segunda-feira, 14 de maio de 2012
domingo, 13 de maio de 2012
TÍTULOS

City campeão 44 anos depois
O Manchester City derrotou o QPR por 3-2 e sagrou-se campeão inglês 44 anos depois.
Até ao último suspiro. Após 44 anos de uma travessia no deserto, o Manchester voltou a sagrar-se campeão inglês. Este é o terceiro título no historial dos azuis de Manchester.
Num jogo de loucos, a equipa de Roberto Mancini bateu, num último assomo, o QPR por 3-2.
Zabaleta, aos 39 minutos, materializou o domínio dos citizens e fez o 1-0.
No reatamento, um corte mal calculado de Lescott permitiu que Djibril Cissé fizesse o empate. Com o rival United a vencer, o City teve que correr atrás do prejuízo.
No entanto, e mesmo reduzidos a dez elementos após a expulsão de Joey Barton que agrediu Tevez e, posteriormente, Aguero, os donos da casa não encontravam soluções para abrir o muro defensivo dos londrinos.
Aos 66 minutos e após uma cavalgada de Traoré, Mackie, sem oposição, cabeceou para o fundo das redes de Joe Hart.
Balde de água gelada que paralisou os anfitriões. Perdido por cem perdido por mil, Mancini fez o que lhe competia e arriscou tudo com as entradas em campo de Dzeko e Balotelli.
Numa altura em que os adeptos do United começavam a festejar, Dzeko, com um cabeceamento fulminante, fez o 2-2.
Esperança para o City que poucos minutos depois se transformou em alegria. Kun Aguero fugiu a tudo e todos e rematou com toda a fé para carimbar o 3-2 e oferecer aos citizens o terceiro título (1937 e 1968) no seu historial.
Apesar do desaire, o QPR assegurou a permanência na Premier League.
Até ao último suspiro. Após 44 anos de uma travessia no deserto, o Manchester voltou a sagrar-se campeão inglês. Este é o terceiro título no historial dos azuis de Manchester.
Num jogo de loucos, a equipa de Roberto Mancini bateu, num último assomo, o QPR por 3-2.
Zabaleta, aos 39 minutos, materializou o domínio dos citizens e fez o 1-0.
No reatamento, um corte mal calculado de Lescott permitiu que Djibril Cissé fizesse o empate. Com o rival United a vencer, o City teve que correr atrás do prejuízo.
No entanto, e mesmo reduzidos a dez elementos após a expulsão de Joey Barton que agrediu Tevez e, posteriormente, Aguero, os donos da casa não encontravam soluções para abrir o muro defensivo dos londrinos.
Aos 66 minutos e após uma cavalgada de Traoré, Mackie, sem oposição, cabeceou para o fundo das redes de Joe Hart.
Balde de água gelada que paralisou os anfitriões. Perdido por cem perdido por mil, Mancini fez o que lhe competia e arriscou tudo com as entradas em campo de Dzeko e Balotelli.
Numa altura em que os adeptos do United começavam a festejar, Dzeko, com um cabeceamento fulminante, fez o 2-2.
Esperança para o City que poucos minutos depois se transformou em alegria. Kun Aguero fugiu a tudo e todos e rematou com toda a fé para carimbar o 3-2 e oferecer aos citizens o terceiro título (1937 e 1968) no seu historial.
Apesar do desaire, o QPR assegurou a permanência na Premier League.
TÍTULOS

«Divido o prémio com todos os meus colegas» - Cardozo
O paraguaio Óscar Cardozo conquistou, pela segunda vez, a Bola de Prata de melhor marcador do campeonato, prémio que divide com todos os companheiros do Benfica.
«É com enorme satisfação e alegria que me sagrei melhor marcador do campeonato português, num prémio que, por justiça e reconhecimento, divido com todos os meus colegas de equipa, que sempre me ajudaram. A função de um ponta-de-lança é marcar golos, mas sem o contributo de todos os meus companheiros não seria possível. Este agradecimento é, naturalmente, extensível à nossa equipa técnica, a todos os sócios e adeptos, e a toda a estrutura que trabalha diariamente no futebol profissional - sem eles nada disto teria sido possível», disse citado pelo site do Benfica.
O avançado, que terminou o jogo com o Vitória de Setúbal com um traumatismo no tornozelo, sublinha que «o mais importante é recuperar rapidamente» para regressar em boas condições físicas.
«É com enorme satisfação e alegria que me sagrei melhor marcador do campeonato português, num prémio que, por justiça e reconhecimento, divido com todos os meus colegas de equipa, que sempre me ajudaram. A função de um ponta-de-lança é marcar golos, mas sem o contributo de todos os meus companheiros não seria possível. Este agradecimento é, naturalmente, extensível à nossa equipa técnica, a todos os sócios e adeptos, e a toda a estrutura que trabalha diariamente no futebol profissional - sem eles nada disto teria sido possível», disse citado pelo site do Benfica.
O avançado, que terminou o jogo com o Vitória de Setúbal com um traumatismo no tornozelo, sublinha que «o mais importante é recuperar rapidamente» para regressar em boas condições físicas.
AVANCA - 1 A.VISEU - 2 - ACREDITAR
Avanca 1-2 ACADÉMICO DE VISEU (8ª jornada - 2ª fase)
Para início duas notas positivas:
Bom estádio, boas instalações, espaço bem aproveitado.
As palavras antes do início do jogo , por parte do “voz off” do estádio , foram muito simpáticas e com fair-play. Deu as boas vindas a nós, adeptos do Académico, e à sua direcção e jogadores. Bom gesto, não se vê muito disso por esses campos fora.
Outro facto importante foram os adeptos do Académico que apareceram em bom número , com cachecóis, bandeiras, com voz e com apoio. (Há sempre excepções mas nem as vou valorizar aqui)
O onze:
Nuno; Casal - Tiago e Calico - Ricardo; Vouzela - João Paulo - Rui Santos; Hélder Rodrigues - Bacari - Marco Almeida.
Substituições: Saiu Marco Almeida , entrou Luisinho; Saiu Rui Santos, entrou Álvaro; Saiu Bacari , entrou Filipe.
Marco Almeida desta vez jogou a extremo e começou do lado esquerdo, com Hélder a fazer o lado direito. O jogo começou com o Académico a criar perigo ao 1º minuto. Canto marcado por João Paulo e cabeceamento de Bacari em frente à baliza mas por cima. Cá de cima parece fácil, parecia só encostar.. J mas quem está lá dentro é que falha.
Aos 10 minutos a 1ª de algumas contrariedades para o Académico neste jogo. Marco Almeida queixa-se , senta-se no relvado… e em que ser assistido. Ainda foi assistido , reentrou mas não aguentou mais tempo e saiu lesionado, infelizmente.
Luisinho entrou para o lugar do 11 academista. Mas o Marco ficou sempre no banco a apoiar até ao fim.
Passado poucos minutos, o nosso baixinho acabado de entrar tem uma boa jogada em velocidade, fura pela defesa do Avanca, do lado do ex-Académico Marco Abreu e remata mas mais fraco do que queria.
Nesta altura o Académico usava mais o lado direito com Casal, João Paulo e Luisinho a fazerem boas jogadas, também com o apoio do Rui Santos.
Do outro lado , Hélder mais sozinho mas também muito incisivo.
Por volta dos 20 minutos, mais um canto bem marcado (nota-se trabalho nas bolas paradas do Académico!) e Bacari cabeceia melhor, muito perigoso, mas um pouco ao lado da baliza.
Aos 25 minutos, Hélder remata forte mas um pouco por cima da baliza.
O Avanca nesta altura pouco incomodava Nuno Oliveira, o Académico controlou bem o meio campo e partia rápido para o ataque.
Numa dessas arrancadas, Bacari entra na área tenta fintar um defesa e cai . O árbitro assinala de imediato penaltyyyyyyyyyyyyyyyyy!!
Ricardo é o marcador de serviço, corre para a bola e PUUUUUUUMBA, guarda redes para um lado , bola para o outro, GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOLLLOOOOO ACADÉMICO!!
Ver vídeo do golo em baixo:
O Académico continuou por cima e aos 35 minutos Luisinho rompe novamente pela área e remata pouco ao lado. O perigo a rondar a balizar do Avanca.
Nesta altura gerou-se uma rábula entre o treinador adjunto do Avanca e o fiscal de linha, já que o “mister” reclamou um fora de jogo e continuou sempre a falar com o assistente.. que lhe dava conversa. Claro que os adeptos do Académico não gostaram dessa “confiança” e meteram-se com o treinador que respondeu com um gesto de roubo e de dinheiro dizendo “vocês têm muito guito”. Muito má atitude deste senhor.
Nos últimos 5 minutos da 1ª parte o Avanca pressionou um pouco mais e envia uma bola à barra após um centro mal feito mas que por acaso caiu na barra do Académico.
Na 2ª parte entrámos também por cima e Bacari após ganhar a bola a um defesa, remate fora da área para defesa apertada para canto.
De seguida foi Rui Santos progredir no relvado e da zona frontal fora da área rematar para a defesa do Guarda Redes do Avanca.
Logo a seguir ao remate, um susto grande para o Académico. Rui Santos fica a queixar-se do pé/calcanhar de uma forma que pareceu grave. Após ser assistido, reentrou novamente, ainda queixoso, mas até ao final manteve-se aparentemente bem.
Um azar nunca vem só e surge um penalty a favor do Avanca, aos 65 minutos. O avançado do Avanca é rasteirado na área. Decisão certa. Na cobrança, Pesquina atirou bem a meia altura e Nuno Oliveira embora se tivesse lançado para o lado certo, não conseguiu chegar à bola difícil.
Aqui está o golo..
O Avanca carregou mais nesta fase e Nuno fez uma boa intervenção a salvar o golo , cedendo canto.
Entretanto, lançamento longo do meio campo academista e surge João Paulo na área para finalizar.. mas com as mãos. A bola foi ao lado.. mas o árbitro não perdoou e mostrou 2º amarelo a João Paulo .. expulsão em má altura. Tudo parecia estar contra o Académico e o nervoso apoderava-se dos adeptos. Até porque sabíamos que o Nogueirense estava a ganhar .
Só que a fibra e a vontade de ganhar do Académico sobrepôs-se a estes factores todos e continuámos a carregar. Rui Santos, Hélder e Luisinho a empurrar a equipa para a frente
Entretanto, Rui Santos sai para dar lugar de Álvaro.
Pouco depois, um canto para o Académico, a bola sobrevoa a área do avanca, perigosamente. A bola dirigia-se para a linha de fundo, mas o Tiago Gonçalves consegue cruzar, a bola chega a Calico que de primeira remata e GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOLLLOOO ACADÉMICO!
1-2, Foi o delírio nas bancadas e no relvado.
Calico, explodiu no golo e foi o corolário de uma grande exibição dele e da equipa, embora sofrida.
Até final foi sofrer, com duas investidas muito perigosas do Avanca. Mesmo ao cair do pano, nos 5 minutos de desconto,há um cabeceamento de um jogador do Avanca e a bola vai a pingar direitinha para o ângulo superior esquerdo da baliza.. só que Nuno Oliveira voa e tira com uma palmada. Muito boa defesa! Equivaleu a um golo e salvou os 3 pontos.
NO FINAL A EXPLOSAO DE TODA A EQUIPA, DOS ADEPTOS E TODOS EM CONJUNTO FESTEJARAM A VITÓRIA SOFRIDA MAS JUSTA.
sábado, 12 de maio de 2012
SETUBAL -1 BENFICA - 3 - ACABOU
Bruno César chuta e o Benfica ganha
Os encarnados fecham a temporada com uma vitória por 3-1 diante do V. Setúbal.
Bruno César (34' e 62') e Cardozo deram a vitória ao Benfica, depois de a abrir Rafael Lopes (12') ter marcado para o Vitória de Setúbal.
No Estádio do Bonfim decorreu um jogo típico de fecho de campeonato entre duas equipas que já tinham a sua classificação decidida. O maior motivo de interesse prendia-se mesmo com a possibilidade de Óscar Cardozo poder arrecadar o trono de melhor marcador da Liga, o que acabou por animar o encontro já sobre o final.
Perante um Benfica renovado, pelas alterações levadas a cabo por Jorge Jesus, foi notório que a equipa demorou a aquecer os motores. Quando tentava arrancar, a máquina foi abaixo, isto é, o Vitória de Setúbal adiantou-se no marcador.
Neca fez um grande passe a isolar Rafael Lopes que, perante o guarda-redes Eduardo, não perdoou e fez o primeiro golo do jogo.
Lá arrancou a máquina encarnada com 12 minutos de atraso e conseguiu atingir uma velocidade constante que lhe permitisse atingir um desempenho razoável. Os operários de serviço eram Bruno César, Rodrigo e Cardozo, se bem que este último pelo nervosismo de mostrar serviço não conseguia cumprir a sua função: marcar golos.
Coube então ao “chuta chuta” mostrar como se faz e aos 33 minutos fez o golo do empate. Se até ao intervalo o resultado se manteve inalterado, muito se deve a Diego.
O guarda-redes do Vitória de Setúbal travava a possibilidade de o Benfica passar a velocidade cruzeiro e assim assumir a frente do marcador.
Na segunda parte o jogo não mudou muito. O Benfica era quem dominava, enquanto o V. Setúbal tentava ser afoito nas transições rápidas.
Targino pôs o Benfica em sentido com um remate ao poste nos primeiros minutos do segundo tempo. Porém, voltou a aparecer Bruno César (61’) a mostrar, mais uma vez, como se faz e num bom remate marcou o segundo golo do Benfica.
No setor atacante, o seu colega Óscar Cardozo continuava a tentar marcar, mas não chegava ter vontade. O paraguaio rematava de todos os lados, de todas as maneiras. Rematou mais de uma dezena de vezes, mas a ansiedade traiu-o quase sempre.
Quando já todos desesperavam, eis que o paraguaio sobre o minuto 90 conseguiu o golo que todos lhe pediam e passou para a frente da lista de melhores marcadores, ultrapassando Lima.
A verdade é que este golo teve também um lado menos positivo. Cardozo marcou mas lesionou-se e teve de sair de maca do relvado.
O jogo ficou definitivamente resolvido, após este tento, e o Benfica despede-se desta temporada com uma vitória por 3-1 sobre o Vitória de Setúbal.
No Estádio do Bonfim decorreu um jogo típico de fecho de campeonato entre duas equipas que já tinham a sua classificação decidida. O maior motivo de interesse prendia-se mesmo com a possibilidade de Óscar Cardozo poder arrecadar o trono de melhor marcador da Liga, o que acabou por animar o encontro já sobre o final.
Perante um Benfica renovado, pelas alterações levadas a cabo por Jorge Jesus, foi notório que a equipa demorou a aquecer os motores. Quando tentava arrancar, a máquina foi abaixo, isto é, o Vitória de Setúbal adiantou-se no marcador.
Neca fez um grande passe a isolar Rafael Lopes que, perante o guarda-redes Eduardo, não perdoou e fez o primeiro golo do jogo.
Lá arrancou a máquina encarnada com 12 minutos de atraso e conseguiu atingir uma velocidade constante que lhe permitisse atingir um desempenho razoável. Os operários de serviço eram Bruno César, Rodrigo e Cardozo, se bem que este último pelo nervosismo de mostrar serviço não conseguia cumprir a sua função: marcar golos.
Coube então ao “chuta chuta” mostrar como se faz e aos 33 minutos fez o golo do empate. Se até ao intervalo o resultado se manteve inalterado, muito se deve a Diego.
O guarda-redes do Vitória de Setúbal travava a possibilidade de o Benfica passar a velocidade cruzeiro e assim assumir a frente do marcador.
Na segunda parte o jogo não mudou muito. O Benfica era quem dominava, enquanto o V. Setúbal tentava ser afoito nas transições rápidas.
Targino pôs o Benfica em sentido com um remate ao poste nos primeiros minutos do segundo tempo. Porém, voltou a aparecer Bruno César (61’) a mostrar, mais uma vez, como se faz e num bom remate marcou o segundo golo do Benfica.
No setor atacante, o seu colega Óscar Cardozo continuava a tentar marcar, mas não chegava ter vontade. O paraguaio rematava de todos os lados, de todas as maneiras. Rematou mais de uma dezena de vezes, mas a ansiedade traiu-o quase sempre.
Quando já todos desesperavam, eis que o paraguaio sobre o minuto 90 conseguiu o golo que todos lhe pediam e passou para a frente da lista de melhores marcadores, ultrapassando Lima.
A verdade é que este golo teve também um lado menos positivo. Cardozo marcou mas lesionou-se e teve de sair de maca do relvado.
O jogo ficou definitivamente resolvido, após este tento, e o Benfica despede-se desta temporada com uma vitória por 3-1 sobre o Vitória de Setúbal.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
TÍTULOS
Liga Europa: Falcao volta a decidir…um ano depois
(3-0)
Mais uma noite brilhante de um jogador que o Atlético
de Madrid dificilmente conseguirá manter para a próxima temporada. Dois golos e
uma exibição de lucho do ex-portista Radamel Falcao contribuíram decisivamente
para a conquista da Liga Europa por parte do Atlético de Madrid, depois da
vitória por 3-0 frente ao Athletic de Bilbau, a segunda conquista europeia dos
madridistas em três anos. E o colombiano volta a ser determinante um ano
volvido, considerando que a final do ano passado, que o FC Porto venceu por 1-0
frente ao Sp. Braga, foi decidida com um golo seu. O terceiro golo foi apontado
pelo também antigo jogador do FC Porto Diego.
Num grande jogo de futebol entre duas equipas que
pouco respeitaram o valor do adversário, começou melhor o Atlético de Madrid,
com mais domínio de bola, melhor controlo de ataque e um jogo mais ligado entre
sectores, contrariamente ao Athletic de Bilbao, que jogava mais em esforço. Mas
sobressaía a entrega de ambos os conjuntos e a pressão em todo o campo. O
“basco” Marcelo Bielsa e o “colchonero” Diego Simeone, dois argentinos que
curiosamente não começaram a época nos seus clubes, estavam dispostos a não dar
espaço ao adversário. Mas não tinham passado ainda cinco minutos de jogo e os
homens da capital já tinham criado duas ocasiões de golo: a primeira por Adrián
a cruzamento de Arda Turan, aos três minutos e a segunda por Diego, aos seis, a
passe de Adrián.
Diego, aliás, que foi uma autêntica figura neste
jogo pela bela exibição que proporcionou. Era o prenúncio do minuto sete, minuto
em que o Atlético de Madrid se adianta no marcador. Falcao, ao seu melhor
estilo, tem uma jogada de insistência, entra na área e perante a (ausência de)
oposição de Amorebieta, remata cruzado e bate Iraizoz pela primeira vez. Um
grande golo que no entanto teve um efeito perigoso. O Atlético foi perdendo gás
e os bascos aos poucos foram crescendo na partida, dominando no que à posse de
bola dizia respeito. Com pouco perigo, é certo, mas quem se recorda do valor de
Muniain e de Llorente frente ao Sporting percebe que não precisariam de muitas
ocasiões para fazer a diferença. Muniain ainda teve uma boa chance aos 25
minutos, com Courtois a defender com dificuldade. Mas pouco mais se viu de
perigo do lado basco. Os centrais Godín e Miranda controlaram sempre bem
Llorente que esteve longe do que se esperava para um jogo com este calibre.
Não havendo Llorente de um lado, havia Falcao de
sobra do outro e foi com naturalidade (a naturalidade própria de um jogador com
um dom nato para finalizar) que o Atlético ampliou a vantagem. Disparate de
Amorebieta à entrada da sua área, Diego recupera a bola cruza para Falcao que
tira Aurtenetxe do caminho, e de novo com Amorebieta “nas covas” não tem grande
dificuldade em bater Iraizoz pela segunda vez. 28 golos em 29 jogos na Liga
Europa atestam a qualidade do colombiano que muito dificilmente será jogador dos
“colchoneros” na próxima temporada. Bielsa mexeu ao intervalo lançando Iñigo
Perez e Ibai Gomez, mostrando que estava disposto a deixar tudo em campo para
inverter a tendência deste resultado.
E só dava Bilbau na segunda parte com muita
iniciativa mas com uma tendência óbvia neste jogo: muitos cruzamentos para uma
área “vazia”, sem ninguém do Athletic para finalizar e sempre com o sector
defensivo do madridistas a controlar ora os espaços vazios ora as movimentações
dos homens mais perigosos. Quando a bola passava, Courtois mostrava-se atento.
Mas notava-se um Atlético de Madrid demasiado recuado, permitindo troca de bola
em frente à área, situação que Simeone permitiu quase até ao impossível, não
reforçando o meio campo defensivo antes do minuto 80 e numa altura em que muitos
dos seus jogadores já tinham dado o estoiro fisicamente. Mas tal como havia
acontecido na primeira parte, o Athletic de Bilbau ia dominando mas não resistiu
a mais um contra-golpe dos de Madrid. Aos 85 minutos, lance individual de Diego
que recebe a bola a meio do meio campo adversário e perante um apático
Amorebieta remata cruzado de pé esquerdo para sentenciar este jogo. 3-0, uma
vitória da eficácia perante uma deficiente defensiva dos bascos e a segunda
conquista europeia do Atlético de Madrid em apenas três anos, depois de há duas
épocas terem vencido o Fulham. Dois anos foram suficientes para Falcao se tornar
o terceiro melhor marcador da história da Taça UEFA / Liga Europa (29 golos) e
com a particularidade de todos os clubes com quem o Atletico de Madrid de cruzou
na prova deste ano terem conhecido a veia goleadora de Falcao.
Ficha de JogoAtlético de Madrid: Courtois; Juanfran, Miranda, Godín, Filipe; Gabi, Mario Suárez; Arda Turan (Domínguez 90+3’), Diego (Koke 90’), Adrián (Sálvio 88’) e Falcao;
Athletic Club: Iraizoz; Iraola, Javi Martínez, Amorebieta, Aurtenetxe (Ibai Gómez 46’); Herrera (Toquero 63’), Iturraspe (Iñigo Perez 46’), De Marcos; Susaeta, Llorente e Muniain;
Golos: Falcao (7’, 34’), Diego (85’)
quarta-feira, 9 de maio de 2012
terça-feira, 8 de maio de 2012
BUSTELO-1 A.VISEU - 0 - DESILUDIDO
Estádio Quinta do Côvo, 6 de Maio de 2012
7ªJornada da Fase de Subida, III Divisão, Série C
Árbitro: Bruno Nunes (Viana do Castelo)
Bustelo: Jorge, Nélson (Saraiva, 90+2), Careca, Tiago Filipe, Marcelo (Aguiar, 87), Dani, Inverno, Zé Pedro, Rafa (Gonzaga, 67), Bruno e Paivinha. Treinador: Miguel Oliveira.
Ac. Viseu: Nuno; Marco Almeida, Calico, Tiago Gonçalves e Casal; Luis Vouzela, Ricardo Ferreira e Rui Santos (Doumbouya, 65); Luisinho (Baio, 65), Hélder Rodrigues (João Paulo, 82) e Bacari. Treinador: António Lima Pereira.
Expulsão: Inverno 89
O Académico apresentou-se mais uma vez adormecido, em quase toda a totalidade do jogo, e quando "acordou", curiosamente a equipa da casa marcou o golo da vitória.
O Académico pouco fez para ganhar o jogo, e curiosamente, um dos jogadores mais criativos do plantel, João Paulo, entrou apenas a poucos minutos do fim!
Costuma-se dizer que quem não arrisca não petisca, e o Académico agora, vai ter de mostar muito mais que aquilo que fez nas ultimas 3 partidas se quiser cumprir aquilo que os seus dirigentes sempre ambicionaram... a subida de divisão!
segunda-feira, 7 de maio de 2012
TÍTULOS ,
Juventus sagra-se campeã italiana após vencer o Cagliari (2-0)
A vitória da vecchia signora começou a ser construída cedo, quando aos seis minutos Vucinic marcou o primeiro golo da partida.
Contudo, apesar do esforço e vontade dos ‘bianconero', estava difícil aumentar a vantagem, apesar do claro domínio frente ao Cagliari, que pouco ou nada fez para defender a honra da casa.
Noite de pouca sorte para os anfitriões, que viram a derrota vincada com um auto-golo de Canini (73). Vitória de 2-0 para a Juventus, que para festejar só precisava de confirmar um deslize dos rossoneri em noite de derby de Milão.
Seis anos depois de ter perdido o campeonato na secretaria, devido ao envolvimento no conhecido processo Calciopoli, a vecchia signora conquista assim o seu 28.º scudetto.
TÍTULOS
Após empate frente ao Brugge (1-1)
O Anderlecht sagrou-se este domingo campeão pela 31.ª vez na sua história e alcançou o recorde de títulos belgas, ao empatar a um golo com o seu mais próximo rival, o FC Brugge.
Uma grande penalidade, já no quarto minuto de descontos e convertida por Gillet inutilizou o golo do adversário, apontado aos 70 minutos por Lestienne.Com dois encontros dos playoff, que congregam os seis primeiros classificados da época regular, ainda por disputar, o Anderlecht já garantiu o triunfo na prova, enquanto o anterior campeão, Racing Genk, vai terminar na terceira posição.
domingo, 6 de maio de 2012
BENFICA -1 LEIRIA - 0 - TRISTES
Benfica vence Leiria (1-0) e garante segundo lugar e vaga na Champions
O Benfica venceu esta noite o União de Leiria, no Estádio da Luz, por 1-0, um resultado que garante o segundo lugar do campeonato à turma encarnada e a consequente entrada direta na fase de grupo da Liga dos Campeões do próximo ano.
Apesar das muitas dúvidas colocadas durante a semana, e de na jornada passada terem alinhado com apenas oito jogadores, o Leiria apresentou-se na Luz com um onze completo, graças aos vários juniores que Dominguez chamou.
O Benfica entrou com duas surpresas na equipa titular, Luís Martins, na lateral esquerda, e Yannick Djaló, na ala direita, e se o jovem defesa esteve em bom plano, o antigo jogador do Sporting realizou uma partida muito apagada, acabando por ser substituído na segunda parte.
Os encarnados estiveram por cima durante a maioria dos noventa minutos, mas desperdiçaram muitas das oportunidades criadas. Foi visível a intenção de servir Óscar Cardozo, que luta pelo título de melhor marcador do campeonato, mas o paraguaio teve, também ele, uma noite apagada.
O homem da noite acabou, por isso, por ser Bruno César, o único que conseguiu acertar com a baliza: na marcação de um livre direto, forte e muito bem colocado, o brasileiro fez o golo que valeu os três pontos às aguais, perto dos 20 minutos.
Até ao final poucas notas de destaque, com o Benfica a realizar uma exibição pálida perante um Leiria muito remendado, e perante uma das assistências mais fracas do ano, na Luz. Boa nota para os jogadores leirienses que se bateram bem e, a espessos, cearam alguns calafrios à equipa encarnada.
O Benfica, acaba, apesar de tudo, por garantir o segundo posto do campeonato, com esta
Apesar das muitas dúvidas colocadas durante a semana, e de na jornada passada terem alinhado com apenas oito jogadores, o Leiria apresentou-se na Luz com um onze completo, graças aos vários juniores que Dominguez chamou.
O Benfica entrou com duas surpresas na equipa titular, Luís Martins, na lateral esquerda, e Yannick Djaló, na ala direita, e se o jovem defesa esteve em bom plano, o antigo jogador do Sporting realizou uma partida muito apagada, acabando por ser substituído na segunda parte.
Os encarnados estiveram por cima durante a maioria dos noventa minutos, mas desperdiçaram muitas das oportunidades criadas. Foi visível a intenção de servir Óscar Cardozo, que luta pelo título de melhor marcador do campeonato, mas o paraguaio teve, também ele, uma noite apagada.
O homem da noite acabou, por isso, por ser Bruno César, o único que conseguiu acertar com a baliza: na marcação de um livre direto, forte e muito bem colocado, o brasileiro fez o golo que valeu os três pontos às aguais, perto dos 20 minutos.
Até ao final poucas notas de destaque, com o Benfica a realizar uma exibição pálida perante um Leiria muito remendado, e perante uma das assistências mais fracas do ano, na Luz. Boa nota para os jogadores leirienses que se bateram bem e, a espessos, cearam alguns calafrios à equipa encarnada.
O Benfica, acaba, apesar de tudo, por garantir o segundo posto do campeonato, com esta
quinta-feira, 3 de maio de 2012
TÍTULOS
Holanda: Ajax é campeão a uma jornada do fim
O Ajax garantiu a renovação título na Holanda, ao bater o VVV Venlo por 2-0,
na 33ª e penúltima jornada, mantendo a vantagem de seis pontos sobre o Feyenoord
que lhe permite, desde já, festejar a conquista do seu 31º título do seu
historial. Um campeonato renhido que chegou a contar com seis equipas na luta
pelo primeiro posto, mas a equipa de Amesterdão conseguiu distanciar-se na ponta
final com treze vitórias consecutivas.
No jogo da consagração, com o Arena de Amesterdão esgotado (52.290 espetadores), Siem de Jong, umas das figuras da equipa de Frank de Boer, decidiu o jogo com um golo em cada uma das partes, o primeiro aos 8 minutos e o segundo aos 58.
Classificação dos primeiros na penúltima jornada: AJAX, 73 pontos; Feyenoord, 67; PSV Eindhoven, 66; Heerenveen, 64; AZ Alkmaar, 62; Twente, 60.
No jogo da consagração, com o Arena de Amesterdão esgotado (52.290 espetadores), Siem de Jong, umas das figuras da equipa de Frank de Boer, decidiu o jogo com um golo em cada uma das partes, o primeiro aos 8 minutos e o segundo aos 58.
Classificação dos primeiros na penúltima jornada: AJAX, 73 pontos; Feyenoord, 67; PSV Eindhoven, 66; Heerenveen, 64; AZ Alkmaar, 62; Twente, 60.
O Basileia garantiu, este domingo, após vitória por 3-1 na receção ao Lausanne, o título de campeão suíço, alcançando o tri-campeonato quando ainda faltam cinco jornadas para o final da temporada. Perante um St. Jakob-Park praticamente cheio (estiveram 36 mil nas bancadas) a equipa da casa (que este ano fez parte do Grupo C da Liga dos Campeões, juntamente com o Benfica, Manchester United e Otelul Galati) cedo se adiantou no marcador, com Streller, logo aos 9 minutos a proporcionar a primeira explosão de alegria nas bancadas.
Este foi o 15º título de campeão Suíço para o Basileia que reforça, desta forma, a terceira posição como clube que mais vezes venceu este troféu (terceiro consecutivo e quarto nos últimos cinco anos) afastando-se do Zurique (com 12 títulos) e aproximando-se, perigosamente, da segunda posição, pertença do Servette com 17 títulos. O Grasshoppers, que não vence desde 2002/2003, é o clube mais vezes campeão, com 27 títulos.
Real Madrid campeão, com armada portuguesa em campo
O Real Madrid garantiu nesta quarta-feira a conquista do título espanhol, a duas jornadas do fim A vitória (3-0) sobre o At. Bilbao, em San Mamés, confirmou a passagem de testemunho anunciada com a vitória em Barcelona. Após um ciclo de três títulos para o Barcelona da era Guardiola, José Mourinho conquistou o seu sétimo título de campeão nacional, alargando para quatro o número de países onde já festejou, depois de Portugal, Inglaterra e Itália.
terça-feira, 1 de maio de 2012
Subscrever:
Mensagens (Atom)














