domingo, 11 de setembro de 2011

BENFICA - 2 V.GUIMARÃES - 1 - JUSTO

Três grandes penalidades abriram caminho para a terceira vitória consecutiva do Benfica, com uma arbitragem de Duarte Gomes que vai fazer correr muita tinta esta semana. A primeira é inequívoca, a segunda deixa dúvidas e a terceira pura e simplesmente não existe. Cardozo fez dois golos e, pelo meio, acertou na trave. O Vitória só se levantou na segunda parte, mas não conseguiu melhor do que reduzir a diferença. A dois pontos do F.C. Porto, o clube da Luz ainda pode ir discutir a liderança ao Dragão daqui a duas jornadas, com a Champions pelo meio.

Casos à parte, o Benfica, desta vez com Saviola e Bruno César e sem Aimar e Nolito, entrou com tudo, subindo no relvado em bloco. Mas rapidamente os encarnados tiveram de refrear o ímpeto, depois de chocarem com um Vitória moralizado, a aproveitar bem os espaços vazios e a conquistar dois cantos nos primeiros instantes. Uma cabeçada de Edgar e um remate de El Adoua colocaram os encarnados em sentido e obrigaram a repensar a estratégia. Com mais cabeça, o Benfica foi aumentando a pressão de forma controlada, com Witsel e Javi a acertarem o passo, prendendo o Vitória junto à sua área e obrigando a uma sucessão de erros.

Bruno César imprimia velocidade ao corredor esquerdo, enquanto Gaitán emprestava fantasia ao lado contrário, com rápidas combinações com Maxi e Saviola. NDyaye foi o primeiro a ceder, com um erro infantil, caindo sobre Saviola na área. Uma armadilha que o central senegalês já tinha caído noutros jogos. Cardozo abriu o marcador desde a marca de castigo máximo e o Benfica continuou a carregar, com um super-Maxi marcar o ritmo, diante de um Vitória cada vez mais inofensivo e subjugado. Um remate de Witsel fora da área levou ao primeiro caso do jogo. El Adoua parece fazer um gesto com o braço, mas a bola bate-lhe na barriga. Duarte Gomes voltou a apontar para a marca de grande penalidade, mas desta vez Cardozo, em força, acertou na trave.

Nove minutos volvidos e nova grande penalidade, talvez a que deixa menos dúvida, porque pura e simplesmente não existe. NDyaye, outra vez ele, pressionado por Cardozo atrapalha-se com a bola e o paraguaio remata contra a cabeça do senegalês. Duarte Gomes entendeu que foi com o braço e, desta vez, Cardozo voltou a atirar em jeito, sem hipóteses para Nilson. O Benfica chegava ao intervalo com uma vantagem justa, mas conseguida por linhas tortas.

Vitória volta a levantar-se

Os encarnados voltaram a entrar fortes para a segunda etapa, diante de um Vitória que ia tentando subir as suas linhas, agora com Nuno Assis a dar maior consistência ao jogo vimaranense. Jorge Jesus também refrescou, reconstruindo o onze da Choupana com as entradas de Nolito e Aimar. O argentino ia fazendo estragos na primeira vez que tocou na bola, mas na resposta o Vitória reduziu, com Edgar, lançado por Nilson, a fugir pela direita, a ganhar na corrida a Emerson e a bater Artur. Aos poucos, os minhotos foram conseguindo afastar a pressão junto à sua área, ao mesmo tempo, pressionar junto à baliza de Artur.

O jogo voltou a ficar aberto. Faouzi podia ter empatado, num rápido contra-ataque, mas Gaitán também teve oportunidade soberana para fazer o terceiro, permitindo a defesa de Nilson. A verdade é o Vitória, depois de derrubado na primeira parte, voltou a erguer-se e houve jogo até final.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

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C. Senhorim 1 - 1 Ac. Viseu -FRAQUITO

1ª Jornada da III Divisão Série C
Árbitro: Duarte Silva (Viseu)

Canas de Senhorim: João Paulo; João Miguel (Carlos Miguel, 89), Fino, Diogo Cunha e Pedro Correia; Pedro André, Roberto e Luís Lopes; Elio, Fernando Pedro (Miguel Pedro, 83) e Dominique. Treinador: João Bento.

Ac. Viseu: Augusto (c); Casal, Canelas, Tiago Gonçalves e Tiago (Zito, int); Àlvaro, Ricardo Ferreira e João Paulo; Marco Almeida, Lusinho e Dede. Treinador: Lima Pereira.

Golos: Luis Lopes 2 (1-0), Dede 59 (1-1)


Com várias e importantes baixas - Vouzela, Rui Santos, Baio, Bacari e Hélder Rodrigues – todos eles possíveis titulares nesta equipa, a inclusão de Canelas no onze titular foi, talvez, a grande surpresa do onze apresentado por Lima Pereira. De resto tudo como expectável Augusto na baliza, Casal a defesa direito, Tiago Gonçalves no centro da defesa, Tiago a defesa esquerdo, meio campo composto por Álvaro, João Paulo e Ricardo Ferreira, na frente nas alas Marco Almeida e Luisinho e ponta de lança Dede.
Pode-se mesmo dizer que o Académico entrou a perder neste campeonato já que logo aos dois minutos Luís Lopes, aproveitando a passividade de Canelas, abriu o marcador para os homens da casa. Foi o melhor que podia ter acontecido aos vice campeões do nosso distrito, um golo logo a abrir caiu como a sopa no mel à estratégia caseira.
Demorou imenso o Académico a reagir denotando muita falta de agressividade na procura de inverter o resultado só chegando à baliza contrária em lances de bola parada (cantos) que invariavelmente não levavam perigo à defensiva contrária. Ao minuto 22 Luisinho causou a primeira boa situação do encontro quando, da esquerda flectiu para o meio, e rematou com perigo à baliza canense. Volvidos quatro minutos, num excelente contra ataque academista, e naquela que para mim foi a melhor jogada de todo encontro Luisinho colocou Dede na cara do redes da casa mas o guineense com uma recepção de bola inenarrável perdeu uma situação de golo cantado. E foi o melhor que o Académico conseguiu fazer na primeira parte indo para o intervalo a perder. Injusto? Eles tiveram uma oportunidade e marcaram, nós não.
Na segunda parte o técnico academista fez a única alteração da partida, saiu Tiago entrou Zito. O Académico passou apenas a jogar com três defesas, Casal na direita, Canelas ao meio, Tiago Gonçalves na esquerda e Álvaro era o trinco que baixava. Zito foi fazer companhia a Dede.
Lima Pereira arriscou e quase petiscava no minuto inicial da etapa complementar mas Marco Almeida – claramente numa tarde sem inspiração – não conseguiu colocar a bola no fundo da baliza canense rematando torto quando podia fazer muito melhor. Estava dado o aviso, o Académico queria mesmo inverter a situação.
Dede, dois minutos antes de marcar o seu golo, dentro da área adversária ganhou boa posição rodopiou sobre si próprio e quando todos nos preparávamos para gritar golo a bola saiu fraca e fácil para as mãos do redes canense. Aos 59 minutos finalmente o golo do Académico. Canto da direita, há um primeiro desvio (Zito?) e Dede empurrou fácil para o golo do Académico. Pouco depois (62) João Paulo num livre directo atirou a rasar o poste adversário.
Depois do golo ainda havia muito tempo pela frente mas se na primeira parte faltou ao Académico agressividade em campo na segunda faltou, sobretudo, o talento para levar de vencida a equipa da casa. O Canas de Senhorim esteve bem perto do segundo golo por Dominique (64) mas a partir daí Académico manteve sempre o jogo num único sentido o da baliza do Canas. No entanto esse domínio era exercido mais com base no pontapé para as alas, “ignorando” sistematicamente os elementos do meio campo e sem ninguém que assumisse o jogo do Académico e só ao minuto 88, por Marco Almeida o Académico deu a sensação de poder marcar.
Mesmo tendo em conta todas as baixas academistas esperava-se mais deste Académico que perdeu hoje dois pontos por culpa própria. O Canas lutou com as armas que tinha e conseguiu um ponto que na minha opinião não mereciam, mas com o nosso mal podem eles bem.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

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NACIONAL - 0 BENFICA -2 - SEGURO

O nevoeiro tramou a primeira parte. Mesmo assim, Cardozo não perdoou uma desatenção de Felipe Lopes: logo no primeiro remate, o Benfica colocou-se em vantagem. O Nacional, que até poderia ter marcado primeiro (Mateus desperdiçou), ficou muito limitado com a expulsão de João Aurélio e, ao cair do pano, Bruno César sentenciou a contenda, com justiça, diga-se.


Os madeirenses apresentaram a formação que até ao momento terá mais minutos de utilização, com Candeias a ser a excepção, pois nem sempre foi titular na Liga Europa. Ivo Vieira voltou a apostar num 4x3x3, para tentar travar um Benfica que chegou à Choupana motivado e com um onze previsível: Jardel substituiu o lesionado Garay.

Foram os locais que começaram melhor e logo aos 6 minutos, Mateus desperdiçou uma soberana oportunidade, após uma excelente assistência de Skolnik, que o isolou frente a Artur Moraes. Só que o angolano rematou rasteiro para defesa do guarda-redes com os pés.

Aos 12 minutos, Artur Soares Dias parou pela primeira vez a partida face o nevoeiro que caiu sobre o relvado. Três minutos depois recomeçou o encontro. E a turma da Luz chegou ao golo, no seu primeiro remate à baliza. Ao minuto 20 Gaitán cruzou na direita, Cardozo surgiu nas costas de Felipe Lopes e a cabeceou sem hipóteses para Elisson. Sem pouco fazer, o Benfica ficava em vantagem.

Os madeirenses acusaram o golo e permitiram que a formação lisboeta conseguisse impor um maior domínio. Pelo meio, aos 24 minutos, Rondon não conseguiu rematar após uma escorregadela de Jardel. Depois o árbitro voltou a interromper a partida aos 26 minutos e só a reatou 10 minutos depois, de novo por causa do nevoeiro.

Cardozo voltou a mostrar-se, quando aos 32 minutos atirou forte para defesa de Elisson para canto. Quatro minutos depois, Gaitan cruzou de novo na direita e Cardozo não conseguiu o desvio.

Os pupilos de Ivo Vieira só voltaram a assustar a defesa benfiquista aos 41 minutos, com Javi Garcia a poder trair o seu guarda-redes, pois ao desviar um cruzamento de cabeça, quase batia Artur. Valeu a atenção do brasileiro. Depois, quase em tempo de intervalo, Luisão escorregou e permitiu que Skolnik se isolasse mas este não teve velocidade para rematar e preferiu cruzar: mal, diga-se, perdendo-se um lance muito perigoso.

Expulsão de João Aurélio complica

No recomeço, Jorge Jesus retirou Nolito e lançou Bruno César, não mexendo na sua estratégia. O Nacional voltou a surgir mais afoito, mas sem criar perigo para a baliza encarnada. Só que aos 61 minutos, João Aurélio viu o segundo cartão amarelo e deixou a sua equipa a jogar com 10. Se as coisas estavam difíceis, ainda mais se complicaram para os locais.

Na cobrança de um livre directo, aos 68 minutos, Aimar quase marcava, com a bola a passar muito perto da baliza de Elisson. Ivo Vieira foi mexendo na sua equipa e tentando equilibra-la de forma a conseguir ainda discutir o resultado. Mas o Benfica controlava e esteve outra vez perto de marcar, com Luisão a cabecear bem após cruzamento (72 minutos) de Gaitan, mas Elisson fez uma notável defesa.

A resposta nacionalista surgiu aos 74 minutos, com Todorovic a cabecear com muito perigo após um canto apontado por Candeias, mas a bola saiu ao lado. Até ao final, os homens da Luz foram dominando e só não marcaram o segundo porque Elisson mostrou estar atento e fez defesas que evitaram o pior. Já em tempo de descontos, num contra-ataque, Bruno César não perdoou e fez o 2-0, colocando o ponto final na partida.

Com uma segunda parte mais bem conseguida, os pupilos de Jorge Jesus somaram o seu primeiro triunfo fora de portas na Liga. O Nacional continua a não conseguir marcar na prova portuguesa. A expulsão de João Aurélio retirou qualquer possibilidade de reacção.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

A.VISEU - JOGO DE APRESENTAÇÃO


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BENFICA - 3 TWENTE - 1 - COM BRILHO

O Benfica está pelo segundo ano consecutivo na fase de grupos da Liga dos Campeões. Chega lá com inteiro mérito, e em muito bom estilo, após a vitória categórica sobre o Twente (3-1), que teve Witsel e Luisão como protagonistas, e um excelente Aimar a puxar os cordelinhos.

Com Cardozo e Saviola como únicas opções de ataque na convocatória, Jesus optou por guardar o coelho na cartola, apostando em Cardozo como referência fixa do ataque. E se as limitações desse desenho são conhecidas, as suas virtudes também saltam à vista, a começar pela margem de liberdade que dá a Aimar. Ao jogar em zonas mais adiantadas, a influência do argentino dispara, em especial se apoiado por um médio tão conhecedor dos terrenos a pisar como Witsel.

Equilibrado na estrutura, o Benfica não se inquietou com os quatro homens de ataque que o Twente apresentava de início. Em teoria, Ruiz e Berghuis apoiavam De Jong e o gigante Janko nos flancos, mas a superioridade a meio-campo anulava o potencial de perigo do desenho de Adriaanse. Assim, bastaram dois minutos para o Benfica dar o sinal de que estava pronto a mandar no jogo, com Aimar e Gaitán a inaugurarem a carreira de tiro ao alvo em que se transformou a área holandesa na primeira parte.

Aimar como gosta

O argentino esteve sempre no centro das movimentações, muitas vezes transformadas em sequências de tabelinhas à procura de espaços e concluídas com remates de fora da área. Oportunidades claras, houve pelo menos três, em remates de Aimar e Gaitán que saíram a rasar o poste e num tiro de Cardozo que Mihaylov defendeu com a ponta da luva.

Houve também, para além disso, futebol quase sempre fluido e bem desenhado. E a segurança de uma estrutura defensiva que, com Javi e Witsel como quebra-mar, só por uma vez foi posta em causa. Foi aos 35 minutos, num remate em arco do talentoso Ruiz, que passou a centímetros do poste direito de Artur. Era pouco para disfarçar o claro domínio a que os holandeses estavam submetidos. Mas chegava para assustar.

Ao intervalo o público despedia-se com fortes aplausos. Merecidos, à luz dos vários lances bonitos tricotados pelo Benfica, com Aimar no comando das agulhas. Merecidos também à luz da estatística: 15-1 em remates, 8-0 em defesas dos guarda-redes. Só o 0-0 no marcador destoava, deixando uma sombra de inquietação para a segunda parte, avivada por aquele remate venenoso de Ruiz.

Para o Mónaco de bicicleta

Por contraste com o domínio estéril da primeira parte, o recomeço não poderia ser mais perfeito: livre Gaitán, cabeça de Luisão, e Witsel, ao 16º remate da equipa, a encontrar a bicicleta que deixava o Benfica na estrada sem regresso para o sorteio da fase de grupos.

Se o Twente tinha um plano B, não o mostrou: os dez minutos seguintes foram todos do Benfica. Cardozo, por duas vezes, esteve perto de assentar o KO na eliminatória, mas deixou esse privilégio para Luisão, que assinalou da melhor forma, com uma cabeçada ao primeiro poste (59 m), a noite em que se tornou o estrangeiro com mais jogos da UEFA por uma equipa portuguesa.

Adriaanse respondeu de imediato com uma dupla substituição. A entrada do veloz Ola John, que na primeira mão tinha feito a vida negra a Maxi Pereira, trouxe um ligeiro sobressalto ao jogo, e obrigou Artur à primeira de duas defesas de altíssimo nível. Mais encolhido, o Benfica mudava a receita para saídas rápidas em contra-ataque, explorando o adiantamento dos holandeses. E foi dessa forma, ainda antes dos 70 minutos, que Witsel saiu da zona defensiva para coroar uma grande exibição com o 3-0, após excelente lançamento de Cardozo.

A partir daí o Benfica procurou gerir emoções e esforços, e o jogo perdeu fluidez. Aimar esteve perto do 4-0 (Mihaylov negou-lhe o golaço), mas foi o Twente a encurtar distâncias, com Ola John a idealizar o lance e Ruiz a concluí-lo. Nada que chegasse para beliscar uma noite em que o Benfica fez quase tudo bem.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

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BENFICA -3 FEIRENSE - 1 - SOFRIDO SEM NECESSIDADE

Por culpa exclusivamente nossa, sofremos mais do que seria previsível para levarmos de vencida o Feirense. E as culpas distribuem-se entre o desperdício no ataque - em particular na primeira parte - e a insegurança na defesa a partir do momento em que consentimos o golo do empate.

O Jorge Jesus neste momento parece uma espécie de viciado, incapaz de largar o hábito a que está agarrado. Quando pensamos que já temos provas suficientes sobre qual é o sistema táctico que melhor parece adaptar-se às características do plantel, e que o treinador também já estará convencido, de repente distraímo-nos um pouco e quando damos por isso lá está ele outra vez agarrado aos velhos hábitos e a lançar o 4-1-3-2 para dentro do campo, relegando o Witsel para o banco. Foi o que aconteceu hoje, com o Benfica a apresentar um onze cuja maior novidade foi a presença do Capdevilla na esquerda da defesa. Mesmo sem grande brilho, o Benfica dominou completamente uma primeira parte de sentido único, durante a qual o Artur foi um mero espectador. Já depois de uma primeira grande oportunidade de golo desperdiçada, pelo Saviola, o golo chegou relativamente cedo, um pouco antes de atingido o primeiro quarto de hora, e pelo suspeito do costume: Nolito. Depois de um lançamento lateral do Maxi, o Cardozo na zona do primeiro poste tocou de cabeça para trás e o espanhol apareceu solto de marcação para fazer o seu quinto golo em cinco jogos. Daqui para a frente, a descrição da primeira parte quase que se resume às oportunidades falhadas pelo Benfica. Ou por falta de pontaria, ou por inspiração do guarda-redes Paulo Lopes, fomos incapazes de dar maior expressão ao resultado, e vimos o Aimar, o Nolito ou o Gaitán (acertou no poste) desperdiçar boas ocasiões, pelo que a vantagem mínima do Benfica com que se chegou ao intervalo era justa, mas escassa.

A segunda parte iniciou-se sob o mesma tendência do desperdício: depois de um canto do Aimar, o Luisão apareceu completamente sozinho junto da pequena área a cabecear (nem precisou de saltar) mas conseguiu o mais difícil, não acertando na baliza. Aos oito minuto, o Feirense teve uma rara subida ao ataque, beneficiou de um canto (tavez o primeiro do jogo) e, como não podia deixar de ser, marcou. O Benfica atá teve uma reacção positiva ao golo durante alguns minutos, voltou a criar perigo (teve um fora-de-jogo muito mal tirado ao Saviola, que o deixaria isolado), mas findo o primeiro quarto de hora o jogo ficou completamente aberto, atravessando-se um período em que o próprio Feirense parecia poder aspirar a vencer o jogo. Viu-se aquilo que costuma acontecer muitas vezes quando jogamos com esta táctica, ou seja, assim que a condição física começou a falhar um pouco a equipa ficou praticamente partida ao meio, com metade a defender, outra metade a atacar, e um vazio no meio, que ia sendo preenchido com esforço pelo Aimar. Após quinze minutos nesta indefinição, o Maxi decidiu ir por ali fora, ganhou a linha de fundo, entrou na área e centrou rasteiro para o Cardozo, em esforço, tocar para o golo. O mais difícil estava conseguido, mas o descanso só apareceu já em período de descontos com um grande golo do Bruno César, que tirou vários adversários do caminho, entrou na área pela esquerda, e com um remate cruzado fez um grande golo.

Num jogo em que não me pareceu haver grandes motivos de destaque, os melhores do Benfica acabaram por ser, para mim, o Nolito, pelo golo marcado e por estar envolvdo na maioria dos lances de ataque mais perigosos, e o Aimar, cujos esforços para fazer a ligação entre os sectores da equipa chegam a cansar so de ver. O Witsel teve uma boa entrada em jogo e ajudou a trazer mais alguma organização ao nosso meio campo.

Saí da Luz satisfeito com o resultado, mas não muito contente com a exibição. O Benfica não deveria ter que sofrer tanto para levar de vencida o Feirense. Houve, mais uma vez, desperdício no ataque, mas mais preocupante foi o muito espaço que a nossa defesa deu a partir do momento em que sofremos o golo. Além disso isto foi um jogo que, pela forma como correu, me pareceu ter obrigado os nossos jogadores a um esforço mais intenso do que seria desejável antes do playoff da Champions. Esperemos que não haja consequências disto na quarta-feira.


terça-feira, 16 de agosto de 2011

A.VISEU

Não perca a apresentação da Equipa do Académico de Viseu no dia 17, quarta-feira, às 21 horas, no Palácio do Gelo!

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GIL VICENTE -2 BENFICA - 2 - ASSIM NÃO VAMOS LÁ

 
Desesperante! Já tentei de tudo nos últimos sete anos para acabar com esta maldição. Encurtei férias, viagens centenas de km's, estive na Luz, estive no Bessa e desta vez até preferi ficar de férias no Algarve em vez de ir até ao Minho. Hoje até resolvi fazer a barba antes do jogo começar para começarmos em grande. Ao contrário de outros anos nem quis pensar muito neste jogo inaugural, quis acreditar que desta vez isto ia ser mesmo diferente. Comecei a ver o jogo em ambiente familiar, a comer camarões e a beber cerveja. Foi com toda a naturalidade que vi o Benfica chegar ao 0-2. Mas quando o Gil empatou acabou-se a fome e tive a mesma sensação dos últimos arranques de campeonato. Fui ver a 2ª parte sozinho já a adivinhar uma possível repetição do que tem sido a minha vida nas últimas jornadas inaugurais.
A minha primeira revolta é a seguinte: se compramos dezenas e dezenas de jogadores, muitos deles nem chegam a entrar no plantel, como é possível não termos ido buscar de vez este tal Laionel e mandá-lo para o Dubai?! É que dois pontapés destes não são azar , são maldição!
O Benfica podia e devia ter vencido o jogo sem grandes apertos. Foi feito o mais complicado, chegar à vantagem de dois golos, até se mostrou algumas boas jogadas mas a verdade é que nem se matou o jogo nem se soube segurar a vantagem.
A culpa aqui vai para Jara que não soube marcar quando devia, uma culpa relativa porque o verdadeiro responsável por este balde de água fria é o treinador Jesus. O facto de terminar o jogo com uma substituição por fazer não bate certo com o discurso de melhor plantel e mais alternativas válidas. O descanso dado a Aimar cheirou a precipitação e a falta de referências no ataque quando se jogava por alto não deixa grande animação para o futuro.
O Benfica começou com 4 novos jogadores no clube de inicio. Artur esteve bem e não tem qualquer culpa nos golos, ainda evitou dois golos. Garay esteve bem mas teve que levar com o inseguro Jardel ao lado, Nolito fez o golo da ordem e Emerson cumpriu na esquerda mas há o "pormenor" de estar no lugar do homem que tantas vezes fez a diferença na época passada e isso nota-se.
Com 1-2 ao intervalo o Benfica devia ter voltado entrar a matar para conseguir gerir o jogo descansado, houve oportunidades para isso mas o contra ataque do Gil ameaçou sempre foi avisando que se desse para empatar, empatava. E empatou.
Um murro no estômago. Os camarões caíram-me mal e o pesadelo da última jornada do campeonato passado voltou. Começámos tudo de novo para estar tudo na mesma.
É que nem era a história da maldição do jogo inaugural, era pelo vergonhoso arranque de há um ano que esta equipa nos devia uma entrada em grande e um inicio de campeonato a matar. Infelizmente o futebol voltou e a nossa realidade é precisamente a mesma, vamos passar a semana (muito provavelmente) atrás do FC Porto e portanto lá vamos nós jogar sobre brasas em busca dos pontos perdidos, sob pressão e em ambiente de cortar à faca. Tivemos uma oportunidade para endireitar as contas e deixar o novo treinador do rival nervoso para a estreia. Mas não. Atirámos ao ar todo o capital de confiança acumulado nas últimas semanas.
É triste mas é a realidade. Agora vem o discurso de foi só um jogo falta muito campeonato e bla bla. A verdade é que 2 pontos já se foram.
Assim é muito complicado...
Começar outra vez de trás para a frente é inacreditável. Vem aí depressão profunda.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

PRESSE

Cenas que não vemos todos os dias |

Torcedora usa assento de estádio para urinar

Uma torcedora achou um jeito extremamente inusitado de urinar num estádio. Sem nenhuma cerimônia, ela sentou-se em um dos assentos e aliviou-se tudo, obviamente, registrado por outro torcedor

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Conheça o Outro lado do Futebol
Quando se fala de futebol, as conversas acabam por ser basicamente as mesmas, ora falamos das vitorias, as melhores jogadas, os melhores jogadores, analisarmos o comportamento e as tácticas dos treinadores e claro sem esquecer as decisões polémicas dos Árbitros. Mas o futebolfinance fala tudo menos disso, fala sim sobre estatísticas, receitas, ordenados, etc. Fala sobre as condições económicas e financeiras. Vale a pena dar uma vista de olhos nesta dica.
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domingo, 7 de agosto de 2011

EUSEBIO CUP - VITÓRIA

Eusébio Cup: Benfica vence Arsenal por 2-1

O Benfica venceu o Arsenal por 2-1, jogo da 4.ª edição da Eusébio Cup disputado este sábado no Estádio da Luz. Van Persie marcou para os londrinos na primeira parte, Aimar e Nolito operaram a reviravolta no segundo tempo.


Grande jogo na Luz, com muitas oportunidades de parte a parte mas com o Arsenal a ser mais eficaz no primeiro tempo. Van Persie marcou aos 34 minutos após passe de Gibbs.

No segundo tempo, Jorge Jesus faz várias substituições mas foram Aimar, Witsel, Gaitán e Nolito a fazerem a diferença. Marcou primeiro Aimar, após jogada de Gaitán na direita que contou ainda com o contributo do Nolito. O espanhol desfez a igualdade após passe de Capdevila, uma estreia absoluta com a camisola encarnada.

O Benfica podia mesmo ter goleado mas as redes da baliza do Arsenal não voltaram a balançar. Luisão atirou à barra. Javi García, Gaitán, Urreta e David Simão viram Fabianski brilhar e negar o terceiro golo ao Benfica.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

TRABZONSPOR - 1 BENFICA - 1 - REALISTAS


 
Witsel atirou à barra (foto ASF)
Benfica empata (1-1) com Trabzonspor e segue para os play-off

O Benfica empatou (1-1) com o Trabzonspor, em Istambul, e beneficiou da vitória (2-0) na Luz, na primeira mão, para garantir a presença no play-off de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões. Encarnados foram superiores e podiam ter ganho o encontro. Nolito marcou um, muitos ficaram por marcar.


Os turcos entraram fortes, a pressionar, mas foram inconsequentes enquanto os encarnados criavam as melhores ocasiões. Saviola atirou por cima e Witsel cabeceou para uma boa intervenção de Tolga, pouco antes de Nolito abrir o marcador. O espanhol, que abriu a contagem no jogo da primeira mão, na Luz, recebeu de Saviola, passou por um adversário e, já em desequilíbrio, atirou para o primeiro golo da história do Benfica em jogos oficiais na Turquia.

Enquanto o Benfica procurava o segundo golo, o Trabzonspor acabou por chegar ao empate. Luisão e Emerson falharam o corte após um cruzamento na esquerda do ataque da equipa turca e Paulo Henrique apareceu ao segundo poste para facturar. O avançado brasileiro acabou por sair lesionado ainda durante da primeira parte, pouco depois de Gaitán ter desperdiçado nova oportunidade para o Benfica.

A segunda parte arrancou com uma excelente ocasião para cada lado. Nolito forçou Tolga a grande intervenção, Mierzejewski atirou cruzado ligeiramente ao lado. Pouco depois, o polaco viu cartão vermelho directo por cotovelada em Maxi Pereira. Depois, mesmo sem carregar muito, foi um espectáculo de oportunidades perdidas para o Benfica enquanto os turcos praticamente abdicaram de atacar. Gaitán falhou por pouco um chapéu, atirou à figura depois de aparecer isolado na área e rematou para boa intervenção de Tolga; Witsel disparou à barra; e Maxi atirou ligeiramente por cima.

No final, o Benfica merecia vencer mas foi demasiadamente perdulário. Sexta-feira realiza-se o sorteio que ditará o adversário da última eliminatória de acesso à fase de grupos da Liga milionária.
 
 

domingo, 24 de julho de 2011

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Uruguai derrota Paraguai e sagra-se campeão
A Copa América 2011 é do Uruguai. No Monumental de Nuñez, a Celeste Olímpica foi avalassadora na primeira etapa contra o Paraguai, neste domingo, e confirmou sua vitória por 3 a 0 já nos primeiros 45 minutos. Herói da semifinal, Suárez marcou de novo e foi seguido por Diego Forlán, que encerrou seu jejum na competição. Assim, os uruguaios também podem se dizer hegemônicos no torneio sul-americano.
Com a conquista dentro de Buenos Aires, o Uruguai se torna o maior vencedor da história da Copa América, com 15 títulos: foi o primeiro desde a taça de 1995. A Argentina, anfitriã da edição 2011, acabou superada e fica com 14. Bem distante está o Brasil, com oito títulos.
A conquista também assegura a seleção uruguaia na Copa das Confederações de 2013, que será realizada no Brasil. Além dos brasileiros, jogam o torneio o Japão (campeão asiático), México (da Concacaf) e Espanha (atual campeã do mundo). Em 2012, serão definidos os representantes de Oceania e Europa. A nação africana campeã da Copa das Nações será conhecida em 2013 e fecha o grupo de oito participantes.
Campeão, o Uruguai reafirma o grande momento do futebol de seu país, já que foi quarto lugar na Copa 2006 e vice-campeão da Copa Libertadores com o Peñarol. No Mundial Sub-17, a garotada foi vice-campeã. E, no Sul-Americano Sub-20, o time júnior conquistou vaga nas Olimpíadas, o que não acontecia havia 84 anos.
Vice, o Paraguai perde sua invencibilidade e deixa a Copa América sem nenhuma vitória. Até a decisão contra o Uruguai, eram cinco empates em cinco jogos da equipe paraguaia, que passou pelo Brasil, nos pênaltis, após 0 a 0 nas quartas. Já na semifinal, contra a Venezuela, resultado idêntico. Os paraguaios sequer marcaram gol no mata-mata após perder de 2 a 0 para o Uruguai.
A Copa América volta a ser do Uruguai
Sem surpresas, o Uruguai chegou para a decisão da Copa América com o mesmo time base que despachou Argentina e Peru no mata-mata. O meio-campo encorpado, com Alvaro González e Alvaro Pereira pelos lados e Arevalo e Pérez ao centro, se juntou ao dueto Forlán-Suárez. Na zaga, Coates permaneceu ao lado de Lugano, e Cáceres fechou pela lateral esquerda.
Já o Paraguai, que vinha de cinco empates na competição e uma partida abaixo da crítica contra a Venezuela, quando só ganhou nos pênaltis, teve várias mudanças na equipe habitual. Marecos assumiu a zaga no lugar de Alcaraz, enquanto Barreto deixou o time, que teve Vera pela direita. Sem Santana, suspenso, Cáceres também atuou. E Zeballos jogou no lugar de Barrios, que ficou de fora por opção de Martino.
O Uruguai, seguindo a lógica da competição, foi dominante do início ao fim da primeira etapa. Em 2 minutos, criou um par de oportunidades. Suárez, brigando pela direita, por pouco não levou a marcação e chutou da linha de fundo. Villar, atento, espalmou para escanteio. Na cobrança, Lugano subiu firme de cabeça e Ortigoza, em cima da linha, colocou a mão na bola. Sálvio Spínola não percebeu e mandou seguir. Coates quase chegou a fazer no rebote.
Aos 11min, a vantagem uruguaia já apareceu. Atento, Luis Suárez apareceu pela direita na grande área e recolheu bola solta após desvio na zaga. Com um toque lindo, tirou a marcação de Verón e bateu de pé esquerdo, sem chances para Villar.
O Paraguai criou seu único lance da primeira etapa aos 16min, quando Valdez foi lançado e escorou, sem sucesso, diante do gol. Os uruguaios, por sua vez, continuavam absolutos. Atrás de seu primeiro gol na competição, Diego Forlán recebeu lançamento de Suárez e, na cara de Villar, foi barrado. Eram 31min, e o gol de Diego não tardaria em sair.
Em lindo lance de Arevalo Rios, que roubou bola na intermediária ofensiva e serviu, Forlán bateu de esquerda, com categoria, e matou Justo Villar aos 41min da primeira etapa. Os uruguaios foram para o intervalo com a confiança nas alturas e a convicção do título da Copa América.
Na segunda etapa, o Paraguai até tentou endurecer a vida dos uruguaios e criou mais que antes do intervalo. Aos 8min, Ortigoza acertou bom passe para Valdez, que arriscou e acertou o travessão. Em cima, os paraguaios ganharam os reforços de Estigarribia e Hernán Pérez, e seguiram atrás do gol.
Aos poucos, apesar da entrada de Lucas Barrios, o Uruguai retomou maior controle do jogo, e por pouco não ampliou com Forlán. Em jogada pela direita, Cavani teve a chance de deixar o companheiro na frente de Villar, mas tocou curto demais. A zaga paraguaia se recuperou e impediu a finalização na hora H.
Em cima do Uruguai, o time paraguaio levou um contragolpe fatal aos 44min do segundo tempo. Pela esquerda, Cavani puxou contra-ataque e tocou para Luis Suárez, que rolou de primeira para Forlán. Em uma finalização precisa, o melhor jogador da Copa 2010 fechou o caixão e deu início, antes do apito final, à festa da Celeste Olímpica.

FICHA TÉCNICA
Uruguai 3 x 0 Paraguai
Gols:
Uruguai: Luis Suárez, aos 11min, e Diego Forlán, aos 41min do primeiro tempo, e Diego Forlán, aos 44min do segundo tempo

Uruguai
Muslera; Maxi Pereira, Lugano, Coates e Cáceres (Godín); Álvaro González, Diego Pérez (Eguren), Arevalo Rios e Alvaro Pereira (Cavani); Diego Forlán e Luis Suárez
Treinador: Oscar Tabarez
Paraguai
Villar; Veron, Paulo da Silva, Marecos e Piris; Vera (Hernán Pérez), Ortigoza, Victor Cáceres (Estigarribia) e Riveros; Zeballos (Barrios) e Haedo Valdez
Treinador: Gerardo Martino
Cartões Amarelos
Uruguai: Maxi Pereira, Cáceres, Diego Pérez e Coates
Paraguai: Victor Cáceres e Vera
Árbitro
Sálvio Spínola (Brasil)
Local
Estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires (Argentina)

IMAGEM

PRESSE


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sexta-feira, 22 de julho de 2011

A.VISEU



Lima Pereira é o novo treinador do Académico de Viseu

A direcção academista apostou em Lima Pereira, um treinador com longa experiência e com passagens em clubes como Felgueiras, Esposende ou Rio Ave, para ser o novo treinador principal do clube. Está assim encontrado, e apresentado, o sucessor de Manuel Matias.“Disciplinado, disciplinador e ganhador”, o perfil que a direcção do clube traçou para escolher o novo timoneira da equipa.
Lima Pereira tem 44 anos e é natural da Póvoa de Varzim.

Entradas e saídas

Também João Paulo, ex-jogador do Madalena, e que há duas épocas alinhou no Pampilhosa, é jogador do Académico de Viseu.
É um centro campista que tanto pode jogar pelas laterais como na posição “10”, assumindo o papel de “distribuidor” de jogo. Um jogador que pela sua qualidade poderá será certamente uma mais-valia para o plantel, até porque o Académico não tinha muito mais opções para a posição.
Praticamente garantido está também o regresso de Mateus, um extremo que na época passada chegou ainda a vestir a camisola do Académico mas uma lesão afastou-o da equipa.
Mateus é dos quadros da Naval 1º de Maio e tem tudo praticamente certo para jogar no Académico. O processo estará preso por detalhes, mas é praticamente dado como certo no plantel.
A direcção do clube procura ainda, pelo menos, mais dois avançados e ainda um defesa esquerdo.
Quanto a saídas, confirmadas, entre outras, as de Zé Bastos, Marcelo, Everson (terá tudo acertado com um clube da Arábia Suadita), Sérgio e Fábio que vai jogar no Viseu e Benfica.

TÍTULOS - TORNEIO DO GUADIANA





Benfica empata com Anderlecht e volta a conquistar o Torneio do Guadiana
O Benfica conquistou, este domingo, pela quinta vez o Torneio do Guadiana, ao empatar 2-2 com os belgas do Anderlecht, em encontro realizado no Estádio Algarve, em Faro.
O argentino Javier Saviola, aos 16 minutos, e o uruguaio Urreta, aos 55, apontaram os tentos dos "encarnados", enquanto Lakaku, aos 27, e o argentino Matias Suarez, aos 45+1, facturaram para os belgas.
Nas jornadas anteriores, a formação de Jorge Jesus tinha ganho por 3-1 ao Paris Saint-Germain, sexta-feira, enquanto os belgas e os gauleses empataram sábado a um golo.
Num jogo disputado no Estádio Algarve, em Faro, arbitrado por Duarte Gomes (Lisboa), perante cerca de 6000 espectadores, as equipas alinharam do seguinte modo:
Benfica: Artur Moraes, André Almeida, Javi Garcia, Miguel Vítor, Fábio Faria, Enzo Pérez, Witsel, Matic, Gaitán, Saviola e Franco Jara.
Jogaram ainda David Simão, Bruno César, Aimar, Nolito, Urreta, Cardozo e Wass.

BENFICA - INICIO DA ÉPOCA







domingo, 10 de julho de 2011

PRESSE

Jogadora sueca tira a camisa em estádio

VIDEO

BENFICA 2011

Particular: Benfica-Selecção Friburgo, 9 - 1


A recusa de última hora do Nice baixou a fasquia, pelo que o primeiro teste do Benfica 2011/12 foi aquilo que se esperava: um jogo com muitos golos mas pouca história. Jorge Jesus proporcionou a estreia a oito elementos, mas a figura do encontro com a selecção de Friburgo acabou por ser uma cara bem conhecida. Óscar Cardozo marcou quatro golos na goleada por 9-1. Saviola, Gaitán, Miguel Vítor e Rodrigo também entraram para a lista de marcadores, que contou com apenas um reforço: Nolito.

O primeiro «onze» da época contou com três reforços, e Bruno César merece o principal destaque entre estes. Colocado no lado esquerdo do ataque, o antigo jogador do Corinthians mostrou bom entendimento com os colegas (Aimar, Saviola e Fábio Faria, sobretudo). Participou em quase todos os golos do primeiro tempo, sofrendo inclusivamente uma grande penalidade. Saiu ao intervalo, tal como o ex-Belenenses André Almeida, que foi perdendo a timidez até contribuir para um dos golos do «Tacuara». Artur também jogou de início, mas durante sessenta minutos foi pouco mais do que um espectador, sujando o equipamento em apenas uma ocasião.

A vencer por 6-0 ao intervalo, Jesus lançou mais quatro reforços no início da segunda parte, e um deles só precisou de cinco minutos para marcar. Nolito confirmou que é uma opção muito interessante para o técnico, oferecendo grande dinâmica ao flanco esquerdo. Enzo Pérez apresentou-se algo tímido, e jogou apenas quinze minutos sobre a direita, passando depois para a posição «dez», realizando uma exibição discreta. Também sem grandes rasgos mas sempre certinho esteve Daniel Wass a lateral direito. Matic mostrou que gosta de subir no terreno e aparecer perto da área contrária, mas isso valeu-lhe alguns reparos de Jorge Jesus, que prefere ter um médio defensivo mais posicional. O sérvio viu-se ainda envolvido no lance do único golo da selecção de Friburgo, mas a responsabilidade maior é do pontapé na atmosfera de Júlio César, ainda que o atraso não tenha sido feito da forma mais recomendável.


O último reforço a entrar foi Nuno Coelho, mas quinze minutos adaptado a central não lhe permitam mostrar muito serviço. A estreia de Mora fica para outra ocasião.


No Estádio Universitário de Sant Léonard, em Friburgo, o Benfica alinhou da seguinte forma: Artur (Júlio César, 60m); André Almeida (Wass, 46m), Miguel Vítor, Roderick (Nuno Coelho, 75m), Fábio Faria (David Simão, 61m); Javi García (Matic, 46m); Gaitán (Urreta, 60m), Aimar (Enzo Pérez, 46m) e Bruno César (Nolito, 46m); Saviola (Jara, 46m) e Cardozo (Rodrigo, 46m).

Golos: Cardozo (17, 21, 31 e 44m), Saviola (g.p. 39m), Gaitán (42m), Nolito (50m), Rodrigo (58m) e Miguel Vítor (72m); Seidoux (61m)