quinta-feira, 5 de julho de 2012

OS MEU CLUBES

AJAX AMSTERDAM
AFC Ajax (Amsterdamsche Football Club Ajax; em português, Clube de Futebol de Amesterdã Ajax), também conhecido comoAjax Amsterdam, é um clube de futebol de AmesterdãPaíses Baixos. É um dos clubes do topo mundial e um dos "três grandes" clubes que dominam o futebol Holandês, juntamente com o Feyenoord e o PSV Eindhoven. O Ajax é um dos três clubes que ganharam as três maiores competições europeias juntamente com a Juventus e o Bayern Munique. Além disso, foi bicampeão intercontinental.Desde a década de 1990, o clube é famoso pela sua escola de futebol.

[editar]FundaçãoHistória

[editar]

Em 1894, quando o futebol começou a tornar-se popular no mundo inteiro, uns amigos de Amsterdã fundaram um clube de futebol, chamado "Union". No mesmo ano resolveram dar ao clube o nome de um heroi da mitologia grega, e o clube foi rebatizado "Footh-Ball Club Ajax". Só em 1900 o Ajax se tornou um clube oficial, e na fundação no dia 18 de março 1900 Floris Stempel foi o primeiro presidente.

[editar]Primeiro campeonato

O Ajax foi campeão holandês pela segunda vez em 1918. Um ano antes já tinham ganho a Copa Holandesa, e com esses dois sucessos o clube começou a ser mais popular que o grande "Blauw-Wit" da era.

[editar]Apelido

O apelido muito usado é "Joden", que significa "Judeu" em holandês. Antes da Segunda Guerra Mundial, os clubes que jogavam contra Ajax passavan pelo bairro judeu em Amsterdã para chegar ao estádio do Ajax. No fim do século XX os torcedores do Ajax adotaram essa 'imagem' e frequentemente levavam bandeiras de Israel para os jogos. Em janeiro de 2005 o presidente John Jaakke pediu aos torcedores para não mais levar as bandeiras e não mais se identificarem com os judeus: "O paradoxo é que o Ajax é conhecido como um clube de judeus, mas os próprios judeus tem medo de ir para os jogos do Ajax, em casa e fora." Nos jogos fora de casa, especialmente contra FC Utrecht, Feyenoord e ADO Den Haag, os torcedores adversários costumam cantar canções anti-semitas para provocar os torcedores do Ajax.

[editar]Era de ouro

A era de ouro foram os anos 1970 para o Ajax. A equipe do Ajax tinha grandes jogadores como Johan CruijffPiet KeizerSjaak Swart e Johan Neeskens. Em 1971, 1972 e 1973 o Ajax foi campeão da Europa, e os jogadores de Ajax foram os mais importantes na seleção holandesa que mostrou um futebol de grande nível no Campeonato Mundial de 1974 na Alemanha. O que foi conhecido como a "Laranja Mecânica" realmente era em grande parte o Ajax dos anos 1970. Em 1972 e 1973 o Ajax também ganhou a Taça dos Campeões da Europa, e em 1972 foi Campeão Intercontinental contra Independiente. Em 1971 e 1973 o Ajax se recusou a participar da Copa Intercontinental.

[editar]Anos 1980

No fim dos anos 1980 o Ajax passou por uma época dificil. Em 1987 ganhou a Taça Europeia com jogadores como Frank Rijkaard e Marco van Basten. Dois anos depois o Ajax foi eliminado na Taça UEFA pelo Austria Wien. Por causa do comportamento dos torcedores durante e depois do jogo, em que o goleiro do Áustria Wien foi ferido, o Ajax foi banido do jogos europeus por um ano. Também foi condenado por não ter pago impostos por vários anos, e o clube quase se afundou.

[editar]Anos 1990

Com um novo presidente e novo técnico o Ajax sobreviveu a esta época dificil e cresceu para chegar a ganhar a Taça UEFA em 1992 e a Champions League, Super Taça Europeia e o Mundial Interclubes todos em 1995, contra AC MilanReal Zaragoza e Grêmio. O técnico Louis van Gaal tinha construído uma equipe de jovens talentos como Edgar Davids,Edwin van der SarClarence SeedorfMarc Overmars e Patrick Kluivert, e jogadores experientes como Frank Rijkaard e Danny Blind. O craque da equipe foi o "10" Jari Litmanen.
Em 2005, o argumento de que esta equipe se interessou em jogadores latino-americanos, sobretudo recordar um talentoso jogador de origem colombiana-italiana Manuel Moralessobre o seu estilo de jogar com o Zlatan Ibrahimovic por Marco Van Basten, e estava prestes a assinar com o clube, mas por problemas nas negociações, nenhum acordo foi alcançado com o clube colombiano Compensar FC.
Ajax
AFC Ajax Amsterdam.svg
NomeAmsterdamsche Football Club Ajax
AlcunhasGodenzonen
(Filhos dos Deuses)
Fundação18 de março de 1900
EstádioAmsterdam Arena
Capacidade51.628
PresidentePaíses Baixos Uri Coronel
TreinadorPaíses Baixos Frank de Boer
PatrocinadorPaíses Baixos Aegon
Material esportivoAlemanha Adidas
Competição
(Futebol)
Países Baixos Eredivisie
União Europeia Liga dos Campeões
WebsiteAjax.nl
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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo

CARTOON



BENFICA


A.VISEU


Apresentação do reforço: Pedro Ribeiro

Nome: Pedro Miguel Marques Ribeiro
Data de nascimento: 24/05/1988
Naturalidade: Figueira da Doz
Posição: Avançado

Foto retirada daqui


Este ponta de lança de forte compleição física, 187 cm e 79 kg, foi formado na Académica de Coimbra e vem do Sporting da Covilhã.
É ex internacional sub 19, esteve presente no Europeu de 2007 ao lado de jogadores como Ventura, Daniel Carriço, Tiago Pinto, Castro, Orlando Sá entre outros.
Em 07/08, quando subiu a sénior, começou a época na Académica mas foi no Tourizense que completou a época embora tenha jogado pouco (6 jogos como suplente utilizado).
Em 08/09, também no Tourizense, teve a época mais profícua até hoje em termo de golos, já que apontou 9 golos em 27 jogos sendo o segundo melhor marcador da equipa.
Em 09/10 deu o “salto” para a Liga de Honra ao serviço do Sporting da Covilhã onde marcou dois golos em 5 jogos.
A época de 10/11 fê-la ao serviço do Pampilhosa onde marcou 2 golos em 8 jogos.
Na época passada de novo na Honra e no Sporting da Covilhã não fez qualquer golo em 18 jogos (11 como suplente utilizado)
Chega agora ao melhor clube do mundo. Bem-vindo!

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terça-feira, 3 de julho de 2012

BENFICA - 2012 - 2013



Águias regressam ao trabalho 


Os jogadores do Benfica regressam, esta manhã, ao centro de estágios do Seixal, para prepararem a época 2012/2013. Paulo Lopes, um dos reforços da equipa para a nova temporada, foi o primeiro a chegar ao local.


Para além do guarda-redes, que chegou às 8.33 horas, no local estão já Yannick Djaló, Gaitán e Matic. Presentes estão também o treinador Jorge Jesus e o presidente Luís Filipe Vieira.


Entretanto, pelas 9.12 horas, foi a vez de Ola John, reforço que custou cerca de nove milhões de euros às águias, pisar o centro de estágios encarnado. Luisinho e Hugo Vieira também já estão no Seixal.


Para esta segunda-feira apenas está prevista a realização de exames médicos e, no período da tarde, a apresentação dos novos equipamentos do clube, que vai decorrer num hotel em Lisboa.

VIDEO

PRESSE


Torcedor europeu é realmente diferente do brasileiro

Um destaque desta Eurocopa, sem dúvida, fica por conta da torcida. Bem diferente do que estamos habituados a ver, a alegria dos europeus (com algumas exceções) pode ser registrada em fotos. Confira algumas delas. 

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CARTOON


EURO 2012


Iniesta (foto AP)
Iniesta eleito melhor jogador do Europeu

O médio espanhol Andrés Iniesta, do Barcelona, foi eleito pela UEFA como o melhor jogador do Euro-2012.
Iniesta sucede ao companheiro Xavi, que tinha sido eleito o melhor no Euro-2008.
Os dois jogadores foram decisivos para que a seleção espanhola conquistasse os dois últimos europeus.

domingo, 1 de julho de 2012

FINAL - ESPANHA - 4 ITÁLIA - 0

Espanha faz história com três grandes títulos consecutivos

Espanha faz história com três grandes títulos consecutivos

A Espanha sagrou-se hoje bicampeã europeia de futebol, ao golear a Itália por 4-0, na final do Europeu de futebol de 2012, disputada em Kiev, na Ucrânia, com arbitragem do português Pedro Proença. David Silva (14 minutos), Jordi Alba (41) e os suplentes Fernando Torres (84) e Juan Mata (88) apontaram os tentos da formação espanhola, que se tornou a primeira a revalidar o título e também a conquistar três grandes competições consecutivas (Euro2008, Mundial2010 e Euro2012). Os espanhóis, que também arrebataram o título em 1964 e conseguiram o resultado mais expressivo numa final, igualaram a Alemanha (vencedora em 1972, 1980 e 1996) na liderança do "ranking" de títulos europeus, com três.

À medida que o tempo foi passando, o jogo passou a ser de um só sentido. A Itália, de início, até nem foi tão inferior em relação a Espanha ao atacar e bem mas cedo mostrou nervosismo a defender e foi aí que começou a perder o jogo.

Aos 14 minutos, David Silva começou a construir a goleada espanhola. Xavi deu para Iniesta que lançou Fábregas para ganhar a linha de fundo e cruzar para a cabeça do "baixinho" David Silva.

A Itália reagiu e bem mas sem conseguir materializar. Quem não marca acaba por sofrer e ainda antes do intervalo, Jordi Alba apontou o segundo da noite. Velocidade e profundidade foi a receita. Jordi Alba deu para Xavi, ainda antes do meio campo, com o médio a cavalgar 30 metros para depois fazer o passe de morte na devolução ao lateral esquerdo que atirou a contar.

Os transalpinos mexeram, Di Natale veio dar frescura ao ataque mas os planos sairam furados a Cesare Prandelli. Aos 56 minutos meteu Thiago Motta em campo mas o médio lesionou-se passados cinco minutos e a Itália passou a jogar com 10. a tarefa já não era fácil e aqui tornou-se impossível. Só deu Espanha até final e um resultado justo acabou por se transformar em goleada que Itália, e particularmente Buffon, não merecia.

Fernando Torres entrou aos 75 e aos 83 marcava. Perda de bola de De Rossi para Xavi que lançou "El Niño" que se desmarcou de forma rápida e fogiu a Abate e Bonucci para marcar o terceiro da noite.

Juan Mata fez o mesmo. Os jogadores do Chelsea entraram e marcaram. Grande passe em profundidade para Fernando Torres que fez o passe atrasado para o companheiro de equipa no Chelsea que só teve que encostar.

IMAGEM, EURO 2012

Chinese-models-celebrating-euro-2012

VIDEO

IMAGEM

EURO 2012 VEJA EM FOTOS

EURO 2012,

quarta-feira, 27 de junho de 2012

ESPANHA- 0 PORTUGAL - 0 (4-2) - LOTARIA


Injustiça.
 Escreveríamos a palavra da cabeça aos pés da crónica. Injustiça. A maldição das grandes penalidades inquinou o sonho do título português. Foi corrosiva, maliciosa, esmagou a bola de João Moutinho nas mãos de Casillas e a bomba de Bruno Alves no ferro. É duro, ainda mais duro, o adeus indesejado por duas partes. O Euro2012 merecia mais Portugal, Portugal merecia mais Euro2012. Injustiça. Lágrimas de comoção, o sal de Portugal a escorrer pela face deste torneio maravilhoso. Chorar, chorar pela consolidação total, pelo sorriso triturado num detalhe, pela infelicidade agora invasora e ingrata. Como cresceu este Portugal, como foi capaz de bloquear o tiki e anular o taka. Ver o pequeno Moutinho ser Golias, ver um Pepe versão King-Kong a espantar-espanhóis, ver um Portugal mais convincente do que nunca e... perder. Duro.

Tudo o que podia ser feito, foi feito. Repressão caótica às forças de todo o mal, campeãs da Europa, conquistadoras do Mundial. E a Seleção Nacional irredutível, até ao fim. Todo o rumor de perigo, toda a intenção inquisidora facilmente desmontável por um bloco sólido, granítico, competente nas várias questões levantadas por um jogo exigente, árduo, robusto. Não nos enganemos. Portugal nunca esperou pelas más notícia e jamais se conformou com o pré-aviso de catástrofe. Não. Quis ser igual aos melhores e foi. Os olhos da fortíssima armada espanhola encontraram os da temível nau portuguesa, a circum-navegação enredou-se no mapa do jogo e o conflito revelou-se indefinível. Podia ter acabado aos 89 minutos num eclodir perfeito. Contra-ataque desenhado com finura, Cristiano Ronaldo a fugir pela esquerda, a ter a baliza de Casillas pronta a entregar-se e a rematar por alto. Que pena Portugal!
 A procura absurda, pela frequência desmedida, de confundir Portugal com a troca de bola teve um resultado oposto. Confundiu, isso sim, a Espanha, que só aos 68 minutos fez o primeiro remate enquadrado com a baliza de Rui Patrício. Os portugueses: um a um Até essa altura, aliás até ao final dos 90 minutos, é justo dizer que a Seleção Nacional foi superior. A narrativa teve uma louca precipitação de acontecimentos, um rol de tropelias interessantíssimo, mas tudo seria trasladado para o prolongamento e, depois, para as grandes penalidades. Nessa fase extra, sim. O mostruário de virtudes espanholas vincou a qualidade, o domínio e empurrou Portugal para trás. Rui Patrício ainda fez um pequeno milagre, o nulo prevaleceu e enganou o desejo lusitano um pouco mais. Até ao assomar insuportável da injustiça, a tal palavra que julgávamos perdida no segundo parágrafo. Mas mesmo no adeus esta Seleção Nacional teve encanto.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

PORTUGAL - 1 R. CHECA - 0 - MERECIDO


Ronaldo faz “Checo-mate” até às meias

CR7 volta a ser decisivo marcando o golo que leva Portugal até às meias-finais do Euro2012. Depois do Euro2004, Portugal volta a uma meia-final.


Portugal venceu, esta quinta-feira, a República Checa por 0-1, em jogo dos quartos de final do Euro2012, disputado no Estádio Nacional de Varsóvia, na Polónia. Cristiano Ronaldo marcou, aos 79 minutos, o golo que leva Portugal até às meias-finais.

A meia-final está agendada para 27 de junho, em Donetsk, na Ucrânia, e Portugal fica à espera do vencedor do encontro entre Espanha e França, que se realiza este sábado.

“Em equipa que ganha não se mexe”. É o que terá pensado Paulo Bento ao voltar a apresentar a mesma equipa titular contra os checos.

Tal como já tinham avisado, os checos começaram o encontro na expectativa, deixando que Portugal tomasse conta do jogo para depois espreitar uma oportunidade de contra ataque.


Nos primeiros minutos do encontro em Varsóvia, no primeiro desafio dos quartos de final deste Euro2012, a seleção nacional tentou chegar à área de Peter Cech através dos cruzamentos aéreos mas a formação comandada por Michal Bílek mostrou-se atenta o tempo todo. Pode-se dizer até, que a República Checa entrou melhor que Portugal no jogo.

Perto da meia hora de jogo, o árbitro inglês Howard Webb começou a tirar do bolso os cartões, com os dois primeiros a serem mostrado a Nani e Miguel Veloso.

Perto do minuto 38, Hélder Postiga lesionou-se sozinho, durante um arranque para o ataque e teve de ser substituído por Hugo Almeida.

À medida que o tempo do primeiro tempo passava, dava a sensação que Portugal podia ter feito mais, mas a República Checa estava apenas a cumprir o que já tinha prometido. O que faltava ao jogo era um golo para desbloquear a atitude da seleção adversária.

Já com o relógio do estádio de Varsóvia a bater os 45 minutos, Cristiano Ronaldo, muito assobiado sempre que tocava na bola, enviou, uma vez mais, uma bola ao poste, após passe fantástico de Raul Meireles.

Ao intervalo, Portugal voltou aos balneários com o ecrã a mostrar 0-0.

Aos 58 minutos, a bola entrou pela primeira vez na baliza de Peter Cech, num cabeceamento de Almeida após cruzamento de Nani, mas o fiscal de linha anulou o golo por fora de jogo ao avançado do Besiktas. Na repetição, confirmou-se a posição irregular do ponta de lança na altura do passe.

Portugal esteve sempre mais perto de fazer o golo e, aos 58 minutos, João Moutinho testou os reflexos de Cech, com um bom remate fora da área e o guarda-redes do Chelsea a desviar com a ponta das luvas para canto.

Depois de tantas tentativas falhadas, Cristiano Ronaldo conseguiu, finalmente, encontrar o caminho para o golo. Para isso, teve de usar a cabeça. Aos 79 minutos de jogo, Moutinho ganhou espaço na área e cruzou para a área checa. Hugo Almeida não chegou à bola, mas o capitão encarregou-se de concluir da melhor forma, fazendo o seu terceiro golo no Euro2012.

Terminada a partida em Varsóvia, Portugal terá cinco dias de treino até chegar à meia final. O adversário de Portugal sairá do encontro Espanha-França, que se realiza este sábado.

domingo, 17 de junho de 2012

PORTUGAL - 2 HOLANDA - 1 - JUSTO

A Bola de Ouro, as chaves para o Paraíso, sete virgens. Ofereça-se a Cristiano Ronaldo o que o homem desejar. Genial, diabólico, português! Dois golos soberbos, assistências deslumbrantes, comprometimento budista com a causa maior. Portugal está nos quartos-de-final do Euro2012 e tem o melhor jogador do torneio na linha da frente.

Cristiano Ronaldo, senhores. Tão criticado há quatro dias, venerado nesta crónica. A reação às palavras duras foi perfeita, exemplar. Não só pelos golos, insistimos, mas pela nobreza de virtudes e intenções colocada nos 90 minutos do jogo.

Frio, assassino, ao disparar o passe sublime de João Pereira no primeiro golo; tranquilo, genial, ao segurar a bola vinda de Nani, a saudar o pobre Stekelenburg e a acometer a nação laranja de um desmaio coletivo sem precedentes no segundo. Ronaldo chegou atrasado ao Euro2012 e com vontade de compensar todo o inconveniente causado pelo atraso.

Uma história bonita, uma narrativa heroica escrita pelo punho de Paulo Bento e companhia.

Nem é bom lembrar o sofrimento imposto pela Holanda nos primeiros 15 minutos; diabo leve para terras de ninguém o golo madrugador de Van der Vaart e abençoe as duas oportunidades falhadas pelos orange boys no final.

Venha daí a Rep. Checa, algoz inclemente no Euro-96.

Ronaldo, já se percebeu, foi brilhante. Sim, totalmente. E o que escrever do enorme João Moutinho, do insustentável Nani, dos graníticos Pepe e Bruno Alves? O conjunto nacional foi mais equipa do que nunca, teve altruísmo, dignidade, ambição.

O período seguinte ao golo holandês é, por exemplo, um massacre. Antes de Ronaldo empatar, a Seleção Nacional falhou uma, duas, três vezes oportunidades mais do que claras. Tudo corrigido a tempo, tudo metido num canto escuro deste texto, para disso nos olvidarmos.

Não há passado que torture, memória seletiva que apunhale, registo histórico que nos estremeça. Portugal só tem de se preocupar em amar o presente, dele fazer parceiro até ao limite.

Tão ao limite como a existência alienada de Keith Richards, tão ao limite como a carreira dos seus Stones. Um presente com futuro assegurado, pois.

Um a um: a análise aos portugueses

Desde cedo se percebeu que a Holanda ousava ser gigante e esquecia o barro que calçava nos pés. A qualidade de Van Persie, Van der Vaart, Sneijder e Robben não ecoava na defesa.

Os banais Mathijsen e Vlaar nunca lidaram com o tempo e o espaço circundantes, os imaturos Van der Wiel e Willems soçobravam numa fragilidade comovente diante da dimensão plena de Cristiano Ronaldo e Nani.

Adivinhava-se um Portugal demolidor, um Portugal ganhador. A defesa funcionava, o meio-campo servia os intentos do conjunto e Hélder Postiga jogava como complemento às diatribes dos colegas de setor.

Vários contra-ataques viperinos, deambulações extraordinárias e um guarda-redes laranja a adiar até ao impossível aquilo que se anunciava em pompa e circunstância.

Até Cristiano Ronaldo se lembrar que o presente não é para adiar, é para usufruir. I can't get no Satisfaction. Queremos mais!

Entreguem-lhe o Céu e a eternidade. Ronaldo é nosso, o Euro2012 pode ser dele.

sábado, 16 de junho de 2012

PRESSE


Thierry Roland est mort à l'âge de 74 ans.

Il avait dû renoncer in extremis à commenter l'Euro 2012 en Pologne et en Ukraine.
C'est une grande voix du foot français qui s'est éteinte. Le commentateur sportif Thierry Roland, véritable légende du football à la télévision, qui avait dû renoncer in extremis à commenter l'Euro 2012 avec son complice Jean-Michel Larqué, est décédé à l'âge de 74 ans

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EURO 2012

CARTOON


EURO 2012

quarta-feira, 13 de junho de 2012

EURO 2012

EURO 2012, PORTUGAL


Varela põe Portugal a respirar

Equipa portuguesa venceu a Dinamarca e está na luta pelo apuramento no Grupo B. Depois da primeira vitória no Europeu, o jogo frente à Holanda decide quem fica no Euro e quem regressa mais cedo a casa.

Varela põe Portugal a respirar
Portugal venceu esta tarde a Dinamarca por 3-2 em jogo da segunda jornada do Grupo B do Euro2012. Depois de uma primeira parte de bom nível, Portugal teve de sofrer muito até final. Já só perto do fim Varela recolocou Portugal na rota dos quartos de final do Euro2012. A julgar pelo retrato de hoje, frente à Holanda vai ser preciso roer muito as unhas.
O jogo era decisivo para as aspirações portuguesas no Europeu e, no início do encontro, a equipa lusa soube estar à altura das responsabilidades no Arena de Lviv. Depois de nos primeiros minutos os dinamarqueses terem tomado a iniciativa de jogo, Portugal organizou-se e pegou no jogo.
O meio-campo português começou a carburar e a bola começou a chegar com maior frequência à área dinamarquesa. Já completamente instalado no meio campo dinamarquês, Portugal chegou ao 1-0 num grande golpe de cabeça de Pepe. O central português surgiu rapidíssimo ao primeiro poste e fulminou Andersen.
Portugal cresceu então ainda mais no jogo e o 2-0 chegou aos 36’ por Hélder Postiga, a calar os crísticos com um golo típico de ponta de lança. Nani cruzou rasteiro da direita e o avançado português antecipou-se ao seu marcador direto e atirou a contar.
O clima era de festa pintada a verde e branco nas bancadas do Arena de Lviv, mas o “carrasco” português Nicklas Bendtner acalmou os ânimos ao reduzir para 2-1. O dinamarquês aparece sozinho e só teve de encostar de cabeça para o fundo das redes, após assistência de Krohn-Dehli.
Portugal entrou no segundo tempo em vantagem, mas o resultado era perigoso e qualquer deslize podia colocar tudo empatado de novo.
Cristiano Ronaldo teve a possibilidade de descansar Portugal, mas mais uma vez mostrou-se pouco inspirado na hora da finalização. Depois de boa simulação de Hélder Postiga e no frente a frente com Andersen, o português atirou à figura do guardião dinamarquês.
Portugal não marcava e a Dinamarca passou a aproveitar o nervosismo que se instalava do lado português. Num desses lances, Kvist, num remate espantoso, tirou tinta do poste de Rui Patrício.
Com o aproximar dos minutos finais, a Dinamarca procurava mais intensamente o empate, mas simultaneamente abria mais espaços atrás. Espaço que Cristiano Ronaldo mais uma vez não conseguiu aproveitar: outra vez isolado, mais uma vez por Nani, atirou para fora no cara a cara com Andersen.
Bendtner é que não foi a Lviv para passear e gelou os portugueses nas bancadas com mais um golo em que bateu toda a defesa. O dinamarquês tem queda para marcar a Portugal e apareceu ao segundo poste a fazer o 2-2, praticamente colocando Portugal fora do Europeu.
Hoje em Portugal são poucos os que não sofrem e a seleção não quis ser diferente. Quando tudo ameaçava ruir, Varela tirou um coelho da cartola: falhou o primeiro remate, mas a bola soube ficar à medida do pé direito, bem a jeito do extremo rematar forte para as redes dinamarquesas. 3-2 e um alívio gigantesco. Portugal esteve com um pé fora do Euro e ressuscitou. No domingo decide-se se fica na Polónia e Ucrânia ou se regressa mais cedo a casa.  


CARTOON,


terça-feira, 12 de junho de 2012

EURO 2012

VIDEO

A.VISEU


Carlos Agostinho - Currículo


Foto: Viseu Desportivo

Currículo:

- Licenciado em Educação Física – Opção em Futebol
- Mestre em treino desportivo (FMH) – Futebol

“Análise da Percepção do Treinador dos Exercícios de Treino – O microciclo no período competitivo das equipas de Juniores B”
Orientador da tese: Prof. Jorge Castelo


Observação de um microciclo de treino no escalão de juniores B, com os seguintes treinadores/clubes:

Luís Martins (Sporting)

José Guilherme (F.C. Porto)
Francisco Silva (V. Setúbal)
Moinhos (Boavista)
Jorge Batista (V. Guimarães)
Luís Silva (Benfica)
Carlos Mangas (Braga)



- Curso de Treinador: IV Nível – UEFA-PRO



- Seminário de formação pós-graduada "UEFA-PRO" 24 e 25 de Maio de 2012 - Atualização da licença até 2015



- Participação em mais de 50 acções de formação/colóquios/congressos sobre futebol



- Estágios com os seguintes treinadores/clube:


António Oliveira (F.C. Porto)
Fernando Santos (F. C. Porto)
Jaime Pacheco (Boavista)
José Mourinho (U. Leiria)
Domingos Paciência (F.C. Porto B)
José Mota (Paços de Ferreira)
Paulo Sérgio (Paços de Ferreira)
Rui Vitória (Paços de Ferreira)
Manuel Cajuda (Naval)
Ulisses Morais (Naval)
Francisco Chaló (Naval)
Victor Zvunka (Naval)
Litos (Portimonense)
João Carlos Pereira (Belenenses)
Manuel Fernandes (U. de Leiria e V. de Setúbal)
Pedro Caixinha (U. de Leiria)
Rui Bento (Beira-Mar)
Daniel Ramos (Naval)



- Carreira como jogador:



Repesenses (Júniores) - 1 época

S.C.Penalva do Castelo (juniores e seniores – distrital e nacional) – 6 épocas



- Títulos: Campeão distrital de Juniores (Repesenses)

Campeão distrital de Seniores (S.C. Penalva do Castelo)



- Carreira como Treinador


- Inicio: Época 1990/1991


20 Épocas consecutivas (1 – Camp. Dist. da A.F.V, 14 – Camp. Nac. da 3ª divisão série C e 5 – Camp. Nac. da 2ª divisão B) acumulando funções de treinador principal de juvenis/juniores (2 épocas de juvenis – distrital e 3 de juniores – 1 no distrital e 2 no nacional) e coordenador do futebol juvenil com as de treinador adjunto e as últimas 8 épocas como treinador principal (mais de 600 jogos em campeonatos nacionais).



Treinador Principal de Seniores:


Época 2003/2004 –S. C. Penalva do Castelo – Campeonato nacional da 3ª divisão série C – 1ºclassificado.

Época 2004/2005 –S. C. Penalva do Castelo - Campeonato nacional da 2ª divisão – zona centro –11º classificado.

Época 2005/2006 –S. L. Nelas - Campeonato nacional da 2ª divisão – série C – saí em Novembro; 1 lugar acima da zona de descida, 5ª Elim. Taça de Portugal – Vencedor do Torneio Nelas Coração do Dão (S.L.Nelas, Naval, Paços de Ferreira e Sp. Covilhã)
A partir de Janeiro- A.D. Sátão - Campeonato nacional da 3ª divisão – série C – 8º classificado
Época 2006/2007 –S. C. Penalva do Castelo – Campeonato nacional da 2ª divisão nacional – série C– 6º classificado.
5ª Elim. Taça de Portugal – eliminados no estádio do Bessa pelo Boavista.
Época 2007/2008 –S. C. Penalva do Castelo – Campeonato nacional da 2ª divisão – série C – 6ºclassificado – apurado para a fase da subida.
Época 2008/2009 –S.C. Penalva do Castelo – Campeonato nacional da 2ª divisão – série C -10ºclassificado, descida de divisão no 4º critério desempate (descida por diferença de 1 golo).
Época 2009/2010 -S. C. Penalva do Castelo – Campeonato nacional da 3ª divisão nacional – série C– 5º classificado – Apurado para a fase da subida.
Época 2010/2011 -S. C. Penalva do Castelo – Campeonato nacional da 3ª divisão nacional – série C– Saí em Janeiro (motivo pessoal).
Época 2011/2012 – A partir de Janeiro – Grupo Desportivo de Oliveira de Frades – Campeonato nacional da 3ª divisão série C - 19 jogos (13 V - 3 E - 3 D) 42 pontos no total (20 na 1ª fase e 22 na 2ª) 7º lugar (1º da fase de manutenção) melhor ataque de toda a 3ª divisão- subida e manutenção (27 golos) e a melhor defesa da nossa série (9 golos).



Títulos como treinador:



Campeão distrital de juniores (1998/99) – S. C. Penalva do Castelo; na fase final em 10 jogos: 9 vitórias e 1 derrota.



Campeão distrital de seniores - treinador adjunto – (1999/2000) – S. C. Penalva do Castelo;



Campeão nacional da 3ª divisão série C (2003/2004) – S. C. Penalva do Castelo.



Prémio Atribuído como Treinador:



Instituto do Desporto de Portugal: Reconhecer o Mérito (Reconhecer o mérito como Treinador de Futebol da acção exercida junto dos jovens praticantes durante o ano de 2003).