
sábado, 9 de maio de 2009
PRESSE
Nova carreira de Drogba
Depois de praguejar em directo, o avançado do Chelsea pode ter de mudar de profissão
Quem assistiu à última meia-final da Liga dos Campeões, entre o Chelsea e o FC Barcelonna, não consegue, seguramente, esquecer a forma como Didier Drogma abordou o árbitro do encontro e aquilo que disse, virad para as câmaras da Sky Sports, em directo para milhões de lares em todo o mundo.
"It's a fucking disgrace", gritava o costa-marfinense. "Isto é uma vergonha do caraças", traduziram algumas televisões portuguesas. Com mais ou menos vernáculo, o avançado do Chelsea insurgia-se de forma destemperada contra a vergonhosa arbitragem, que contribuira, e muito, para o afastamento do Chelsea da final da Liga dos Campeões.
O próprio Drogba já veio pedir oficialmente desculpas por ter perdido a cabeça, mas já circulam notícias em Inglaterra de que tal comportamento não terá agradado nada a Roman Abrahmovic. Há mesmo quem garanta que, com ou sem castigo da UEFA, Drogba será severamente castigado pelo seu clube. Se assim for, e se o costa-marfinense, quiser mudar de profissão, já sabe o que fazer, como se pode ver no vídeo.
Depois de praguejar em directo, o avançado do Chelsea pode ter de mudar de profissão
Quem assistiu à última meia-final da Liga dos Campeões, entre o Chelsea e o FC Barcelonna, não consegue, seguramente, esquecer a forma como Didier Drogma abordou o árbitro do encontro e aquilo que disse, virad para as câmaras da Sky Sports, em directo para milhões de lares em todo o mundo.
"It's a fucking disgrace", gritava o costa-marfinense. "Isto é uma vergonha do caraças", traduziram algumas televisões portuguesas. Com mais ou menos vernáculo, o avançado do Chelsea insurgia-se de forma destemperada contra a vergonhosa arbitragem, que contribuira, e muito, para o afastamento do Chelsea da final da Liga dos Campeões.
O próprio Drogba já veio pedir oficialmente desculpas por ter perdido a cabeça, mas já circulam notícias em Inglaterra de que tal comportamento não terá agradado nada a Roman Abrahmovic. Há mesmo quem garanta que, com ou sem castigo da UEFA, Drogba será severamente castigado pelo seu clube. Se assim for, e se o costa-marfinense, quiser mudar de profissão, já sabe o que fazer, como se pode ver no vídeo.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
quarta-feira, 6 de maio de 2009
AS MINHAS CAMISAS
OS MEU CLUBES

CLUBE FERROVIÁRIO DE MOÇAMBIQUE
O LEGADO DO SÉCULO
Junto do Matadouro (velho) havia uma cantina onde se jogava o chinquilho, e alí se reunia, nas horas vagas, o pessoal da Tracção que cultivava aquela modalidade de jogo. Perto havia o campo de futebol do Sporting Clube de Lourenço Marques (mais tarde campo de treinos do 1º de Maio) onde se disputava os campeonatos da Associação local. Um dia do Mês de Setembro de 1924, à porta dessa mesma cantina, abria-se uma quota entre indivíduos para a compra de uma bola e respectiva bomba. E assim nasceu o Clube Ferroviário de Moçambique. O seu nome de parto era Clube Desportivo Ferroviário.As grandes obras nascem de pequenos gestos!
Da compra da bola nasceu a ideia de se fundar o clube. O teor da primeira acta rezava assim: "Aos 13 de Outubro de 1924, pelas 20 horas, reuniu-se na casa nº. 13 da Vila Mousinho, um grupo de ferroviários que deliberou fundar em Lourenço Marques uma associação desportiva, denominada «Clube Desportivo Ferroviário», destinada a exercer o desporto e a beneficiência". Esta descrição da gênese do Ferroviário vem inscrita numa coisa que se chama" Livro de Ouro do Mundo Português " (s/data).
Nos primórdios de 2000, como se vê, o Ferroviário - a economia da palavra lavrou esta designação, parece ser o menino-prodígio que cumpre à risca a predestinação que lhe traçaram os progenitores: no desporto é numerosa a obra feita e na beneficiência - concretamente na àrea social, está demais comprovada a utilidade da obra do clube ao longo dos anos. Por mais que o fio dos tempos tenha trazido alguns desecantos. E desacatos. Pois, algum património passou por períodos negros de destruição.
Mas será, a de que falamos, uma obra do ferroviário? Ou dos CFM? Cremos que dos dois, pois, embora dos CFM tenha vindo o Ferroviário, é este o clube que vem escrevendo a história desportiva da gigantesca empresa de Portos e Caminhos de Ferro moçambicana. Uma mão lava a outra, já dizia o ditado.
O clube ajuda na concretização da obra social da empresa. A obra social não radica apenas no servir os trabalhadores com uma clínica hospitalar ou com uma estalagem de férias em praia paradisíaca. É também levar-lhes as emoções do desporto, a possibilidade da sua prática e receber o seu contributo na edificação do clube, o feedback da paixão que criou a mística ferroviária.
O parto do Ferroviário foi feito sob a aura do futebol - no princípio, foi o futebol que lhe deu a alma e lhe cultivou o alento - esse desporto dito de multidões. Mas o ímpeto nos primeiros 15 anos da vida foi arrebatador. O Ferroviário levou muito ferro na sua medula espinal.
Da data da fundação até 1929, o clube não faz provas porque não possui nem elementos nem recursos para isso. O Livro de Ouro dá mesmo conta do facto: "E se não deixou de existir, deve-se únicamente, muito únicamente, à tenacidade forte desse grupo de carolas que nunca perdeu a fé de ver o seu «Ferroviário» chegar a ser ainda alguma coisa em Lourenço Marques".
O casamento do clube com os Caminhos de Ferro, entanto que empresa, dá-se em 1931, quando a Administração Ferroviária " delega o clube para trabalhar na educação física dos seus funcionários ".
De lá para cá o Ferroviário viveu uma trajectória de edificação de sí mesmo à sombra tutelar da empresa. O primeiro campo, iluminado exemplarmente por via da quotização dos sócios, à semelhança do Estádio da Machava (na altura Estádio Salazar), foi erguido em 1944, tal como a actual sede em Maputo. O Estádio salazar é dos anos sessenta.
UM LEGADO INVEJÁVEL
Em meados da dêcada de 60, o clube era já um monstro no portfólio do desporto do Moçambique colonial. Para além do futebol, o Ferroviário lançou-se ao atletismo, basquetebol, ciclismo, ginástica, hóquei em patins, minibásquete, natação, ténis de mesa, tiro, etc. E em 1968 inaugurou aquela que é ainda hoje a maior infraestrutura do desporto moçambicano: o Estádio da Machava, inaugurado a 30 de Junho desse ano, vulgo sala de visitas do nosso futebol.
Na actualidade, o ferroviário detém o maior parque desportivo de Moçambique. Não existe Província sem clube de seu nome. Se a carolice que guindava para a prática desportiva nos tempos de então era decisiva, nos dias que correm muitos ferroviários deixaram de apitar sob os carris da bola mas, mesmo assim, a obra está lá. O legado, hoje, é imenso. Já nos anos 70, o clube tinha 21 delegações pelo País fora. De Gondola ao Lumbo. De Lapala a Mutarara. Em Malema, na Manga, em Magude, etc., etc., etc. E parques desportivos: o Pavilhão de Desportos da Beira, que inclui a única Piscina Olímpica em funcionamento no País, o Pavilhão de Desportos de Nampula, também com piscina, a piscina de Gondola, para não mencionar o grandioso complexo localizado na capital do país, Maputo.
A história desportiva do Ferroviário também é rica em títulos conquistados. A contigência do espaço leva-nos a delimitar a sua descrição e, sem descriminações implícitas, a cingirmo-nos ao desempenho do futebol do clube-mãe, o de Maputo, nos últimos 25 anos.
O palmarés inclui 5 títulos nacionais (1982-89-96-97-98) e vitórias da Taça de Moçambique (em 1998 e em 1992). No âmbito internacional, o Ferroviário chegou mais longe que qualquer outra equipa moçambicana nas competições africanas. Em 1993, comandado pelo "monstro sangrado" Mário Coluna, o futebol quase atingia a final da Taça das Taças Africanas, não fosse a sorte ter bafejado o Nakivubo Vila do Uganda. Mais recentemente, disputou a novel Liga dos Campeões Africanos, com uma boa prestação.
Se os CFM ajudaram a que o império desportivo dos trabalhadores ferroviários crescesse de forma impoluta, beneficiando os próprios trabalhadores, estes também viram a empresa a construir por todo o País uma obra social de vulto, obra essa que hoje continua erguida. Já em 1964, contavam-se 12 edifícios sociais, entre Bairros residenciais, lares de estudantes, pousadas para trabalhadores, bares, restaurantes, enfermarias para trabalhadores doentes e até centros de formação profissional.
Assim é que encontramos na Praia do Bilene uma imponente estância balnear e em Inhambane a grandiosa Escola Ferroviária de Moçambique (hoje Escola Superior de Hotelaria e Turismo), inaugurada em Março de 1971. Este legado, hoje, é tido pelos trabalhadores também como seu património. Importante na história da empresa, ele está no coração de todos os ferroviários e é memória viva do suor dos muitos moçambicanos que deram o seu máximo pela empresa desde 1885.
Junto do Matadouro (velho) havia uma cantina onde se jogava o chinquilho, e alí se reunia, nas horas vagas, o pessoal da Tracção que cultivava aquela modalidade de jogo. Perto havia o campo de futebol do Sporting Clube de Lourenço Marques (mais tarde campo de treinos do 1º de Maio) onde se disputava os campeonatos da Associação local. Um dia do Mês de Setembro de 1924, à porta dessa mesma cantina, abria-se uma quota entre indivíduos para a compra de uma bola e respectiva bomba. E assim nasceu o Clube Ferroviário de Moçambique. O seu nome de parto era Clube Desportivo Ferroviário.As grandes obras nascem de pequenos gestos!
Da compra da bola nasceu a ideia de se fundar o clube. O teor da primeira acta rezava assim: "Aos 13 de Outubro de 1924, pelas 20 horas, reuniu-se na casa nº. 13 da Vila Mousinho, um grupo de ferroviários que deliberou fundar em Lourenço Marques uma associação desportiva, denominada «Clube Desportivo Ferroviário», destinada a exercer o desporto e a beneficiência". Esta descrição da gênese do Ferroviário vem inscrita numa coisa que se chama" Livro de Ouro do Mundo Português " (s/data).
Nos primórdios de 2000, como se vê, o Ferroviário - a economia da palavra lavrou esta designação, parece ser o menino-prodígio que cumpre à risca a predestinação que lhe traçaram os progenitores: no desporto é numerosa a obra feita e na beneficiência - concretamente na àrea social, está demais comprovada a utilidade da obra do clube ao longo dos anos. Por mais que o fio dos tempos tenha trazido alguns desecantos. E desacatos. Pois, algum património passou por períodos negros de destruição.
Mas será, a de que falamos, uma obra do ferroviário? Ou dos CFM? Cremos que dos dois, pois, embora dos CFM tenha vindo o Ferroviário, é este o clube que vem escrevendo a história desportiva da gigantesca empresa de Portos e Caminhos de Ferro moçambicana. Uma mão lava a outra, já dizia o ditado.
O clube ajuda na concretização da obra social da empresa. A obra social não radica apenas no servir os trabalhadores com uma clínica hospitalar ou com uma estalagem de férias em praia paradisíaca. É também levar-lhes as emoções do desporto, a possibilidade da sua prática e receber o seu contributo na edificação do clube, o feedback da paixão que criou a mística ferroviária.
O parto do Ferroviário foi feito sob a aura do futebol - no princípio, foi o futebol que lhe deu a alma e lhe cultivou o alento - esse desporto dito de multidões. Mas o ímpeto nos primeiros 15 anos da vida foi arrebatador. O Ferroviário levou muito ferro na sua medula espinal.
Da data da fundação até 1929, o clube não faz provas porque não possui nem elementos nem recursos para isso. O Livro de Ouro dá mesmo conta do facto: "E se não deixou de existir, deve-se únicamente, muito únicamente, à tenacidade forte desse grupo de carolas que nunca perdeu a fé de ver o seu «Ferroviário» chegar a ser ainda alguma coisa em Lourenço Marques".
O casamento do clube com os Caminhos de Ferro, entanto que empresa, dá-se em 1931, quando a Administração Ferroviária " delega o clube para trabalhar na educação física dos seus funcionários ".
De lá para cá o Ferroviário viveu uma trajectória de edificação de sí mesmo à sombra tutelar da empresa. O primeiro campo, iluminado exemplarmente por via da quotização dos sócios, à semelhança do Estádio da Machava (na altura Estádio Salazar), foi erguido em 1944, tal como a actual sede em Maputo. O Estádio salazar é dos anos sessenta.
UM LEGADO INVEJÁVEL
Em meados da dêcada de 60, o clube era já um monstro no portfólio do desporto do Moçambique colonial. Para além do futebol, o Ferroviário lançou-se ao atletismo, basquetebol, ciclismo, ginástica, hóquei em patins, minibásquete, natação, ténis de mesa, tiro, etc. E em 1968 inaugurou aquela que é ainda hoje a maior infraestrutura do desporto moçambicano: o Estádio da Machava, inaugurado a 30 de Junho desse ano, vulgo sala de visitas do nosso futebol.
Na actualidade, o ferroviário detém o maior parque desportivo de Moçambique. Não existe Província sem clube de seu nome. Se a carolice que guindava para a prática desportiva nos tempos de então era decisiva, nos dias que correm muitos ferroviários deixaram de apitar sob os carris da bola mas, mesmo assim, a obra está lá. O legado, hoje, é imenso. Já nos anos 70, o clube tinha 21 delegações pelo País fora. De Gondola ao Lumbo. De Lapala a Mutarara. Em Malema, na Manga, em Magude, etc., etc., etc. E parques desportivos: o Pavilhão de Desportos da Beira, que inclui a única Piscina Olímpica em funcionamento no País, o Pavilhão de Desportos de Nampula, também com piscina, a piscina de Gondola, para não mencionar o grandioso complexo localizado na capital do país, Maputo.
A história desportiva do Ferroviário também é rica em títulos conquistados. A contigência do espaço leva-nos a delimitar a sua descrição e, sem descriminações implícitas, a cingirmo-nos ao desempenho do futebol do clube-mãe, o de Maputo, nos últimos 25 anos.
O palmarés inclui 5 títulos nacionais (1982-89-96-97-98) e vitórias da Taça de Moçambique (em 1998 e em 1992). No âmbito internacional, o Ferroviário chegou mais longe que qualquer outra equipa moçambicana nas competições africanas. Em 1993, comandado pelo "monstro sangrado" Mário Coluna, o futebol quase atingia a final da Taça das Taças Africanas, não fosse a sorte ter bafejado o Nakivubo Vila do Uganda. Mais recentemente, disputou a novel Liga dos Campeões Africanos, com uma boa prestação.
Se os CFM ajudaram a que o império desportivo dos trabalhadores ferroviários crescesse de forma impoluta, beneficiando os próprios trabalhadores, estes também viram a empresa a construir por todo o País uma obra social de vulto, obra essa que hoje continua erguida. Já em 1964, contavam-se 12 edifícios sociais, entre Bairros residenciais, lares de estudantes, pousadas para trabalhadores, bares, restaurantes, enfermarias para trabalhadores doentes e até centros de formação profissional.
Assim é que encontramos na Praia do Bilene uma imponente estância balnear e em Inhambane a grandiosa Escola Ferroviária de Moçambique (hoje Escola Superior de Hotelaria e Turismo), inaugurada em Março de 1971. Este legado, hoje, é tido pelos trabalhadores também como seu património. Importante na história da empresa, ele está no coração de todos os ferroviários e é memória viva do suor dos muitos moçambicanos que deram o seu máximo pela empresa desde 1885.
terça-feira, 5 de maio de 2009
ANADIA - 1 A. VISEU - 0 - NÃO DESISTAM
FOTO DE http://www.areacademista.pt.vu/Anadia FC 1 - 0 Ac. Viseu FC
O Ac. Viseu perdeu esta tarde no terreno do Anadia por 1-0. Único golo foi apontado por Oliveira, através dum grande penalidade 'encontrada' pelo árbitro do encontro. Os academistas fizeram uma exibição pobre de mais para quem ambiciona a subida. Luís Almeida fez quatro alterações relativamente ao último encontro frente ao Tocha, com a inclusão de Filipe, Calico, Rui Santos e Milford. Assim o onze foi o seguinte: Augusto, Filipe, Sérgio, Tiago e Casal (Márcio); Calico, Costa, Éverson; Rui Santos, Zé Bastos (Leandro) e Milford (Parma).Assim, o jogo iniciou-se praticamente com o árbitro a querer ser o protagonista. Lance na área academista, Milford corta a bola em apoio defensivo, e é tocado por um adversário, e o árbitro prontamente faz sinal…mas para a grande penalidade. Ninguém queria acreditar. Eram muitos os academistas no estádio revoltados com tal decisão. Na marcação, Oliveira falha numa primeira tentativa, mas na recarga não perdoa. Estava feito o resultado do jogo à passagem dos 8min. Depois disto, os viseenses nunca conseguiram responder, e o Anadia controlava o desafio, principalmente na zona do meio campo, onde era, claramente, mais forte. Faziam falta jogadores como Lage ou Álvaro no centro do terreno. A primeira parte não teve grandes oportunidades de golo, e sempre que os jogadores do Académico chegavam perto da baliza adversária, eram prezas fáceis para os defesas contrários. A segunda parte, foi mais do mesmo, apenas Éverson, tentava levar a equipa para a frente, mas em vão. As entradas de Márcio e Parma nada acrescentaram à equipa. Só mesmo de bola parada o Ac. Viseu criou perigo, através de Costa num livre apontado de forma exemplar, batendo no travessão, mas depois nenhum academista conseguiu ‘empurrar’ a bola para a baliza. Foi já perto do fim.Ficou a ideia, de uma equipa do Ac. Viseu em fraca forma, como era o caso de Rui Santos. Uma formação sem ideias, com um futebol directo de mais, e com poucas ou nenhumas jogadas colectivas. Pouca garra, acima de tudo isso. De referir muitos academistas nos estádio, e algumas picardias no final do jogo entre adeptos mais fervorosos.
5ªjornada (resultados):
Anadia FC 1 – 0 Ac. Viseu
FCUD Tocha 0 – 0 CD Cinfães
Fiães SC 2 – 3 CD Tondela
Classificação:
1º Tondela – 32 pontos
2º Anadia – 32 pontos
3º Cinfães - 30 pontos (28(?))
4º Ac. Viseu - 29 pontos
5º Fiães - 27 pontos
6º Tocha – 27 pontos
O Ac. Viseu perdeu esta tarde no terreno do Anadia por 1-0. Único golo foi apontado por Oliveira, através dum grande penalidade 'encontrada' pelo árbitro do encontro. Os academistas fizeram uma exibição pobre de mais para quem ambiciona a subida. Luís Almeida fez quatro alterações relativamente ao último encontro frente ao Tocha, com a inclusão de Filipe, Calico, Rui Santos e Milford. Assim o onze foi o seguinte: Augusto, Filipe, Sérgio, Tiago e Casal (Márcio); Calico, Costa, Éverson; Rui Santos, Zé Bastos (Leandro) e Milford (Parma).Assim, o jogo iniciou-se praticamente com o árbitro a querer ser o protagonista. Lance na área academista, Milford corta a bola em apoio defensivo, e é tocado por um adversário, e o árbitro prontamente faz sinal…mas para a grande penalidade. Ninguém queria acreditar. Eram muitos os academistas no estádio revoltados com tal decisão. Na marcação, Oliveira falha numa primeira tentativa, mas na recarga não perdoa. Estava feito o resultado do jogo à passagem dos 8min. Depois disto, os viseenses nunca conseguiram responder, e o Anadia controlava o desafio, principalmente na zona do meio campo, onde era, claramente, mais forte. Faziam falta jogadores como Lage ou Álvaro no centro do terreno. A primeira parte não teve grandes oportunidades de golo, e sempre que os jogadores do Académico chegavam perto da baliza adversária, eram prezas fáceis para os defesas contrários. A segunda parte, foi mais do mesmo, apenas Éverson, tentava levar a equipa para a frente, mas em vão. As entradas de Márcio e Parma nada acrescentaram à equipa. Só mesmo de bola parada o Ac. Viseu criou perigo, através de Costa num livre apontado de forma exemplar, batendo no travessão, mas depois nenhum academista conseguiu ‘empurrar’ a bola para a baliza. Foi já perto do fim.Ficou a ideia, de uma equipa do Ac. Viseu em fraca forma, como era o caso de Rui Santos. Uma formação sem ideias, com um futebol directo de mais, e com poucas ou nenhumas jogadas colectivas. Pouca garra, acima de tudo isso. De referir muitos academistas nos estádio, e algumas picardias no final do jogo entre adeptos mais fervorosos.
5ªjornada (resultados):
Anadia FC 1 – 0 Ac. Viseu
FCUD Tocha 0 – 0 CD Cinfães
Fiães SC 2 – 3 CD Tondela
Classificação:
1º Tondela – 32 pontos
2º Anadia – 32 pontos
3º Cinfães - 30 pontos (28(?))
4º Ac. Viseu - 29 pontos
5º Fiães - 27 pontos
6º Tocha – 27 pontos
sábado, 2 de maio de 2009
NACIONAL -3 BENFICA -1 - MAIS UMA VEZ TUDO ACABOU

Acabou-se!
Acabou o jogo na Madeira e com ele as esperanças de podermos ser segundo no campeonato. Não conseguimos aproveitar o deslize do Sporting e ainda conseguimos fazer pior do que eles e em vez de tornar a diferença de 2 pontos, alargamos para 5...É verdade que o Nacional foi "demasiado" eficaz, mas não é esse o objectivo do futebol? Que nos adianta as bolas na trave, as defesas dos guarda-redes adversários?!Não consigo perceber porque é que o Benfica não continuou a entrar mandão no jogo e procurou vencer o jogo, tal como fez depois de sofrer os golos.Para aqueles que diziam não perceber porque é que Ruben Amorim joga na direita o 1º golo do Nacional explica muito bem.Maxi hoje esteve terrível, tal como Nuno Gomes, uma lástima!Acabem-me com este campeonato. O pior é que ainda temos de ir a Braga...Para variar o meu muito obrigado ao jorge sousa por, mais uma vez, ter deixado por marcar um penalti evidente e com ele a 2, 3 metros de distância que, apenas, daria o 2-2...Enfim, normalíssimo!
Acabou o jogo na Madeira e com ele as esperanças de podermos ser segundo no campeonato. Não conseguimos aproveitar o deslize do Sporting e ainda conseguimos fazer pior do que eles e em vez de tornar a diferença de 2 pontos, alargamos para 5...É verdade que o Nacional foi "demasiado" eficaz, mas não é esse o objectivo do futebol? Que nos adianta as bolas na trave, as defesas dos guarda-redes adversários?!Não consigo perceber porque é que o Benfica não continuou a entrar mandão no jogo e procurou vencer o jogo, tal como fez depois de sofrer os golos.Para aqueles que diziam não perceber porque é que Ruben Amorim joga na direita o 1º golo do Nacional explica muito bem.Maxi hoje esteve terrível, tal como Nuno Gomes, uma lástima!Acabem-me com este campeonato. O pior é que ainda temos de ir a Braga...Para variar o meu muito obrigado ao jorge sousa por, mais uma vez, ter deixado por marcar um penalti evidente e com ele a 2, 3 metros de distância que, apenas, daria o 2-2...Enfim, normalíssimo!
Ficha do Jogo:
27ª Jornada da Liga Sagres 2008/09
Estádio da Madeira, no Funchal
Árbitro: Jorge Sousa (AF Porto)CD NACIONAL MADEIRA: Bracalli; Patacas, Felipe Lopes, Maicon e Alonso; Cléber, Luís Alberto, Leandro Salino e Rúben Micael (João Aurélio, 77 m); Mateus (Fabiano, 86 m) e Nené (Miguel Fidalgo, 89 m).Treinador: Manuel Machado.SL BENFICA: Quim; Maxi Pereira, Miguel Vítor, Sidnei e David Luiz; Rúben Amorim, Katsouranis (Di María, 55 m), Carlos Martins (Hassan Yebda, 79 m) e José Antonio Reyes; Nuno Gomes (Urreta, 82 m) e Óscar Cardozo.Treinador: Quique Flores.Disciplina: Amarelos a Leandro Salino (61 m), Carlos Martins (70 m) e Miguel Vítor (86 m).Golos: 1-0, Nené (57 m); 2-0, Rúben Micael (64 m); 2-1, Reyes (68 m); 3-1, Miguel Fidalgo (90+3 m).
27ª Jornada da Liga Sagres 2008/09
Estádio da Madeira, no Funchal
Árbitro: Jorge Sousa (AF Porto)CD NACIONAL MADEIRA: Bracalli; Patacas, Felipe Lopes, Maicon e Alonso; Cléber, Luís Alberto, Leandro Salino e Rúben Micael (João Aurélio, 77 m); Mateus (Fabiano, 86 m) e Nené (Miguel Fidalgo, 89 m).Treinador: Manuel Machado.SL BENFICA: Quim; Maxi Pereira, Miguel Vítor, Sidnei e David Luiz; Rúben Amorim, Katsouranis (Di María, 55 m), Carlos Martins (Hassan Yebda, 79 m) e José Antonio Reyes; Nuno Gomes (Urreta, 82 m) e Óscar Cardozo.Treinador: Quique Flores.Disciplina: Amarelos a Leandro Salino (61 m), Carlos Martins (70 m) e Miguel Vítor (86 m).Golos: 1-0, Nené (57 m); 2-0, Rúben Micael (64 m); 2-1, Reyes (68 m); 3-1, Miguel Fidalgo (90+3 m).
TÍTULOS

Jogador do Ano - Premier League 2008/09
Ryan Giggs festejou o prémio de melhor jogador do ano da Premier League 2008/09 na sua 801ª exibição com a camisola do Manchester United, onde os Red Devils derrotaram o Middlesbrough de Gareth Southgate e caminham, assim, para o terceiro título sucessivo.
Enquanto o Manchester acaba por elevar para 6 pontos a vantagem sobre o segundo classificado, Liverpool, que defronta o aflito Newcastle, parecendo assim avançar para mais uma época de glória em termos de silverware em terras de Sua Majestade.
Ryan Giggs, começou a sua carreira no Manchester United na época 1990/91, altura em que Liverpool entrava em decadência e Arsenal ganhava uma ascendência e supremacia. Conhecido pelo seu pé esquerdo temível e mudanças de velocidade, Giggs, soube sempre manter o elevado nível de performance conjugando a finalização com os cruzamentos letais. O internacional galês também sempre foi importante na manobra da equipa do Manchester United face ao seu optimizado jogo sem bola e ao carisma que transmite respeito e vontade de vencer aos colegas, abrindo alas para elevados níveis de maturidade na equipa dos Red Devils. Quem não se recorda do seu golo frente ao Arsenal fintando tudo e todos na semi-final da F.A. Cup em 1999…ou a exibição frente ao Bayern Munique que valeu a Liga dos Campeões aos ingleses?
Títulos… 10 Premier Leagues ( caminhando para a 11ª ), 4 F.A. Cups, 2 League Cups, 2 Champions League, Jogador Jovem do Ano 1992 e 1993, o golo mais rápido do Man Utd, 15 segundos frente ao Southampton em Novembro de 1995, o único jogador a marcar durante 12 temporadas consecutivas na Champions League…enfim, uma constância de jogador com imenso conteúdo.
Ashley Young foi consagrado o jogador jovem da Premier League 2008/09 sucedendo a Fabregas e enfrentando uma feroz competição de Stephan Ireland, Aaron Lennon, Agbonlahor, Jonny Evans e Rafael. Mais um jogador a jogar na ala esquerda que é imensamente prolifico na toada de jogo da sua equipa, actualmente, Aston Villa. Após a transferência de M10£ do Watford para Villa Park, só crescimento têm sido o caminho seguido por este valioso jogador que tanto é apreciado por Mourinho quanto cobiçado por Juande Ramos no Real Madrid.
Jogando nas alas, movimentando-se como número 10, Young compreende uma versatilidade tremenda que origina ofensivas vertiginosas e perigosas, não tendo ele um corpo possante, requalifica-se ao nível do passe e na marcação de bolas paradas, garantindo um filtro de jogo mais vasto para a equipa do Villa, e dessa forma libertadando Petrov, Milner, Barry, Carew e Agbonlahor nas suas tarefas, que acabam por serem simplificadas, com este jovem maestro.
A sua influência é tanta, no que respeita à performance da sua equipa, que todas as temporadas termina sempre no topo dos jogadores com mais assistências, e confirma o mesmo na corrente temporada, um pouco menos glória dado que o Villa desde que recentemente deixou escapar o 4º lugar em que aspirava à Liga dos Campeões, tem faltado alguma lubrificação ao jogo dos mesmos; ainda assim, é Ashley Young que continua a brilhar, aguardado uma nova chamada à Inglaterra de Capello que está flawless na fase de apuramento para a África do Sul em 2010.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
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