
sexta-feira, 13 de março de 2009
PRESSE
A Europa proporciona uma coisa legal que raramente se vê por aqui: um bando de garotas gatas e desinibidas nos estádios. Dá gosto de assistir a Eurocopa, ao contrário do campeonato carioca. Nosso futebol é dos melhores, mas no quesito mulher em estádio, a gente fica devendo.
quarta-feira, 11 de março de 2009
segunda-feira, 9 de março de 2009
A. VISEU - 3 AVANCA - 0 - CONVICENTE

Triunfo na melhor exibição da era Luís Almeida
O Académico de Viseu obteve um justo triunfo na melhor exibição da era Luís Almeida. Frente ao Avança, uma equipa que ocupa a metade inferior da tabela classificativa e pressionados pela necessidade de vencer, os pupilos de Luís Almeida desde cedo optaram por um futebol corrido, simples e com os olhos postos na baliza.Em relação à partida frente ao Tondela, Luís Almeida trocou Alex, castigado, por Calico, fazendo regressar Rui Lage ao centro do terreno, ainda que numa posição diferente. Álvaro manteve-se como unidade mais recuada do meio campo, com Rui Lage a jogar um pouco mais adiantado no terreno. Fernando Ferreira era, contudo, a unidade de maior e melhor rendimento no meio campo, municiando Zé Bastos e Everson, autênticas dores de cabeça para Ricardo e companhia e setas apontadas à baliza de Godofredo.Avanca com cuidados defensivosPor sua vez, a formação dos arredores de Aveiro apresentou-se no Fontelo com algumas cautelas. À frente do quarteto defensivo, Fernando Pereira colocou Hélder e Miguto, duas unidades mais recuadas numa linha de quatro, com Nelson sobre a direita e João Paulo sobre a esquerda. Alexis procurava abrir espaços para a entrada de Carlos Pesquina, o jogador mais adiantado da formação de Avanca.'Bicicleta' de Everson inaugura o marcadorCom Fernando Ferreira em alta rotação, a formação academista cedo se adiantou no marcador, Aos seis minutos, numa jogada simples, Zé Bastos escapou pela direita, cruzando para a zona da marca de grande penalidade, onde Everson, com um remate acrobático, inaugurou o marcador, com um golo de belo efeito.Os visitantes, como que atordoados com a velocidade imposta pelos viseenses, procuraram tapar todos os caminhos para a baliza de Godofredo. Todavia, com um futebol prático e objectivo e com uma linha média a impor o ritmo à partida, a formação de Luís Almeida ia criando sucessivas ocasiões de perigo na área contrária. Aos 16 minutos, o juiz da partida deixou passar em claro uma falta de Ricardo sobre Zé Bastos, que nos pareceu ter sido impedido na área de rigor. À passagem dos 20 minutos, perante a ineficácia atacante dos visitantes, a turma da casa como que relaxou, permitindo algum adiantamento do adversário, sem contudo criar problemas a Augusto. O jogo entrou numa fase menos interessante, jogado a um ritmo mais pausado, sem que os donos da casa perdessem o controlo das operações. Aos 29 minutos e beneficiando de uma perda de bola dos visitantes numa saída para o ataque, Zé Bastos ganhou terreno e, à saída de Godofredo, fez o segundo golo para os donos da casa, resultado com que se chegou ao intervalo.Fernando Ferreira mata o jogoNo segundo tempo, o cariz da partida não se alterou. Os viseenses controlaram as operações e, aos 57 minutos, "mataram" o jogo, com Fernando Ferreira a concluir uma boa jogada, simples, dos viseenses, em resposta a um cruzamento de Everson, com conta peso e medida. Um prémio merecido para o melhor jogador em campo.Até final, diríamos, que os viseenses poderiam ter ampliado a vantagem, o que seria um castigo demasiado pesado para a formação visitante.A duas jogadas do final da primeira fase, os viseenses estão a uma vitória de garantirem, sem sobressaltos, a fase final em que se discute a subida. Na próxima ronda, a deslocação a Fornos de Algodres, uma equipa que luta para evitar a despromoção, a que se segue, na última ronda, a recepção ao Cinfães.l
NAVAL - 1 BENFICA - 2 - À JUSTA....

O aproveitamento cirúrgico de duas bolas paradas empurrou o Benfica para uma vitória sofrida até ao fim. Ver-se-ia mais tarde que era desnecessário tanto sofrimento, mas enfim, sobra o essencial: três pontos e a reaproximação ao F.C. Porto, que se encontra à distância do mais pequeno deslize. A Liga mantém-se animada, portanto.
Mas é bom nesta altura voltar ao início do texto, às bolas paradas. Essencialmente porque também foi por aí que começou o jogo. Logo aos dois minutos, na sequência de um livre que parece não existir, é bom dizê-lo, Reyes bateu longo para a área, Diego aliviou mal, Yebda aumentou a confusão e Aimar atirou para golo.
A noite começava entretida. Aimar marcava o primeiro golo na Liga e o Benfica adiantava-se cedo no marcador. O jogo havia de sublinhar, porém, que a vantagem madrugadora era o pior que podia acontecer à equipa. Que desapareceu do jogo, aliás. Não teve motivação para se inspirar, não teve motivação para transpirar e esperou que a Naval não batesse forte.
Por acaso não bateu. Mas apenas por acaso. Teve quase sempre a bola, jogou mais no meio-campo adversário, ameaçou num remate de Marinho e voltou a ameaçar num disparo de Simplício. Só que não bateu. É verdade também que não foi muito, mas teve caudal de jogo ofensivo e parecia indicar que a qualquer altura podia marcar.
O Benfica era por essa altura a soma de vários equívocos. A maior parte deles colocados junto às faixas laterais: os extremos não esticavam o jogo, os laterais fartavam-se de perder duelos individuais com os adversários. A Naval jogava muito mais a toda a largura do terreno e com isso conseguia ter mais bola no meio-campo adversário.
Acção e reacção... finalmente
Na segunda parte os indicadores tornaram-se mais evidentes. Sobretudo na esquerda, onde Davide conseguia quase sempre levar a melhor sobre um David Luiz que não parou de cometer deslizes. De fora do relvado continuava a parecer que a Naval podia marcar a qualquer altura e marcou mesmo. Por Marcelinho, que entrara pouco antes.
O golo mudou o jogo. Mudou sobretudo o Benfica, é verdade, mas mudou também o jogo. A coisa animou, por fim. A formação de Quique Flores percebeu que as vitórias já não caem do céu e tratou de fazer por merecê-la. Nessa altura apareceu também em jogo Di Maria. O argentino arrancou pela esquerda e o Benfica foi à boleia dele até ao fim.
Um remate do próprio Di Maria à trave e um chapéu de Cardozo que saiu a centímetros da barra serviram de aviso, o golo do triunfo chegou pouco depois em mais uma bola parada: Reyes bateu para o segundo poste, Miguel Vítor tocou de cabeça para o outro lado e Katsouranis empurrou para a baliza. O Benfica reagia bem quando mais precisava.

Por isso se disse atrás que o golo madrugador foi o pior que podia acontecer à equipa. Torna-se até difícil perceber como se pôde ausentar de jogo durante tanto tempo, numa altura crucial da época e pressionada pelas vitórias dos rivais directos. Valeu na circunstância a maior qualidade do que o adversário. Mas pode nem sempre chegar.
Feitas as contas, os encarnados somaram a primeira vitória fora de casa em três meses (desde a goleada ao Marítimo, a 7 de Dezembro, que não ganhavam três pontos fora da Luz) e somaram também a segunda vitória consecutiva pela primeira vez desde Novembro. É certo que se fartou de sofrer e fez um jogo a maior parte do tempo sofrível. Mas enfim, numa fase decisiva da época também há bons sinais.
domingo, 8 de março de 2009
sábado, 7 de março de 2009
sexta-feira, 6 de março de 2009
quarta-feira, 4 de março de 2009
terça-feira, 3 de março de 2009
Subscrever:
Mensagens (Atom)































