segunda-feira, 16 de maio de 2011
RIACHENSE - 2 A.VISEU - 2 - INFELIZES
Riachense 2-2 Ac. Viseu
Campo Coronel Mário Cunha, 15 de Maio de 2011
8ª Jornada da Fase de Subida, Série D
Árbitro: Hugo Pires (Leiria)
Riachense: Rui Galrinho, Gonçalo Fernandes, Nuno Paulo (Paulito, 65), Saul, Murcela, Bruno (Rafa, 72), Pedro Galrinho, Moita (Miguel Luís, int), Carioca, Emerson e Santana. Treinador: Fernando Costa.
Ac. Viseu: Paulo Freitas, Casal, Tiago Jonas, Tiago Gonçalves, Marcelo Henrique, Luís Vouzela, Álvaro, Ricardo, Éverson (Calico 90+1), Luisinho (Rui Santos, 83) e Zé Bastos (Pedro Costa, 66). Treinador: Manuel Matias.
Expulsões: Saul 85 (Riachense)
Golos: Luisinho 10 (0-1), Saul 52 (1-1), Éverson 56 gp (1-2), Rafa 90+3 (2-2)
O Académico de Viseu empatou esta tarde em Riachos, com a equipa local, e manteve a segunda posição na tabela, com os mesmos pontos que o Oliveira do Bairro e a apenas 3 pontos do comandante, Monsanto, que visita o Fontelo na próxima jornada.
Antes do quarto de hora, na primeira jogada de verdadeiro perigo, o Académico inaugurou o marcador através de Luisinho. Se era expectável que o Riachense reagisse, foi o Académico que continuou na mó de cima e sempre a desperdiçar oportunidades atrás de oportunidades: Éverson, bola na barra (Luisinho?), Ricardo, enfim, um fartote de ocasiões. Mas o resultado ao intervalo era o magro um a zero para o Académico de Viseu.
Quem não marca sofre. E o Académico sofreu o empate na segunda parte, num lance que, ao que tudo indica, ficou um fora de jogo por marcar. Mas o Académico esteve pouco tempo na situação de desvantagem, já que pouco depois Éverson, na transformação de uma grande penalidade, colocou de novo o Académico em vantagem. E o desperdício continuou. Isso e alguma falta de sorte, tal como uma bola no poste e na barra na sequência de um livre a favor dos academistas. Foi já com o Académico em vantagem numérica, nos descontos, e após uma substituição de “marcha atrás” (Éverson por Calico) que o Riachense empatou a partida.
Um balde de água muito gelada!
Campo Coronel Mário Cunha, 15 de Maio de 2011
8ª Jornada da Fase de Subida, Série D
Árbitro: Hugo Pires (Leiria)
Riachense: Rui Galrinho, Gonçalo Fernandes, Nuno Paulo (Paulito, 65), Saul, Murcela, Bruno (Rafa, 72), Pedro Galrinho, Moita (Miguel Luís, int), Carioca, Emerson e Santana. Treinador: Fernando Costa.
Ac. Viseu: Paulo Freitas, Casal, Tiago Jonas, Tiago Gonçalves, Marcelo Henrique, Luís Vouzela, Álvaro, Ricardo, Éverson (Calico 90+1), Luisinho (Rui Santos, 83) e Zé Bastos (Pedro Costa, 66). Treinador: Manuel Matias.
Expulsões: Saul 85 (Riachense)
Golos: Luisinho 10 (0-1), Saul 52 (1-1), Éverson 56 gp (1-2), Rafa 90+3 (2-2)
O Académico de Viseu empatou esta tarde em Riachos, com a equipa local, e manteve a segunda posição na tabela, com os mesmos pontos que o Oliveira do Bairro e a apenas 3 pontos do comandante, Monsanto, que visita o Fontelo na próxima jornada.
Antes do quarto de hora, na primeira jogada de verdadeiro perigo, o Académico inaugurou o marcador através de Luisinho. Se era expectável que o Riachense reagisse, foi o Académico que continuou na mó de cima e sempre a desperdiçar oportunidades atrás de oportunidades: Éverson, bola na barra (Luisinho?), Ricardo, enfim, um fartote de ocasiões. Mas o resultado ao intervalo era o magro um a zero para o Académico de Viseu.
Quem não marca sofre. E o Académico sofreu o empate na segunda parte, num lance que, ao que tudo indica, ficou um fora de jogo por marcar. Mas o Académico esteve pouco tempo na situação de desvantagem, já que pouco depois Éverson, na transformação de uma grande penalidade, colocou de novo o Académico em vantagem. E o desperdício continuou. Isso e alguma falta de sorte, tal como uma bola no poste e na barra na sequência de um livre a favor dos academistas. Foi já com o Académico em vantagem numérica, nos descontos, e após uma substituição de “marcha atrás” (Éverson por Calico) que o Riachense empatou a partida.
Um balde de água muito gelada!
domingo, 15 de maio de 2011
TÍTULOS
Penalty de Rooney dá 19.º título ao Manchester United
Um empate (1-1) em Blackburn foi suficiente para que o Manchester United conquistasse o título de campeão da Premier League. Os «red devils» tornam-se a equipa inglesa com mais títulos conquistados no campeonato (19), passando o Liverpool.
Não foi fácil, porém, aos pupilos de Alex Ferguson saírem de Blackburn com o ponto que garantiu a conquista do campeonato. Brett Emerton marcou, aos 20 minutos, o golo que dava vantagem à equipa da casa ao intervalo. O português Nani – substituído aos 80 minutos por Berbatov – tentou por duas vezes o empate, de canto directo e com um remate que rasou a barra.
No segundo tempo, apesar do maior ascendente, o United não conseguiu criar oportunidades claras de golo e foi na transformação de uma grande penalidade que logrou a igualdade no marcador. Ronney não perdoou e concretizou o castigo máximo assinalado por falta sobre Javier Hernandez dentro da área
Taça: City conquista troféu com golo de Touré
Um golo solitário de Yaya Touré, aos 74 minutos, permitiu ao Manchester City vencer o Stoke City na final da Taça de Inglaterra, disputada esta tarde no Estádio de Wembley.
Curiosamente, havia sido o jogador marfinense a decidir o derby com o Manchester United nas meias-finais da prova, apontando o tento da vitória (1-0) dos citizens.
O City não vencia qualquer troféu desde o longínquo ano de 1976, quando arrecadou a League Cup.
A equipa orientada por Roberto Mancini junta assim a Taça de Inglaterra ao apuramento para a próxima edição da Liga dos Campeões.
Milan empata com Roma e é campeão italiano 2010/2011
O Milan se sagrou campeão Italiano 2010/2011 nesse sábado, faltando ainda duas rodadas para o final do Campeonato Italiano 2010/2011, ao empatar com a Roma por 0×0 no Estádio Olímpico de Roma. Esse é o 18º título da equipe, título que não acontecia desde a temporada 2003/2004. O time dos brasileiros Thiago Silva, Alexandre Pato e Robinho conquistou o campeonato e quebrou uma sequência da rival Inter de Milão, que ganhou os títulos entre 2006 e 2010.
Um empate (1-1) em Blackburn foi suficiente para que o Manchester United conquistasse o título de campeão da Premier League. Os «red devils» tornam-se a equipa inglesa com mais títulos conquistados no campeonato (19), passando o Liverpool.
Não foi fácil, porém, aos pupilos de Alex Ferguson saírem de Blackburn com o ponto que garantiu a conquista do campeonato. Brett Emerton marcou, aos 20 minutos, o golo que dava vantagem à equipa da casa ao intervalo. O português Nani – substituído aos 80 minutos por Berbatov – tentou por duas vezes o empate, de canto directo e com um remate que rasou a barra.
No segundo tempo, apesar do maior ascendente, o United não conseguiu criar oportunidades claras de golo e foi na transformação de uma grande penalidade que logrou a igualdade no marcador. Ronney não perdoou e concretizou o castigo máximo assinalado por falta sobre Javier Hernandez dentro da área
Taça: City conquista troféu com golo de Touré
Um golo solitário de Yaya Touré, aos 74 minutos, permitiu ao Manchester City vencer o Stoke City na final da Taça de Inglaterra, disputada esta tarde no Estádio de Wembley.
Curiosamente, havia sido o jogador marfinense a decidir o derby com o Manchester United nas meias-finais da prova, apontando o tento da vitória (1-0) dos citizens.
O City não vencia qualquer troféu desde o longínquo ano de 1976, quando arrecadou a League Cup.
A equipa orientada por Roberto Mancini junta assim a Taça de Inglaterra ao apuramento para a próxima edição da Liga dos Campeões.
Milan empata com Roma e é campeão italiano 2010/2011
O Milan se sagrou campeão Italiano 2010/2011 nesse sábado, faltando ainda duas rodadas para o final do Campeonato Italiano 2010/2011, ao empatar com a Roma por 0×0 no Estádio Olímpico de Roma. Esse é o 18º título da equipe, título que não acontecia desde a temporada 2003/2004. O time dos brasileiros Thiago Silva, Alexandre Pato e Robinho conquistou o campeonato e quebrou uma sequência da rival Inter de Milão, que ganhou os títulos entre 2006 e 2010.
TÍTULOS
Holanda: Ajax campeão na última jornada!
O Ajax conquistou este domingo o seu 30.º título de campeão holandês de futebol, ao vencer em casa por 3-1 o Twente, que partiu para a 34.ª e última jornada na frente.
O conjunto comandado por Michel Preud’homme só precisava de empatar para revalidar o cetro, mas a equipa de Amesterdão impôs-se, com um “bis” de Siem de Jong (23 e 78 minutos) e um autogolo de Denny Landzaat (46).
O Twente, que no passado domingo tinha batido o Ajax por 3-2, após prolongamento, na final da Taça, ainda sonhou, com o golo de Theo Janssen, que reduziu para 2-1, aos 47 minutos, mas o segundo tento de De Jong decidiu o título.
O Ajax, que já não era campeão desde 2004, somou o 30.º troféu, contando agora mais nove do que o PSV Eindhoven, vencedor da prova entre 2005 e 2008, antes dos títulos de AZ Alkmaar (2009) e Twente (2010).
A formação liderada por Frank de Boer garantiu um lugar na fase de grupos da Liga dos Campeões, enquanto o Twente, que ficou a dois pontos (73 contra 71), ficou em segundo e vai disputar a terceira pré-eliminatória da “Champions”.
O PSV Eindhoven, que fechou a prova com um empate a zero no reduto do Groningen, ficou no terceiro posto, com 69 pontos. O histórico Feyenoord terminou em décimo, com apenas 44 pontos
Glasgow Rangers é tricampeão escocês
O clube protestante acabou o campeonato com 93 pontos, mais um do que o rival de sempre, o Celtic.
O Glasgow Rangers conquistou este domingo o seu 54.º título de campeão escocês de futebol, e terceiro consecutivo, ao golear no reduto do Kilmarnock por 5-1, na quinta jornada da fase final.
Os protestantes terminaram a competição com 93 pontos, contra 92 do Celtic, ao qual de nada valeu a goleada caseira por 4-0 face ao Motherwell.
Em Kilmarnock, a emoção só durou sete minutos, o tempo que o Rangers demorou a chegar a 3-0, com dois golos do inglês Kyle Lafferty (1 e 7 minutos) e Steven Naismith (6).
Na segunda parte, o croata Nikica Jelavic aumentou a vantagem, aos 49 minutos, e Lafferty chegou ao quinto, aos 53. Aos 65, o inglês James Dayton marcou o golo de honra dos locais, que contaram com David Silva até aos 54.
Por seu lado, o inglês Gary Hooper (29 minutos), o grego Georgios Samaras (40), Shaun Maloney (52) e Patrick McCourt (71) marcaram os tentos do Celtic.
O Ajax conquistou este domingo o seu 30.º título de campeão holandês de futebol, ao vencer em casa por 3-1 o Twente, que partiu para a 34.ª e última jornada na frente.
O conjunto comandado por Michel Preud’homme só precisava de empatar para revalidar o cetro, mas a equipa de Amesterdão impôs-se, com um “bis” de Siem de Jong (23 e 78 minutos) e um autogolo de Denny Landzaat (46).
O Twente, que no passado domingo tinha batido o Ajax por 3-2, após prolongamento, na final da Taça, ainda sonhou, com o golo de Theo Janssen, que reduziu para 2-1, aos 47 minutos, mas o segundo tento de De Jong decidiu o título.
O Ajax, que já não era campeão desde 2004, somou o 30.º troféu, contando agora mais nove do que o PSV Eindhoven, vencedor da prova entre 2005 e 2008, antes dos títulos de AZ Alkmaar (2009) e Twente (2010).
A formação liderada por Frank de Boer garantiu um lugar na fase de grupos da Liga dos Campeões, enquanto o Twente, que ficou a dois pontos (73 contra 71), ficou em segundo e vai disputar a terceira pré-eliminatória da “Champions”.
O PSV Eindhoven, que fechou a prova com um empate a zero no reduto do Groningen, ficou no terceiro posto, com 69 pontos. O histórico Feyenoord terminou em décimo, com apenas 44 pontos
Glasgow Rangers é tricampeão escocês
O clube protestante acabou o campeonato com 93 pontos, mais um do que o rival de sempre, o Celtic.
O Glasgow Rangers conquistou este domingo o seu 54.º título de campeão escocês de futebol, e terceiro consecutivo, ao golear no reduto do Kilmarnock por 5-1, na quinta jornada da fase final.
Os protestantes terminaram a competição com 93 pontos, contra 92 do Celtic, ao qual de nada valeu a goleada caseira por 4-0 face ao Motherwell.
Em Kilmarnock, a emoção só durou sete minutos, o tempo que o Rangers demorou a chegar a 3-0, com dois golos do inglês Kyle Lafferty (1 e 7 minutos) e Steven Naismith (6).
Na segunda parte, o croata Nikica Jelavic aumentou a vantagem, aos 49 minutos, e Lafferty chegou ao quinto, aos 53. Aos 65, o inglês James Dayton marcou o golo de honra dos locais, que contaram com David Silva até aos 54.
Por seu lado, o inglês Gary Hooper (29 minutos), o grego Georgios Samaras (40), Shaun Maloney (52) e Patrick McCourt (71) marcaram os tentos do Celtic.
BENFICA - 3 LEIRIA - 3 -TRISTE FIM DE ÉPOCA
Águia empata na despedida
O Benfica despediu-se esta noite do campeonato não indo além de um empate, 3-3, com a UD Leiria, no Estádio da Luz. Um jogo que foi o espelho da época dos encarnados, que ficou muito aquém das expectativas benfiquistas depois do campeonato conquistado na temporada passada.
O Benfica despediu-se esta noite do campeonato não indo além de um empate, 3-3, com a UD Leiria, no Estádio da Luz. Um jogo que foi o espelho da época dos encarnados, que ficou muito aquém das expectativas benfiquistas depois do campeonato conquistado na temporada passada.
Em noite de despedida o Benfica entrou em campo à procura de oferecer uma última vitória aos adeptos, mas numa primeira parte morna, típica de uma partida que servia apenas para cumprir calendário, o golo encarnado surgiu de bola parada.
Oscar Cardozo inaugurou o marcador à passagem do minuto 40, na cobrança de um livre, a 20 metros da baliza, o paraguaio não perdoou e fez o gosto ao pé esquerdo, com um remate fortíssimo que passou pelo meio da barreira.
Mesmo em cima do intervalo a UD Leiria empatou por João Silva, num lance caricato. Luisão atrasa a bola mas nem Javi Garcia, que estava entre o defesa e o guarda-redes, nem Júlio César se fazem ao lance e João Silva aproveita da melhor maneira a desatenção benfiquista.
O médio espanhol consegue redimir-se no início da segunda parte ao fazer o 2-1, de cabeça. O golo de Javi Garcia surge novamente num lance de bola parada, após canto cobrado por Aimar.
Jara ainda brilhou, aos 64 minutos, ao apontar um belíssimo golo. Servido por Fábio Coentrão, o argentino à entrada da área remata ao ângulo, sem qualquer hipótese para Michael.
Mas a UD Leiria a perder, por 3-1, não desistiu e Leandro Lima reduziu a desvantagem à passagem do minuto 75.
Já a jogar com 10 jogadores, após expulsão de Luisão, por acumulação de amarelos, o Benfica viu João Silva aproveitar uma saída em falso de Júlio César e aproveitar para bisar aos 89 minutos.
Destaque ainda para o regresso à competição de Nuno Gomes, que jogou os últimos minutos da partida e foi ovacionado ao entrar.
Carlos Daniel, de apenas 16 anos, fez a sua estreia na UD Leiria, sendo o segundo jogador mais novo de sempre a jogar no escalão máximo do futebol português.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
TÍTULOS
Barça campeão! Keita marcou e Caicedo dificultou
Bastava um ponto ao líder para a consagração. Barcelona empatou 1-1 e conquistou 21º campeonato na sua história
O Barcelona é tricampeão espanhol, a duas jornadas do fim da prova! O líder precisava apenas de um ponto para garantir o 21º título na história e um empate (1-1) em Valencia, frente ao Levante, nesta quarta-feira, foi quanto baste para a festa. Tal como aconteceu há seis anos: em 2004/05, no mesmo palco e novamente na 36ª ronda, o campeão só precisava de um ponto para a consagração (Etoo marcou então).
O Levante, que já tinha a permanência assegurada, até começou mais ameaçador, mas deixou Keita demasiado à-vontade na área para poder estrear-se a marcar na liga espanhola. Assim aconteceu com o médio maliano, aos 28 minutos, após soberbo passe de Xavi
Bastava um ponto ao líder para a consagração. Barcelona empatou 1-1 e conquistou 21º campeonato na sua história
O Barcelona é tricampeão espanhol, a duas jornadas do fim da prova! O líder precisava apenas de um ponto para garantir o 21º título na história e um empate (1-1) em Valencia, frente ao Levante, nesta quarta-feira, foi quanto baste para a festa. Tal como aconteceu há seis anos: em 2004/05, no mesmo palco e novamente na 36ª ronda, o campeão só precisava de um ponto para a consagração (Etoo marcou então).
O Levante, que já tinha a permanência assegurada, até começou mais ameaçador, mas deixou Keita demasiado à-vontade na área para poder estrear-se a marcar na liga espanhola. Assim aconteceu com o médio maliano, aos 28 minutos, após soberbo passe de Xavi
Mas a equipa da casa não se encolheu com a desvantagem e partiu para a recuperação, que chegou a cinco minutos do intervalo, por Caicedo, ex-Sporting. Um desentendimento entre Piqué e Valdés, com o central a atrapalhar-se primeiro com a bola e depois o guarda-redes, deixou aquela à mercê do avançado equatoriano, que, com um remate cruzado, restabeleceu a igualdade.
Na segunda parte, uma jogada brilhante de Messi, aos 58 minutos, esbarrou no poste direito da baliza de Munúa. A estrela argentina começou por tirar três adversários do caminho, depois levou a melhor sobre o guarda-redes e só o ferro evitou que recolocasse o Barcelona na frente do marcador
O francês Eric Abidal, que regressou à titularidade neste encontro, saiu aos 62 minutos, para a entrada de Andreu Fontás
Dois minutos após a entrada do jovem defesa, o Levante reclamou grande penalidade de Fontás sobre Caicedo, mas o equatoriano forçou a queda na área
Caicedo, aliás, foi a figura do Levante e o adversário mais problemático para o Barcelona. Que o diga Piqué, não só pelo lance do golo, como pelo cartão amarelo que viu aos 65 minutos, na sequência de falta sobre o equatoriano, o mais difícil de travar na área blaugrana.
O treinador do Levante optou por refrescar o ataque com a saída de Caicedo para a entrada de Stuani, aos 74 minutos, «ajuda» que o Barcelona certamente agradeceu, dadas as dificuldades criadas pelo camisola 25.
No final, o empate não evitou a festa antecipada do Barcelona, que arrecadou o 21º campeonato da sua história, novamente com o Real Madrid na perseguição directa.
Eis as equipas iniciais:
LEVANTE: Munúa; Javi Venta, Ballesteros, Nano e Juanfran; Pallardó, Iborra e Xavi Torres; Valdo, Caicedo e Xisco Nadal
BARCELONA: Valdés; Alves, Piqué, Mascherano e Abidal; Busquets, Xavi e Keita; Afellay, Messi e Villa
domingo, 8 de maio de 2011
Rio Ave-Benfica, 1-2 - NATURAL
Formação de Jorge Jesus teve oportunidades para construir uma goleada mas acabou com o credo na boca. Antes disso já tinha feito por merecer o triunfo.
O Benfica não ganhou por falta de comparência, mas quase. O Rio Ave demorou uma eternidade a aparecer no jogo e quando o fez já era demasiado tarde. Nessa altura, já a segunda parte ia avançada, o Benfica ganhava por dois golos e tinha a coisa mais do que dominada: controlada. Estava confortável.
No fundo tinha recuperado boa parte do capital de confiança que perdera nos últimos tempos. Gaitán, Fábio Coentrão e Carlos Martins (depois César Peixoto) trabalhavam a bola com tecnicismo, faziam o tempo correr e diminuíam a capacidade do Rio Ave se entusiasmar com uma cambalhota no jogo.
Por isso a segunda parte só animou verdadeiramente nos dez minutos finais. Nessa altura Braga aproveitou uma falha na barreira para de livre reduzir a desvantagem. Faltavam dois minutos para acabar o tempo regulamentar, o Rio Ave partiu para cima da baliza encarnada e temeu-se o pior.
Foi só um susto.
No fundo a sentença chegou na primeira metade e numa entrada em falso da equipa da casa. O Benfica marcou na primeira vez que rematou e chegou ao segundo golo ainda antes da meia-hora. Das duas vezes Cardozo (e Carlos Martins no remate que originou o primeiro golo) teve todo o tempo.
Destaques: Cardozo, este sim é Óscar Cardozo
Custa um bocado a perceber tanta passividade do Rio Ave, aliás, numa altura em que jogava tudo no sonho por uma qualificação europeia. A defesa falhava na marcação, não pressionava e não acompanhava as desmarcações. A partir daí tornou-se fácil para o Benfica jogar futebol e ganhar motivação.
Os encarnados fizeram dois golos, mas podiam ter feito mais. A equipa teve vontade, velocidade e imaginação. Trabalhou bem a bola ao meio, funcionou com apoios nas laterais, encontrou em Cardozo um avançado de referência, que segurou a bola, abriu linhas de passe e criou espaços para o futebol.
A partir daí o Benfica fez por merecer a vantagem ao intervalo. Cardozo, o homem do jogo, materializou a superioridade em golos, mas a equipa ficou a dever a ela própria uma vantagem mais larga. Cardozo, por mais duas vezes, e Gaitán, por exemplo, só não marcaram por um capricho.
Tudo junto, e apesar daquele sufoco final, o Benfica mereceu o triunfo. A equipa recuperou parte da confiança perdida e entra na última semana um pouco mais tranquila. A pacificação do ambiente na Luz é fundamental para ganhar a próxima época. O Rio Ave, esse, precisa de um milagre para ir à Europa.
Ac. Viseu FC 6 - 1 GD Sourense - EXCELENTE
O Académico recebeu e venceu hoje no Fontelo, categoricamente, a equipa do Sourense por 6 a 1.
O técnico academista fez alinhar um onze sem surpresas: Augusto © (P. Freitas), Casal, Jonas (Luís Miguel), Tiago e Marcelo; Vouzela, Álvaro, Ricardo; Everson, Luisinho (Cabido) e Zé Bastos.
Num jogo com resultado atípico para a altura da época, o Académico de Viseu demonstrou uma atitude fantástica dentro das quatro linhas, como tem sido habitual nos últimos desafios. Desde cedo, os viseenses quiseram matar o jogo, controlando, não deixando o adversário ter a bola, e finalizando com sucesso grande parte das ocasiões de golo. Ricardo foi o primeiro abrir o activo, com um remate colocado à entrada da área, ele que tem sido, claramente, uma das peças-chave nesta equipa do Académico. Zé Bastos marcou o segundo, isolou-se do lado esquerdo do ataque academista e finalizou com êxito. 2-0 ao intervalo que se justificava, dada a tendência ofensiva da equipa da casa.
A segunda metade, teve ainda mais golos. O Sourense mostrava-se uma equipa acessível, demasiado macia para esta aguerrida formação academista. Não foi com surpresa que o 3º golo chegou. Vouzela faz uma arrancada impressionante, driblando vários adversários, sendo travado na altura do remate. (Que época está a fazer este nosso Luís Vouzela). Luisinho foi quem converteu o castigo máximo. O mesmo jogador iria fazer ainda o 4-0 para o Ac. Viseu. O golo número cinco, saiu da cabeça de Éverson, após canto de Ricardo. Everson, diga-se, tem sido um dos goleadores de serviço nesta 2ª e decisiva fase do campeonato. E para finalizar os golos caseiros, Zé Bastos fez o seu 2º tento da tarde, elevando o seu score pessoal para 21 golos esta época no campeonato, fantástico Zé! O Sourense iria ainda reduzir já perto do final do encontro, num remate colocado sem hipóteses para P. Freitas, que entretanto tinha substituído o nosso nº1 Augusto, lesionado. Esperemos que não seja uma lesão impeditiva de dar o seu importante contributo nos próximos jogos.
Em suma, num jogo onde só a vitória interessava, o Académico foi muito competente, e demonstrou que estará na luta até ao fim da prova. Face aos restantes resultados, a nossa equipa regressa à segunda posição, que dá acesso à 2ª Nacional. A próxima final é em Riachos, frente ao Riachense, que hoje surpreendeu o líder Monsanto, vencendo por 0-2.
EU ESTIVE LÁ E FOI VERDADEIRAMENTE UM JOGO FANTÁSTICO DA NOSSA EQUIPA DESDE O PRIMEIRO MINUTO COM MUITA CATEGORIA, DISCIPLINA E MOTIVAÇÃO!
SENDO UM REGULAR ADEPTO É COM ENORME SATISFAÇÃO VERIFICAR O RESPEITO E A DISCILPINA QUE SE VERIFICA ACTUALMENTE NO PLANTEL , COM A ENTRADA DO TREINADOR MATIAS , DAI O DESEMPENHO , POSICIONAMENTO E GARRA QUE SE JOGA NO CAMPO!
È UM PRAZER VER AUGUSTO SERENO ENTRE OS POSTES E A DEFESA É SEGURA FALTANDO UM JOGADOR IMPORTANTE MARCO ALMEIDA NA DIREITA.
NO MEIO CAMPO VOUZELA É SOBERBO , ÁLVARO UM JOGADOR MAGNIFICO DE GARRA QUE ADMIRO IMENSO E O RICARDO SEMPRE NO LUGAR CERTO.
O ATAQUE É UM LUXO COM ZÉ BASTOS O NOSSO HOMEN GOLO , LUISINHO MAGNIFICO NA VELOCIDADE E SENTIDO DE BALIZA E O EVERSON TÃO APAGADO ESTA AI COM GRANDE ESTILO GOSTEI.PARABENS!
O técnico academista fez alinhar um onze sem surpresas: Augusto © (P. Freitas), Casal, Jonas (Luís Miguel), Tiago e Marcelo; Vouzela, Álvaro, Ricardo; Everson, Luisinho (Cabido) e Zé Bastos.
Num jogo com resultado atípico para a altura da época, o Académico de Viseu demonstrou uma atitude fantástica dentro das quatro linhas, como tem sido habitual nos últimos desafios. Desde cedo, os viseenses quiseram matar o jogo, controlando, não deixando o adversário ter a bola, e finalizando com sucesso grande parte das ocasiões de golo. Ricardo foi o primeiro abrir o activo, com um remate colocado à entrada da área, ele que tem sido, claramente, uma das peças-chave nesta equipa do Académico. Zé Bastos marcou o segundo, isolou-se do lado esquerdo do ataque academista e finalizou com êxito. 2-0 ao intervalo que se justificava, dada a tendência ofensiva da equipa da casa.
A segunda metade, teve ainda mais golos. O Sourense mostrava-se uma equipa acessível, demasiado macia para esta aguerrida formação academista. Não foi com surpresa que o 3º golo chegou. Vouzela faz uma arrancada impressionante, driblando vários adversários, sendo travado na altura do remate. (Que época está a fazer este nosso Luís Vouzela). Luisinho foi quem converteu o castigo máximo. O mesmo jogador iria fazer ainda o 4-0 para o Ac. Viseu. O golo número cinco, saiu da cabeça de Éverson, após canto de Ricardo. Everson, diga-se, tem sido um dos goleadores de serviço nesta 2ª e decisiva fase do campeonato. E para finalizar os golos caseiros, Zé Bastos fez o seu 2º tento da tarde, elevando o seu score pessoal para 21 golos esta época no campeonato, fantástico Zé! O Sourense iria ainda reduzir já perto do final do encontro, num remate colocado sem hipóteses para P. Freitas, que entretanto tinha substituído o nosso nº1 Augusto, lesionado. Esperemos que não seja uma lesão impeditiva de dar o seu importante contributo nos próximos jogos.
Em suma, num jogo onde só a vitória interessava, o Académico foi muito competente, e demonstrou que estará na luta até ao fim da prova. Face aos restantes resultados, a nossa equipa regressa à segunda posição, que dá acesso à 2ª Nacional. A próxima final é em Riachos, frente ao Riachense, que hoje surpreendeu o líder Monsanto, vencendo por 0-2.
EU ESTIVE LÁ E FOI VERDADEIRAMENTE UM JOGO FANTÁSTICO DA NOSSA EQUIPA DESDE O PRIMEIRO MINUTO COM MUITA CATEGORIA, DISCIPLINA E MOTIVAÇÃO!
SENDO UM REGULAR ADEPTO É COM ENORME SATISFAÇÃO VERIFICAR O RESPEITO E A DISCILPINA QUE SE VERIFICA ACTUALMENTE NO PLANTEL , COM A ENTRADA DO TREINADOR MATIAS , DAI O DESEMPENHO , POSICIONAMENTO E GARRA QUE SE JOGA NO CAMPO!
È UM PRAZER VER AUGUSTO SERENO ENTRE OS POSTES E A DEFESA É SEGURA FALTANDO UM JOGADOR IMPORTANTE MARCO ALMEIDA NA DIREITA.
NO MEIO CAMPO VOUZELA É SOBERBO , ÁLVARO UM JOGADOR MAGNIFICO DE GARRA QUE ADMIRO IMENSO E O RICARDO SEMPRE NO LUGAR CERTO.
O ATAQUE É UM LUXO COM ZÉ BASTOS O NOSSO HOMEN GOLO , LUISINHO MAGNIFICO NA VELOCIDADE E SENTIDO DE BALIZA E O EVERSON TÃO APAGADO ESTA AI COM GRANDE ESTILO GOSTEI.PARABENS!
sábado, 7 de maio de 2011
OS MEU CLUBES
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| Site oficial |
Nome FC Shakhtar Donetsk
Fundação 1936
Estádio Donbass Arena
Capacidade 51,504 lugares
Presidente Rinat Akhmetov
Treinador Mircea Lucescu
Patrocinador CKM
Material esportivo Nike
Competição Campeonato Ucraniano
FC Shakhtar Donetsk é um clube de futebol profissional da Ucrânia, fundado em 1936. Possui o nome de sua cidade que fica no leste do pais. Atual campeão ucraniano, possui seis títulos nacionais, todos conquistados nos anos 2000.
TÍTULOS

Luiz Adriano inaugurou o marcador, em cima do intervalo. Depois, a cinco minutos do fim da partida, Srna apontou o segundo golo do Shakhtar sobre o Metalurg, que contou com os portugueses Mário Sérgio e Ricardo Fernandes na equipa.
Esta é a sexta vez que o Shakhtar Donetsk vence o campeonato e o clube ucraniano tem ainda a oportunidade de fazer a «dobradinha», visto que está em jogo na Taça da Ucrânia.
Milan é campeão
O AC Milan sagrou-se este sábado campeão italiano ao empatar com a Roma, 0-0, em jogo da 36.ª jornada da série A, somando o 18.º título nacional da sua história.
A equipa treinada por Massimiliano Allegri conquista assim o scudeto sete anos depois, quebrando a hegemonia do Inter
Com este resultado a Roma, 4.ª classificada, pode ser ultrapassada pelo rival Lázio no domingo, caso pontue diante da Udinese.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
BRAGA - 1 BENFICA -0 - DESILUÇÃO ESPERADA
Sonho do Braga realiza pesadelo do Benfica
O Braga eliminou esta noite o Benfica nas meias-finais da Liga Europa, ao vencer a segunda mão por 1-0 na Pedreira. Será a primeira final europeia para os arsenalistas, onde irão defrontar o FC Porto.
A ocasião era histórica para Braga e Benfica, na decisão do finalista da Liga Europa, mas só os bracarenses entenderam hoje o momento único que tinham pela frente e venceram os encarnados por 1-0. O golo solitário de Custódio, aos 18', chegou para dar a volta ao 2-1 sofrido pelos arsenalistas na primeira mão e apurar para a final da Liga Europa.
O Braga entrou mais pressionante na partida, intimidando e remetendo o Benfica à sua área. O assédio ofensivo não se reflectia em grandes oportunidades, mas, fiel à sua imagem, não foi preciso esperar muito para os arsenalistas gritarem golo. Aos 18', na primeira grande oportunidade, Custódio cabeceia para o golo, na sequência de um canto.
Sem Aimar na organização do jogo, o Benfica apresentava um futebol desconexo e sem rasgos ofensivos. Só a partir dos 30 minutos é que o Benfica conseguiu começar a ameaçar o Braga. Todavia, os encarnados só chegaram perto do golo aos 41', quando Saviola atirou ao poste, depois de um bom cruzamento de Cardozo.
O 1-0 resistiu até ao intervalo e quando se esperava uma reacção encarnada em busca do empate, o Braga segurou a ofensiva frouxa e sem garra do Benfica.
A entrada de Jara pouco tempo depois não mudou grande coisa, apesar dos esforços do argentino. O Benfica tentou impor maior domínio, mas raramente conseguiu assentar o seu jogo. Sem as suas transições rápidas, os encarnados não foram capazes de criar perigo para a baliza de Artur.
O guardião brasileiro apenas teve de se esforçar para conter o remate de Gaitán, aos 79'. De resto, os bracarenses mostravam-se confortáveis perante o jogo e espreitavam cada vez mais o contra-ataque, onde obrigaram Roberto a duas boas defesas já nos últimos minutos.
Todavia, como Domingos Paciência tinha alertado, o 1-0 era suficiente e assim se verificou. Depois de Liverpool, Dinamo Kiev e Benfica, o Braga está por direito próprio na final da Liga Europa. Uma campanha excepcional que evidencia ainda mais a desilusão que foi o Benfica de 2010/11.
O Braga eliminou esta noite o Benfica nas meias-finais da Liga Europa, ao vencer a segunda mão por 1-0 na Pedreira. Será a primeira final europeia para os arsenalistas, onde irão defrontar o FC Porto.
A ocasião era histórica para Braga e Benfica, na decisão do finalista da Liga Europa, mas só os bracarenses entenderam hoje o momento único que tinham pela frente e venceram os encarnados por 1-0. O golo solitário de Custódio, aos 18', chegou para dar a volta ao 2-1 sofrido pelos arsenalistas na primeira mão e apurar para a final da Liga Europa.
O Braga entrou mais pressionante na partida, intimidando e remetendo o Benfica à sua área. O assédio ofensivo não se reflectia em grandes oportunidades, mas, fiel à sua imagem, não foi preciso esperar muito para os arsenalistas gritarem golo. Aos 18', na primeira grande oportunidade, Custódio cabeceia para o golo, na sequência de um canto.
Sem Aimar na organização do jogo, o Benfica apresentava um futebol desconexo e sem rasgos ofensivos. Só a partir dos 30 minutos é que o Benfica conseguiu começar a ameaçar o Braga. Todavia, os encarnados só chegaram perto do golo aos 41', quando Saviola atirou ao poste, depois de um bom cruzamento de Cardozo.
O 1-0 resistiu até ao intervalo e quando se esperava uma reacção encarnada em busca do empate, o Braga segurou a ofensiva frouxa e sem garra do Benfica.
A entrada de Jara pouco tempo depois não mudou grande coisa, apesar dos esforços do argentino. O Benfica tentou impor maior domínio, mas raramente conseguiu assentar o seu jogo. Sem as suas transições rápidas, os encarnados não foram capazes de criar perigo para a baliza de Artur.
O guardião brasileiro apenas teve de se esforçar para conter o remate de Gaitán, aos 79'. De resto, os bracarenses mostravam-se confortáveis perante o jogo e espreitavam cada vez mais o contra-ataque, onde obrigaram Roberto a duas boas defesas já nos últimos minutos.
Todavia, como Domingos Paciência tinha alertado, o 1-0 era suficiente e assim se verificou. Depois de Liverpool, Dinamo Kiev e Benfica, o Braga está por direito próprio na final da Liga Europa. Uma campanha excepcional que evidencia ainda mais a desilusão que foi o Benfica de 2010/11.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
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