sábado, 18 de agosto de 2012

COMEÇAM MAL...



Benfica-Sp. Braga, 2-2 
Salvio e Melgarejo nos extremos de uma montanha russa

O Benfica manteve o hábito de oito anos sem ganhar nas estreias na Liga, empatando na Luz diante de um Sp. Braga personalizado. Num jogo intenso, e cheio de voltefaces, Salvio e Rodrigo foram os protagonistas encarnados pela positiva. Duas infelicidades de Melgarejo, a aposta de Jorge Jesus para lateral esquerdo, equilibraram os pratos da balança e permitiram ao novo Sp. Braga passar num teste exigente, antes da luta pela Champions.

A colocação de Rúben Amorim como ala esquerdo, para travar as subidas de Maxi, foi a meia surpresa preparada por Peseiro na inauguração pública do Braga. E os primeiros 15 minutos confirmaram que as novidades nos minhotos não se resumiam ao verde da camisola, mas estendiam-se aos períodos prolongados de posse e domínio no meio-campo do Benfica. Com Mossoró a fazer pontes entre médios experimentados, adeptos de pensar antes de correr, o visitante chamou a si as melhores ideias e retardou em 15 minutos a entrada do Benfica na Liga 2012/13.

Até aí, a equipa encarnada destacara-se mais pelos inúmeros passes perdidos em fase de construção ¿ tornando gritante a falta de um médio vocacionado para descobrir atalhos no plano de Jorge Jesus. Estavam dois no banco, Aimar e Martins, mas só um entrou em cena. E muito, muito tarde.

Salvio, o despertador

Já depois de Lima ter obrigado Artur à primeira defesa, foi um remate de Witsel a chamar Beto ao jogo, arrancando os primeiros aplausos na Luz. Sem resolver os problemas estruturais, e dando muitas vezes a sensação de jogar mais em força do que em jeito, o Benfica começou a equilibrar a balança graças à qualidade individual de alguns jogadores.

Salvio, com a cumplicidade ativa de Rodrigo, estava nas melhores ações encarnadas. Ora obrigava Beto a defesa apertada (19 m), ora rasgava um passe que punha Bruno César na cara do golo para um remate ao lado (43 m). O lance prometia uma segunda parte em crescendo para os encarnados, e a promessa pareceu cumprir-se quando o extremo contratado ao At. Madrid apareceu no sítio certo para concluir um cruzamento de Rodrigo, a que Cardozo não chegou (49 m).

O pesadelo de Melgarejo

Nessa altura, o golo dava tradução lógica ao crescimento do Benfica e premiava o seu protagonista. Mas os prolemas de organização e de improviso na equipa encarnada punham qualquer lógica em causa. Sete minutos depois, numa entrada de Ismaily pela esquerda, Melgarejo, que até aí tinha feito pela vida, procurando não cometer erros grosseiros, calculou mal o tempo de entrada e bateu Artur com uma cabeçada fulminante.

Um jogador mais rotinado na função teria tido o mesmo tipo de infelicidade? A pergunta pode ser retórica, os seus efeitos não o foram. O Benfica desorganizou-se e perdeu confiança. E o seu lateral improvisado acentuou o desastre, com um mau alívio para os pés de Alan. O cruzamento remate do brasileiro encontrou Mossoró sem marcação, e em posição legal, para bater Artur (63 m).

Aimar, tão tarde

O 1-2 acentuava os ares de pesadelo tão familiares às estreias do Benfica na Liga. Mas a montanha russa de emoções ainda teria tempo para um derradeiro volte face. Trouxe-o o tal médio, que pensa mais do que corre, e que ajudou a estancar as inseguranças do Benfica. Dois minutos depois de estar em campo, Aimar apontou um livre lateral. A cabeçada de Luisão foi desviada pelo braço de Custódio, e Soares Dias assinalou penalti (bem) e mostrou o segundo amarelo a Douglão (mal).

Cardozo não falhou, embora Beto ainda tivesse tocado na bola, e o Benfica partiu para 20 minutos de assalto, perante um adversário reduzido a dez e já sem soluções para fugir ao cerco. Aí, as emoções mandaram mais do que o resto, e o Sp. Braga abdicou de bola, procurando de todas a formas que o relógio jogasse a seu favor. Conseguiu-o, e ninguém poderá dizer que não fez por merecer o prémio. Tal como o Benfica terá de olhar para si próprio e reconhecer que fez muito para ser infeliz e manter o enguiço das estreias. 

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

TÍTULOS


Kompany ergue o Community Shield (foto AP)
Manchester City vence Chelsea e conquista Supertaça
O Manchester City derrotou, este domingo, o Chelsea, por 3-2, e conquistou a Supertaça inglesa.
O Chelsea, com Raul Meireles no banco de suplentes, chegou mesmo a estar em vantagem, após golo de Fernando Torres, aos 40 minutos, com o goleador espanhol a revelar que está a caminhar para a forma que o notabilizou como um dos avançados mais temíveis.
Só que aos 42 minutos, o defesa Ivanovic deitou tudo a perder para o Chelsea, visto que assinou uma entrada dura sobre Kolarov e o árbitro ordenou a sua expulsão.
Na segunda parte, e em vantagem numérica, o City iniciou então a reviravolta no marcador, com Touré, aos 53 minutos, a empatar. Pouco depois, o argentino Carlos Tevez assinou um golo sensacional, com um remate indefensável, sem capacidade de reação da parte de Petr Cech.
Nasri, aos 65 minutos, colocou o City a vencer por 3-1 e praticamente selou o destino do jogo. No entanto, Bertrand, aos 80 minutos, ainda reduziu para o Chelsea, após um lance em que o guarda-redes do City foi muito mal batido.
Ainda assim, a equipa de Roberto Mancini venceu a Supertaça.

Bayern conquista Supertaça frente ao Dortmund (2-1)
Depois de na época passada ter perdido campeonato e Taça para o Dortmund, o Bayern de Munique vingou-se este domingo e conquistou a Supertaça por 2-1.
Uma entrada de rompante do Bayern surpreendeu o adversário. Os bávaros marcaram aos 6 e 11 minutos por Mandzukic e Muller. O melhor que o Dortmund conseguiu foi reduzir na segunda parte (75) pelo avançado Robert Lewandowski.



Inan, autor de um dos golos do Galatasaray (foto AP)
Galatasaray conquista Supertaça

O Galatasaray derrotou, este domingo, o Fenerbahçe, por 3-2, e conquistou a Supertaça.
Bulut (2) e Inan (g.p.) apontaram os golos do Galatasaray frente ao Fenerbahce, que reduziu por Alex e Kuyt, mas não conseguiu aproveitar o facto de o adversário ter ficado reduzido a 10 unidades, após a expulsão de Baytar, aos 67 minutos, para dar a volta a resultado.

sábado, 11 de agosto de 2012

TÍTULOS


Internacional: Juventus vence Supertaça de Itália em Pequim

Num bom jogo de futebol, o campeão italiano (Juventus) bateu o vencedor da Taça de Itália (Nápoles) por 4-2 e levantou o primeiro troféu da temporada: a Supertaça.
Em Pequim, o encontro foi decidido no prolongamento.
O jogo estava a gerar muita expetativa. Frente a frente, estavam duas das melhores equipas do último campeonato italiano.
A Juventus renasceu das cinzas e venceu o Scudetto sem qualquer derrota. O Nápoles continuou a provar que é uma grande equipa e venceu a Taça de Itália, oferecendo à Juventus a única derrota oficial em toda a época.
Antes do encontro, muito se falou de Antonio Conte, técnico da Juventus, que foi suspenso por 10 meses pela Federação Italiana de Futebol (FIGC), devido ao seu envolvimento no caso Calcioscomesse.
Relativamente ao encontro, realizado no Estádio Nacional de Pequim, entrou melhor a equipa napolitana, que se adiantou no marcador aos 27′ por Cavani. Dez minutos mais tarde, aos 37′, o reforço Kwadwo Asamoah empatou para a Vecchia Signora. Quatro minutos volvidos e Pandev voltava a colocar o Nápoles na frente do marcador.
Ao intervalo, os homens de Nápoles levavam a melhor sobre os de Turim.
Na segunda parte, aos 74′, o chileno Arturo Vidal empatou a contenda através da marcação de uma grande penalidade.
O jogo prosseguia numa boa toada.
Até final do tempo regulamentar, nenhuma equipa se conseguiu superiorizar verdadeiramente.
No prolongamento, tudo foi diferente. A fibra do campeão italiano emergiu e, aos 97 minutos, Christian Maggio colocou a Juventus na frente ao marcar na própria baliza.
Pela primeira vez em desvantagem no encontro, o Nápoles abriu espaços na sua defesa e permitiu que Vucinic dilatasse a vantagem do campeão italiano aos 101 minutos.
O resultado manteve-se até final. O troféu viaja para Turim. A Juventus provou que se mantém muito forte e que será um adversário muito sério tanto na Liga italiana como na Liga dos Campeões.
O Nápoles continuará a crescer e é provável que volte a imiscuir-se na luta pelo Scuddeto

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TÍTULOS


O FC Porto conquistou o primeiro troféu da temporada ao vencer a Académica por 1-0. Com esta vitória, os "dragões" bateram um outro recorde no historial da prova, alcançando a quarta Supertaça consecutiva, o que nenhuma outra equipa conseguiu até agora.
O treinador do FC Porto, Vítor Pereira, deixou no banco João Moutinho, optando por Defour para a zona intermediária, mantendo a aposta nos reforços Miguel Lopes, Atsu e Jackson Martinez, como vinha acontecendo nos jogos de preparação.
Já o treinador da Académica, Pedro Emanuel, apostou em cinco "caras novas" para este encontro: Makelele, Cleiton, Rodrigo Galo, Afonso e Cissé.
No entanto foi o novo reforço dos "dragões" para a temporada 2012/2013, Jackson Martinez, que ficou para a história deste jogo ao marcar, em cima dos 90 minutos, o golo que deu a Supertaça Cândido Oliveira ao FC Porto.

A.VISEU


Boavista FC 0-1 Ac. Viseu FC

Continua a pré época 100% vitoriosa do Académico de Viseu. Hoje a nossa equipa deslocou-se ao Porto, ao Estádio do Bessa, e venceu o Boavista com um golo de Campinho. No dia 15 (4ª feira), em Penalva do castelo, joga-se o próximo desafio da nossa equipa. O jogo é às 17H00.

Ac. Viseu: Nuno Ricardo; Marco Almeida, Tiago Gonçalves, Campinho e Ricardo Ferreira; Calico, Álvaro e Bruno Loureiro; Hélder Rodrigues, Rui Santos e Luís Cardoso.

Como é normal houve muitas alterações no decorrer do jogo. Destaque para o fato de ter actuado um jogador, que se encontra à experiência, de nome Diogo (ex Chaves?).

BENFICA - DESNECESSÁRIO

O encontro particular entre Fortuna Dusseldorf e Benfica terminou prematuramente, depois de o árbitro Christian Fischer ter ficado em aparente KO após contacto com o brasileiro Luisão. O árbitro preparava-se para expulsar Javi Garcia, que ia ver o segundo cartão amarelo, e o capitão encarnado dirigiu-se ao juiz da partida para contestar a decisão. Christian Fischer acabou estatelado no relvado, foi assistido e já não quis prosseguir a partida. Se isto foi o ensaio geral para a época que começa de hoje a uma semana então já estou esclarecido. Não bastava estarmos na iminência de ir para mais uma época sem a porra de um defesa esquerdo digno dessa posição, em vias de perdermos um (ou mais) jogadores que têm feito a pré época toda a titulares, de termos excesso de jogadores para algumas posições. Nada disto chega porque chegamos ao último jogo treino da pré época e conseguimos que o Javi Garcia não entenda que não pode continuar a jogar no risco depois de ter visto uma cartão amarelo e ainda nos aconteça o impensável: um árbitro que simula uma morte em pleno relvado após contacto (?!) com Luisão. Tudo isto é muito estranho, tudo isto cheira muito mal, tudo isto me parece que vá acabar muito mal para nós, tudo isto é Benfica e tudo isto contribui para que cada vez mais um gajo se distancie disto tudo por uma questão de sanidade mental.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

A.VISEU


Ac. Viseu FC 1-0 GD Chaves

O Académico de Viseu venceu o Chaves (II Divisão, Zona Norte). O marcador do golo foi David Nunez. O onze academista foi o seguinte:

Nuno Ricardo; Marco Almeida, Tiago Gonçalves, Campinho e Rodolfo Simões; Calico (c), Álvaro e Ricardo Ferreira; Hélder Rodrigues, Rui Santis e David Nunez.

Jogaram ainda: Pedro Ribeiro, Bruno Loureiro, Luisinho, Nuno, João Ricardo e Luís Cardoso.

Bom ensaio da equipa academista sob as ordens de um treinador Carlos Agostinho muito interventivo e exigente na movimentação e colocação dos seus jogadores.
Foi uma primeira parte a bom ritmo com o Académico a criar várias oportunidades das quais resultou o golo que foi algo consentido pelo guardião adversário que deixou a bola bater para a frente apôs remate e surgiu David Nunez a fusilar as redes.
Na segunda parte depois de variadissimas alterações o ritmo quebrou no Academico o que é normal pois tambem estão em inicio de preparação e a equipa nortenha com preparação mais avançada acelerou o ritmo, tentou muito mais o golo ,mas o Academico jogou no contra ataque , não se deixou intimidar e foi gerindo o resultado sem sufoco de uma equipa da II Divisão Norte com muito bom jogo de bola o que ainda mais realçou esta vitória!

Falando dos nossos jogadores:
Guarda-redes - Gostei de ambos os Nunos com muita segurança.
Estamos bem servidos.

Defesas - Marco Almeida sempre bem e ofensivo e Tiago igualmente sem falhas no centro.Campinho depois deixou boa impressão e boa estampa física gostei e o jovem Rodolfo exprimiu bem as boas qualidades técnicas que aprendeu no Sporting falta juntar a garra Beirã ,promete! 
Faltam jogadores alternativos atenção ao sector ,não jogou o Casal.

Meio-campo -Calico irrepreensivel sem dúvida o melhor campo fica-lhe bem a braçadeira de capitão é um exemplo de garra e vontade! 
Álvaro sempre pujante, Rui Santos falta-lhe pernas mas a magia está lá  e Ricardo Ferreira completaram com muita categoria um meio campo que vai dar espectaculo e pode-se incluir o Bruno Loureiro que foi muito positivo.

Avançados
David Nunez embora trapalhão tem pujança e presença na área e gostei muito do Pedro Ribeiro vai dar que falar . Helder Rodrigues sempre um perigo com classe e Luisinho depois de passar este periodo a seguir apôs operação é sempre um elemento influente com a sua velocidade.O jovem João Ricardo teve o seu tempo,mas acho que este sector  merecia mais um elemento! 
Vamos todos acreditar e apoiar esta equipa pois tem muita categoria vontade e  enorme força que vem do seu excelente e trabalhador técnico.
Arbitragem em bom plano.

sábado, 4 de agosto de 2012

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BENFICA 2012




Eduardo Salvio é o mais recente reforço do Benfica, anunciou o clube no seu site oficial. O extremo argentino assinou um contrato válido por cinco temporadas, com cláusula de rescisão de 60 milhões de euros. Os encarnados não divulgam os valores envolvidos no acordo com o At. Madrid.
Salvio regressa a uma casa que já conhece. O jogador representou o Benfica na época 2010/11, por empréstimo dos colchoneros.



O Benfica empatou com a Juventus 1-1, em Genebra, no penúltimo «teste» da pré-temporada, numa partida em que as duas equipas levaram muito a sério, com total aplicação da maior parte dos jogadores. Jorge Jesus apresentou uma equipa já próxima do «produto final», oferecendo uma última oportunidade a Michel (desperdiçada) e reforçando a aposta em Melgarejo como lateral esquerdo (desta vez com bons sinais). Os golos só surgiram nos últimos instantes mas, pelo meio, sobraram muitas e boas indicações.

Era um teste difícil, frente ao campeão de Itália, que contou com cinco titulares da «squadra azzurra», entre os quais Andrea Pirlo, para muitos o melhor jogador do Euro-2012. O treinador do Benfica manteve as mesmas apostas na defesa, reforçando a confiança em Melgarejo, com Luisinho no banco. Mais à frente, jogadores de combate, com Witsel ao lado de Javi Garcia e Carlos Martins mais adiantado, entre Enzo Pérez e Gaitán, no apoio direito a Michel.


Logo a abrir o jogo, Nico Gaitán caiu por terra, depois de uma entrada dura de um adversário, queixando-se de dores nas costas que o obrigaram mesmo a ceder o lugar a Bruno César. Apenas um primeiro sinal de que este jogo era a doer. Sem ninguém com medo de meter o pé, os choques multiplicaram-se na zona central, mas a Juventus raramente conseguiu profundidade graças ao acerto da defesa em linha do Benfica, com o adaptado paraguaio a acertar o compasso com os companheiros, para deixar sucessivamente Matri e Giovinco fora de jogo.

O jogo seguiu tenso, com escassas oportunidades e a Juventus também se viu forçada a uma alteração, com Marchisio a sair com o mesmo problema de Gaitán. Equilíbrio total, com a Juve a conseguir ter mais bola na ponta final da primeira parte, mas com o Benfica a chegar ao intervalo com mais remates, graças ao tiros de fora da área de Carlos Martins e Bruno César.

Artur defende penalty!

Logo a abrir a segunda parte, grande penalidade para a Juventus, por uma alegada falta de Maxi sobre Matri. Para não ficarem suspeitas, Artur defendeu o castigo máximo e o jogo prosseguiu sob o domínio do equilíbrio. Agora mais rápido, mais intenso, mesmo com as constantes alterações promovidas pelos treinadores. A meio da segunda parte, Jesus juntou Mora a Cardozo que já tinha rendido Michel ao intervalo e o Benfica passou a atacar com dois avançados. O uruguaio esteve muito perto de marcar, num lance individual, mas Giovinco também podia ter aberto o marcador, tal como Pirlo que, na marcação de um livre, atirou ao poste.

Quando parecia que não iam haver golos, a dois minutos do final, Luisinho cruzou da direita e Cardozo, de cabeça, não falhou. A Juventus reagiu de dentes cerrados e ainda conseguiu o empate, nos descontos, por Krasic.

Jorge Jesus conta ainda com mais um «teste», no dia 11, frente ao Fortuna Düsseldorf, mas esta quarta-feira já deixou sinais claros que tem uma equipa pronta a levantar voo.

FICHA DO JOGO
Estádio de Genebra, na Suíça

BENFICA (4x2x3x1): Artur; Maxi Pereira, Garay, Luisão e Melgarejo (Luisinho, 78m); Javi García e Witsel; Enzo Perez (Nolito, 58m), Carlos Martins (Rodrigo Mora, 58m) e Gaitán (Bruno César, 5m; Ola John, 67m); Michel (Cardozo, 46m).
Treinador: Jorge Jesus.

JUVENTUS (4x4x2): Buffon (Storari, 46m); Lichtsteiner, Marrone (Masi, 65m), Bonucci e Padoni (Untersee,, 83m); Vidal (Pazienza, 83m), Pirlo (Pogba, 80m), Marchisio (Giaccherini, 31m) e Asamoah (Ziegler, 74m); Matri (Quagliarella, 58m) e Giovinco (Krasic, 74m).
Treinador: Antonio Conte.

Ao intervalo: 0-0.
Disciplina: cartão amarelo a Asamoah (25m), Maxi Pereira (48m) e Luisão (76m).
Marcadores: Cardozo (88m) e Krasic (90m)
Resultado final: 1-1.

sábado, 28 de julho de 2012

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BENFICA


SL Benfica: Águia “esfrangalhou” o Galo de Barcelos na sua apresentação

 Desta feita, o SL Benfica venceu o Gil Vicente por 5-2. Rodrigo Mora foi o vencedor da noite ao apontar 3 golos.
A águia parece talhada a voltar à chapa 5 dos tempos em que foi campeã pela última vez. Depois de um jogo muito bem conseguido frente ao campeão espanhol, hoje foi a vez do Gil Vicente sentir na pele a sede de títulos existente na Luz.
O encontro estava inserido na apresentação da equipa gilista aos seus associados. Na sequência dessa cerimónia foi apresentada a mascote do clube de Barcelos: o galo Gil.
Considerando o esforço de ontem, Jorge Jesus iniciou o jogo com os atletas menos utilizados até ao momento. Assim, os onzes titulares das duas equipas foram:
Gil Vicente - Adriano; Daniel, Cláudio, Elízioe Halisson; Luís Manuel, Rafa Silva, César Peixoto e André Cunha; Luís Carlose Leonardo.
Benfica - Paulo Lopes; João Cancelo, Jardel, Miguel Vítor e Luisinho; Roderick, Bruno César e Enzo Pérez; Mora, Nélson Oliveira e Hugo Vieira.
Começou melhor o Gil Vicente. Aos 9 minutos, os comandados de Paulo Alves já tinham desperdiçado duas oportunidades. Na resposta, o uruguaio Rodrigo Mora começou a mostrar a Jorge Jesus que merece um lugar no plantel encarnado. Aos 14 minutos, o atleta inaugurou o marcador após cruzamento de Luisinho. Quatro minutos depois, Miguel Vítor fez o 2-0 após livre cobrado por Mora. Aos 23 minutos, o mesmo Mora conseguia bisar na partida.
O Galo continuava demasiado tenro para as bicadas da águia e sofreu o quarto golo. O tento foi apontado por Rodrigo Mora, concretizando um cruzamento de Nélson Oliveira, com quem revelou um bom entendimento. Foi o terceiro golo do uruguaio na partida.
Antes do intervalo, Claudio ainda reduziu na marcação de uma grande penalidade. No reatamento do jogo, os dois treinadores procederam a várias alterações. O Gil Vicente começou melhor, procurando reduzir a vantagem dos encarnados. Logo aos 52 minutos, Pedro Moreira respondeu bem a um cruzamento de João Pedro. Quando tudo parecia encaminhar-se para uma recuperação gilista, os encarnados “mataram” o jogo. O avançado Michel estreou-se a marcar pelos encarnados. Bruno César cobrou um livre direto de forma perigosa, o que levou o guarda-redes Lúcio a defender para a frente. Na recarga, Michel não facilitou e fechou o marcador.
Até final, houve mais alterações efetuadas pelos treinadores. Além disso, o Gil Vicente ainda poderia ter reduzido.
Após o jogo de hoje, o Benfica sai com a confiança reforçada. Em dois jogos, marcou 10 golos. Contudo, também sofreu 4. Estes indicadores deverão ser confirmados no próximo desafio amigável: quarta-feira frente ao campeão italiano, a Juventus.
No mesmo dia, o Gil Vicente volta a jogar no Estádio Cidade de Barcelos. Nessa altura, a equipa de Paulo Alves defrontará o SC Braga na primeira edição da Taça do Minho.

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BENFICA-5 REAL MADRID - 2



O Benfica conquistou hoje a 5ª Edição da Eusébio Cup, ao vencer um desfalcado Real Madrid por 5-2, e certamente ganhou ”moral” para os encontros que se avizinham, obedecendo à previsão de José Mourinho. Javi Garcia (04 minutos), Witsel (22), Enzo Pérez (53 e 85) e Carlos Martins (58) apontaram os tentos benfiquistas, enquanto Callejón (18 e 20) marcou para a formação orientada pelo técnico português, que esta tarde tinha lamentado as ausências na sua equipa, chegando mesmo a dizer que o jogo poderia servir para o Benfica ”ganhar moral”.
 Sem os lesionados Aimar, Matic e Djaló, Jorge Jesus voltou a apostar naquela que parece ser a equipa titular que vai atacar o início das competições oficiais, com destaque para o paraguaio Melgarejo, que continua a ser forte aposta para o lado canhoto da defesa. Por outro lado, o campeão espanhol, sem vários jogadores que estiveram presentes no Euro2012, apresentou-se na Luz com muitos jovens oriundos da ”cantera”, ainda que José Mourinho tenha lançado as ”estrelas” Kaká, Higuain e Di Maria no ”onze” inicial. 
 Sem querer defraudar as expectativas de revalidação do troféu que homenageia o ”Pantera Negra”, as ”águias” cedo se adiantaram no marcador, por intermédio de Javi Garcia, que correspondeu de cabeça a um livre milimetricamente apontado por Carlos Martins, que continua a evidenciar-se como um dos jogadores ”encarnados” em melhor forma. No entanto, o Real Madrid rapidamente mostrou que, apesar das muitas ausências, não estava em Lisboa para ser um simpático convidado e Di Maria emergiu como dínamo de um conjunto que procurou, quase sempre, atacar pela ala direita, tentando beneficiar dos constantes adiantamentos de Melgarejo. E seria precisamente por aquele lado que os madrilistas empataram as contas, quando Di Maria não se fez rogado perante a passividade defensiva do Benfica e cruzou para a entrada vitoriosa de Callejón. Ainda os perto de 35 mil adeptos presentes na Luz tentavam ”perdoar” a ”traição” do extremo argentino e já os visitantes davam a volta ao marcador, novamente por Callejón, que surgiu isolado nas costas da defesa benfiquista e bateu Artur. Contudo, a ”louca” metade do primeiro tempo não ficaria concluída sem nova alteração no marcador, já que, quase a ”papel químico” do primeiro golo, Carlos Martins colocou a bola na cabeça de Witsel e o belga devolveu a alegria aos benfiquistas. Com estes dois jogadores em bom plano, em contraste com a ”ausência” de Nolito e Gaitán, o Benfica não mais se deixou surpreender e viria mesmo a construir uma excelente ocasião para voltar à posição de liderança, só que Cardozo desperdiçou, de forma inacreditável, um cruzamento ”açucarado” de Melgarejo. 
 Curiosamente, ao intervalo, Jorge Jesus deixaria Nolito, Gaitán e Cardozo no balneário, promovendo as entradas de Ola John, Enzo Pérez e Alan Kardec, e o extremo argentino não defraudaria a aposta, apontando de forma brilhante o terceiro tento das ”águias”, num cruzamento que saiu demasiado largo, mas suficiente para enganar Adán. O suplente de Iker Casillas não esperaria muito tempo até ir novamente buscar a bola ao fundo da baliza, já que, cinco minutos depois, Carlos Martins finalizou uma excelente triangulação entre Witsel e Enzo Pérez. Com os minutos a passar e sem ver a sua equipa dar réplica ao conjunto da Luz, José Mourinho decidiu lançar Benzema e Fábio Coentrão (enorme ovação), e logo o francês se evidenciou, mas pela negativa, ao tirar o golo quase certo a Callejón. Essa foi, de resto, uma das poucas ocasiões que o campeão espanhol teve para voltar a desfeitear Artur, ao contrário do que aconteceria com Adán, que, perto do final, ”encaixava” a ”mão cheia”, por intermédio de Enzo Pérez, confirmando, assim, a reconquista da Eusébio Cup, depois da vitória sobre o Arsenal na época passada. 


Ficha do Jogo: Marcadores: 1-0, Javi Garcia, 04 minutos. 1-1, Callejón, 18. 1-2, Callejón, 20. 2-2, Witsel, 22. 3-2, Enzo Pérez, 53. 4-2, Carlos Martins, 58. 5-2, Enzo Pérez, 85.
 Equipas: Benfica: Artur, Maxi Pereira, Luisão, Garay, Melgarejo (Luisinho, 88), Javi Garcia, Witsel (Saviola, 78), Gaitán (Enzo Pérez, 46), Carlos Martins (Bruno César, 64), Nolito (Ola John, 46) e Cardozo (Alan Kardec, 46; Michel, 88). 
 (Suplentes: Paulo Lopes, Roderick, Luisinho, Bruno César, Rodrigo Mora, Ola John, Nélson Oliveira, Miguel Vítor, Saviola, Alan Kardec, Jardel, Enzo Pérez, Michel, João Cancelo, Bruno Varela e Hugo Vieira).
 Real Madrid: Adán, Juanfran (Lucas, 89), Ivan (Fábio Coentrão, 62), Varane, Nacho, Lass, Kaká (Benzema, 62), Granero (Mosquera, 88), Di Maria (Cheryshev, 78), Higuain (Alex, 81) e Callejón (Morata, 72).
 (Suplentes: Jesus, Pacheco, Benzema, Fábio Coentrão, Morata, Casado, Mateos, Fabinho, Alex, Mosquera, Cheryshev, Rios e Lucas).
 Árbitro: Bruno Paixão (Setúbal).
 Ação disciplinar: Cartão amarelo para Ivan (45) e Granero (67).
 Assistência: 35.476 espetadores.

domingo, 22 de julho de 2012

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ou "Já não há jogos fáceis": Os clichés do futebol

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BENFICA



Polish Masters Worclaw



Os encarnados venceram o Slask Wroclaw, campeão polaco em título, por 4-2 e apuraram-se para a final do Torneio que se encontram a disputar na Polónia.
Estavam decorridos apenas doze minutos de jogo e a equipa de Jorge Jesus já se adiantava no marcador. Numa bela jogada individual, Witsel conseguiu desmarcar Cardozo e este só teve de desviar para o fundo da baliza de Keleman.
Mais golos só na segunda parte e pelo capitão Luisão (60’). Carlos Martins fez o cruzamento e o brasileiro antecipou-se ao guarda-redes adversário cabeceando para o fundo da baliza.
O jogo parecia estar controlado pela formação lusa, porém a história mudou em poucos minutos.
Elsner (67’) reduziu a vantagem encarnada num bom remate de fora da área, beneficiando de um passe errado de Javi Garcia. Um minuto depois já Sobota tinha feito a igualdade através de um pontapé colocado e sem hipóteses de defesa para Artur.
O Benfica precisava de acordar, precisava de reagir. O treinador Jorge Jesus transmitia isso para dentro do terreno de jogo e parece que as suas preces foram ouvidas.
Melgarejo, que jogou adaptado à lateral esquerda, subiu bem pelo corredor e rematou com estrondo na barra da baliza contrária. No sítio certo estava Carlos Martins para desfazer a igualdade (3-2).
O Benfica continuou a pressionar o adversário e, mais uma vez, Carlos Martins apareceu no jogo. O médio fez um passe primoroso para a desmarcação de Gaitán que, isolado, fez o 4-2, resultado com que se chegou ao final do encontro.
Nota nesta partida para a excelente exibição de Carlos Martins. O internacional português está cheio de vontade de convencer Jorge Jesus que merece um lugar no onze titular. Com duas assistências e um golo foi, sem sombra de dúvidas, o homem do encontro.
Onze inicial Benfica: Artur, Maxi Pereira, Luisão, Garay, Melgarejo, Javi García, Witsel, Yannick, Bruno César, Nolito e Cardozo.
Onze final Benfica: Artur, Maxi Pereira,


Benfica soma primeira derrota da pré-época

O SL Benfica somou a primeira derrota da pré-época frente ao PSV na final do torneio Polish Masters de Wroclaw. Os holandeses arrecadaram o troféu com uma vitória sobre o SL Benfica por 3-1, num jogo em que ficou patente as debilidades no lado esquerdo da defesa encarnada.
A equipa de Jorge Jesus chegou a dar a sensação de ter o jogo controlado na primeira parte, mas as substituições no segundo tempo e a expulsão de Maxi Pereira acabaram por condicionar a dinâmica da equipa encarnada.

O golo inaugural do encontro teve assinatura de Carlos Martins, que aos 34’ minutos voltou a encher o pé para o 1-0. No entanto, o guarda-redes do PSV deixou a sensação de que podia ter feito melhor perante o remate do médio português.

Ao intervalo, o SL Benfica vencia por 1-0 e parecia ter tudo bem encaminhado para o segundo tempo.

Na segunda metade do encontro, Jorge Jesus lançou em campo Bruno César, Witsel, Melgarejo e Nolito para tirar Carlos Martins, Luisinho, Ola John e Saviola. As substituições alteraram um pouco a dinâmica da equipa mas nem por isso faltaram novas oportunidades de golo. Witsel esteve perto de fazer o 2-0 aos 52’ minutos mas o remate do belga acabou por sair ao lado.

E como quem não marca sofre, o PSV acabou por empatar o encontro três minutos depois da ocasião desperdiçada por Witsel. Na sequência de um canto, Zanka Jorgensen surgiu sem marcação no coração da área e de cabeça bateu Artur. O empate obrigou Jorge Jesus a novas substituições e de rajada entraram Nélson Oliveira e Djaló para os lugares de Cardozo e Gaitán respetivamente.

O ataque da equipa do SL Benfica começou a mostrar dificuldades em alcançar a baliza do PSV enquanto os holandeses exploravam o lado esquerdo da defensiva encarnada com jogadas rápidas e objetivas.

Perante a crescente passividade encarnada, eis que surge Jeremain Lens para fazer o 2-1 aos 74’ minutos. O avançado holandês fez o que quis da defesa encarnada e rematou para o fundo das redes. E para piorar a situação, Maxi Pereira recebe o segundo amarelo aos 78’ minutos e deixa a equipa a jogar com 10.

A jogar em inferioridade numérica, o SL Benfica acabou por ser dominado na reta final pelo PSV. Antes do apito final, Georginio Wijnaldum fez o 3-1 para o PSV aos 83’ minutos, sentenciando o jogo e o resultado final.


quarta-feira, 18 de julho de 2012

A.VISEU


Apresentação do reforço: Nuno Ricardo

Nome: Nuno Ricardo da Nova Silva
Data de nascimento: 14/08/1979
Naturalidade: Cascais
Posição: Guarda Redes
Foto retirada do Blog do Portimonense

Jogador com formação no Atlético foi na equipa da Tapadinha que iniciou a carreira de sénior (98/01). Em 00/01 actuou no Chaves, na Liga de Honra, sendo treinado por António Borges sendo o suplente de Carou terminando essa época no Atlético.
De 2002 a 2004 voltou novamente ao Chaves - sempre na Honra - mas apenas foi o mais utilizado na época 02/03.
De 2004 a 2008 actuou no Portimonense (também na Honra) onde alternou a titularidade com a condição de suplente. Na primeira época, em Portimão, começou como suplente de Tozé (actuou na primeira divisão ao serviço do Rio Ave) passou a suplente e terminou de novo a titular. Na segunda época foi suplente de Fouhami. Em 06/07 uma lesão afastou-o da titularidade (mesmo assim fez 12 jogos). Em 2007/2008 não fez nenhum jogo.
Em 2008/2009 jogou no Nelas sendo o guarda redes mais utilizado (o outro era Cobra).
Em 2009/2010 jogou no Operário na mesma divisão e série do Ac. Viseu, jogando nos dois jogos com o Académico.
Em 2009/2010 jogou no Tondela sendo o suplente de Rui Marcos.
Na época passada actuou no Pinhalnovense. Dividiu a baliza com André Marques sendo, no entanto, o mais utilizado.
Chega agora ao melhor clube do mundo. Bem-vindo!

Apresentação do reforço: Serginho

Nome: Sérgio Agnelo Pires Lopes Pereira "Serginho"
Data de nascimento: 02/04/1985
Posição: Defesa
Antigo clube: Cerveira

Aí está o terceiro Serginho da história do Ac. Viseu!
Os primeiros registos sobre Serginho referem-se à época 07/08 e ao Torreense. A equipa de Torres Vedras jogava na II Divisão e o novo jogador do Académico actuou em 15 jogos, seis como suplente utilizado.
Em 08/09 jogou no Portosantense (III Divisão) e fez 7 jogos. Nessa equipa do Portosantense foi colega dos ex academistas João Sampaio, Hugo Xavier e Braguinha.
Em 09/10 foi jogador do Estrela da Amadora (II), fez 16 jogos, 8 como suplente utilizado.
Em 10/11 jogou no Praiense (II Divisão) mas fez apenas um jogo.
Começou a época anterior no Portosantense (III) onde fez apenas um jogo e terminou-a no Cerveira onde fez 7 jogos.
Chega agora ao melhor clube do mundo. Bem-vindo!

Apresentação do reforço: Mamadou

Nome: Mamadou N´Diaye
Data de nascimento: 12/01/1984
Naturalidade: Dakar - Senegal
Posição: Defesa
Antigo clube: Torreense
Foto retirada do blogue do Portimonense

No seu país, o Senegal, jogou no AS Douanes e no Jeanne D´Arc. A sua entrada no futebol português deu-se pela porta grande, leia-se I Divisão, ao serviço do V. Setúbal em 06/07, embora tenha sido dado como provável no Shaktar. Fez 9 jogos, estreando-se no Bessa com o Boavista (1-1), fazendo a dupla de centrais com Auri.
Na época seguinte mudou de ares. Foi até Portimão, o Portimonense estava na Honra, e foi companheiro de Nuno Ricardo que reencontra esta época em Viseu. Não foi feliz aí já que fez apenas 2 jogos e ambos como suplente utilizado e teve até um problema disciplinar. Nessa mesma época subiu um pouco no mapa e terminou 07/08 no Juventude de Évora, II Divisão onde actuou em 9 jogos.
Em 08/09 jogou no União da Serra, II Divisão, e fez 14 jogos pelo clube da AF de Leiria.
Em 09/10 viajou até à Madeira, mais propriamente Porto Santo, para jogar no Portosantense, mas nem os seus 25 jogos e 3 golos conseguiram ajudar a equipa da III Divisão a subir.
Em 10/11 regressou ao continente e novamente para jogar no Algarve. O destino foi o Farense, na II Divisão, fez dupla de centrais com Tiago Sousa (jogou no Penalva) mas os seus 3 golos, em 27 jogos, não ajudaram o clube de Faro a manter-se na II Divisão, embora se tenha mostrado como um jogador com apetência para marcas nas bolas parada
Na época passada jogou no Torreense mas os titulares Dorival (jogou no Estoril na I Divisão) e Anta (vai jogar no Varzim nesta época) não lhe deramm grandes chances. Mesmo assim fez 16 jogos e marcou um golo.
Chega agora ao melhor clube do mundo. Bem-vindo!

Apresentação do reforço: Campinho

Nome: Jorge Fernando Raposo Maciel "Campinho"
Data de nascimento: 12/11/1986
Naturalidade: Vila Cova - Barcelos
Posição: Defesa
Anterior clube: Mirandela
Foto retirada da página do Facebook do atleta (desconhecemos autor)

Este minhoto iniciou a sua carreira no clube da sua terra M.A.R.C.A. (iniciados) saindo depois para os juniores do Marinhas. Completou a sua formação nos juniores do Varzim.
De 2005 a 2008 actuou no Varzim na Liga de Honra fazendo 19 partidas pela sua equipa. Em 08/09 foi emprestado ao Ribeirão (II Divisão) actuando em 16 partidas. Regressou ao Varzim (09/11) para mais duas temporadas na Liga de Honra (22 jogos). Na época passada actuou no Mirandela fazendo 25 jogos. Apontou um golo na última jornada.
Chega agora ao melhor clube do mundo. Bem-vindo!

Apresentação do reforço: David Nunez

Nome: David Keto Nunez
Data de nascimento: 11/11/1984
Naturalidade: Senegal
Posição: Avançado
Retirado daqui

Este avançado Senegalês iniciou a sua carreira no seu país ao serviço do Richard-Toll e Sonacos Djourbel.
A época de 06/07 foi a época de chegada ao futebol português ao serviço do Olhanense que jogava então na Liga Vitalis - fez 4 jogos até porque chegou na fase final da temporada.
Em 07/08 ao serviço do Atlético, na II Divisão, marcou 8 golos em 28 jogos.
A época 08/09 foi dividida entre o Santana e o Oriental. Ambas as equipas actuavam na II Divisão, no Santana 2 golos em 13 jogos e no Oriental 7 golos em 15 jogos.
Em 09/10 jogou também em dois clubes e ambos na II Divisão. No Igreja a Nova fez 1 golo em 7 jogos e no Oriental 2 golos em 13 jogos.
Mais dois clubes em 10/11, Real (11 jogos - 1 golo) e Juventude de Évora (14 jogos - 2 golos).
Na época passada marcou 5 golos em 29 jogos ao serviço do Madalena.
Havia notícias que o davam certo no Macedo de Cavaleiros mas é no melhor clube do mundo que vai jogar. Bem-vindo!


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BENFICA-0 LILLE - 0



Ao terceiro teste, o Benfica empatou. Frente ao terceiro classificado na última Ligue 1 e campeão de há dois anos, os encarnados estiveram longe da exibição conseguida frente ao Marselha, no primeiro ensaio, e poderão ter acusado algum cansaço, por se tratar do segundo encontro em 24 horas. Apesar da performance algo desgarrada, os encarnados podem reclamar para si as melhores oportunidades da partida realizada em Metz, nas duas bolas ao ferro de Nolito e Carlos Martins.

O Benfica começou o jogo com Enzo Pérez na direita, Bruno César a dez e Ola John no lado contrário, recaindo desta vez a aposta em Melgarejo como lateral-esquerdo. Jorge Jesus apostou numa pressão alta, que depois de surpreender a defesa francesa nos primeiros minutos, acabou por tornar inócua com o passar do tempo.

Na primeira parte, os franceses quiseram pouco a bola, preferindo esperar e sair em contra-ataque e, com duas ou três ocasiões em que chegaram perto de Artur, criaram mais perigo que os encarnados. Foi assim no remate de ângulo fechado de Payet contra as pernas de Artur (20 minutos), que logo no início tinha sido chamado para fora dos postes para cortar uma diagonal de Roux (9).

O melhor que o clube da Luz conseguiu foi um remate de Nolito (32), entrado para o lugar de Enzo Pérez apenas seis minutos antes (programado ou problema físico do argentino?), ao poste esquerdo da baliza de Elana, que estava batido. Uma jogada individual, da autoria de um jogador que mexe como poucos (de forma positiva) no jogo do Benfica.

Com os extremos algo apagados - mesmo assim, com Pérez (e depois Nolito), melhor que Ola John -, notou-se a falta de alguém que desequilibrasse nas transições, como Pablo Aimar, no miolo. Bruno César e Witsel são bem mais posicionais, e menos assertivos no arranque para a baliza.

Depois do intervalo, a entrada de Kalou deu mais energia ao ataque dos franceses, mais fortes nos primeiros minutos do que a equipa de Jorge Jesus. Artur voltou a ser colocado à prova em mais duas ocasiões, sempre por Payet (61 e 67). Muito concentrado, o guarda-redes brasileiro reagiu sempre bem.

Os encarnados, com mais espaço, subiram uns furos o níveis exibicionais, mas apenas se podem vangloriar de duas oportunidades dignas desse nome: aos 72 minutos, Carlos Martins (voltou a entrar bem) acertou na travem a passe de Cardozo, e Luisão cabeceou por cima, oito minutos, após canto de Nolito.

O segundo tempo ficou marcado pelas várias substituições, que quebraram o ritmo.

Ficha de jogo:

Estádio Saint Symphorien, em Metz

BENFICA - Artur; Maxi Pereira, Luisão, Garay e Melgarejo; Witsel, Javi García (Rodrigo Mora, 80) e Bruno César (Yannick Djaló, 80); Enzo Pérez (Nolito, 26), Cardozo (Gaitán, 86) e Ola John (Carlos Martins, 64)

Suplentes não utilizados: Paulo Lopes e Mika; Luisinho, Miguel Vítor, Jardel, Kardec, Saviola e Hugo Vieira

LILLE - Elana; Bonnart, Basa, Béria e Digne; Balmont, Pedretti e Mavuba (Michel, 75); Payet, Roux (Bruno, 77) e Túlio de Melo (Kalou, 46)

Suplentes não utilizados: Landreau; Soumaoro, Rozehnal, Rodelin, Vandam e Klonaridis

domingo, 15 de julho de 2012

VIDEO

ENCONTRO ACADÉMICO VISEU


Encontro 2012

Decorreu ontem no Fontelo (onde mais podia ser?) o primeiro encontro de antigos jogadores do Académico de Viseu aos quais os atuais jogadores, e adeptos, se podiam juntar. A MAGIA DO FUTEBOL esteve presente como não podia deixar de estar.
O bar das piscinas do Fontelo foi o primeiro local do encontro, ou melhor, do reencontro. Depois era altura das antigas glórias do clube se equiparem para uma peladinha. Antes da dita peladinha acontecer – no 2 de Maio – foi ainda altura de uma foto no Estádio, onde tanto brilharam, e a entrada pelo túnel de acesso ao balneário. Quanta nostalgia!
Depois foi ver os brancos (mais antigos) a jogar contra os vermelhos (os mais novos). O resultado foi de 3-1. Para quem? Era o menos importante…
Depois foi o regresso ao bar das piscinas para a 3ª parte do jogo! A terminar um vídeo– simples mas muito bonito – da história do clube que tanto amamos, mas ainda antes do vídeo todos cantaram o Viseu Senhora da Beira a plenos pulmões. Como alguém disse “levantem-se que vai entrar o Académico”!
Uma tarde muito bonita à qual direção do clube, adeptos e comunicação social viseense primaram pela ausência.
 

HAMM - 0 BENFICA - 3


Hamm-Benfica, 0-3 

Um passo atrás e três em frente 

O segundo teste da pré-temporada do Benfica, frente ao modesto Hamm do Luxemburgo, voltou a mostrar que, para já, a grande força do Benfica está na estrutura-base da temporada passada. Depois de uma primeira parte com muitas adaptações, quatro reforços e sem golos, Jorge Jesus voltou às raízes, com dez alterações, e os golos apareceram com facilidade (3-0). Ola John e Enzo Pérez estiveram em destaque na primeira parte, mas foram Maxi Pereira e Bruno César quem mais brilharam neste jogo-treino que contou ainda com um livre de Nolito de belo efeito.

O Benfica entrou em campo com um onze ofensivo, com Yannick Djaló e Melgarejo, adaptados a laterais, no apoio direto a Enzo Pérez e Ola John sobre as alas. Javi Garcia e Carlos Martins preencheram o miolo, enquanto Hugo Vieira estreou-se no ataque, ao lado de Kardec. A jogar de encarnado, a equipa e Jesus entrou bem no jogo, conseguindo profundidade nas alas, com Ola John em plano de destaque sobre a esquerda, a conseguir colocar a bola com facilidade na área. Logo aos 4 minutos, na sequência de um livre de Carlos Martins, Kardec cabeceou ao poste.


O golo parecia iminente, mas a pressão do Benfica obrigou o Hamm a recuar e a concentrar-se junto da sua área. O jogador mais adiantado da formação luxemburguesa jogava praticamente a «trinco» e o Benfica começou a sentir dificuldades em trocar a bola no último terço do terreno, muito povoado e com poucos espaços. O Benfica tinha muita posse de bola, procurava imprimir velocidade, mas sentia dificuldades com tantas pernas pelo caminho. A solução podia passar por pontapés de longa distância e Carlos Martins ainda experimentou essa possibilidade, na parte final do primeiro tempo, com um forte remate que o guarda-redes defendeu para a frente. Enzo Pérez, na recarga, teve tudo para abrir o marcador, mas atirou por cima.

Regresso às origens

Para a segunda parte, Jorge Jesus promoveu dez alterações, deixando apenas Carlos Martins no meio-campo e encaixando Artur, Maxi Pereira, Luisão, Garay, Luisinho, Witsel, Nolito, Gaitan, Saviola e Cardozo nas respetivas posições. Um Benfica bem mais forte e rotinado que, num ápice, chegou ao golo. Cruzamento de Nolito da esquerda à procura de Cardozo, corte da defesa do Hamm e cabeçada de Maxi Pereira com a bola a beijar o poste antes de ultrapassar a linha fatal. Estava desbloqueado o marcador e o Benfica crescia a olhos vistos, com a equipa a quebrar a resistência da modesta equipa com toques de fantasia. Destaque para o passe de Bruno César (entrou a render Carlos Martins) que dá origem ao segundo golo, assinado por Cardozo e servido de bandeja por Witsel.

Já perto do final, Nolito fechou as contas, com um livre de belo efeito, num lance estudado. Com Witsel e Cardozo na barreira, os dois jogadores fugiram para a esquerda, enquanto o espanhol disparava para o lado contrário, deixando o guarda-redes do Hamm pregado ao relvado.

Um jogo para Jesus tirar muitos apontamentos, mas esta segunda-feira há mais um teste, mais a sério, frente aos franceses do Lille, em Metz, antes do regresso a casa. Dos 28 jogadores que integraram este estágio, faltam apenas estrear-se o guarda-redes Mika e os avançados Rodrigo Mora e Michel, estes últimos com problemas físicos.

O Benfica entrou em campo com o seguinte onze: Paulo Lopes; Yannick Djaló, Miguel Vítor, Jardel e Melgarejo; Javi Garcia; Carlos Martins, Enzo Pérez, Ola John; Kardec e Hugo Vieira.
Jogaram ainda: Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão, Garay, Luisinho, Witsel, Nolito, Gaitan, Saviola, Cardozo e Bruno César.  

BENFICA - 2 MARSEILLE - 0


Marselha-Benfica, 0-2

Primeiro jogo encarnado termina em vitória, com dois pontapés fortes: Cardozo de penalty e Martins de bola corrida



O Benfica continua a fazer o Marselha freguês, mesmo que este encontro entre ambos tivesse no resultado o fator menos importante. O primeiro onze da época encarnada trouxe apenas uma novidade: Luisinho na lateral-esquerda. As águias foram muito iguais ao ano anterior, mas no ritmo lento que qualquer primeiro encontro de preparação impõe. Um golo de Cardozo transmitiu o que o jogo mostrou: o Benfica foi melhor que os gauleses; já o 2-0 de Martins provou algo mais: que o médio português tem de estar neste plantel, ao qual voltou com estrondo.


As ideias de Jesus estiveram todas lá desde início. A primeira equipa em campo assim o anunciava, também. Havia curiosidade para ver como se adaptava Luisinho, a peça nova. O ex-Paços de Ferreira teve pela frente o mais perigoso do OM. Remy deu lutam até que se lesionou. Ainda assim, o defesa português foi regular a defender e, numa equipa ainda a ganhar pernas, aparece bem no ataque em duas ou três ocasiões.

Quanto ao resto, o Benfica jogava como sempre. Posse de bola paciente no ataque, a tentar as combinações entre Aimar, Gaitán e Bruno César, com Witsel a surgir também. Cardozo na frente, claro. A defender, os encarnados tentaram pressionar alto e ganhar a bola cedo.

O Marselha pretendia fazer o mesmo, ou seja, assim que a bola chegava aos pés dos defesas dos encarnados, os franceses acorriam à bola de imediato. Javi Garcia e Witsel ainda perderam algumas bolas nessa situação, mas nada de grave. Ainda assim, a melhor ocasião pertenceu a Gignac. O ponta de lança ficou com a bola após um ressalto, fugiu para a área, mas encontrou Artur, que evitou o 1-0.

A partir daí, o domínio encarnado foi mais notório. Witsel pautava no miolo e mesmo que Gaitán e Bruno César ainda não tenham minutos para arrancar em velocidade, a troca de bola das águias foi boa. Ou seja, houve uma boa gestão dos minutos. Por isso, quando Witsel foi derrubado por Cheyrou e Cardozo, de penalty, fez o 1-0 num remate fortíssimo. O marcador em Sion passou a fazer justiça ao que se via em campo.

O segundo defesa-esquerdo

Não é segredo nenhum, o Benfica ainda procura um lateral-esquerdo. Há Luisinho e mais ninguém. Por iss

o, Jorge Jesus está obrigado a encontrar uma solução. E essa, para já, dá pelo nome de Melgarejo. O paraguaio entrou para o lugar, esteve bem quando subiu no terreno, mas é preciso um outro teste, para perceber as capacidades defensivas e, também, na saída de bola sob pressão.

Isto porque o Marselha quase não assustou Artur, primeiro, e Paulo Lopes depois, mesmo que o português tenha feito uma boa defesa, a remate de Raspentino. No entanto, os primeiros minutos da segunda parte encarnada foram bastante bons.

Ola John a romper, Martins bombardeia

Nolito de um lado e Ola John do outro furavam a defensiva gaulesa. Se o espanhol não é novidade, o holandês mostrou imensa facilidade em chegar à área. Ainda falta velocidade ao extremo ex-Twente, e, por outro lado, tem de começar a decidir melhor na zona fatal, onde, repete-se, chega sem grandes problemas.

No entanto, Ola John lesionou-se e Jesus foi fazendo trocas. Matic foi outro azarado e deu o lugar a Roderick, com Maxi Pereira, Luisão e Garay a fazerem os 90 minutos. O Marselha melhorou um pouco quando o Benfica rodou, mas os encarnados nunca perderam noção do encontro, mesmo que seja de preparação. Assim se explica que numa jogada pela esquerda, Nolito tenha sido soberbo a assistir Carlos Martins que com um pontapé forte e de primeira voltou ao clube com estrondo e a dizer presente.

Eis o onze

BENFICA: Artur; Maxi, Luisão, Garay, Luisinho; Witsel, Javi Garcia; Gaitan, Aimar, B. César; Cardozo.

Jogaram ainda: Paulo Lopes, Melgarejo, Ola John, Nolito, Saviola, Matic, Kardec, Enzo Pérez e Roderick