segunda-feira, 25 de maio de 2009

A.VISEU - 1 CINFÃES -1- FOI PENA...


Tão nervosos que eles (academistas) estavam
Num jogo, quase, decisivo, o Académico de Viseu não foi além de um empate frente ao Cinfães, equipa que já estava arredada da luta pela subida. Em jogo interessante, o empate acaba por ser o resultado lógico e, diga-se, justo.A formação orientada por Luís Almeida não repetiu a exibição realizada há oito dias, antes frente ao Tondela. A necessidade de vencer "tolheu" os intentos dos jogadores viseenses que se mostraram muito intranquilos no início de jogo, o que acabou por lhes ser fatal. Uma desconcentração aos 13 minutos, quase, deitou por terra as reais expectativas dos donos da casa.E os academistas até criaram a primeira grande ocasião de golo. Aos quatro minutos Rui Santos teve uma grande incursão pela direita, cruzando com "açúcar" para Everson rematar, mas Padeiro fez a defesa da tarde.Estranhamente, o lance não animou e serenou as hostes viseenses, que se mostravam intranquilas e permissivas em termos defensivos, como ficou provado aos 13 minutos, quando Nogueira teve tempo e espaço para bater Augusto.Se a turma da casa já tinha dado sinais de intranquilidade, estes aumentaram e foi a turma duriense que esteve perto de ampliar a vantagem. Aos 26 minutos Maia apareceu na zona da marca de grande penalidade a rematar de cabeça, com a bola a sair rente ao poste esquerdo da baliza de Augusto. Antes, porém, já Luís Almeida tinha tirado Álvaro para lançar Milford, para à meia hora tirar Casal e lançar Márcio, que acabou por dar mais vivacidade ao meio campo e ataque, com o treinador academista a correr todos os riscos.À entrada para o último quarto de hora do primeiro tempo, a turma da casa logrou ganhar algum ascendente em busca da igualdade. Depois de Rui Santos ter atirado ao poste, num lance em que flectiu da esquerda para o meio, Zé Bastos levou a decisão do jogo para a segunda parte, num lance em que a defensiva duriense se "esqueceu" do numero 9 do Académico, que bateu Padeiro.Segunda parte mais movimentadaA etapa complementar foi mais movimentada, muito por culpa dos viseenses, que imprimiram maior velocidade à partida. Todavia, isso não significou clarividência, pois faltou sempre qualquer coisa, apesar de Everson ter "assumido" o jogo. Porém, foi inconsequente, não por culpa sua, mas, em especial por culpa de um Cinfães que povoou bem o meio campo, limitando muito a organziaçao ofensiva dos viseenses.Logo aos 3 minutos, Zé Bastos fugiu na direita, mas o cruzamento apanhou Milford um tudo-nada adiantado, acabando por não conseguir o desvio para a baliza.Aos 10 minutos, o lance mais polémico do encontro, com Sidon a tocar a bola com a mão na área, com o juiz da partida a nada assinalar. Diga-se também que não houve reclamações por banda dos viseenses.Com o Académico a tentar imprimir velocidade ao jogo, a formação orientada por Vítor Moreira procurava controlar as operações a meio campo, tentando também "acalmar" o jogo. Os viseenses tentavam chegar ao golo, mas faziam-no, quase sempre, com muita ansiedade, nunca encontrando a melhor forma de levar a bola com perigo até à área de Padeiro. Aos 67 minutos a turma da casa teve a melhor ocasião da etapa complementar. Na sequência de um canto, apontado por Rui Santos, Zé Bastos apareceu a rematar na pequena área, mas Padeiro salvou sobre a linha.Até final, diríamos que, por parte dos viseenses, houve muita parra e pouca uva, pois raramente lograram criar grandes dificuldades ao ultimo reduto duriense. Alias, foi a turma de Vítor Moreira que esteve perto do golo, em tempo de descontos, com Mauro a aparecer bem na direita e a fazer a bola beijar o poste da baliza de Augusto.Quanto à arbitragem, Fernando Nunes e companhia regressam ao Porto de consciência tranquila, apesar daquele lance na área duriense.

domingo, 24 de maio de 2009

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BENFICA - 3 BELENENSES - 1 - ATÉ PARA O ANO


Onze anos depois, o Belenenses foi despromovido à segunda liga, ao perder 3-1, na Luz, na 30ª e última jornada do campeonato, perecendo, ainda, aos resultados dos adversários directos na luta pela manutenção.
O fardo, carregado pelo treinador dos juniores Rui Jorge, que assumiu o comando dos seniores após a saída de Jaime Pacheco antes da penúltima ronda, chegou a não o ser, quando Silas deu forma à esperança com um grande golo. Wender, já em esforço, serviu o capitão para uma bomba à entrada da área, sem hipóteses para Moreira.
O sonho da permanência do histórico «quarto grande» durou 21 minutos, para desalento dos jogadores, do novo técnico (que, curiosamente, repetiu a indumentária da estreia vitoriosa frente ao Rio Ave), da claque e dos adeptos, acredita-se, em geral.
Depois de Aimar ter falhado o empate aos sete minutos, Katsouranis aos oito e Cardozo aos 13, o Benfica não repetiu a história de jogos anteriores e soube encontrar o caminho para a igualdade. O paraguaio, melhor marcador da equipa e terceiro melhor da prova, fuzilou de cabeça a baliza de Júlio César, na sequência de um cruzamento milimétrico de Maxi Pereira, e igualou Liedson no segundo lugar dos mais eficazes.
A caminho do intervalo, outro duro golpe nas aspirações dos azuis: Saulo fez falta sobre Di María e Cosme Machado não hesitou em punir o avançado com o cartão vermelho directo. Se a força anímica do Belenenses começava a faltar, o segundo tempo trouxe uma equipa cansada, mas ainda inconformada com a despromoção.
A resignação chegou, contudo, pouco depois. Aos 63 minutos, um golaço do jovem Fellipe Bastos, que substituiu ainda no primeiro tempo Carlos Martins, colocou um ponto final nas aspirações do Belenenses.
A partir daqui, só a cabeça evitava que as pernas cedessem à pressão do Benfica, que fazia a festa dentro e fora de campo. O objectivo dos encarnados passou a centrar-se em Cardozo e na superação a Nené no topo dos melhores marcadores, mas a entrada de Mantorras trouxe uma nova alegria.
Ao forte apoio dos adeptos, o avançado angolano respondeu com um golo e com o 3-1 final. Foi o adeus à época, uma despedida triste do Belenenses, a última conquista de Quique Flores como treinador do Benfica.




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Vai mesmo ser precisa uma varanda, na cidade da Volkswagen, para o Wolfsburgo festejar o título alemão. A explosão dos festejos ficou para a última jornada e para a goleada aplicada ao Werder Bremen (5-1). O grito de campeão foi dado em português, pelo brasileiro Grafite, autor de dois golos e 'meio'. Grafite acabou por ficar mesmo como máximo goleador da competição (28 golos) e, juntamente com o companheiro de ataque Dzeko (26), contribuiu para que caísse o recorde da dupla Gerd Muller e Uli Hoeness (53 golos juntos). Os lobos, de Ricardo Costa, Alex, Alvim, Diego Benaglio e companhia, acabam por levantar merecidamente o Schale. Houve muito dedo de Felix Magath nisto. Que grande época!
BUNDESLIGA 34.ª Jornada » resultados » classificação

sexta-feira, 22 de maio de 2009

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Shakhtar vence Werder no prolongamento
Jadson resolve final de Istambul
Foi com um golo de Jadson que o Shakhtar resolveu, no prolongamento, a abrasileirada final da Taça UEFA com o Werder Bremen (2-1). Fez-se justiça, porque os de Lucescu foram quase sempre superiores, marcaram primeiro e só se viram em situação mais delicada porque Pyatov ofereceu um golo ao adversário. Wiese, no tempo-extra, descontou o erro do companheiro de posto. A final do Sukru Saracoglu acabou por ser marcada pela ausência de Diego. Ganhou a melhor equipa da final. Não ganhou a melhor equipa da competição, que se viu privada do melhor jogador da UEFA por uma lei quanto a mim 'estúpida', que deixa jogadores importantes de fora das decisões por acumulação de amarelos.


BENFICA


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terça-feira, 19 de maio de 2009

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PRESSE

Figo: como nunca mais o veremos

Currículo invejável, profissional inigualável, símbolo de uma geração. Em duas palavras: Luís Figo. O mais famoso e vencedor dos camisola 7 portugueses vai deixar o futebol de elite, onde chegou ao custo de muito talento, mas também de trabalho árduo. Líder virtuoso, ora com a bola nos pés, ora no balneário da selecção nacional. Imortalizou um número, tal como Eusébio fizera com o dez das quinas. Sim, há Ronaldo. Mas não haveria, se o madeirense não tivesse olhado para o antecessor, futebolista exemplar, ícone da Geração de Ouro do futebol português.
Luís Figo pode não terminar a carreira, mas já disse adeus ao futebol de alto nível. Deixa-o com um tetracampeonato, conquistado em Itália, depois de já ter alcançado o mesmo número de títulos em Espanha, onde provocou ondas de amor e ódio. Na Catalunha ou em Madrid, haverá sempre um antes e um pós-Figo.
No Bernabéu encontrou uma equipa que o levou à glória europeia; na Catalunha deixou uma ferida tão grande como a história de Real Madrid e Barcelona. Pelos dois clubes conquistou tudo. Ou quase tudo, uma vez que só lhe falta uma Taça UEFA no currículo, embora essa até parecesse mal na folha de serviço. Figo sempre foi jogador de Liga dos Campeões e os mais de cem jogos na prova confirmam-no. Obrigou os melhores a tornarem-se ainda melhores. Roberto Carlos que o diga. Por isso foi Bola de Ouro em 2000 e eleito o Melhor do Mundo da FIFA em 2001.
No Inter provou que o Real Madrid se equivocou quando quis que saísse. Chegou a Milão como campeão, e mais campeão se tornou: quatro campeonatos, uma Taça de Itália e ainda uma Supertaça. Não lhe falta nada no calcio.
Símbolo de Portugal além fronteiras foi também a imagem das quinas durante anos. Levou a selecção a prestações inigualáveis, como em 2000, quando arrancou um foguete dos pés para bater o inglês Seaman e iniciar a reviravolta num dos jogos mais fantásticos de Portugal. Foi segundo em 2004, quarto no Mundial de 2006, mas ainda se suspira por ele na selecção. Os sportinguistas queriam que regressasse, para juntar um título de campeão português à Taça de Portugal que venceu em 1995. Mas Figo sempre foi «marca» além-fronteiras, catapultou-se para fora da Europa, como nenhum jogador fizera até então, e o fim só podia ser no epicentro do futebol: em Itália, onde «é difícil jogar», onde Figo se impôs e venceu, como um imperador. Figo sai de cena e, com ele, a Geração de Ouro deixa os relvados.

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segunda-feira, 18 de maio de 2009

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A uma jornada do fim, a Liga Vitalis já tem campeão: o Olhanense bateu o Gondomar por 1-0 e, assim, garantiu simultaneamente o título e o regresso ao escalão principal do futebol português após trinta e quatro anos de espera. No estádio do 'aflito' Gondomar, o Olhanense sofreu para conquistar a vitória mas um golo de Toy aos 71' acabou por ser o suficiente para a equipa algarvia iniciar os festejos ao som do apito final. Nas contas do topo da tabela classificativa resta agora saber quem acompanhará os pupilos de Jorge Costa na subida à Liga Sagres - Santa Clara ou União de Leiria? Na derrota da Oliveirense por 3-1, os açorianos estiveram em desvantagem no marcador mas, perante o seu público, conseguiram reverter o resultado ainda na primeira parte. Se o Santa Clara vai para a última jornada dependente apenas de si próprio para selar a promoção, a União de Leiria mantém vivas as suas esperanças graças ao triunfo de hoje sobre o Feirense (2-1). Com um ponto de diferença entre os dois clubes, nada está ainda decidido... + As emoções, todavia, não ficaram reservadas à luta pelos lugares de topo da classificação - entre os 'aflitos', a jornada trouxe novas reviravoltas e deixou todas as decisões em aberto para o próximo fim-de-semana. O grande vencedor do dia foi, sem dúvida, o Boavista: o triunfo suado sobre o Estoril (2-1), conjugado com as derrotas dos adversários directos Gondomar e Oliveirense, permitiu ao axadrezados deixar a zona de despromoção e partir para a jornada final com a faca e o queijo na mão. O Boavista soma agora 32 pontos contra os 31 da Oliveirense e os 29 do Gondomar mas tem desvantagem no confronto directo com as duas.+ Nos restantes jogos do dia, o empate 2-2 entre Vizela e Portimonense foi o suficiente para ambas as equipas assegurarem a manutenção. O Beira-Mar perdeu 1-0 perante o Freamunde enquanto 1-1 foi o resultado final nas partidas que opuseram Gil Vicente e Sporting da Covilhã a Desportivo das Aves e Varzim, respectivamente.+ Na próxima jornada, o campeão Olhanense cumprirá calendário com a recepção ao Gil Vicente enquanto a União de Leiria defrontará o Beira-Mar com os ouvidos atentos à partida entre Santa Clara e Feirense. Na luta pela manutenção, Oliveirense e Gondomar estarão em confronto directo mas qualquer esperança de permanência estará dependente de um deslize do Boavista perante o Sporting da Covilhã. Ao Gondomar, lanterna-vermelha, será necessário vencer a Oliveirense e esperar por uma derrota do Boavista para garantir a manutenção por vantagem no confronto directo com os axadrezados; já para a Oliveirense, o empate será suficiente caso o Boavista perca.

S. BRAGA -1 BENFICA -3 - E AGORA QUE DIZER ?



Benfica garante 3º lugar
Num jogo que se adivinhava complicado para os encarnados, o Benfica acabou por vencer facilmente o Sporting de Braga por três bolas a uma, em jogo a contar para a 29.ª jornada da Liga Sagres, garantindo assim o terceiro lugar na competição. Cardozo voltou a justificar a titularidade ao apontar o primeiro golo da partida num jogo marcado ainda pelo duelo Quique Flores/Jorge Jesus.Tudo acabou por ser fácil para o Benfica. Primeiro, fruto dos erros defensivos cometidos pelos homens do Sporting de Braga e, em segundo, pelo grande aproveitamento dos jogadores do Benfica em condição de finalização.A vitória encarnada começou a ser desenhada ainda muito cedo. Aos 7 minutos, Cardozo aproveita da melhor forma um desentendimento na defesa da casa, e antecipa-se a Eduardo para marcar de cabeça.Aos 13 minutos, surge o segundo golo do Benfica e fruto de mais um erro defensivo. Eduardo entregou a bola a Di Maria que passou pelo guarda-redes do Braga e rematou junto ao poste direito. O Benfica foi tranquilo para o intervalo.No segundo tempo a história repetiu-se logo ao minuto 47, com Urreta a aproveitar mais um passe errado do central do Sporting de Braga, para marcar o primeiro golo no campeonato e dar mais uma prova da utilidade que pode ter para o Benfica na próxima temporada.Até ao final da partida, tempo ainda para Yebda receber ordem de expulsão, tendo estado em campo apenas 11 minutos, depois de substituir o também já ‘amarelado’ Katsouranis.O Sporting de Braga ainda reduzir já perto do final da partida no seguimento de uma grande penalidade convertida por Luiz Aguiar.O Benfica garante desta forma a terceira posição no campeonato, ainda que muito longe dos objectivos estabelecidos no início da época.

A,VISEU - 2 TONDELA - 0 - LUTEM ATÉ AO FIM



Viseenses relançados na luta pela subida

O Académico de Viseu venceu o Tondela, com um golo em cada parte e relançou a sua candidatura à subida de Divisão. Num jogo interessante, a vitória da formação orientada por Luís Almeida é inteiramente justa, perante um adversário que nunca se entregou. O jogo fica marcado por dois momentos. O primeiro, aos nove minutos, com o grande golo de Rui Santos e o segundo, aos 37 minutos, com a expulsão de Piojo, o que condicionou ainda mais a tarefa de António Jesus.O jogo começou dividido, mas numa fase de algum equilíbrio e em que a formação tondelense se adaptava às surpresas de Luís Almeida. Rui Santos, a uns bons 30 metros da baliza, arrancou uma 'bomba' que só parou no fundo da baliza de Rui Vale. Um grande golo do número 10 academista deu a tranquilidade que a equipa necessitava, numa fase importante do jogo.Enquanto os tondelenses se tentavam adaptar à nova realidade, os academistas quase aproveitavam, mas Lopes, na cara de Rui Vale, não conseguiu fazer o segundo golo, mais por mérito do guarda-redes tondelense, que saiu rápido a fechar o ângulo ao, ainda, médio ofensivo academista.O momento do jogo chegou aos 37 minutos, com Piojo a envolver-se com Alexandre, com o defesa direito viseense a cair a queixar-se da cara. O juiz da partida mostrou o cartão amarelo ao jogador academista por falta cometida antes e o cartão vermelho ao jogador tondelense. Até ao intervalo, o jogo teve pouco interesse, com as duas equipas à espera do intervalo.O segundo tempo foi menos interessante, em termos de jogo. Os viseenses mostraram-se mais "reservados", aguardando a iniciativa do adversário. Este não se fez rogado e, mesmo com menos uma unidade, procurou ir em busca do prejuízo. As iniciativas dos tondelenses esbarravam na bem organizada defensiva viseense. Aos 54 minutos, Gomes quase surpreendia Augusto, mas foram os viseenses que estiveram perto de ampliar a vantagem, aos 60 minutos, com Luís Costa a lançar Zé Bastos que tentou servir Rui Santos, mas Ricardo "estragou" a festa, antecipando-se ao número 10 academista.O jogo entrou numa fase de parada e resposta, com jogadas repartidas pelos dois meios campos. António Jesus fez sair Tarzan e lançou João Peixe em jogo, uma substituição que não resultou como o técnico tondelense pretendia. A manta era curta e Sérgio não deu espaço ao antigo companheiro. O mesmo fazendo João Casal em relação a Beré, que lhe caiu nos terrenos.Aos 20 minutos, num livre de Luís Costa, João Paulo quase traía o seu guarda-redes. Valeu o poste, com a bola a sair pela linha final. Logo a seguir Beré atirou de cabeça ao lado da baliza de Augusto. Depois de Gomes ter tentado surpreender Augusto, Zé Bastos deu o xeque-mate na 'turma' de António Jesus, apontando o segundo golo, à entrada do último quarto de hora, sem que os tondelenses, até final, conseguissem virar o resultado. Aliás, foi Rui Vale que negou o terceiro aos viseenses, numa cabeçada de Zé Bastos a cruzamento de Milford.Uma vitória justa do Académico de Viseu, perante uma equipa condicionada após a expulsão de Piojo, ainda no primeiro tempo. Numa partida difícil, o trio de Leiria fez uma excelente arbitragem.

domingo, 17 de maio de 2009

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Espanha: Real Madrid perde, Barcelona é campeão!
O Real Madrid perdeu este sábado à noite em Villarreal (3-2), resultado que permite ao Barcelona sagrar-se campeão de Espanha no hotel.
Os catalães têm mais oito pontos do que o Real, que só poderá somar seis nas duas últimas jornadas. O Barcelona ainda joga este domingo.
O jogo era complicado para o Real Madrid e Pires, aos 17 minutos, encarregou-se de confirmar essa ideia. A equipa de Juande Ramos empatou por Van der Vaart, logo no primeiro minuto da segunda parte, mas a esperança durou pouco. O Villarreal regressou à vantagem por Cani, aos 63 minutos.
Na Catalunha a festa estava prestes a começar, mas Higuain atrasou-a um pouco ao empatar a partida outra vez, aos 88 minutos. O empate chegava ao Barcelona, mas nunca fiando. Foi nessa altura que apareceu Casillas. O melhor guarda-redes espanhol falhou de forma evidente e Capdevilla assinou o terceiro para os da casa. 3-2, fim de história. O Barcelona de Guardiola é o novo campeão espanhol, o Villarreal pode continuar a sonhar com o apuramento para a Liga dos Campeões.
O «Barça» joga este domingo em Maiorca e já poderá começar a pensar na final da Liga dos Campeões. Depois de a meio da semana ter vencido a Taça do Rei, o título também já está. Uma temporada notável.


Espanha: Real Madrid perde, Barcelona é campeão!
O AC Milan perdeu este sábado à noite com a Udinese, em Udine, por 2-1. Com sete pontos de vantagem e apenas duas jornadas, as contas do Inter são simples.
No hotel, os dois portugueses puderam abrir o champanhe.
O Inter joga este domingo à noite em Milão.
Os golos da Udinese foram marcados por DAgostino, aos 31 minutos, de grande penalidade, e por Zapata, aos 49. Ambrosini reduziu aos 90.
Este é o quarto título consecutivo do Inter, que iguala o Milan em número de campeonatos.
document.

Inglaterra: ManUtd iguala Liverpool no total de títulos
Mais de 100 anos de história e domínio de duas equipas. O Manchester United igualou o Liverpool em número de campeonatos do principal escalão do futebol inglês. Os red devils garantiram este sábado, frente ao Arsenal, o 18º título, o 11º desde que a antiga First Division passou a chamar-se Premier League.
A hegemonia do Liverpool terminou em 1990, ano do último campeonato festejado em Anfield. Pelo meio, os reds conquistaram alguns troféus importantes, como a Liga dos Campeões, mas no que toca à prova principal na ilha, levam jejum de 19 anos.
Esta foi a 110ª edição do campeonato inglês, cujo primeiro vencedor foi, em 1889, o Preston North End. Refira-se ainda que o Manchester United foi o primeiro clube a conseguir somar dois «tricampeonatos» no seu historial, com triunfos em 99, 2000 e 2001 e este último, em 2007, 2008 e 2009.
Campeões ingleses 18-Liverpool
18-Manchester United
13-Arsenal
9-Everton
7-Aston Villa 6-Sunderland
4-Newcastle United, The Wednesday/Sheffield Wednesday
3-Huddersfield Town, Wolverhampton Wanderers, Leeds United, Blackburn Rovers, Chelsea
2-Preston North End, Portsmouth, Burnley, Tottenham Hotspur, Manchester City, Derby County
1-Sheffield United, West Bromwich Albion, Ipswich Town, Nottingham Forest



sexta-feira, 15 de maio de 2009

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Barcelona campeão da Copa do Rei 2008/2009
Com a presença do Rei Juan Carlos no estádio lotado, Barça conquista seu 25º título da Copa do Rei.Antes da partida o clima foi conturbardo. Boa parte do público, proveniente da Catalunha e do País Basco (regiões separatistas da Espanha), vaiou o hino nacional espanhol. Porém, na partida desta quarta-feira, o time catalão levou um susto, mas bateu o Athletic Bilbao por 4 a 1, de virada, em Valência, no estádio Mestalla, e se sagrou campeão da Copa do Rei. A vitória do Barça acabou com o sonho do fim do jejum que os bilbaínos tinham e garantiu aos Culés o 25º título do torneio na história, bem como o primeiro da temporada.O Barça não ganhava a Copa do Rei desde 1998. O clube pode, pela primeira vez em sua história, conquistar a tríplice coroa (está a um empate do título espanhol e fará a final da Liga dos Campeões com o Manchester United). O Athletic, por sua vez, segue na fila. O time não é campeão da Copa do Rei desde 1984. No Espanhol, o jejum dura desde 1985.Sem Rafa Márquez, Iniesta e Henry, lesionados, e Abidal, suspenso, o técnico Josep Guardiola só poupou o goleiro Valdés da decisão. Mesmo assim, o Athletic Bilbao começou melhor a partida e partiu para cima. A recompensa não demorou a chegar. Aos oito minutos, Yeste acertou belo chute de fora da área e Pinto espalmou para escanteio. O próprio Yeste foi para a cobrança e colocou a bola na cabeça de Toquero, que estufou as redes.A equipe de Guardiola não conseguia impor o estilo de jogo, mas foi equilibrando pouco a pouco as ações, como em chegada de Eto’o à área, obstruída por Amorebieta, aos 24 minutos. Finalmente, aos 29, os catalães chegaram ao empate. Vindo com a bola dominada, desde a intermediária, Yaya Touré arriscou, de média distância, e a bola balançou as redes defendidas por Iraizoz. Logo depois, aos 33, após contra-ataque de Messi, Daniel Alves chutou, mas a defesa do Athletic desviou.No segundo tempo, o Barcelona voltou disposto a resolver a parada e conseguiu. Aos nove minutos, Eto'o recebeu bola no lado direito da área e soltou a bomba. O goleiro Irzaizoz espalmou para o meio da área e Messi pegou a sobra para fazer 2 a 1.O gol da virada sepultou o time do Bilbao, que virou presa fácil. Em rápido contragolpe, Bojan ampliou aos 12. O jovem penetrou pelo lado esquerdo e mostrou categoria para bater de chapa. A bola ainda bateu na trave antes de entrar.A fatura seria liquidada três minutos depois, com dois duros golpes em relação ao Athletic Bilbao. O primeiro, aos dez minutos: após chute de Eto'o rebatido por Iraizoz, Messi finalmente aproveitou a chance e marcou o gol da virada barcelonista. Aos treze, o segundo: Bojan entrou pela área e arriscou o chute. A bola ainda bateu na trave antes de entrar, sacramentando o 3 a 1.Após pequena confusão em campo, com um torcedor do Athletic Bilbao arremessando uma lata que atingiu Daniel Alves, sem gravidade, o Barça conseguiu transformar a vitória em goleada aos 19 minutos, quando Xavi cobrou falta direto para o gol. Era o quarto da equipe de Pep Guardiola, que apenas esperou o tempo passar dali por diante, rumo ao apito final e à garantia do primeiro título da temporada, para alegria dos jogadores e pranto de alguns atletas do Athletic Bilbao, como Etxeberría.
TÍTULOS
Barcelona - 25 títulos
Athletic Club de Bilbao - 23 títulos
Real Madrid - 17 títulos
Atlético de Madrid - 9 títulos
Valencia - 7 títulos
Real Zaragoza - 6 títulos
Espanyol - 4 títulosS
evilla - 4 títulos
Real Unión de Irún (y Racing de Irún) - 4 títulos
Real Betis - 2 título
sLa Coruña - 2 títulos
Real Sociedad - 2 títulos
Arenas Club de Getxo - 1 título
Mallorca - 1 título

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Lazio derrota Sampdoria nos pênaltis e conquista a Copa da Itália 2008/2009

Goleiro Muslera defende duas cobranças de pênalti e garante título da equipe da capital.Em uma decisão bastante disputada e brigada, o Lazio conquistou o título da Copa da Itália ao derrotar nos pênaltis o Sampdoria por 6 a 5. No tempo normal, as duas equipes empataram em 1 a 1 no duelo realizado no estádio Olímpico de Roma. A vice-campeã também poderia ter conquistado o torneio pela quinta vez. Entretanto, os genoveses irão para casa sem o título que não vencem há 15 anos. Para chegar até aqui as duas equipes tiveram que derrotar times tradicionais do país. A Sampdoria bateu a Inter de Milão na semifinal, enquanto a Lazio, no mesmo estágio do torneio, passou pela Juventus.A Lazio levou apenas 5 minutos para abrir o marcador, com uma bela jogada individual de Mauro Zárate. O atacante argentino cortou da esquerda para o meio e bateu da entrada da área para acertar no um chute no ângulo.Os biancocelesti podiam ter ampliado a vantagem aos 27 minutos, mas esbarraram em duas grandes defesas do goleiro Luca Castellazzi. Primeiro, ele rebateu um chute perigoso de longa distância de Aleksandar Kolarov. Na sobra, Castellazzi saiu nos pés de Goran Pandev para salvar novamente.Quatro minutos depois, a Sampdoria chegou ao empate. Antonio Cassano ergueu a bola para a entrada da área e, após a cabeçada de Marius Stankevicius, Giampaolo Pazzini desviou também de cabeça para as redes, deixando tudo igual.A virada dos blucerchiati esteve próxima logo no primeiro minuto da segunda etapa, quando Kolarov salvou quase em cima da linha do gol uma conclusão de Cassano.A resposta da Lazio veio aos 14 minutos. Pandev cruzou da esquerda e Pasquale Foggia perdeu excelente oportunidade, batendo por cima do travessão de curta distância. O time da capital controlou a partida até o fim do tempo normal, mas não conseguiu chegar ao gol da vitória.Na prorrogação, o cansaço se fez notar e os lances agudos se tornaram mais raros. Na melhor oportunidade, aos 2 minutos do segundo tempo, Cassano fez boa jogada pela direita e Pazzini quase marcou, permitindo a antecipação de Lorenzo De Silvestri no último momento.A decisão foi para os pênaltis. Logo na primeira cobrança, Cassano desperdiçou - Muslera caiu no canto direito para defender. A disputa se igualou na segunda tentativa, quando Tommaso Rocchi perdeu pela Lazio, acertando a trave direita.O placar seguiu empatado até a última cobrança, levando a disputa para as séries alternadas. No sétimo pênalti, Muslera voltou a se destacar, defendendo a cobrança de Hugo Campagnaro. Coube ao francês Ousmane Dabo a tarefa de converter a cobrança decisiva, dando à Lazio o título.

TÍTULOS

Roma - 9 títulos

Juventus - 9 títulos

Fiorentina - 6 títulos

Torino - 5 títulos

Milan - 5 títulos

Inter - 5 títulos

Sampdoria - 4 títulos

Lazio - 4 títulos

Napoli - 3 títulos

Parma - 3 títulos

Bologna - 2 títulos

Atalanta - 1 título

Genoa - 1 título

Venezia - 1 título

Vado - 1 título

Vicenza - 1 título



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IMAGEM


TRETA??????????

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terça-feira, 12 de maio de 2009

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PRESSE

Ao cuidado delas: qual o melhor look da Liga? (fotos)

veja as fotos

No início da temporada, ou durante a mesma, saíram do campeonato português os penteados originais de Nélson, as tatuagens de Ricardo Quaresma, a irreverência de Ghilas e os olhos verdes de Bolatti, por exemplo.
Em contrapartida, chegaram a terras lusas, foram promovidos ao principal campeonato nacional ou começaram a dar mais nas vistas (delas¿.), os penteados originais de Yebda, o ar angelical de João Aurélio e Orlando Sá, os desenhos corporais de Romagnoli e Raúl Meireles ou o olhar de Bruno Gama.
A juntar a estes, o corpo marcado e o sorriso de criança de Lucho González, a barbicha de Lisandro López, o estilo - embora breve e fugidio - de Pelé, a autoridade de Pedro Emanuel na zona norte. Os já tradicionais penteados, brincos e chuteiras coloridas de Miguel Veloso e Yannick Djaló, a timidez de Izmailov, o ar de crescido de Moutinho ou Adrien Silva, pelas bandas de Alvalade. O sagrado cabelo de Nuno Gomes, o regresso do sorriso de Moreira, os caracóis de David Luiz ou o divertimento de Aimar, na Luz.
A cara de mau de Beto quando está na baliza ou a tranquilidade de Eduardo. Os festejos de Nené ou Luis Aguiar. O ar exótico de Andrezinho ou o excêntrico de Coentrão. Os longos cabelos de Nuno André Coelho ou Alan. As tatuagens de Celsinho, a cara de menino de Leandro Lima ou Júlio César, o sorriso de Bruno Moraes ou o estilo de Hélder Barbosa.
O Maisfutebol propõe uma votação sobre o jogador que mais dá nas vistas por qualquer aspecto peculiar que não tenha a ver com o talento de cada um em campo. Alinhe e divirta-se. Se for uma leitora, diga quem é o mais bonito e porquê. Se for um leitor... saiba do que elas gostam.
Vejas as fotos e diga de sua justiça!

A.VISEU




MAIS DOIS JOGADORES DO NOSSO A.VISEU , AJUDAM A IDENTIFICAR ?

segunda-feira, 11 de maio de 2009

TÍTULOS


O primeiro parágrafo serve para felicitar o campeão.

Com 50.309 adeptos nas bancadas no Estádio do Dragão, o FC Porto sagrou-se ontem tetracampeão ao vencer o Nacional por 1-0 e a duas rondas do final do campeonato. Este título torna os dragões o clube com mais títulos nacionais e internacionais de futebol, dos 30 primeiros países do «ranking» da UEFA, nos primeiros nove anos do século XXI.
Com a vitória de ontem sobre o Nacional, o FC Porto conquistou o 24/o título e soma 16 troféus conquistados desde 2001. Seis campeonatos, três taças de Portugal, quatro supertaças Cândido de Oliveira, uma Liga dos Campeões, uma Taça UEFA e uma Taça Intercontinental. No contexto nacional, duplicou o número de troféus conquistados pelo Sporting e o triplo do Benfica, nos últimos nove anos.
Veja aqui o vídeo da partida
E aqui as imagens da festa
Nessa noite conquistou uma liderança que durante toda a primeira volta apenas tivera em três jornadas. O campeão parecia débil, mas era impressão. Desde então arrancou uma segunda volta demolidora, ganhou onze jogos, empatou dois e chega a esta fase até com melhor pontuação do que o ano passado. Mais palavras para quê? É campeão, e é justo, sim senhor.

FIÃES -1 A. VISEU -1- FORÇA ACREDITEM



O Académico logrou um empate na deslocação a Fiães, num jogo marcado pela falta de pontaria dos avançados viseenses, em especial Zé Bastos, que por três vezes teve o golo nos pés.Numa tarde de autêntico dilúvio, a formação academista saiu do Estádio do Bolhão com um amargo de boca, pois sofreu um golo com largas culpas para a sua defesa, que ficou a ver Guima bater Augusto, sem apelo nem agravo e, depois, falhou, clamorosamente, no ataque. Zé Bastos e Milfrord não concretizaram em ocasiões soberanas, daquelas que uma equipa candidata não pode falhar.Mas, poderíamos, ainda, acrescentar que os viseenses deram 45 minutos de avanço ao adversário, pois, no primeiro tempo, a turma orientada por Luís Almeida como que sentiu o peso da responsabilidade, não conseguindo assumir o comando do jogo, tampouco ganhar supremacia na zona do meio campo, onde o veterano Cardoso deu cartas, assumindo a coordenação de jogo da equipa de Terras da Feira.Luís Almeida, diríamos, surpreendeu na colocação das pedras em campo. Álvaro regressou ao meio campo, com Márcio a "empurrar" Rui Santos para o banco. Mas a maior surpresa, se assim se pode chamar, foi o regresso de Calico a lateral e Filipe a assumir a posição 6, mantendo Casal no lado esquerdo da defesa. De resto, tudo na mesma.E esta era uma partida importante para as duas equipas e, tal facto, fez-se reflectir na forma como ambas abordaram o jogo. Para a formação orientada por Carlos Miragaia, a derrota poderia significar o fim do sonho. Por sua vez, aos viseenses pontuar nesta deslocação era importante, de forma a ganhar vantagem sobre um adversário directo e, por outro lado, não deixar afastar muito Tondela e Anadia, equipas que os viseenses vão receber no Fontelo.Os viseenses começaram bem, pois logo na primeira jogada do encontro, Zé Bastos começou a mostrar a tarde de desacerto, rematando ao lado do poste, em conclusão de uma excelente iniciativa de Everson, pela esquerda.Aos poucos, a equipa da casa recompôs-se do susto e, aos cinco minutos, chegou à vantagem, num lance em que a defesa academista "viu" Guima fugir e bater Augusto.O golo fez mal ao jogo, que até ao intervalo passou a ser muito disputado, mas mal jogado, num terreno cada vez mais escorregadio, fruto da chuva que caía de forma cada vez mais intensa. O único registo, antes do intervalo, aconteceu à passagem da meia hora, num lance em que Pedrinho apareceu isolado frente a Augusto, mas atirou ao lado da baliza.Os academistas surgiram diferentes no segundo tempo, período em que controlaram o jogo e o adversário. Apenas um desentendimento entre Tiago e Augusto, aos sete minutos, permitiu à equipa da casa criar a única ocasião da etapa complementar. Zé Bastos, aos 63 minutos, após excelente trabalho de Luís Costa, voltar a falhar o desvio para a baliza, numa altura em que Carlos Miragaia mostrava preocupação no banco da equipa da casa.À entrada para os derradeiros 10 minutos do encontro, na sequência de um livre, Milford apareceu no sítio certo, a fazer o empate, numa altura em que a equipa da casa mostrava algumas dificuldades. Zé Bastos, aos 39 minutos, voltou a falhar, clamorosamente, o mesmo fazendo Milford perto do termo do encontro. Diríamos que, pelas ocasiões criadas, o empate é lisonjeiro para a equipa da casa e um castigo para a formação orientada por Luís Almeida, que, repetimos, deu 45 minutos de avanço ao adversário.Trabalho positivo do trio de arbitragem transmontano.

domingo, 10 de maio de 2009

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BENFICA - 2 TROFENSE - 2- NÃO HÁ MAIS PACIÊNCIA


Benfica cede empate na Luz diante do Trofense
O Benfica não foi além de empate a dois na recepção ao Trofense, que até esteve a vencer em pleno Estádio da Luz. Os «encarnados» podem dizer adeus definitivo à Liga dos Campeões, enquanto os visitantes ganham alento na luta pela manutenção. Quique Flores voltou a ver muitos lenços brancos...
Com várias alterações no «onze» após a derrota da semana passada diante do Nacional – Nuno Gomes e Reyes estão lesionados, Katsouranis ficou no banco e Miguel Vítor saltou de titular para a bancada -, os «encarnados» vão já em 14 pontos cedidos diante do seu público, demonstrando fragilidade defensiva impressionante (são já 30 os golos sofridos ao longo do Campeonato). Além de poder ter dito adeus definitivo à Liga dos Campeões, a equipa da Luz pode até ter agora ameaçado o terceiro posto na classificação.Salve-se a capacidade finalizadora de Cardozo, que bisou nesta partida e, na altura, protagonizou reviravolta no marcador, uma vez que o Trofense adiantara-se por Valdomiro à passagem da meia hora de jogo. Com efeito, o avançado paraguaio, que nem sempre foi opção para Quique Flores, passou a somar 15 golos, sendo agora o segundo melhor marcador, a três do líder Nenê.Trofense «rouba» cinco pontosQuanto ao Trofense, o melhor que se pode dizer do actual antepenúltimo classificado da competição é que roubou cinco pontos aos «encarnados», dado que em Janeiro passado tinha imposto à equipa de Quique Flores a primeira derrota no Campeonato. Agora marcou por duas vezes, ambas na sequência de lances de bola parada - iniciativa de Hugo Leal, sempre assobiado pelo público da Luz -, mas fez exibição muito personalizada e na parte final até deu ideia que podia ter conseguido mais. O empate, de qualquer forma, dá alento na luta pela manutenção.
Ficha do jogo:Estádio do Sport Lisboa e Benfica, em Lisboa
Árbitro: João Ferreira (AF Setúbal)
Benfica – Quim; Maxi Pereira, Luisão, Sidnei e David Luiz; Carlos Martins (Yebda, 74 m) e Ruben Amorim; Urreta (Balboa, 65 m), Aimar e Di Maria (Mantorras, 79 m); Cardozo.
Suplentes: Moreira, Jorge Ribeiro, Balboa, Katsouranis, Binya, Yebda e Mantorras.
Trofense – Marco; Varela, Miguel Ângelo, Valdomiro e Zamorano; Paulo Roberto (Moustapha, 81 m), Milton do Ó, Hugo Leal e Pinheiro (Delfim, 67 m); Charles Chad (Edu Souza, 65 m) e Hélder Barbosa.
Suplentes: Paulo Lopes, Edu, Delfim, Lipatin, Moustapha, Dagil e Edu Souza.
Disciplina: cartão amarelo a Luisão (70 m) e Aimar (74 m).
Marcador: 0-1 por Valdomiro (30 m); 1-1 por Cardozo (35 m); 2-1 por Cardozo (38 m); 2-2 por Paulo Roberto (58 m).

sábado, 9 de maio de 2009

A.VISEU




Mais dois jogadores do nosso Académico , podem identificar ?

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PRESSE

Nova carreira de Drogba
Depois de praguejar em directo, o avançado do Chelsea pode ter de mudar de profissão


Quem assistiu à última meia-final da Liga dos Campeões, entre o Chelsea e o FC Barcelonna, não consegue, seguramente, esquecer a forma como Didier Drogma abordou o árbitro do encontro e aquilo que disse, virad para as câmaras da Sky Sports, em directo para milhões de lares em todo o mundo.
"It's a fucking disgrace", gritava o costa-marfinense. "Isto é uma vergonha do caraças", traduziram algumas televisões portuguesas. Com mais ou menos vernáculo, o avançado do Chelsea insurgia-se de forma destemperada contra a vergonhosa arbitragem, que contribuira, e muito, para o afastamento do Chelsea da final da Liga dos Campeões.
O próprio Drogba já veio pedir oficialmente desculpas por ter perdido a cabeça, mas já circulam notícias em Inglaterra de que tal comportamento não terá agradado nada a Roman Abrahmovic. Há mesmo quem garanta que, com ou sem castigo da UEFA, Drogba será severamente castigado pelo seu clube. Se assim for, e se o costa-marfinense, quiser mudar de profissão, já sabe o que fazer, como se pode ver no vídeo.

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quarta-feira, 6 de maio de 2009

A.VISEU



AQUI ESTÃO MAIS DOIS JOGADORES DO NOSSO ACADÉMICO , AGRADECIA A IDENTIFICAR

AS MINHAS CAMISAS


AI VAI MAIS UMA NOVA CAMISA - SPORT LISBOA E BENFICA - ESTA TAMBEM ME FOI OFERECIDA PELO NÉNÉ A SEGUIR AO JOGO DA TAÇA UEFA CONTRA O ANDERLETCH NA LUZ, FICOU BEM EMOLDURADA PARA A VIDA.

OS MEU CLUBES


CLUBE FERROVIÁRIO DE MOÇAMBIQUE
O LEGADO DO SÉCULO
Junto do Matadouro (velho) havia uma cantina onde se jogava o chinquilho, e alí se reunia, nas horas vagas, o pessoal da Tracção que cultivava aquela modalidade de jogo. Perto havia o campo de futebol do Sporting Clube de Lourenço Marques (mais tarde campo de treinos do 1º de Maio) onde se disputava os campeonatos da Associação local. Um dia do Mês de Setembro de 1924, à porta dessa mesma cantina, abria-se uma quota entre indivíduos para a compra de uma bola e respectiva bomba. E assim nasceu o Clube Ferroviário de Moçambique. O seu nome de parto era Clube Desportivo Ferroviário.As grandes obras nascem de pequenos gestos!
Da compra da bola nasceu a ideia de se fundar o clube. O teor da primeira acta rezava assim: "Aos 13 de Outubro de 1924, pelas 20 horas, reuniu-se na casa nº. 13 da Vila Mousinho, um grupo de ferroviários que deliberou fundar em Lourenço Marques uma associação desportiva, denominada «Clube Desportivo Ferroviário», destinada a exercer o desporto e a beneficiência". Esta descrição da gênese do Ferroviário vem inscrita numa coisa que se chama" Livro de Ouro do Mundo Português " (s/data).

Nos primórdios de 2000, como se vê, o Ferroviário - a economia da palavra lavrou esta designação, parece ser o menino-prodígio que cumpre à risca a predestinação que lhe traçaram os progenitores: no desporto é numerosa a obra feita e na beneficiência - concretamente na àrea social, está demais comprovada a utilidade da obra do clube ao longo dos anos. Por mais que o fio dos tempos tenha trazido alguns desecantos. E desacatos. Pois, algum património passou por períodos negros de destruição.
Mas será, a de que falamos, uma obra do ferroviário? Ou dos CFM? Cremos que dos dois, pois, embora dos CFM tenha vindo o Ferroviário, é este o clube que vem escrevendo a história desportiva da gigantesca empresa de Portos e Caminhos de Ferro moçambicana. Uma mão lava a outra, já dizia o ditado.
O clube ajuda na concretização da obra social da empresa. A obra social não radica apenas no servir os trabalhadores com uma clínica hospitalar ou com uma estalagem de férias em praia paradisíaca. É também levar-lhes as emoções do desporto, a possibilidade da sua prática e receber o seu contributo na edificação do clube, o feedback da paixão que criou a mística ferroviária.
O parto do Ferroviário foi feito sob a aura do futebol - no princípio, foi o futebol que lhe deu a alma e lhe cultivou o alento - esse desporto dito de multidões. Mas o ímpeto nos primeiros 15 anos da vida foi arrebatador. O Ferroviário levou muito ferro na sua medula espinal.
Da data da fundação até 1929, o clube não faz provas porque não possui nem elementos nem recursos para isso. O Livro de Ouro dá mesmo conta do facto: "E se não deixou de existir, deve-se únicamente, muito únicamente, à tenacidade forte desse grupo de carolas que nunca perdeu a fé de ver o seu «Ferroviário» chegar a ser ainda alguma coisa em Lourenço Marques".
O casamento do clube com os Caminhos de Ferro, entanto que empresa, dá-se em 1931, quando a Administração Ferroviária " delega o clube para trabalhar na educação física dos seus funcionários ".
De lá para cá o Ferroviário viveu uma trajectória de edificação de sí mesmo à sombra tutelar da empresa. O primeiro campo, iluminado exemplarmente por via da quotização dos sócios, à semelhança do Estádio da Machava (na altura Estádio Salazar), foi erguido em 1944, tal como a actual sede em Maputo. O Estádio salazar é dos anos sessenta.
UM LEGADO INVEJÁVEL
Em meados da dêcada de 60, o clube era já um monstro no portfólio do desporto do Moçambique colonial. Para além do futebol, o Ferroviário lançou-se ao atletismo, basquetebol, ciclismo, ginástica, hóquei em patins, minibásquete, natação, ténis de mesa, tiro, etc. E em 1968 inaugurou aquela que é ainda hoje a maior infraestrutura do desporto moçambicano: o Estádio da Machava, inaugurado a 30 de Junho desse ano, vulgo sala de visitas do nosso futebol.
Na actualidade, o ferroviário detém o maior parque desportivo de Moçambique. Não existe Província sem clube de seu nome. Se a carolice que guindava para a prática desportiva nos tempos de então era decisiva, nos dias que correm muitos ferroviários deixaram de apitar sob os carris da bola mas, mesmo assim, a obra está lá. O legado, hoje, é imenso. Já nos anos 70, o clube tinha 21 delegações pelo País fora. De Gondola ao Lumbo. De Lapala a Mutarara. Em Malema, na Manga, em Magude, etc., etc., etc. E parques desportivos: o Pavilhão de Desportos da Beira, que inclui a única Piscina Olímpica em funcionamento no País, o Pavilhão de Desportos de Nampula, também com piscina, a piscina de Gondola, para não mencionar o grandioso complexo localizado na capital do país, Maputo.
A história desportiva do Ferroviário também é rica em títulos conquistados. A contigência do espaço leva-nos a delimitar a sua descrição e, sem descriminações implícitas, a cingirmo-nos ao desempenho do futebol do clube-mãe, o de Maputo, nos últimos 25 anos.
O palmarés inclui 5 títulos nacionais (1982-89-96-97-98) e vitórias da Taça de Moçambique (em 1998 e em 1992). No âmbito internacional, o Ferroviário chegou mais longe que qualquer outra equipa moçambicana nas competições africanas. Em 1993, comandado pelo "monstro sangrado" Mário Coluna, o futebol quase atingia a final da Taça das Taças Africanas, não fosse a sorte ter bafejado o Nakivubo Vila do Uganda. Mais recentemente, disputou a novel Liga dos Campeões Africanos, com uma boa prestação.
Se os CFM ajudaram a que o império desportivo dos trabalhadores ferroviários crescesse de forma impoluta, beneficiando os próprios trabalhadores, estes também viram a empresa a construir por todo o País uma obra social de vulto, obra essa que hoje continua erguida. Já em 1964, contavam-se 12 edifícios sociais, entre Bairros residenciais, lares de estudantes, pousadas para trabalhadores, bares, restaurantes, enfermarias para trabalhadores doentes e até centros de formação profissional.
Assim é que encontramos na Praia do Bilene uma imponente estância balnear e em Inhambane a grandiosa Escola Ferroviária de Moçambique (hoje Escola Superior de Hotelaria e Turismo), inaugurada em Março de 1971. Este legado, hoje, é tido pelos trabalhadores também como seu património. Importante na história da empresa, ele está no coração de todos os ferroviários e é memória viva do suor dos muitos moçambicanos que deram o seu máximo pela empresa desde 1885.

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terça-feira, 5 de maio de 2009

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ANADIA - 1 A. VISEU - 0 - NÃO DESISTAM

FOTO DE http://www.areacademista.pt.vu/

Anadia FC 1 - 0 Ac. Viseu FC
O Ac. Viseu perdeu esta tarde no terreno do Anadia por 1-0. Único golo foi apontado por Oliveira, através dum grande penalidade 'encontrada' pelo árbitro do encontro. Os academistas fizeram uma exibição pobre de mais para quem ambiciona a subida. Luís Almeida fez quatro alterações relativamente ao último encontro frente ao Tocha, com a inclusão de Filipe, Calico, Rui Santos e Milford. Assim o onze foi o seguinte: Augusto, Filipe, Sérgio, Tiago e Casal (Márcio); Calico, Costa, Éverson; Rui Santos, Zé Bastos (Leandro) e Milford (Parma).Assim, o jogo iniciou-se praticamente com o árbitro a querer ser o protagonista. Lance na área academista, Milford corta a bola em apoio defensivo, e é tocado por um adversário, e o árbitro prontamente faz sinal…mas para a grande penalidade. Ninguém queria acreditar. Eram muitos os academistas no estádio revoltados com tal decisão. Na marcação, Oliveira falha numa primeira tentativa, mas na recarga não perdoa. Estava feito o resultado do jogo à passagem dos 8min. Depois disto, os viseenses nunca conseguiram responder, e o Anadia controlava o desafio, principalmente na zona do meio campo, onde era, claramente, mais forte. Faziam falta jogadores como Lage ou Álvaro no centro do terreno. A primeira parte não teve grandes oportunidades de golo, e sempre que os jogadores do Académico chegavam perto da baliza adversária, eram prezas fáceis para os defesas contrários. A segunda parte, foi mais do mesmo, apenas Éverson, tentava levar a equipa para a frente, mas em vão. As entradas de Márcio e Parma nada acrescentaram à equipa. Só mesmo de bola parada o Ac. Viseu criou perigo, através de Costa num livre apontado de forma exemplar, batendo no travessão, mas depois nenhum academista conseguiu ‘empurrar’ a bola para a baliza. Foi já perto do fim.Ficou a ideia, de uma equipa do Ac. Viseu em fraca forma, como era o caso de Rui Santos. Uma formação sem ideias, com um futebol directo de mais, e com poucas ou nenhumas jogadas colectivas. Pouca garra, acima de tudo isso. De referir muitos academistas nos estádio, e algumas picardias no final do jogo entre adeptos mais fervorosos.
5ªjornada (resultados):
Anadia FC 1 – 0 Ac. Viseu
FCUD Tocha 0 – 0 CD Cinfães
Fiães SC 2 – 3 CD Tondela
Classificação:
1º Tondela – 32 pontos
2º Anadia – 32 pontos
3º Cinfães - 30 pontos (28(?))
4º Ac. Viseu - 29 pontos
5º Fiães - 27 pontos
6º Tocha – 27 pontos

sábado, 2 de maio de 2009

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NACIONAL -3 BENFICA -1 - MAIS UMA VEZ TUDO ACABOU


Acabou-se!

Acabou o jogo na Madeira e com ele as esperanças de podermos ser segundo no campeonato. Não conseguimos aproveitar o deslize do Sporting e ainda conseguimos fazer pior do que eles e em vez de tornar a diferença de 2 pontos, alargamos para 5...É verdade que o Nacional foi "demasiado" eficaz, mas não é esse o objectivo do futebol? Que nos adianta as bolas na trave, as defesas dos guarda-redes adversários?!Não consigo perceber porque é que o Benfica não continuou a entrar mandão no jogo e procurou vencer o jogo, tal como fez depois de sofrer os golos.Para aqueles que diziam não perceber porque é que Ruben Amorim joga na direita o 1º golo do Nacional explica muito bem.Maxi hoje esteve terrível, tal como Nuno Gomes, uma lástima!Acabem-me com este campeonato. O pior é que ainda temos de ir a Braga...Para variar o meu muito obrigado ao jorge sousa por, mais uma vez, ter deixado por marcar um penalti evidente e com ele a 2, 3 metros de distância que, apenas, daria o 2-2...Enfim, normalíssimo!
Ficha do Jogo:
27ª Jornada da Liga Sagres 2008/09
Estádio da Madeira, no Funchal
Árbitro: Jorge Sousa (AF Porto)CD NACIONAL MADEIRA: Bracalli; Patacas, Felipe Lopes, Maicon e Alonso; Cléber, Luís Alberto, Leandro Salino e Rúben Micael (João Aurélio, 77 m); Mateus (Fabiano, 86 m) e Nené (Miguel Fidalgo, 89 m).Treinador: Manuel Machado.SL BENFICA: Quim; Maxi Pereira, Miguel Vítor, Sidnei e David Luiz; Rúben Amorim, Katsouranis (Di María, 55 m), Carlos Martins (Hassan Yebda, 79 m) e José Antonio Reyes; Nuno Gomes (Urreta, 82 m) e Óscar Cardozo.Treinador: Quique Flores.Disciplina: Amarelos a Leandro Salino (61 m), Carlos Martins (70 m) e Miguel Vítor (86 m).Golos: 1-0, Nené (57 m); 2-0, Rúben Micael (64 m); 2-1, Reyes (68 m); 3-1, Miguel Fidalgo (90+3 m).

TÍTULOS



Jogador do Ano - Premier League 2008/09
Ryan Giggs festejou o prémio de melhor jogador do ano da Premier League 2008/09 na sua 801ª exibição com a camisola do Manchester United, onde os Red Devils derrotaram o Middlesbrough de Gareth Southgate e caminham, assim, para o terceiro título sucessivo.
Enquanto o Manchester acaba por elevar para 6 pontos a vantagem sobre o segundo classificado, Liverpool, que defronta o aflito Newcastle, parecendo assim avançar para mais uma época de glória em termos de silverware em terras de Sua Majestade.
Ryan Giggs, começou a sua carreira no Manchester United na época 1990/91, altura em que Liverpool entrava em decadência e Arsenal ganhava uma ascendência e supremacia. Conhecido pelo seu pé esquerdo temível e mudanças de velocidade, Giggs, soube sempre manter o elevado nível de performance conjugando a finalização com os cruzamentos letais. O internacional galês também sempre foi importante na manobra da equipa do Manchester United face ao seu optimizado jogo sem bola e ao carisma que transmite respeito e vontade de vencer aos colegas, abrindo alas para elevados níveis de maturidade na equipa dos Red Devils. Quem não se recorda do seu golo frente ao Arsenal fintando tudo e todos na semi-final da F.A. Cup em 1999…ou a exibição frente ao Bayern Munique que valeu a Liga dos Campeões aos ingleses?
Títulos… 10 Premier Leagues ( caminhando para a 11ª ), 4 F.A. Cups, 2 League Cups, 2 Champions League, Jogador Jovem do Ano 1992 e 1993, o golo mais rápido do Man Utd, 15 segundos frente ao Southampton em Novembro de 1995, o único jogador a marcar durante 12 temporadas consecutivas na Champions League…enfim, uma constância de jogador com imenso conteúdo.
Ashley Young foi consagrado o jogador jovem da Premier League 2008/09 sucedendo a Fabregas e enfrentando uma feroz competição de Stephan Ireland, Aaron Lennon, Agbonlahor, Jonny Evans e Rafael. Mais um jogador a jogar na ala esquerda que é imensamente prolifico na toada de jogo da sua equipa, actualmente, Aston Villa. Após a transferência de M10£ do Watford para Villa Park, só crescimento têm sido o caminho seguido por este valioso jogador que tanto é apreciado por Mourinho quanto cobiçado por Juande Ramos no Real Madrid.
Jogando nas alas, movimentando-se como número 10, Young compreende uma versatilidade tremenda que origina ofensivas vertiginosas e perigosas, não tendo ele um corpo possante, requalifica-se ao nível do passe e na marcação de bolas paradas, garantindo um filtro de jogo mais vasto para a equipa do Villa, e dessa forma libertadando Petrov, Milner, Barry, Carew e Agbonlahor nas suas tarefas, que acabam por serem simplificadas, com este jovem maestro.
A sua influência é tanta, no que respeita à performance da sua equipa, que todas as temporadas termina sempre no topo dos jogadores com mais assistências, e confirma o mesmo na corrente temporada, um pouco menos glória dado que o Villa desde que recentemente deixou escapar o 4º lugar em que aspirava à Liga dos Campeões, tem faltado alguma lubrificação ao jogo dos mesmos; ainda assim, é Ashley Young que continua a brilhar, aguardado uma nova chamada à Inglaterra de Capello que está flawless na fase de apuramento para a África do Sul em 2010.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

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Um provocador nato !
António Cassano, avançado da Sampdória, resolveu, terminado o jogo da segunda mão das meias-finais da Taça de Itália que apurou a equipa genovesa para a final, ir meter-se, nestes propósitos, com Mourinho. O que lhe vale é que apesar de no final da partida, mesmo depois de Mourinho ter "disparado" contra tudo e contra todos, ainda teve tempo para reagir da melhor forma a uma provocação destas ...

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Normalidades!

Dar peitada ao árbitro resulta em quê? Dizer claramente que o árbitro roubou dá quantos jogos? Dizer que o árbitro até esteve para passar no centro de estágio dá quanto de multa? Insinuar que determinado jogador foi lesionado por conivência dos árbitros origina processo disciplinar? Fazer um gesto (visto por milhões de pessoas) na cara do árbitro rodando os 5 dedos da mão que consequências tem? Os flash-interview dos treinadores Portugueses, seja o pequeno jesualdo no fcp - trofense a comentar o jogo de Lisboa, seja o emplastro (desculpem, o presidente do Braga que é mais visto noutro estádio) a vociferar contra as arbitragens, jaime pacheco a partir a loiça, josé mota só para citar alguns dão castigos? (não está aqui em causa as razões das críticas porque, aí, muitas das situações citadas são fruto de roubos verdadeiros)Claro que deram nada ou pouco! Mais, muitos casos vão-se arrastando na justiça desportiva (veja-se o castigo a Lisandro) mas a Rui Costa é num instante (2 dias depois do jogo) e uma punição exemplar: 1 mês de suspensão e 1000 e tal euros de multa. Aqueles que estão proibidos de falar e frequentar tribunas mas fazem-no às claras continuam a rir-se, e tem razão...