quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
TÍTULOS 2011

FIFA: três equipas completam 11 do ano
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Três equipas bastaram para formar o onze do ano de 2011, divulgado, esta tarde, em Zurique, na Gala da FIFA/France Football! Com efeito, ao esperado domínio do Barcelona com 5 elementos em 11 possíveis, segue-se o Real Madrid (com o português Cristiano Ronaldo entre as escolhas) com 4 elementos e o Manchester United com os restantes 2 formam o onze do ano.
Assim, o Barcelona, para além do mago Messi, conta, nesta equipa com os defesas Daniel Alves e Piqué e com os médios Iniesta e Xavi. Do lado da equipa de José Mourinho, para além do craque madeirense, fazem parte, também, o guarda-redes Iker Casillas, o defesa Sergio Ramos e o médio Xabi Alonso.
De Manchester chegam o defesa Vidic e o avançado Rooney, numa equipa que seria assim constituída: Casillas (Real Madrid); Daniel Alves (Barcelona), Piqué (Barcelona), Vidic (Manchester United) e Sergio Ramos (Real Madrid); Iniesta (Barcelona), Xavi (Barcelona), Xabi Alonso (Real Madrid); Ronaldo (Real Madrid), Rooney (Manchester United) e Messi (Barcelona.)
Três equipas bastaram para formar o onze do ano de 2011, divulgado, esta tarde, em Zurique, na Gala da FIFA/France Football! Com efeito, ao esperado domínio do Barcelona com 5 elementos em 11 possíveis, segue-se o Real Madrid (com o português Cristiano Ronaldo entre as escolhas) com 4 elementos e o Manchester United com os restantes 2 formam o onze do ano.
Assim, o Barcelona, para além do mago Messi, conta, nesta equipa com os defesas Daniel Alves e Piqué e com os médios Iniesta e Xavi. Do lado da equipa de José Mourinho, para além do craque madeirense, fazem parte, também, o guarda-redes Iker Casillas, o defesa Sergio Ramos e o médio Xabi Alonso.
De Manchester chegam o defesa Vidic e o avançado Rooney, numa equipa que seria assim constituída: Casillas (Real Madrid); Daniel Alves (Barcelona), Piqué (Barcelona), Vidic (Manchester United) e Sergio Ramos (Real Madrid); Iniesta (Barcelona), Xavi (Barcelona), Xabi Alonso (Real Madrid); Ronaldo (Real Madrid), Rooney (Manchester United) e Messi (Barcelona.)
Guardiola foi o melhor do Mundo em 2011
Foi, sem grande surpresa, após a conquista de 5 grandes troféus (em 6 possíveis) que Pep Guardiola se tornou, esta tarde, o segundo treinador a conquistar o título de melhor do Mundo, sucedendo ao técnico português José Mourinho que ganhou este prémio em 2010, primeiro ano em que se efetuou tal distinção.
O treinador do Barcelona ficou à frente do seu antecessor, o técnico português José Mourinho e de Alex Ferguson, do Manchester United, que formavam o lote de três finalistas, relegando o português para o segundo posto, numa troca de posições relativamente à época transata.
Messi é o melhor do Mundo… outra vez
Não há duas sem três e Lionel Messi vence, outra vez, o prémio para melhor jogador do Mundo, conseguindo o seu terceiro triunfo consecutivo, igualando os míticos Johan Cruyff, Van Basten e Michel Platini, únicos jogadores na história do futebol a alcançarem 3 distinções da Bola de Ouro.
O astro argentino (que havia vencido o troféu em 2009 e 2010) bateu, novamente, o português Cristiano Ronaldo e o espanhol e seu companheiro de equipa Xavi, torna-se, desta forma, no primeiro não europeu a integrar o restrito lote de jogadores que já ergueu este troféu por 3 vezes, numa votação que repetiu o pódio de 2009, num ano em que, a nível interno, foi campeão espanhol, conquistou a Supertaça de Espanha, falhando apenas, a Taça do Rei, onde foi finalista vencido. Para além dos triunfos internos, Messi e o Barcelona conquistaram, ainda, a Liga dos Campeões, a Supertaça europeia e o Mundial de Clubes.
E o prémio Puskas vai para… Neymar
O brasileiro Neymar, jogador do Santos, de apenas 19 anos, foi o vencedor do prémio Puskas, relativo ao ano de 2011, conquistando a distinção de golo mais bonito do ano.
De recordar que na fase final (onde constavam 3 golos) estavam, para além do golo vencedor (apontado frente ao Flamengo em jogo a contar para o campeonato brasileiro), um golo de Messi frente ao Arsenal na Liga dos Campeões e um golo de Rooney, frente ao Manchester City, num golo de bicicleta.
O internacional brasileiro que, recentemente, esteve presente com a sua equipa na final do Mundial de Clubes frente ao Barcelona tem sido, muitas vezes, notícia pela polémica em torno de uma possível vinda para o continente europeu, onde Real Madrid e Barcelona estão, segundo os media, em luta acesa para garantir os seus serviços, entra, deste modo, para a história como o sucessor de Hamit Altintop como vencedor deste prémio.
NOGUEIRENSE - 1 A. VISEU .- 1 - EMPATADOS
13ª Jornada da III Divisão, Série C
Árbitro: Rui Sousa (Bragança)
Nogueirense: Eduardo, Marco, Rui Daniel, Quim Teixeira, Carlo, Melo (Diogo, 64), Hugo, João Pedro, Xano, Zé Francisco (Alex, 72), Makukula (Garcês, 85). Treinador: Pedro Ilharco.
Ac. Viseu: Nuno; Marco Almeida, Calico, Tiago Gonçalves e Casal; Filipe (Rui Dolores, 76), Álvaro (c) (João Paulo, 90) e Ricardo Ferreira; Luisinho, Rui Santos (Doumbouya, 76) e Bacari. Treinador: António Lima Pereira.
Golos: Zé Francisco 67 (1-0), Bacari 79 (1-1)
Na primeira parte destaque para três situações do ataque academista. Primeiro; Luisinho isola-se sobre a esquerda entra na área, tinha Bacari no meio e Rui Santos a entrar na direita, mas remata de uma maneira tão denunciada que mais pareceu um passe ao guarda redes Eduardo. Segundo; remate cruzado de Rui Santos e ninguém apareceu a meter o pé para o desvio. Terceiro; novamente Rui Santos num excelente movimento no flanco direito bola para Álvaro e o remate do 8 academista a ser rechaçado para canto. Por parte do Nogueirense este só criou perigo, relativo, em jogadas de bola parada.
No início da segunda parte não houve movimentações nos onzes das equipas. No entanto o Nogueirense foi empurrando o Académico para junto da sua área, empurrão esse também muito consentido por parte do Académico (não dando criatividade ao meio campo academista) que tentava, mas não conseguia, sair em contra ataque. Foi por isso com alguma naturalidade que o golo da equipa da casa surgiu naquela que foi a melhor jogada do desafio; bola na esquerda do ataque nogueirense cruzamento para o outro poste e um grande remate de Zé Francisco para um golo de levantar qualquer estádio.
Do banco academista, após o golo veio, na minha opinião, muito apatia. Demorou a mudar o que tinha mesmo que mudar. Até que Doumbouya e Rui Dolores entraram. Pouco depois livre de Ricardo Ferreira e Bacari, de cabeça, a ganhar aos "gigantes" da equipa da casa para um golo também de belo efeito. E foi o Académico que esteve muito perto de fazer o golo da vitória quando Doumbouya, após livre de Ricardo Ferreira, apareceu completamente só mas não conseguiu colocar a bola no fundo das redes caseiras, parecendo surpreendido por a bola estar ali à sua mercê.
Em cima disse que houve mais medo de perder do que vontade de ganhar e isso, para mim, ficou evidente quando nos descontos, e para perder tempo, saiu Álvaro e entrou João Paulo.
Resultado justo numa excelente arbitragem.
domingo, 8 de janeiro de 2012
LEIRIA - 0 BENFICA - 4 - LIDER
Liga Zon Sagres: Benfica isola-se no topo com goleada à U. Leiria (0-4)
O Benfica isolou-se este Domingo na liderança da Liga Zon Sagres ao vencer a U. Leiria por 0-2, na Marinha Grande, com Bruno César e Cardozo a ditar o resultado frente a um adversário que se mostrou combativo mas que não conseguiu contrariar uma melhor organização por parte dos jogadores de Jorge Jesus.
Sem Aimar e Gaitan, que oficialmente apresentaram queixas físicas no treino de preparação da manhã deste Domingo, o técnico encarnado recorreu a Bruno César e Nolito, mantendo a aposta em Rodrigo no lugar de Saviola. O Benfica que já sabia, desde sábado, o resultado dos seus mais directos rivais (empate sem golos entre Sporting e FC Porto) e tentava assim destacar-se na liderança da tabela classificativa, tendo agora dois pontos de vantagem sobre os “dragões” e mais oito que os “leões”. E tentava-o frente a um adversário de boas memórias, considerando que no total de confrontos na condição de equipa visitante para o campeonato, o Benfica venceu oito, perdeu quatro e empatou cinco. Aliás, de referir que a última vitória dos leirienses na condição de visitados remonta à temporada 2005/2006, na altura treinados por…Jorge Jesus. Venceram por 3-1, com golos de João Paulo, Fábio Felício e Maciel. Manduca foi o autor do tento de honra do Benfica.
E foi uma U.Leiria à imagem de Manuel Cajuda aquela que começou o jogo da Marinha Grande, muito aguerrida e combativa e que logo aos oito minutos criou a primeira ocasião de golo do encontro, por intermédio de Djaniny, um cabo-verdiano talentoso que ganhou no corpo a corpo com um adversário bate Artur mas Maxi Pereira, vindo de trás, tira em cima da linha de baliza. Na resposta, golo de Bruno César, contra a corrente de jogo. Aos 10 minutos, o 0-1 numa jogada rápida pelo lado esquerdo do ataque encarnado, cruzamento largo de Emerson que é servido de calcanhar por Nolito, bola ligeiramente desviada pela defesa de Leiria para a entrada da área onde aparece o médio brasileiro que, com o pé esquerdo num remate colocado, coloca o Benfica em vantagem. O conjunto da casa reagiu bem ao golo sofrido e manteve a toada ofensiva, menos incisiva que durante os primeiros minutos mas ainda assim a colocar o Benfica em sentido.
Os encarnados com muitas dificuldades em organizar uma jogada de princípio ao fim, também muito graças à pressão feita pelos jogadores adversários, que não davam muito espaço param a troca de bola. E a lógica diz isso mesmo: se uma equipa não tem posse de bola não pode criar perigo e a equipa de Cajuda tratou de respeitar o princípio. Os 20 minutos trouxeram a reacção do Benfica com duas boas jogadas de perigo: a primeira de contra-ataque aos 24 minutos, com Rodrigo a aparecer frente ao guarda-redes Gottardi mas a não conseguir desviar do brasileiro e segunda apenas dois minutos depois, esta por Cardozo. O paraguaio, que marcou dois golos a meio da semana para a Taça da Liga frente ao V. Guimarães, colocou a bola junto ao poste direito da baliza, ligeiramente ao lado.
A segunda parte arranca praticamente com uma perdida do ataque do Benfica, com Rodrigo a permitir a defesa incompleta de Gottardi e na recarga Cardozo não faz melhor. Os encarnados, com uma atitude diferente da que demonstraram no início da primeira parte, chegaram ao 0-2 por intermédio de Cardozo. Ao minuto 48, perdida no ataque da U.Leiria, bola em Rodrigo que avança rápido com a bola, assiste o paraguaio que dispara fortíssimo com o pé esquerdo, sem hipótese para o guarda-redes contrário. Com este tento, Cardozo iguala Baba no topo da lista de melhores marcadores, com nove golos. Só aos 64 minutos a equipa de Cajuda chegou à área adversária na segunda parte, numa atitude muito diferente da que havia manifestado no início do jogo e de novo pelo irrequieto Djaniny que apareceu frente a Artur, ainda que tenha sido assinalado fora-de-jogo ao avançado. Não foi por isso de espantar que o Benfica tenha ampliado a vantagem, numa jogada de futebol rápido com trocas de bola que fizeram o esférico percorrer o campo da esquerda para a direita. Maxi Pereira toca curto para Nolito que aproveita um corte incompleto da defesa leiriense para fazer a bola chegar a Bruno César. O “Chuta-Chuta” desmarca em profundidade Rodrigo que aos 73 minutos faz o 0-3, de novo de pé esquerdo. A chapa 3 esteve pouco tempo no placard, tendo em conta que aos 75 minutos,
Rodrigo bisa no encontro, beneficiando de um passe de calcanhar de Bruno César para Maxi Pereira que cruza do lado direito para o espanhol de ascendência brasileira fazer o 0-4. Com este resultado, além da ascensão do Benfica à liderança da tabela, a União de Leiria mantém-se abaixo da “linha de água”, agora com dois pontos de desvantagem sobre o Rio Ave, que esta tarde venceu por 1-0 o Paços de Ferreira.
Ficha de Jogo
BENFICA: Artur; Maxi Pereira, Luisão, Garay e Emerson; Javi Garcia (Matic 81’); Witsel, Bruno César e Nolito; Rodrigo (Rodrigo Mora 79’) e Cardozo (Saviola 71’)
U. LEIRIA: Gottardi; Ivo Pinto, Marco Soares, Edson e Patrick (Jô 46’); John Ogu e Manuel Curto; Marcos Paulo, Elvis (Shaffer 81’) e Terroso (Ruben Brígido 81’); DjaninyBENFICA: Artur; Maxi Pereira, Luisão, Garay e Emerson; Javi Garcia (Matic 81’); Witsel, Bruno César e Nolito; Rodrigo (Rodrigo Mora 79’) e Cardozo (Saviola 71’)
Golos: 0-1 Bruno César (10’); 0-2 Cardozo (48’); 0-3Rodrigo (73’); 0-4Rodrigo (75’)
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
TAÇA DA LIGA - V.GUIMARÃES - 1 BENFICA - 4 - A TODO GÁZ
Suplentes insaciáveis dão vitória ao Benfica
Cardozo e Rodrigo estiveram 45 minutos sentados mas deixaram o banco de suplentes para marcar golos em Guimarães.
O Benfica foi, esta terça-feira, ao Estádio D. Afonso Henriques vencer o Vitória de Guimarães por 4-1, em jogo da primeira jornada do Grupo B da Taça da Liga. Witsel (11'), Cardozo (65' e 78') e Rodrigo (88') foram os autores dos golos encarnados.
O onze inicial do Benfica contou com duas novidades em setores diferentes, com a entrada do internacional Sub20, e vice-campeão mundial, Nélson Oliveira no ataque e Eduardo na baliza. Apesar de não contar com muitos minutos nas mãos, o guarda-redes emprestado pelo Génova mostrou-se à altura do desafio, provando a Jorge Jesus ser um suplente de confiança.
O jogo, no Estádio D. Afonso Henriques, começou com um Benfica mais animado que o seu adversário, daí o golo ter chegado logo ao 11 minutos. Após passe de Nolito, o médio belga Witsel recebeu a bola e fez passá-la pelo meio das pernas de Douglas, que esta noite tomou conta do lugar de Nílson.
O Vitória de Guimarães, perante o seu público, não baixou os braços e até contou com três excelentes oportunidades para empatar ainda no primeiro tempo. Santana (12'), Nuno Assis (16') e Edgar (36') foram os protagonistas do pesadelo vimaranense.
A segunda parte não podia ter começado da melhor forma para a equipa orientada por Rui Vitória com o empate a surgir na cidade-berço com o golo do central João Paulo. Aos três minutos de jogo da segunda parte, após um livre batido por Anderson Santana na direita, e um desvio, apareceu João Paulo a finalizar.
Com Bruno César e Cardozo em campo, para os lugares de Saviola e Nélson Oliveira respetivamente, o Vitória de Guimarães passou, desde o minuto 60, a jogar com dez elementos após a expulsão de Pedro Mendes ao ver o segundo amarelo.
Ao minuto 65, Óscar Cardozo supreendeu o guarda-redes do Vitória de Guimarães com uma boa rotação e seguido de remate em arco fora da área, fazendo o 2-1 para os encarnados. O número 7 do Benfica podia ter feito o terceiro logo de seguida mas a bola saiu por cima.
Com fome de golos, após ter ficado 45 minutos sentado no banco de suplentes, Óscar Cardozo bisou de cabeça, colocando o Benfica a vencer por 3-1.
Outro suplente, Rodrigo, que trocou de lugar com Pablo Aimar, fechou o marcador em Guimarães ao fazer o quarto golo, numa jogada de insistência na pequena área, onde contou com sucessivas cabeçadas.
Com esta vitória, Benfica e Marítimo (venceu ontem o Santa Clara por 2-0) assumem a liderança do Grupo B.
A 18 de janeiro joga-se a segunda jornada de todos os grupos desta Taça da Liga 2011/2012.
O onze inicial do Benfica contou com duas novidades em setores diferentes, com a entrada do internacional Sub20, e vice-campeão mundial, Nélson Oliveira no ataque e Eduardo na baliza. Apesar de não contar com muitos minutos nas mãos, o guarda-redes emprestado pelo Génova mostrou-se à altura do desafio, provando a Jorge Jesus ser um suplente de confiança.
O jogo, no Estádio D. Afonso Henriques, começou com um Benfica mais animado que o seu adversário, daí o golo ter chegado logo ao 11 minutos. Após passe de Nolito, o médio belga Witsel recebeu a bola e fez passá-la pelo meio das pernas de Douglas, que esta noite tomou conta do lugar de Nílson.
O Vitória de Guimarães, perante o seu público, não baixou os braços e até contou com três excelentes oportunidades para empatar ainda no primeiro tempo. Santana (12'), Nuno Assis (16') e Edgar (36') foram os protagonistas do pesadelo vimaranense.
A segunda parte não podia ter começado da melhor forma para a equipa orientada por Rui Vitória com o empate a surgir na cidade-berço com o golo do central João Paulo. Aos três minutos de jogo da segunda parte, após um livre batido por Anderson Santana na direita, e um desvio, apareceu João Paulo a finalizar.
Com Bruno César e Cardozo em campo, para os lugares de Saviola e Nélson Oliveira respetivamente, o Vitória de Guimarães passou, desde o minuto 60, a jogar com dez elementos após a expulsão de Pedro Mendes ao ver o segundo amarelo.
Ao minuto 65, Óscar Cardozo supreendeu o guarda-redes do Vitória de Guimarães com uma boa rotação e seguido de remate em arco fora da área, fazendo o 2-1 para os encarnados. O número 7 do Benfica podia ter feito o terceiro logo de seguida mas a bola saiu por cima.
Com fome de golos, após ter ficado 45 minutos sentado no banco de suplentes, Óscar Cardozo bisou de cabeça, colocando o Benfica a vencer por 3-1.
Outro suplente, Rodrigo, que trocou de lugar com Pablo Aimar, fechou o marcador em Guimarães ao fazer o quarto golo, numa jogada de insistência na pequena área, onde contou com sucessivas cabeçadas.
Com esta vitória, Benfica e Marítimo (venceu ontem o Santa Clara por 2-0) assumem a liderança do Grupo B.
A 18 de janeiro joga-se a segunda jornada de todos os grupos desta Taça da Liga 2011/2012.
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2011: o top do desporto viral (vídeos)
Dinâmico e apaixonante, o desporto está repleto de momentos cómicos e surpreendentes. Veja uma lista dos 10 melhores vídeos virais de 2011 compilados pelo "The Daily Telegraph".
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
domingo, 25 de dezembro de 2011
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