje, não conseguimos uma exibição em cheio. E é muito importante que em dias como esses acabemos por conquistar na mesma os três pontos.
sábado, 6 de outubro de 2012
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