sábado, 7 de maio de 2011
TÍTULOS

Luiz Adriano inaugurou o marcador, em cima do intervalo. Depois, a cinco minutos do fim da partida, Srna apontou o segundo golo do Shakhtar sobre o Metalurg, que contou com os portugueses Mário Sérgio e Ricardo Fernandes na equipa.
Esta é a sexta vez que o Shakhtar Donetsk vence o campeonato e o clube ucraniano tem ainda a oportunidade de fazer a «dobradinha», visto que está em jogo na Taça da Ucrânia.
Milan é campeão
O AC Milan sagrou-se este sábado campeão italiano ao empatar com a Roma, 0-0, em jogo da 36.ª jornada da série A, somando o 18.º título nacional da sua história.
A equipa treinada por Massimiliano Allegri conquista assim o scudeto sete anos depois, quebrando a hegemonia do Inter
Com este resultado a Roma, 4.ª classificada, pode ser ultrapassada pelo rival Lázio no domingo, caso pontue diante da Udinese.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
BRAGA - 1 BENFICA -0 - DESILUÇÃO ESPERADA
Sonho do Braga realiza pesadelo do Benfica
O Braga eliminou esta noite o Benfica nas meias-finais da Liga Europa, ao vencer a segunda mão por 1-0 na Pedreira. Será a primeira final europeia para os arsenalistas, onde irão defrontar o FC Porto.
A ocasião era histórica para Braga e Benfica, na decisão do finalista da Liga Europa, mas só os bracarenses entenderam hoje o momento único que tinham pela frente e venceram os encarnados por 1-0. O golo solitário de Custódio, aos 18', chegou para dar a volta ao 2-1 sofrido pelos arsenalistas na primeira mão e apurar para a final da Liga Europa.
O Braga entrou mais pressionante na partida, intimidando e remetendo o Benfica à sua área. O assédio ofensivo não se reflectia em grandes oportunidades, mas, fiel à sua imagem, não foi preciso esperar muito para os arsenalistas gritarem golo. Aos 18', na primeira grande oportunidade, Custódio cabeceia para o golo, na sequência de um canto.
Sem Aimar na organização do jogo, o Benfica apresentava um futebol desconexo e sem rasgos ofensivos. Só a partir dos 30 minutos é que o Benfica conseguiu começar a ameaçar o Braga. Todavia, os encarnados só chegaram perto do golo aos 41', quando Saviola atirou ao poste, depois de um bom cruzamento de Cardozo.
O 1-0 resistiu até ao intervalo e quando se esperava uma reacção encarnada em busca do empate, o Braga segurou a ofensiva frouxa e sem garra do Benfica.
A entrada de Jara pouco tempo depois não mudou grande coisa, apesar dos esforços do argentino. O Benfica tentou impor maior domínio, mas raramente conseguiu assentar o seu jogo. Sem as suas transições rápidas, os encarnados não foram capazes de criar perigo para a baliza de Artur.
O guardião brasileiro apenas teve de se esforçar para conter o remate de Gaitán, aos 79'. De resto, os bracarenses mostravam-se confortáveis perante o jogo e espreitavam cada vez mais o contra-ataque, onde obrigaram Roberto a duas boas defesas já nos últimos minutos.
Todavia, como Domingos Paciência tinha alertado, o 1-0 era suficiente e assim se verificou. Depois de Liverpool, Dinamo Kiev e Benfica, o Braga está por direito próprio na final da Liga Europa. Uma campanha excepcional que evidencia ainda mais a desilusão que foi o Benfica de 2010/11.
O Braga eliminou esta noite o Benfica nas meias-finais da Liga Europa, ao vencer a segunda mão por 1-0 na Pedreira. Será a primeira final europeia para os arsenalistas, onde irão defrontar o FC Porto.
A ocasião era histórica para Braga e Benfica, na decisão do finalista da Liga Europa, mas só os bracarenses entenderam hoje o momento único que tinham pela frente e venceram os encarnados por 1-0. O golo solitário de Custódio, aos 18', chegou para dar a volta ao 2-1 sofrido pelos arsenalistas na primeira mão e apurar para a final da Liga Europa.
O Braga entrou mais pressionante na partida, intimidando e remetendo o Benfica à sua área. O assédio ofensivo não se reflectia em grandes oportunidades, mas, fiel à sua imagem, não foi preciso esperar muito para os arsenalistas gritarem golo. Aos 18', na primeira grande oportunidade, Custódio cabeceia para o golo, na sequência de um canto.
Sem Aimar na organização do jogo, o Benfica apresentava um futebol desconexo e sem rasgos ofensivos. Só a partir dos 30 minutos é que o Benfica conseguiu começar a ameaçar o Braga. Todavia, os encarnados só chegaram perto do golo aos 41', quando Saviola atirou ao poste, depois de um bom cruzamento de Cardozo.
O 1-0 resistiu até ao intervalo e quando se esperava uma reacção encarnada em busca do empate, o Braga segurou a ofensiva frouxa e sem garra do Benfica.
A entrada de Jara pouco tempo depois não mudou grande coisa, apesar dos esforços do argentino. O Benfica tentou impor maior domínio, mas raramente conseguiu assentar o seu jogo. Sem as suas transições rápidas, os encarnados não foram capazes de criar perigo para a baliza de Artur.
O guardião brasileiro apenas teve de se esforçar para conter o remate de Gaitán, aos 79'. De resto, os bracarenses mostravam-se confortáveis perante o jogo e espreitavam cada vez mais o contra-ataque, onde obrigaram Roberto a duas boas defesas já nos últimos minutos.
Todavia, como Domingos Paciência tinha alertado, o 1-0 era suficiente e assim se verificou. Depois de Liverpool, Dinamo Kiev e Benfica, o Braga está por direito próprio na final da Liga Europa. Uma campanha excepcional que evidencia ainda mais a desilusão que foi o Benfica de 2010/11.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
domingo, 1 de maio de 2011
TÍTULOS
Ronaldinho vibra com conquista do título carioca pelo Flamengo
O Flamengo conquistou hoje o título de campeão carioca, depois de vencer o Vasco da Gama por 4-1 na marcação de grandes penalidades.
Na hora dos festejos, Ronaldinho Gaúcho era um dos jogadores mais eufóricos entre o grupo do clube do Rio de Janeiro. «Estou com este grito entalado na garganta há alguns anos. Voltei ao Brasil para isto. Após alguns anos sem conseguir títulos, voltar para cá e vencer, com estes adeptos, é algo que não tem preço», afirmou o jogador.
Ronaldinho Gaúcho não vencia um título desde 2005/2006, época em que ganhou a Liga dos Campeões pelo Barcelona.
O Flamengo conquistou hoje o título de campeão carioca, depois de vencer o Vasco da Gama por 4-1 na marcação de grandes penalidades.
Na hora dos festejos, Ronaldinho Gaúcho era um dos jogadores mais eufóricos entre o grupo do clube do Rio de Janeiro. «Estou com este grito entalado na garganta há alguns anos. Voltei ao Brasil para isto. Após alguns anos sem conseguir títulos, voltar para cá e vencer, com estes adeptos, é algo que não tem preço», afirmou o jogador.
Ronaldinho Gaúcho não vencia um título desde 2005/2006, época em que ganhou a Liga dos Campeões pelo Barcelona.
TÍTULOS
Dortmund campeão nove anos depois
Nove épocas depois, o Borussia Dortmund voltou a sagrar-se campeão alemão. Vitória por 2-0 na recepção ao Nuremberga, conjugada com derrota (0-2) do Leverkusen no reduto do Colónia, do português Petit, valeu a conquista antecipada do título.
O Westfalenstadion engalanou-se para aquele que poderia ser o jogo do título. Foram cerca de 80 mil os adeptos a lotar as bancadas do anfiteatro do Borussia Dortmund, que festeja o sétimo título de campeão a duas jornadas do final da Bundesliga.
Lucas Barrios, aos 32 minutos, e Lewandowski, aos 43, foram os marcadores de serviço da equipa orientada por Jurgen Klopp.
OLHANENSE -1 BENFICA - 1 - TRISTES
O Olhanense garantiu matematicamente a permanência na Liga, ao empatar com o Benfica e beneficiando da derrota da Naval. Os encarnados marcaram primeiro, por Jara, no início do jogo, mas Djalmir empatou nos instantes finais. A série de jogos sem vencer do Olhanense já vai em dez, mas este empate teve sabor a vitória.
A esquematização do Olhanense foi mais defensiva que o habitual, com Daúto Faquirá a apostar num 4x2x3x1, em detrimento do 4x3x3. A Naval jogou antes e perdeu, pelo que o empate servia aos algarvios.
No Benfica, Jorge Jesus deu descanso a jogadores mais utilizados tendo em vista o jogo de quinta-feira com o Braga para a Liga Europa. Airton ocupou o lado direito da defesa, Roderick (promovido a capitão) alinhou a trinco e Gaitán ganhou minutos, vindo de lesão.
A esquematização do Olhanense foi mais defensiva que o habitual, com Daúto Faquirá a apostar num 4x2x3x1, em detrimento do 4x3x3. A Naval jogou antes e perdeu, pelo que o empate servia aos algarvios.
No Benfica, Jorge Jesus deu descanso a jogadores mais utilizados tendo em vista o jogo de quinta-feira com o Braga para a Liga Europa. Airton ocupou o lado direito da defesa, Roderick (promovido a capitão) alinhou a trinco e Gaitán ganhou minutos, vindo de lesão.
Ainda muitos espectadores estavam a chegar ao estádio e já o Benfica festejava: Gaitán abriu para Jara que contou com o desvio em João Gonçalves para inaugurar o marcador. Foi a primeira e única vez que os encarnados (que vestiram de amarelo) incomodaram a baliza de Bruno Veríssimo na primeira parte. César Peixoto (35) ainda espreitou um chapéu do meio-campo para surpreender o adiantado guarda-redes algarvio, mas a bola passou muito desviada do alvo.
O Olhanense também pouco fez ofensivamente, mas não estaria nas previsões da equipa estar em desvantagem tão cedo. Com Gaitán e César Peixoto a não se fixarem nas alas e a caírem para zonas interiores, as suas marcações recaíam para os dois trincos (Delson e Fernando Alexandre), sobrando Nuno Piloto para os contra-golpes, mas com marcação apertada movida por Roderick.
O ataque dos algarvios viveu, por isso, das arrancadas de Toy e da velocidade de Dady, que invariavelmente morriam na defesa contrária. Só por uma vez o Olhanense teve oportunidade de visar com êxito a baliza de Roberto: Toy (31) sentou Carole e cruzou para a cabeça de Nuno Piloto, com a bola a passar perto do poste direito.
O Benfica entrou com a disposição de resolver o desafio no início da segunda parte e, nos primeiros cinco minutos, teve duas boas oportunidades para marcar. Aos 48 minutos Gaitán acertou no poste direito da baliza de Bruno Veríssimo, após boa jogada colectiva desenvolvida na esquerda, e no minuto seguinte Kardec falhou cabeça e de forma incrível um cruzamento de Airton.
Na prática, Rui Duarte e Yontcha deram mais profundidade ofensiva ao Olhanense, que começou a jogar também no meio-campo adversário, contando ainda com a ajuda de Jardel, expulso aos 68 minutos. A posterior troca do central Anselmo pelo avançado Djalmir reforçou as ideias de Daúto Faquirá.
A recompensa da audácia de Faquirá chegaria nos instantes finais, com dois dos eleitos a fabricarem o golo do empate e que valeu a manutenção do Olhanense na Liga: Rui Duarte cobrou um canto na esquerda para a cabeça de Djalmir ao primeiro poste concluir.
NOGUEIRENSE - 3 A. VISEU - 2 - INJUSTO
Nogueirense 3 - 2 ACADÉMICO
Campo de Santo António, 30 de Abril de 2011
6ª Jornada da Fase de Subida, III Divisão, Série D
Árbitro: Gonçalo Martins (Guarda)
Nogueirense: Rui Vale, Luís Paiva, Carlos Santos, Marco, Carlo, Diogo, Marco Paiva, Daniel Gonçalves (Alex, 76), Toni (Nuno Pedro, 80), Edir e Pinheiro (Valdo, 90+3). Treinador: Pedro Ilharco.
Ac. Viseu: Augusto, Jonas, Calico (Pedro Costa, 16), Tiago Gonçalves, Marcelo Henrique, Luís Vouzela, Álvaro (Filipe, 85), Éverson, Ricardo, Luizinho (Cabido, 75) e Zé Bastos. Treinador: Manuel Matias.
Golos: Calico 12 pb (1-0), Éverson 34 (1-1), Toni 60 (2-1), Éverson 70 (2-2), Nuno Pedro 83 (3-2)
Campo de Santo António, 30 de Abril de 2011
6ª Jornada da Fase de Subida, III Divisão, Série D
Árbitro: Gonçalo Martins (Guarda)
Nogueirense: Rui Vale, Luís Paiva, Carlos Santos, Marco, Carlo, Diogo, Marco Paiva, Daniel Gonçalves (Alex, 76), Toni (Nuno Pedro, 80), Edir e Pinheiro (Valdo, 90+3). Treinador: Pedro Ilharco.
Ac. Viseu: Augusto, Jonas, Calico (Pedro Costa, 16), Tiago Gonçalves, Marcelo Henrique, Luís Vouzela, Álvaro (Filipe, 85), Éverson, Ricardo, Luizinho (Cabido, 75) e Zé Bastos. Treinador: Manuel Matias.
Golos: Calico 12 pb (1-0), Éverson 34 (1-1), Toni 60 (2-1), Éverson 70 (2-2), Nuno Pedro 83 (3-2)
sábado, 30 de abril de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
LIGA EUROPA - BENFICA -2 BRAGA- 1 - CURTO
Golo de Cardozo dá vantagem para a 2.ª mão
O Benfica venceu, esta quinta-feira, o Sp. Braga por 2-1 e ficou, assim, em vantagem nas meias-finais da edição 2010/2011 da Liga Europa. Numa partida em que dominou por completo, a equipa de Jorge Jesus merecia um resultado mais amplo.
Para a partida na Luz, o treinador Jorge Jesus contou com César Peixoto e Carlos Martins, ambos recuperados de mazelas. Desta forma, o técnico apresentou o seu habitual esquema táctico, com César Peixoto a ocupar o lado esquerdo do meio-campo e Carlos Martins a surgir no lado contrário.
A entrada do Benfica não podia ter sido mais clara quanto aos seus objectivos no encontro, já que a pressão dos avançados Cardozo e Saviola aos 19 segundos quase deu um autogolo por parte de Paulão.
Com um forte apoio dos adeptos, a equipa de Jorge Jesus prosseguiu com os seus intentos e criou várias situações para marcar. Javi García, aos 10 minutos, obrigou o guarda-redes Artur Moraes a uma defesa incompleta e que acabou por ser aproveitada por Cardozo. No entanto, o golo foi invalidado por posição irregular do atacante paraguaio.
O Sp. Braga preocupou-se unicamente e exclusivamente em defender o nulo, tentando explorar o contra-ataque e os poucos lances de bola parada. Enquanto isso, o Benfica foi perdendo oportunidades para facturar na 1.ª mão das meias-finais da prova. Saviola, aos 18 e 21 minutos, ameaçou as redes de Artur Moraes, sendo que um chapéu de Cardozo, aos 31 minutos, também deu a sensação de golo certo.
Antes do intervalo, o avançado paraguaio voltou a estar em foco, ao rematar ao poste da baliza do guarda-redes visitante (43’).
O Benfica merecia claramente estar na frente do resultado ao intervalo, no entanto, era o nulo que imperava no final dos primeiros 45 minutos.
No segundo tempo, a equipa de Jorge Jesus viu coroada a sua boa actuação com um primeiro tento de Jardel, após Cardozo ter acertado mais uma vez no poste da baliza contrária (49’).
Sem ter feito nada para isso, o Sp. Braga foi bafejado pela sorte num lance de bola parada. Vandinho bateu Roberto num cabeceamento (52’), mas o Benfica não demorou muito a responder e colocou-se em vantagem num livre cobrado, exemplarmente, por Cardozo (59’).
Os “encarnados” continuaram a ter mais posse de bola e iniciativa de encontro, mas o resultado não sofreu mais alterações.
O Benfica vai agora pensar no jogo da 2.ª mão frente ao Sp. Braga. A partida está agendada para as 20h05 do dia 5 de Maio.
O Benfica apresentou a seguinte equipa: Roberto; Maxi Pereira, Luisão, Jardel e Fábio Coentrão; Javi García, César Peixoto (Gaitán, 65’), Carlos Martins (Jara, 65’) e Pablo Aimar; Cardozo e Saviola (Airton, 86’).
O Benfica venceu, esta quinta-feira, o Sp. Braga por 2-1 e ficou, assim, em vantagem nas meias-finais da edição 2010/2011 da Liga Europa. Numa partida em que dominou por completo, a equipa de Jorge Jesus merecia um resultado mais amplo.
Para a partida na Luz, o treinador Jorge Jesus contou com César Peixoto e Carlos Martins, ambos recuperados de mazelas. Desta forma, o técnico apresentou o seu habitual esquema táctico, com César Peixoto a ocupar o lado esquerdo do meio-campo e Carlos Martins a surgir no lado contrário.
A entrada do Benfica não podia ter sido mais clara quanto aos seus objectivos no encontro, já que a pressão dos avançados Cardozo e Saviola aos 19 segundos quase deu um autogolo por parte de Paulão.
Com um forte apoio dos adeptos, a equipa de Jorge Jesus prosseguiu com os seus intentos e criou várias situações para marcar. Javi García, aos 10 minutos, obrigou o guarda-redes Artur Moraes a uma defesa incompleta e que acabou por ser aproveitada por Cardozo. No entanto, o golo foi invalidado por posição irregular do atacante paraguaio.
O Sp. Braga preocupou-se unicamente e exclusivamente em defender o nulo, tentando explorar o contra-ataque e os poucos lances de bola parada. Enquanto isso, o Benfica foi perdendo oportunidades para facturar na 1.ª mão das meias-finais da prova. Saviola, aos 18 e 21 minutos, ameaçou as redes de Artur Moraes, sendo que um chapéu de Cardozo, aos 31 minutos, também deu a sensação de golo certo.
Antes do intervalo, o avançado paraguaio voltou a estar em foco, ao rematar ao poste da baliza do guarda-redes visitante (43’).
O Benfica merecia claramente estar na frente do resultado ao intervalo, no entanto, era o nulo que imperava no final dos primeiros 45 minutos.
No segundo tempo, a equipa de Jorge Jesus viu coroada a sua boa actuação com um primeiro tento de Jardel, após Cardozo ter acertado mais uma vez no poste da baliza contrária (49’).
Sem ter feito nada para isso, o Sp. Braga foi bafejado pela sorte num lance de bola parada. Vandinho bateu Roberto num cabeceamento (52’), mas o Benfica não demorou muito a responder e colocou-se em vantagem num livre cobrado, exemplarmente, por Cardozo (59’).
Os “encarnados” continuaram a ter mais posse de bola e iniciativa de encontro, mas o resultado não sofreu mais alterações.
O Benfica vai agora pensar no jogo da 2.ª mão frente ao Sp. Braga. A partida está agendada para as 20h05 do dia 5 de Maio.
O Benfica apresentou a seguinte equipa: Roberto; Maxi Pereira, Luisão, Jardel e Fábio Coentrão; Javi García, César Peixoto (Gaitán, 65’), Carlos Martins (Jara, 65’) e Pablo Aimar; Cardozo e Saviola (Airton, 86’).
quinta-feira, 28 de abril de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
A.VISEU
Manuel Matias
Nome: Manuel Amadeu de Matos Matias
Data de nascimento: 18/03/1964
Naturalidade: Porto
Como jogador Matias actuou como defesa central e contou com passagens por Salgueiros (82/89), Rio Ave (89/90), União da Madeira (90/91), Vitória de Guimarães (91/95), Leça e Porto (95/96), Gil Vicente e Setúbal (96/97).
Com a passagem a treinador ganhou nome próprio e começou a ser tratado por Manuel Matias.
Iniciou-se, em 01/02, no Valonguense (Valongo – Porto) na III Divisão Série B – o Valonguense foi último.
Seguiu-se o Valenciano (Valença do Minho), por duas épocas sendo que na última (03/04) a equipa conseguiu a subida à II Divisão.
Em 04/05 seguiu-se uma viagem até à Madeira onde treinou o Santana (9ª lugar da Série E da III Divisão); terminou essa mesma época no Portosantense (Madeira) – 4º classificado da II B (sul).
Em 05/06 viajou até Elvas (8º classificado da III Série E) e terminou essa mesma época no Madalena (Açores) equipa que terminou no 5º lugar da II Divisão Série D.
Continuou no Madelana (06/07) com a equipa a terminar na 9ª posição da II Divisão, Série C. Não terminou a época neste clube uma vez que foi vítima do chicote.
Em 07/08 foi treinador do Marítimo da Graciosa (6º lugar da III Divisão, Série Açores) e do Nogueirense (Nogueira da Maia) que acbou por descer da III Divisão.
Em 08/09 foi treinador do Valecambrense (na nossa série) mas a equipa também acabou por descer.
Em 09/10 foi adjunto do Acácio Casimiro no Al Raed da Arábia Saudita e treinador principal do Sanat Naft do Irão
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