domingo, 5 de fevereiro de 2012

AD Valecambrense 1-3 Ac. Viseu FC - CATEGÓRICO E LIDERES MAIS ISOLADOS

AD Valecambrense 1-3 Ac. Viseu FC

Estádio Municipal das Dairas, 5 de Fevereiro de 2012

17ª Jornada da III Divisão, Série C

Árbitro: Adelino Crespo (Santarém)

Valecambrense: Carvalho, Caxana, Garrincha, Pedrinho, Sá (Tiago Oliveira, int), Mosca (Porto, 66), Marcelo Oliveira, Fogaça, Rui Pedro, Ricardo Pina e Paulinho.

Ac. Viseu: Nuno; Marco Almeida, Calico, Tiago Gonçalves e Ricardo Ferreira; Casal, João Paulo (Luís Vouzela, 90+2) e Rui Dolores (Filipe, 86); Lusinho, Bacari e Doumbouya (Rui Santos, 75). Treinador: António Lima Pereira.

Golos: Bacari 5 (0-1), Bacari 11 (0-2), Doumbouya 28 (1-2), Rui Pedro 81 gp (1-3)


Ninguém esperava outra coisa que não fosse uma vitória do Académico de Viseu na tarde de hoje em Vale de Cambra, já que o AVFC era líder e o seu oponente era "só" o penúltimo classificado.
Num terreno onde o Nogueirense deixou dois pontos, o Académico entrou a jogar "à líder" e Bacari com dois golos nos primeiros 15 minutos - aumentou o seu pecúlio para 6 golos - encaminhou o Académico para a vitória. A vitória seria consolidada antes da meia hora com o segundo golo de Doumbouya no campeonato. Ao intervalo a vitória só pecava por ser escassa.
Na segunda parte, compreensivelmente, o Valecambrense subiu de produção mas o Académico manteve sempre o jogo controlado, com o golo da equipa da casa a ser um prémio justo para os nossos adversários.
Realce para o regresso de Luís Vouzela. Que reforço!

BENFICA - 3 MARITIMO - 0 - APURADOS

Águias marcam encontro com o FC Porto
Benfica apurou-se esta noite de domingo para as meias-finais da Taça da Liga, ao vencer o Marítimo por 3-0. Os encarnados venceram o grupo B, com nove pontos, e segue-se um escaldante Benfica-FC Porto na discussão pelo apuramento para a final da Taça da Liga.
O jogo começou mexido na Luz e a primeira equipa a criar perigo foi a do Marítimo: depois de ultrapassar Maxi Pereira em velocidade, Sami não teve destreza para ultrapassar Eduardo e a oportunidade perdeu-se.
O Benfica respondeu de imediato e Nolito desperdiçou a primeira ocasião encarnada. Saviola imitou-o e teve de ser o jovem Nélson Oliveira a mostrar como se faz: recebeu de Saviola pela direita, correu para a baliza e, depois de lhe tirar as medidas, atirou sem hipóteses para Salin. Estava feito o 1-0.
O Benfica estava melhor no jogo, dominava, mas o Marítimo voltou à tona: Sami deu sempre muito que fazer a Maxi Pereira e, num livre direto, Roberto Sousa tirou tinta ao poste da baliza de Eduardo.
Até final do primeiro tempo, Nelson Oliveira foi sempre o mais ativo na frente de ataque dos encarnados, mas a falta de entendimento entre os homens da frente impediu as águias de criar maior perigo junto da baliza de Salin.
Se na primeira parte Nelson Oliveira havia sido o melhor dos encarnados, o internacional sub-21 português entrou no segundo tempo novamente a mostrar serviço. Assistido por Saviola e depois de correr mais de 20 metros com a bola, rematou cruzado e a rasar o poste da baliza insular.
Seguiu-se nova oportunidade do jovem português, mas desta feita menos bem, rematando para defesa fácil de Salin, quando Saviola pedia a bola e estava em melhor posição.
O Benfica procurava com mais insistência o 2-0, mas esse só chegou já com Rodrigo em campo. O internacional sub-21 espanhol tem, de facto, outro futebol nos pés e deixou a sua marca no jogo, depois de uma jogada de ataque de grande qualidade dos encarnados: Nelson Oliveira assistiu Gaitán, o argentino meteu no centro da área e Rodrigo fez a festa do 2-0.
O Marítimo caiu de vez e nos minutos seguintes o Benfica podia ter aumentado a vantagem. Primeiro por Gaitán e depois por Nolito. Não conseguiram os extremos e Rodrigo teve de voltar a fazer o gosto ao pé: passou por Salin e rematou para a baliza deserta, fazendo o 3-0.
Não se marcaram mais golos na Luz, mas ainda houve mais um momento de festa: a entrada de Yannick Djaló foi festejada como um golo e o antigo jogador do rival Sporting até esteve perto de marcar.
Com este resultado, o Benfica apurou-se para as meias-finais da Taça da Liga e no final do mês de Março recebe, na Luz, o FC Porto.

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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

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A.VISEU - 2 AVANCA -1 - REVIRAVOLTA COM CORAGEM

Ac. Viseu FC 2-1 AA Avanca

O Académico de Viseu venceu, com cambalhota, o Avanca por 2-1 e é líder isolado da Série C da III Divisão, fruto do empate entre os anteriores lideres Nogueirense e Penalva (0-0).
Estádio do Fontelo, 29 de Janeiro de 2012

16ª Jornada da III Divisão, Série c

Árbitro: Ivan Vigário (Porto)

Ac. Viseu: Nuno; Marco Almeida, Calico, Tiago Gonçalves e Ricardo Ferreira; Casal, João Paulo e Rui Dolores (Doumbouya, 63); Luisinho (Álvaro, 90+2), Rui Santos (Baio, int) e Bacari. Treinador: António Lima Pereira.

Avanca: João Oliveira, Tiago Amaral, Gamarra, Marco Abreu (Bruno Bastos, 90), Miguel Carvalho, Luís Bornes, Veiros, Hugo Santos, Mané, Cris (Miguel Ângelo, 56) e Carlos Pesquina.

Expulsão: Mané 76

Golos: Carlos Pesquina 62 (0-1), Doumbouya 75 (1-1), João Paulo 90 (2-1)

A primeira parte não teve grandes motivos de interesse, tendo sido um jogo demasiado táctico e sem grandes oportunidades de golo. O empate ajustava-se face ao que as duas equipas haviam produzido durante os primeiros 45min. Lima Pereira, na obrigação de agitar as águas, colocava ao intervalo Baio para o lugar do mágico Rui Santos. E a verdade é que o Académico subiu de produção com o decorrer do jogo. Mas contra a corrente, quem marcou foi a equipa forasteira, por intermédio do inevitável Carlos Pesquina, o melhor marcador deste campeonato. A defesa academista desentendeu-se, e após saída infeliz de Nuno da baliza, o avançado do Avanca, matreiro, não perdoou. 0-1 aos 62min, com sabor a injustiça face ao desenrolar do jogo. Isto na altura que o técnico academista se preparava para colocar Doumbouya para o lugar de Rui Dolores. Contudo, o Académico reagiu, e provou mais uma vez, que está muito forte mental e fisicamente. A igualdade chegava aos 75min, e pela cabeça do avançado que tinha sido aposta de Lima Pereira minutos antes, Doumbouya, após excelente cruzamento de M.Almeida, estreando-se assim a marcar pelos viseenses. E como nos tem habituado esta temporada, o Académico, já perto do final, marcou mesmo o golo da vitória, dando a cambalhota no marcador. João Paulo com um livre tenso, e marcado de forma irrepreensível do lado esquerdo do ataque academista, fazia o tento da vitória para gáudio dos adeptos presentes no Fontelo, isto mesmo em cima do minuto 90. O jogo finalizou 4 minutos depois, já com Álvaro em campo.

Uma vitória justa, duma equipa que nunca desistiu e acreditou até ao fim. Pessoalmente, penso que talvez seja esta a grande imagem de marca do treinador academista Lima Pereira até ao momento – “Lutar e acreditar até ao último minuto”. Uma questão de mentalidade muitas vezes, parabéns por isso. Assim sendo, a liderança isolada chega finalmente, fruto do empate em Nogueira do Cravo. Destaque ainda para o 14º jogo consecutivo a pontuar por parte do Académico de Viseu. Assinalável, no mínimo.

Outros resultados:
Nogueirense 0-0 Penalva
O.Frades 0-0 O.Hospital
Canas 2-2 Sampedrense
Bustelo 4-1 Sanjoanense
Alba 5-0 Valecambrense

Classificação:
Ac.Viseu 31 pontos
2ºs Nogueirense e Penalva 30 pontos
4ºs Alba e Avanca 28 pontos
6º Bustelo 27 pontos

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domingo, 29 de janeiro de 2012

A.VISEU

FEIRENSE -1 BENFICA - 2 - BATALHA DURA

Batalha
Este foi mais uma daquelas vitórias que nos deixa com a sensação de poder ter sido um passo muito importante no caminho para o título. Sentiram-no os adeptos, e pela reacção no final, parece-me que também o terão sentido os jogadores. A sensação com que fomos ficando durante a semana era a de que o 'caldinho' estava a ser preparado, e de que havia uma aposta forte em que o Benfica deixasse pontos em Vila da Feira. A aposta saiu furada.

O onze apresentado pelo Benfica hoje deixou de fora o Nolito e o Gaitán, tendo jogado o Bruno César e sido entregue ao Rodrigo a função de cair preferencialmente sobre o lado direito, com o Witsel e o Aimar no centro. Durante a semana falou-se bastante das reduzidas dimensões do relvado, mas para mim foi o estado do mesmo (ao nível de um Alvalixo nos seus melhores dias) o adversário mais incómodo. A primeira parte do Benfica não foi brilhante. Houve muita luta, os jogadores do Feirense pressionaram e fecharam bem no meio campo e conseguiram bloquear o nosso jogo. Mostrámos alguma lentidão a sair para o ataque, e facilitámos um pouco a tarefa ao Feirense ao jogar muito pouco pelos flancos, já que quer o Bruno César, quer o Rodrigo tinham sempre tendência para vir para o meio, sendo o Maxi praticamente o único que, com as suas subidas no terreno, ia causando perigo junto à linha. Conseguimos ainda assim criar três boas ocasiões de golo, sempre pelo Rodrigo, com o guarda-redes Paulo Lopes a negar-lhe o golo em duas delas, e a outra a terminar com um remate ligeiramente por cima. A saída para intervalo com o nulo no marcador era preocupante e deixava antever muitas dificuldades para arrancarmos a desejada vitória.
Para aumentar a preocupação, o Feirense colocou-se em vantagem logo cinco minutos após o reinício do jogo. Foi num cabeceamento na zona do primeiro poste, após um canto da direita. Já durante a primeira parte o Feirense tinha ameaçado alguma vezes em lances deste tipo, com cantos ou até lançamentos de linha lateral mais longos sempre feitos na direcção do primeiro poste, e desta vez deu resultado. Males maiores foram talvez evitados pela rápida reacção, que permitiu reestabelecer a igualdade passados apenas quatro minutos. Depois de um lançamento lateral do Maxi o Cardozo desviou de cabeça e o autor do golo do Feirense (Varela) acabou por cabecear para a própria baliza. Pouco depois entraram o Nolito e o Gaitán para os lugares dos hoje apagados Bruno César e Aimar, e o nosso futebol melhorou, sobretudo porque passámos a jogar em toda a (pouca) largura do campo, e o Witsel subiu de rendimento quando avançou um pouco mais. O Gaitán esteve muito perto do golo, o Paulo Lopes voltou a negar o golo ao Rodrigo, mas aos setenta e dois minutos conseguimos chegar ao importante golo da vitória. Foi através de um penálti convertido pelo Cardozo, após falta do inevitável Varela sobre o suspeito do costume - Rodrigo. Com o Benfica em vantagem, o Feirense veio para a frente à procura de novo golo, mas apesar de ter pressionado mais raramente conseguiu criar uma verdadeira ocasião de perigo - apenas me recordo de um lance, em que o Emerson evitou o pior. Pelo contrário, foi o Benfica quem, aproveitando os espaços dados atrás pelo Feirense, perdeu várias ocasiões de resolver o jogo - Gaitán, Witsel e, claro, Rodrigo podiam ter marcado, mas o Paulo Lopes continuou a exibir-se em grande nível, mantendo a incerteza até final.
Na impossibilidade de eleger o Varela como o jogador do Benfica em destaque, escolho então o Rodrigo. Mas se elogio o facto de ter criado quase todas as oportunidades de golo do Benfica, também merece atenção o facto de as ter desperdiçado todas. Foram pelo menos cinco as oportunidades claras de golo que criou ou de que dispôs, e em quatro delas viu o Paulo Lopes negar-lhe o golo, parecendo-me que pelo menos naquela ocasião mesmo a fechar o jogo teria obrigação de fazer melhor. No final acabou por ser ele a sofrer a falta que deu origem ao penálti decisivo. Gostei também do Garay, Witsel e Maxi.

Mais uma batalha ganha na caminhada pelo título. É bom que nos preparemos para enfrentar cenários destes nas próximas saídas que tivermos. Calculo que os andrades não tenham muita vontade de entrar na Luz em desvantagem na tabela.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

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BENFICA - 3 GIL VICENTE - 1 - COMPLICADO

 
Confesso, temi o pior a meio da 2ª parte quando o resultado estava em 1-1 e o Gil Vicente defendia bem no campo todo e ameaçava sair com perigo no contra ataque. Via uma equipa nervosa, jogadores estranhamente ansiosos e um público desconfiado cada vez que se perdia uma bola.
O Gil Vicente é daqueles adversários que não me inspiram confiança nenhuma. A última vez que tinham vindo à Luz para o Campeonato ganharam por 0-2 deixando Koeman em maus lençóis. Nessa época em Barcelos só não perdemos porque o Simão fez um golo mesmo no fim a empatar o jogo. Esta época o nosso campeonato começou em Barcelos e depois de termos uma vantagem de 0-2 cedemos um empate que nenhum de nós esqueceu até agora.
Por tudo isto quando vi Rodrigo Galo marcar mais um daqueles golos fora da área que parece que só nos acontecem a nós temi mesmo o pior.
A preocupação à volta das dúvidas em utilizar Rodrigo, Cardozo ou Aimar que antecedeu este jogo era grande e percebe-se agora porquê. Foram eles que selaram a vitória de hoje. Claro que houve uma enorme exibição de Nolito na esquerda e Maxi na direita que ajudaram a resolver o problema, especialmente o espanhol com dois passes para golo.
Por outro lado tivemos Gaitán a simbolizar tudo aquilo que não precisamos e não queremos nesta altura para o Benfica, falta de vontade, facilitismo, aparente falta de motivação. O que se passa com Nico?! Está vendido e desligou-se dos nossos objectivos ? Não entendo. Percebo que Jesus o queira proteger e defender mas para mim Gaitán foi menos um em campo num jogo que era preciso que TODOS dessem o litro contra uma equipa forte e aguerrida a defender.
Foi preciso agitar bem a equipa, Jesus tirou Javi e lançou Bruno César que entrou bem e justificou a aposta. Antes já tinha saído Gaitán para entrar Aimar e foi aí que o Benfica desfez a igualdade. É praticamente impossível um jogo de futebol continuar empatado quando um Deus como Pablo Aimar entra para uma das equipas. Além de pegar logo no jogo ainda fechou o resultado com um golo de classe.
Foi preciso sofrer para vermos o Benfica resolver este jogo mas valeu a pena. A vingança daquele maldito empate está servida, a 2ª volta abriu com uma vitória, mantemos a liderança isolada, continuamos a contar por vitórias os jogos disputados em 2012. O Benfica continua bem no seu rumo. As dificuldades de hoje vão ser as mesmas que vamos encontrar nos próximos 14 jogos e esta equipa merece a nossa confiança e o nosso apoio.
Hoje matámos um galo que há muito nos atormentava e temos que estar satisfeitos com as soluções que temos no plantel. Penso que agora já ninguém pôe em causa o valor de Nolito, Garay, Rodrigo ou Bruno César que tanto deram que falar no verão.
Quero mais uma vez dizer que gosto muito da maneira como ganhamos jogos sem ponta de polémica para ninguém vir rosnar durante a semana.

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SANJOANENSE - O A.VISEU - O - ACREDITEM

AD Sanjoanense 0-0 Ac.Viseu FC


Estádio Conde Dias Garcia, 22 de Janeiro de 2012
15ª Jornada da III Divisão, Série C

Árbitro: Rui Válega (Porto)
Sanjoanense: João Silva, António, Jonas, Picas, Marquitos, Edgar (Carlos, 87), Tó, Rúben (Tiago Raúl, 75), Alex, Mário e Rui Miguel (José António 90+3). Treinador: José Brito.

Ac. Viseu: Nuno; Marco Almeida, Calico, Tiago Gonçalves e Ricardo Ferreira; Casal, João Paulo e Rui Dolores (Álvaro, int); Rui Santos (Baio, 78), Luisinho e Bacari (Doumbouya, 84). Treinador: António Lima Pereira.
Os viseenses arrancaram um ponto no dificil terreno da equipa de São João da Madeira, 0-0 foi o resultado final. Contudo, a liderança do campeonato é agora repartida por Nogueirense e Penalva.

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TAÇA DA LIGA - BENFICA - 2 ST. CLARA - 0

 
Não foi pela famosa crise de certeza que hoje só apareceram na Luz 15 mil benfiquistas, e alguns açorianos. Havia borlas para todos os gostos e bilhetes a 5 e 10 euros. Pela hora também não foi porque muito mais tarde que as 20h15 vejo restaurantes em Lisboa cheios. Falta de interesse ou motivação não acredito porque até hoje só tínhamos ganho em 2012 e íamos à frente no nosso grupo.
Afinal tanto choro com a falta de portugueses e o Benfica hoje sobe ao relvado com Eduardo, Miguel Vítor, André Almeida e Nelson Oliveira a titulares e o povo estava em casa a ver o Real Madrid. Muito bem.
O Benfica cumpriu a sua obrigação e somou nova vitória no seu grupo da Taça da Liga. Rodou jogadores e depois de uma primeira parte a zeros chegou à vitória com as entradas de Witsel e Nolito que na esquerda assinou mais uma daquelas exibições de fazer corar os que o apelidaram de grande barrete vindo da Catalunha - "se fosse bom jogava na equipa de Guardiola e não o deixavam sair a zero" , frases que me lembro de ouvir. Aliás, os nossos sócios e adeptos preocupam-se tanto com o Barça que ainda hoje preferiram ficar a ver se descobriam lá novo barrete para irmos buscar do que ir à Luz ver o Benfica.
Grande satisfação por ver Nelson Oliveira fazer o seu primeiro golo da época, enorme prazer em ver Nolito espalhar magia e a lançar a equipa para a vitória e sentimento de dever cumprido em ter estado na Luz a ver mais um passo importante para o apuramento para a fase seguinte da competição que não sendo a mais importante do calendário também não é nenhuma Supertaça decidida numa noite.

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